GOVERNO PS APOIA A UNIVERSIDADE DA MADEIRA
AUMENTO DE VERBAS NA ORDEM DOS 16,3% A Universidade da Madeira vai receber, no próximo ano lectivo (2008/2009), 11,2 milhões de euros, mais 1,6 milhões que no ano anterior. O reitor da academia madeirense, em declarações ao JORNAL da MADEIRA, diz que, feitas as contas, isso representa um aumento na ordem dos 16,3%.Para Pedro Telhado Pereira trata-se de uma questão que surge após três anos de reivindicações junto do ministério, contra os critérios que estavam a ser usados, até aqui, para o financiamento público das instituições de ensino superior, em que a Madeira e outras universidades, sobretudo do interior, também estavam a ser prejudicadas. Pedro Telhado Pereira diz que este é um aumento que a Universidade da Madeira já devia ter recebido há três anos. De qualquer forma, o reitor da academia madeirense diz-se satisfeito com este aumento, tendo em conta que a média nacional ficou situada na ordem dos 3,6%.Aliás, segundo o reitor da Universidade da Madeira, a academia madeirense ficou...

Comentários
http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2013N35450
Exmo. Sr. Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira
Dr. Miguel Mendonça,
Os subscritores desta petição são cidadãos conscientes da realidade política da Madeira e preocupados com o comportamento que alguns deputados eleitos por todos os madeirenses e porto-santenses insistem em ter e a forma como tratam os madeirenses na Assembleia Legislativa da Madeira.
Os subscritores exigem que seja marcada falta injustificada, quando os deputados abandonem as sessões, seja em votação, seja em qualquer iniciativa, até que percam o mandato.
Temos assistindo constantemente à falta de certos deputados em algumas votações e só depois das propostas estarem aprovadas é que vão reivindicar e fazer demagogia na comunicação social. Se um deputado não estiver de início ao fim nas sessões deverá ser marcada falta injustificada, se o referido deputado não apresentar razões plausíveis para justificar a sua ausência do parlamento, como qualquer trabalhador tem de fazer se faltar ao trabalho. Se um trabalhador desconta no seu salário quando falta, por que razão um deputado não é obrigado a fazer o mesmo? Estas ditas formas de protesto dos deputados não são protestos, são sim uma falta de respeito com todos os madeirenses que exigem que os deputados respeitem o povo que lhes paga os altos salários de deputados.
Pelo exposto, pede-se que seja alterado o regimento da Assembleia Legislativa da Madeira e que os deputados sejam responsabilizados pelos seus actos.
Os signatários,
Luís Gonçalves Fonseca
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