quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

20 de Fevereiro de 2010

 
Passaram quatro anos desde esse fatídico dia que deixou marcas na paisagem e na cabeça de todos nós. A aluvião ceifou a vida a 45 Madeirenses e deixou um rasto de destruição como não há memória.
É preocupante que estes fenómenos passaram a ser frequentes e deixam um sentimento de insegurança. Os factos demonstram que não estamos seguros e que muito há a fazer em termos de ordenamento e implantação urbana. Basta para isso olhar ao que aconteceu desde esse dia. Tivemos no dia 5 de Novembro de 2012 um fenómeno atmosférico que arrasou a freguesia da Ribeira da Janela e causou estragos na freguesia do Seixal. Mais recentemente no dia 29 de Novembro de 2013 a intempérie fez-se sentir na Freguesia do Porto da Cruz deixando um rasto de destruição e grandes prejuízos materiais. Estes factos demonstram que a Madeira tem que se preparar porque estes fenómenos passaram a ser reiterados.
Que este dia sirva para uma reflexão sobre o que se passou e que medidas devemos tomar para que, se voltar a acontecer, não ter os efeitos que teve o 20 de Fevereiro de 2010.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

O VERDUGO E OS HIPÓCRITAS

Eles são a favor de um Jornal da Madeira que ataque os líderes da oposição mas são contra um Jornal que os atinja!

O Jornal da Madeira é uma espécie de verdugo e foi sempre uma arma de arremesso político contra a oposição. Durante quase quatro décadas o JM serviu para descredibilizar os líderes da oposição, para atacar e enxovalhar adversários e muitas vezes serviu para caluniar. O dito foi palco para muito boa gente se promover politicamente dentro do sistema e para, na altura das eleições, desferir ataques mortais aos candidatos da oposição. Qual carrasco, o JM às mãos do PSD-M, foi servindo as estratégias de Alberto João Jardim, Miguel Albuquerque, Sérgio Marques, Francisco Santos, Manuel António etc. sem dó nem piadade. Todos estes usaram o JM em seu benefício e contra toda a oposição. Todos foram articulistas, açoitaram os adversários sem direito a contraditório. Nós sempre exigimos um JM liberto destes tiranetes, falsos escribas e caciques de sítio.  Agora, já não estamos sós. As exigências de um “Jornal Limpo” vêm de alguns daqueles que durante mais de 35 anos o usaram contra nós. Eles são a favor de um Jornal da Madeira que ataque os líderes da oposição mas são contra um Jornal que os atinja! Eles continuam iguais a si próprios, o JM continua a ser bom para atacar a oposição e só é mau se resvalar para algum fogo amigo.