quarta-feira, 31 de março de 2010

ERC dá parecer favorável a Gil Rosa

Nova direcção da RTP-M inicia funções amanhã
Data: 31-03-2010

A nova direcção da RTP-M inicia funções amanhã. Tudo porque a Entidade Reguladora para a Comunicação Social acaba de dar parecere favorável à nomeação de Gil Rosa para director de antena e canais, sendo responsável por todos os conteúdos da rádio e televisão públicas na Madeira. Está assim concluído um processo que se arrastou durante quase um mês. Guilherme Costa, presidente da Rádio e Televisão de Portugal, veio à Madeira, a 2 de Março, anunciar que a empresa tinha optado por um novo modelo organizacional, que inclui ainda Martim Santos, o director do centro regional embora com responsabilidades na área de gestão.
RMO in Diário de Notícias

Quem é Martim Santos ???

terça-feira, 30 de março de 2010

Bernardo Martins volta a criticar ausência de estudo



PS quer avaliação anual da situação da pobreza e exclusão social na Madeira
Data: 30-03-2010

O PS quer que o Governo Regional vá ao parlamento todos os anos fazer uma avaliação da situação da pobreza e exclusão social na Madeira. Bernardo Martins voltou a criticar a ausência de um estudo e questionou o facto de o Governo preparar um programa alusivo ao Ano Europeu de Combate à Pobreza e Exclusão Social sem saber quantos pobres existem na Madeira. O grupo parlamentar do PS vai propor na Assembleia Legislativa da madeira que o Governo regional apresente anualmente um relatório de avaliação sobre a situação da pobreza e exclusão social na Madeira.
GF in Diário de Notícias

Passos Coelho vai chamar Aguiar-Branco para perto de si


José Pedro Aguiar-Branco irá ter um papel muito relevante na futura ordem interna do PSD. Numa conversa pessoal que tiveram ambos, Pedro Passos Coelho insistiu com o seu opositor para continuar líder parlamentar, mas sem sucesso. No entanto, a recusa de Aguiar-Branco em manter o cargo de chefe da bancada não será obstáculo a que venha a ter cargos de muito relevo na futura ordem interna do PSD. Segundo ao que o i apurou, o interesse de Passos Coelho em contar com Aguiar-Branco num posto relevante poderá levá-lo a convidar o seu opositor para a própria Comissão Política ou para um órgão interno de grande prestígio como a presidência do Instituto Sá Carneiro. "Depois de Alexandre Relvas, Passos Coelho não pode entregar a presidência a alguém de segunda ou terceira linha", disse Nogueira Leite, conselheiro de Passos, ao i. in i

PSD só viabiliza 'vice' do PS se o candidato for Serrão


Presidente da república deve ter intervindo na resolução do problema
Data: 30-03-2010 in Diário de Notícias da Madeira

Apesar do chumbo recente do nome de Jacinto Serrão para a vice-presidência da Assembleia Legislativa, o PSD garante que está disposto a dar os votos necessários para que o presidente do PS seja eleito para aquele cargo. O problema é que a bondade dos social-democratas é exclusivamente direccionada a Jacinto Serrão. Se o PS decidir apresentar outro candidato, a disponibilização de votos será reavaliada, na certeza de que se indicar Bernardo Martins só são disponibilizados os, até agora insuficientes, dez votos. Mas tudo indica que o PS vai mesmo voltar a apresentar o nome de Jacinto Serrão, contrariando o que o próprio havia afirmado categoricamente, que só era candidato uma vez. Ou era eleito à primeira ou não se tornava vice-presidente. Ao DIÁRIO, o líder do PS diz que a questão não se coloca no plano pessoal, nem mesmo na do PS. Garante Serrão que o seu partido "está disponível para colaborar numa solução para este problema, que é da Assembleia". Para tanto, basta que haja "um ganho do ponto de vista democrático". Os socialistas não querem "criar ruído", pretendem "resolver" o problema e, "no que depender do PS", vai mesmo ser resolvido, garante, a bem da "normalidade democrática". O problema que se coloca e sobre o qual Serrão não quer falar, é de cariz político. O presidente do PS tem falado na "legitimidade" que os novos órgãos do partido têm para mudar o candidato a vice-presidente da Assembleia. Essa legitimidade não é discutida, mas a alteração do nome é vista como uma cedência clara ao PSD, que sempre disse não aceitar Bernardo Martins. Há, inclusivamente no interior do PS, quem entenda que, manifestando-se o PSD disponível para dar mais votos, os socialistas deveriam reapresentar o nome do deputado de Machico. Apesar de continuar remetido ao silêncio, o DIÁRIO sabe que Bernardo Martins estaria disposto a se candidatar. Os socialistas que defendem que não deve haver cedência ao PSD, entendem que os social-democratas também têm todo o interesse em resolver a questão nesta altura, até por força no novo relacionamento que existe entre os governos Regional e da República, respectivamente suportados pelo PSD e pelo PS.Acham mesmo que Cavaco Silva terá tido uma intervenção que conduziu à disponibilização dos votos necessários à eleição de Serrão. Uma versão que encontra algum suporte em declarações do próprio Jacinto Serrão. O presidente do PS e recandidato quase garantido a 'vice' da mesa da Assembleia, diz-se esperançado na resolução do problema, no mesmo sentido em que se manifestou o Representante da República, no encontro mantido entre ambos, e como "provavelmente se terá manifestado o Presidente da República". À frase, Serrão não acrescenta esclarecimentos. Neste momento, da parte do PS, alegadamente, o assunto está entregue aos órgãos do partido.Braço-de-ferro dura há três anosO PS e o PSD mantêm um braço-de-ferro político há praticamente três anos, no que diz respeito à composição da Mesa da Assembleia. A oposição tem direito a indicar um dos três vice-presidentes, mas o mesmo tem de ser eleito pelos deputados, reunidos em plenário. O problema, para o PS, é que a eleição tem de ser pela maioria absoluta dos deputados em funções e não dos presentes. Bernardo Martins chegou a ganhar uma votação, por 23 contra 22 votos, não foi eleito, precisava de 24. A soma da oposição mais dez votos sempre garantidos pelo PSD dariam. Só que o MPT votou sempre contra. Com Serrão a aprovação estava prometida, mas alguém 'roeu a corda'.
Élvio Passos

segunda-feira, 29 de março de 2010

Igreja nunca pagou indemnizaçãoaos pais da vítimado padre Frederico

Igreja nunca pagou indemnizaçãoaos pais da vítimado padre Frederico

Só dez anos após o caso do padre Frederico Cunha, acusado da morte de um jovem de quem teria abusado sexualmente, é que D. Teodoro Faria, o então bispo do Funchal, reconheceu publicamente as práticas pedófilas do seu antigo secretário particular.
Um caso que fez história em Portugal. O primeiro julgamento de um padre católico durou três meses e a sentença do Tribunal de Júri, de 10 de Março de 1993, condenou--o a um cúmulo jurídico de 13 anos de prisão pelo crime de homicídio do jovem Luís Miguel (15 anos) e pelo ilícito de homossexualidade com um menor, bem como uma pena acessória de expulsão do território nacional.
O seu afilhado, José Noite, 18 anos, também arguido neste processo, com quem Frederico mantinha relações de intimidade, foi condenado a 15 meses de prisão pela infracção de favorecimento pessoal, ou seja, por ter engendrado um álibi para defender o padrinho, comutada em pena suspensa por dois anos.
O tribunal condenou Frederico a um valor de oito mil euros de indemnização cível que deveria ser paga aos pais de Luís Miguel, mas, até hoje, nunca foi cumprida. "A Igreja deveria ter assumido esse pagamento. Lembro-me que, durante o julgamento, ouvimos quatro testemunhas, homens adultos, que contaram como tinham sido abusados sexualmente pelo padre Frederico. Foi uma história longa que me marcou", disse ao DN Marques de Freitas, procurador da República que liderou a acusação pelo Ministério Público.
Embora com recursos atrás de recursos, e mesmo com incursões do SIS Madeira em investigações paralelas, Frederico Cunha começou por cumprir pena na prisão Vale dos Judeus, mas, aos 47 anos, aproveita uma saída precária de cinco dias e, a 10 de Abril de 1998, foge num carro alugado para Madrid e apanha um avião para o Rio de Janeiro (Brasil).
Não se sabe com que passaporte, já que o dele estava apreendido. Esse é ainda um dos muitos mistérios da fuga nunca esclarecidos. Outro tem a ver se ainda hoje Frederico Cunha exerce o sacerdócio na cidade maravilhosa. O afilhado, após o julgamento, estudou Sociologia na Bélgica, e hoje trabalha em França como jornalista.
Brasileiro de nacionalidade, Frederico vivia em Itália, professava na Ordem dos Cónegos Regrantes de Santa Cruz quando conheceu D. Teodoro que, na altura, dirigia o Pontifício Colégio Português em Roma. É por esta via que Frederico chega à Madeira, é ordenado sacerdote e se transforma no braço-direito do bispo.
Mais tarde é colocado na paróquia de São Jorge, no Norte da ilha. Só durante o julgamento se soube que o povo comentava as práticas estranhas de Frederico. Antes que o escândalo rebentasse, foi enviado para Machico, como professor de Religião e Moral numa escola secundária. Mas as histórias só saltaram para a praça pública quando a PJ o detém no apartamento do complexo turístico da Matur, depois de ter encontrado o cadáver do jovem de 15 anos, Luís Miguel, nas falésias do Caniçal. in DN Lisboa

Sacerdotes da Madeira e de Lisboa são suspeitos de abusos sexuais

PJ investiga três novos casos de padres católicos

Sacerdotes da Madeira e de Lisboa são suspeitos de abusos sexuais. Ministério Público já acusou dois religiosos de igrejas evangélicas, um português e um estrangeiro
Um pastor evangélico português e um indivíduo estrangeiro, líder de um outro movimento religioso não católico, foram acusados pelo Ministério Público (MP) de abuso sexual de crianças. Neste momento, a Polícia Judiciária (PJ) está a investigar três novos padres católicos, dois na Madeira e um em Lisboa, pelos mesmos crimes, detectados em 2008 e 2009, apurou o DN. Tudo casos que chegaram ao conhecimento da polícia através de cartas anónimas de pessoas que frequentavam as respectivas paróquias.
O processo do pastor evangélico corre nos juízos criminais de Lisboa, ao passo que o do líder da seita religiosa corre no Tribunal de Cascais. Mas, nem um nem outro têm ainda o julgamento marcado.
Entretanto, ao que o DN apurou, desde 2000 que foram arquivados pelo MP nove inquéritos por falta de indícios suficientes envolvendo oito ministros de culto, católicos e não católicos. A única condenação neste período de tempo, envolvendo religiosos, foi a de um padre ortodoxo, julgado em 2005 no Tribunal de Vila Franca de Xira, com pena de sete anos e meio de prisão.
Este é o panorama judiciário do que é possível conhecer-se em Portugal relativamente a abusos sexuais de menores nos meandros religiosos. Estes dados, apurados pelo DN, contradizem os que foram anunciados por um investigador da Universidade da Beira Interior, noticiados pelo jornal i a 17 de Março, segundo o qual, entre 2003 e 2007, dez padres portugueses foram indiciados pelo MP por abuso sexual de crianças. Seis desses casos, refere o estudo, teriam acontecido em 2007. Esta análise de Pedro Pombo, inspector da PJ em regime de licença sem vencimento, enquadra-se numa tese de doutoramento que vai ser apresentada na Universidade de Salamanca.
Mas, ao que o DN apurou, em 2007 estiveram indiciados apenas três ministros de culto, sendo um deles o caso do pastor evangélico que agora aguarda julgamento. Os outros dois, um na Guarda e outro no Funchal, que se presumem padres católicos - os dados a que o DN teve acesso apenas referem ministros de culto -, foram arquivados por falta de indícios.
No ano anterior, em 2006, foram igualmente investigados dois outros religiosos, que se presumem também católicos: um em Braga, por abuso sexual de menores; e outro que correu no MP do Tribunal de Vila de Conde, por actos homossexuais com adolescentes. Ambos foram arquivados. Em 2005, registou-se um caso no Funchal, arquivado, e outro em Lisboa, que chegou a acusação. Trata-se do processo que será julgado nos juízos criminais de Lisboa e que tem como arguido o líder de uma seita religiosa.
Em 2004, não há registo de qualquer queixa participada, mas em 2003 foram três os inquéritos arquivados - em Braga, Porto e Leiria. Nesse mesmo ano, a PJ iniciou a investigação a um padre ortodoxo, Francisco Valoroso Pereira, que em 2005 foi condenado a sete anos e meio de prisão por ter abusado de uma menina de cinco anos e um rapaz de 11. Um caso que impressionou a juíza presidente do tribunal, Hermínia Oliveira, que no final do julgamento, afirmou: "As crianças nunca vão superar estas marcas profundas." Há ainda um caso registado em 2002, no Tribunal de Loulé, que também acabou arquivado por falta de indícios.
Para José Braz, responsável da Directoria de Lisboa e Vale do Tejo da PJ, os dados de Pedro Pombo carecem de sustentação estatística sólida. "Só os conheci pela comunicação social, e verifico que não correspondem à verdade", afirmou. "A PJ no tratamento estatístico de dados não refere a confissão religiosa dos ministros de culto denunciados ou investigados", explicou.
Este dirigente apelou ao rigor e sentido de responsabilidade na divulgação dos dados: "Ser denunciado não significa ser suspeito e ser suspeito não significa ser culpado. É preciso contextualizar. Dizer que um indivíduo está referenciado não significa nada, fora do contexto técnico em que o termo é internamente utilizado pela investigação."
Segundo José Braz, nos últimos anos, a Directoria de Lisboa não remeteu ao MP nenhuma proposta de acusação de padres católicos por abuso sexual de menores. in DN Lisboa

O PS AUSENTE DA CONVENÇÃO DO BE!


Não percebo esta estratégia de distanciamento, em questões institucionais, com os partidos da oposição uma vez que o Congresso do PS-Madeira aprovou uma estratégia no sentido de estabelecer um bom clima político com todos os partidos da oposição e, se possível, um pacto de não agressão!

sábado, 27 de março de 2010

Resolução do Parlamento Europeu deixa alguns recados aos governantes

NADA QUE JÁ NÃO TENHA SIDO DITO PELO PS E POR TÉCNICOS E AMBIENTALISTAS DA NOSSA PRAÇA! MAS VINDA DE FORA... TEM OUTRO PESO...

Resolucao do Parlamento Europeu sobre as grandes catastrofes naturais ocorridas na
Regiao Autonoma da Madeira

Considera que autoridades nacionais, regionais e locais devem concentrar-se em políticas de
prevenção eficazes e prestar uma maior atenção à criação de legislação e práticas adequadas
em matéria de utilização do solo, de gestão da água e de gestão de riscos eficaz, também em
matéria de urbanização na orla marítima e construção de diques e ainda nos domínios da
agricultura e silvicultura;

Exorta os Estados-Membros e as regiões afectadas a instituírem planos de reconstrução e
reabilitação das áreas afectadas; exorta os Estados-Membros a examinarem a necessidade de
investimentos a longo prazo em políticas destinadas a impedir catástrofes deste género e
limitar os danos por estas causados;

Encarrega o seu Presidente de transmitir a presente resolução ao Conselho, à Comissão, aos
governos dos Estados-Membros e ao governo da Região Autónoma da Madeira.

VITÓRIA DE COELHO COM 61%

Pedro Passos Coelho é o novo líder do PSD. “O PSD tem agora uma liderança inequívoca”, afirmou no discurso de vitória. E assim que teve a certeza a primeira coisa que fez foi telefonar a Paulo Rangel e a Aguiar-Branco a dizer que conta com eles. Unidade é agora a sua palavra de ordem e a “primeira missão” para “um partido grande que volta a renascer”. IN PUBLICO.
Os militantes decidiram e Ninguém é derrotado por defender as suas convicções, nem mesmo Jardim, mas Jardim só perde por não saber aceitar a vontade democrática dos Sociais Democratas que deram a vitória a PPC - quem teima em não aceitar as regras do Jogo Democrático, naturalmente, torna-se num derrotado!

sexta-feira, 26 de março de 2010

HABITUEM-SE.....


"É bom que o país se vá habituando ao PSD da Madeira ter cada vez mais posições diferentes do PSD nacional, em tudo."Alberto João Jardim, Correio da Manhã 26/03/2010
Naturalmente que isto tem haver com a falta de sentido democrático de Jardim, estas afirmações podem-se ler num momento que Passos Coelho é visto como potencial vencedor das eleições... estas ameaças ao seu próprio partido surgem como chantagem em vésperas de um acto eleitoral interno.... não quer aceitar os resultados do jogo democrático....típico de quem vive em democracia mas não aceita as regras do jogo, quando os militantes não se revêem no candidato que ele apoia.

quinta-feira, 25 de março de 2010

A MEMÓRIA NÃO SE APAGA!

Monteiro Diniz diz que Victor Freitas foi afastado por má interpretação do Estatuto

Victor Freitas não deveria ter saído, diz Representante
Monteiro Diniz só tornou pública a posição Agora, depois de decisão do parlamento

Data: 27-10-2009


Victor Freitas não devia ter sido afastado do parlamento regional. Quem o diz é o representante da República para a Madeira, que sublinha tratar-se de "um entendimento pessoal e apenas pessoal". Confrontado pelo DIÁRIO à margem da tomada de posse do Governo, ontem em Lisboa, Monteiro Diniz esclarece que a norma do Estatuto da Região (artigo 30º nº 2) que serviu de base à substituição do deputado do PS, Víctor Freitas, em virtude do regresso de Jacinto Serrão à Assembleia Legislativa, não deveria de ter sido interpretada isolada, mas sim na conjugação com o artigo 33º e com o genérico quadro constitucional legal "que sempre deverá servir de parâmetro interpretativo em matérias desta natureza". Se assim fosse, garantiu o juiz conselheiro, "o deputado a ser afastado deveria ser sempre o que ocupasse o lugar menos graduado na respectiva declaração de candidatura". Sem competências para agirMonteiro Diniz não transmitiu esta posição a João Carlos Gouveia, na audiência que este lhe pediu a semana passada, por entender que "não seria correcto" intrometer-se no "exercício de uma competência parlamentar", já que a matéria, na altura, "encontrava-se pendente de solução". Questionado sobre se teria informado a Assembleia Legislativa da Madeira acerca desta posição, o representante da República remete a questão para o próprio parlamento. Este episódio serve de exemplo para Monteiro Diniz calar as vozes críticas que lhe exigem mais acção na Região. O juíz-conselheiro explica que "todas as actividades político-administrativas, à excepção do controlo legislativo do parlamento e Governo Regional" escapam às suas competências". Ainda assim, em virtude das várias solicitações por entidades regionais, o responsável assegura que "sempre tem actuado de maneira discreta, sem qualquer publicitação ou propaganda, em ordem a sanar conflitualidades regionais". Face a tudo isto, o representante insiste na necessidade de uma reflexão sobre o cargo que exerce. "Impõe-se em sede da próxima revisão Constitucional uma profunda reflexão sobre a situação e qual a melhor via para uma intercomunicabilidade mais conseguida entre a República e as Regiões ", conclui. Comentário de Jardim "sem significado""Não tem para mim qualquer significado especial sendo antes uma afirmação apolítica". Foi desta forma que Monteiro Diniz reagiu ao comentário de Alberto João Jardim a uma notícia do 'Expresso', que dava conta que o juíz-conselheiro estaria farto da Madeira. O presidente do Governo respondeu dizendo que "ninguém o obriga a estar cá". Sobre isto, o representante da República esclarece: "A continuidade ou não da minha presença na Madeira depende exclusivamente do Presidente da República e, evidentemente de mim próprio". Monteiro Diniz afirma, contudo, que "não fez qualquer alusão" no sentido de pretender colocar a sua exoneração do cargo a Cavaco Silva. "O que em verdade disse foi que no termo do respectivo mandato em Março de 2011, numa eventualidade remota de um pedido de continuidade, estava completamente fora de causa a minha manutenção no cargo que venho exercendo", disse. O representante explica ainda não estar farto da Madeira, nem dos madeirenses, mas cansado pela penalização de exercer um cargo manifestamente mal estruturado".
Sandra Cardoso, em Lisboa http://www.dnoticias.pt/Default.aspx?file_id=dn04010108271009#aqui

REVISÃO CONSTITUCIONAL


Na próxima Revisão Constitucional o PSD deveria plasmar na Constituição a prática parlamentar da Madeira. Se o que está na Constituição contraria as práticas parlamentares e se a Constituição não salvaguarda o seu próprio texto deixem-se de hipocrisias - plasmem na Constituição a realidade do Parlamento Regional e comecem por colocar:


· Colocar na Constituição que o maior Partido da oposição não tem direito a um Vice-presidente;
· Colocar na Constituição que as Substituições dos deputados são feitas aleatoriamente sem respeito pela ordem de precedência das listas de candidatos;
· Colocar na Constituição que o Presidente do Governo não vem ao Parlamento, nem responde perante a Assembleia;
· Colocar na Constituição que os Partidos da oposição não têm direito a pedir a presença do Governo no Parlamento;
· Colocar na Constituição que os Secretários não são obrigados a vir ao Parlamento;
· Colocar na Constituição que a Assembleia não fiscaliza a acção Governativa;
· Colocar na Constituição que o Governo não presta contas perante a Assembleia;
· Colocar na Constituição que os direitos da oposição são para ser exercidos onde o PSD é oposição não onde são governo;
· Colocar na Constituição que os Direitos da Oposição só são exercidos quando o PSD é oposição, mas se a oposição não for do PSD, os direitos que querem para si já não se aplicam aos outros.
· Colocar na Constituição , de forma clara, que todos os cargos de representação da Assembleia são indicados PSD;
· Colocar na Constituição , de forma clara, que em todas as Comissões os Vice-Presidentes e relatores são todos indicados pelo PSD;

NÃO PODE HAVER CEDÊNCIAS


O PSD-M disse que não viabilizaria o nome de Bernardo Martins para Vice-Presidente do Parlamento. É meu entendimento que não se muda de candidato a pedido do PSD-M.
Expressei a minha opinião nos momentos e locais próprios de que o PS-M não cede, nem pode ceder, à chantagem do PSD-M.
A Direcção Política do meu partido entendeu de forma diversa da minha e apresentou outra candidatura - a de Jacinto Serrão, com o pressuposto de existir uma única votação.
Como todos sabemos o partido maioritário, mais uma vez, inviabilizou a nossa candidatura.
Ontem e muito bem o Presidente do PS-M afirmou duas coisas:
  • Não aceitaria uma segunda votação;
  • O PS não volta a apresentar candidatura à Mesa até ao fim da Legislatura.
Subscrevo por inteiro estas duas declarações do Presidente do PS-Madeira, Jacinto Serrão.

APOIADO POR JARDIM


“Prós e Contras”, uma monumental lavandaria

Em termos de opinião, na prática só havia prós. Mesmo dois ou três técnicos especialistas em questões ambientais que ali estavam – e cujas opiniões críticas são conhecidas, com relevo para Raimundo Quintal – puderam apenas dizer algumas coisas, mas nunca tiveram espaço para um debate sério, de resto como um deles sublinhou já no final: “Isto não é um programa de ‘Prós e Contras, mas de Prós e Prós’ “.

VICE-PRESIDENTE DA ALRAM


POSIÇÃO DO PS-MADEIRA

Jacinto Serrão não aceita segunda votação, PSD tinha proposto a repetição;


Serrão pede intervenção do Presidente da República, PS não volta a apresentar candidatura à Mesa.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Jaime Silva confirma dez votos 'sim' do PSD

Não eleição de Serrão continua a dominar o debate

A ALM já discute um requerimento do PS para crisação de uma comissão eventual de acompanhamento da reconstrução da Madeira, mas a questão da eleição falhada de Jacinto Serrão continua a dominar a discussão.José Manuel Coelho (PND) desafiou o PS abandonar o parlamento para o deixar sem legitimidade. Mais polémica foi a intervenção de Jaime Silva (MPT) que foi um dos escrutinadores da votação. O deputado confirmou ter visto 15 deputados com votos abertos, todos 'sim': dez do PSD, dois do PS e os três deputados únicos (o seu, o BE e o PND). Esta afirmações motivou um protesto formal de João Carlos Gouveia (PS) que abandonou o plenário.
JFS IN DIÁRIO DE NOTICIAS DA MADEIRA

PS VOTA EM GUILHERME SILVA PARA VICE-PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

O PS ELEGE GUILHERME SILVA MAS NÃO DEU SÓ 10 VOTOS COMO NA MADEIRA!

O DEPUTADO DO PSD-M FOI ELEITO VICE-PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COM 164 VOTOS!

O PS VOTOU NO DEPUTADO DO PSD-M GUILHERME SILVA - DE OUTRA FORMA NUNCA SERIA ELEITO!
QUANDO SÃO OPOSIÇÃO QUEREM DIREITOS, QUANDO SÃO MAIORIA NEGAM À OPOSIÇÃO NA MADEIRA OS DIREITOS QUE TÊM NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA E NO PARLAMENTO ACORIANO.
Vice-Presidente indicado pelo PSD -Guilherme Silva
Votos 'sim' - 164
Votos brancos - 51
Votos nulos - 2;*
*Anterior legislatura.

MENTIRA II

Ontem ouvi na RDP uma entrevista do Presidente do MPT na Madeira, João Isidoro afrimar que Krus Abecassis também não foi eleito Vice-Presidente da Assembleia da República - claro está, mais uma mentira!

Para os que não sabem os factos históricos, faltam à verdade, falam levianamente e sem estudar os assuntos, aqui fica uma informação certa e rigorosa, extraída do Diário das Sessões da Assembleia da República:O CANDIDATO PROPOSTO PELO CDS, ENG. NUNO KRUS ABECASSIS FOI ELEITO VICE-PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, NA SESSÃO PLENÁRIA DE 19 DE NOVEMBRO DE 1998, COM 132 VOTOS “SIM”. HOUVE 42 “NÃO”, 9 ABSTENÇÕES E 10 VOTOS BRANCOS.O Presidente da Assembleia, Dr. Almeida Santos, LOGO APÓS A VOTAÇÃO POSITIVA, saudou-o nos seguintes termos: “PARABÉNS SR. VICE-PRESIDENTE NUNO ABECASSIS”.

VICE-PRESIDENTE IV

Serrão pede intervenção do Presidente da República
PS não volta a apresentar candidatura à Mesa


Em conferência de imprensa, o líder do PS-M apelou ao Presidente da República para que faça respeitar a Constituição na Assembleia Legislativa. Jacinto Serrão reagia à sua não eleição para vice-presidente da Mesa. O PS-M acusa o PSD de não respeitar as regras democráticas e rejeita que a responsabilidade pelo fracasso da eleição seja da oposição.Os socialistas não especificam qual o tipo de intervenção que Cavaco Silva pode ter neste caso.
JFS IN DNMADEIRA

VICE-PRESIDENTE III

Jacinto Serrão não aceita segunda votação
PSD tinha proposto a repetição. ALM com novo intervalo

No regresso aos trabalhjos, o PSD, através de Jaime Ramos propôs a repetição da votação para eleição do vice-presidente da ALM e lembrou que a sua bancada entregou dez votos 'sim', abertos, dando como testemunahs os dois escrutinadores.Jacinto Serrão pediu a palavra para dizer qu enão aceitava segunda votação. Andrés Escórcio, líder parlamentar socialista, pediu um novo intervalo de 10 minutos.
JFS IN DN MADEIRA

VICE-PRESIDENTE II

Jacinto Serrão falha votação
Líder do PS-M não conseguiu os 24 votos 'sim'

Jacinto Serrão não foi eleito vice-presidente da ALM, porque só conseguiu 23 votos 'sim', menos um dos que o exigido pelo regimento que obriga a uma maioria absoluta.Durante a votação, alguns deputados mostararm o voto antes de o introduzir na urna, entre eles dez do PSD, Bernardo Martins (PS) e Jaime Leandro (PS).Neste momento decorre um intervalo. O regimento permite a realização de uma segunda volta. Na votação registaram-se 23 'sim', 20 'brnacos' e dois 'nulos'.
Jorge Freitas Sousa IN DNMADEIRA

VICE-PRESIDENTE I

PSD altera ordem de chamada para a votação
Maioria quer garantir eleição de Jacinto Serrão (PS)

Um requerimento de Jaime Ramos (PSD), apresentado antes da eleição do vice-presidente da ALM, motivou muitos protestos. O PSD pretende que a chamada para a votação comece pelos deputados da oposição para, como justificou o líder parlamentar social-democrata, "o PSD poder compensar qualquer falta de solidariedade da oposição" que inviabilize a eleição de Jacinto Serrão.
JFS IN DNMADEIRA

A MENTIRA!

VICE-PRESIDENTE DO PS NA ALRAM
Ontem ouvi na RDP uma entrevista do Presidente do MPT na Madeira, em que este afirmava que não tinham votado em Bernardo Martins em virtude de Bernardo ter sido o responsável pelo afastamento de vários dirigentes do PS que acabaram por fundar o MPT na Madeira - isto é uma autêntica mentira. Esta mentira já foi, por mim, desmentida várias vezes em conferências de imprensa, que na altura fiz.
A realidade, volto a referir para que se saiba toda a verdade, é que Bernardo Martins não teve nada haver com o afastamento de João Isidoro e de outros militantes, digo-o com a autoridade de quem esteve dentro do processo. Era há data Vice-Presidente do Partido, cujo Presidente era Jacinto Serrão e a proposta de avançar com a retirada de confiança política, veio do próprio Jacinto Serrão, foi aprovada no Secretariado e posteriormente levada à Comissão Política.
Vir para a praça pública mentir novamente para justificar o injustificavel não aceito. Se o Presidente do MPT, João Isidoro, quer falar toda a verdade que fale ...porque a seu tempo eu próprio posso dizer as verdadeiras razões que estão por detrás da sua decisão de votar contra o nome de Bernardo Martins e, diga-se, essas razões não são muito católicas..... partido satélites e satélites dentro dos partidos são como as bruxas ninguem acredita, mas que as há, há!

terça-feira, 23 de março de 2010

ESTÁ DITO!


Jardim: «Serei aliado de Sócrates, nem que seja contra o PSD»
Alberto João Jardim está a viver um «novo clima» no relacionamento com o primeiro-ministro e admite mesmo vir a ser um «aliado» de José Sócrates.
«Naquilo que eu vir que é justo, serei aliado de Sócrates, nem que seja contra o PSD. Naquilo que for justo», disse à Rádio Renascença.
O presidente do Governo Regional da Madeira tem-se aproximado do primeiro-ministro desde a tragédia do dia 20 de Fevereiro.
«Eu fiquei surpreendido, pela positiva, na medida em que isto demonstra que o problema não era entre José Sócrates e a Região Autónoma da Madeira, o problema era de quem envenenou o primeiro-ministro para tomar determinadas atitudes, que hoje se vê que não estavam certas», acrescentou.
Jardim referiu que não quer nenhuma «guerra» com o Governo da República: «E muito menos as vou fazer por causa deste PSD.» IN http://diario.iol.pt/

PRÓS SEM CONTRAS

AQUELES QUE PODERIAM SER VOZES INCÓMODAS NÃO ESTIVERAM PRESENTES....NATURALMENTE NÃO FORAM CONVIDADOS... CLARO ESTÁ, É O "SERVIÇO PÚBLICO"...

PRÓS SEM CONTRAS

UM PASSEIO PARA AQUELES QUE TÊM RESPONSABILIDADES EM MUITAS COISAS QUE SE FIZERAM MAL NESTA TERRA E QUE POTENCIOU O DESASTRE.

segunda-feira, 22 de março de 2010

PRÓS SEM CONTRAS

ALBUQUERQUE VS CUNHA .... NEM NO TEMPORAL SE HÁ TRÉGUAS. EU SÓ VOU SE TU NÃO FORES E VICE-VERSA!

PRÓS SEM CONTRAS

Hoje vai para o ar um Prós e Contras desta feita dedicado à Recontrução, vamos ver como se porta a televisão pública Portuguesa e quem serão os convidados. Mas pelo que tenho ouvido dizer .....

ATENÇÃO ÀS PRIORIDADES

Numa altura em que será debatida a Conta da Região de 2008, quem a analisou ou acompanhou as sucessivas peças no DN facilmente chega à verdadeira situção financeira da RAM. O fotografia financeira é grave e requer atenção redobrada, mesmo contando com os apoios do Estado à reconstrução que aí vem, é necessário, mais que nunca, um especial cuidado em relação às prioridades a estabelecer.

sábado, 20 de março de 2010

SERIEDADE, TRANSPARÊNCIA E O ENVOLVIMENTO DE TODOS NO PROCESSO DE RECONSTRUÇÃO!

A proposta do Deputado Carlos Pereira é a única forma de, com seriedade, utilizarmos os fundos financeiros de forma a não se cometerem os mesmos erros de Planeamento, bem como, não permitir que o processo de reconstrução seja utilizado como arma de arremeso político, pelos do costume.

sexta-feira, 19 de março de 2010

OS LUSIADAS

Ilha da Madeira
"Passamos a grande Ilha da Madeira,
Que do muito arvoredo assim se chama,
Das que nós povoamos, a primeira,
Mais célebre por nome que por fama:
Mas nem por ser do mundo a derradeira
Se lhe aventajam quantas Vênus ama,
Antes, sendo esta sua, se esquecera
De Cipro, Gnido, Pafos e Citera.

2012


PEC - MEDIDAS FISCAIS


v) Redução da despesa fiscal e outras medidas de reforço da receita


  • Imposição, até 2013, de uma taxa extraordinária de IRS de 45% aos rendimentos colectáveis superiores a 150000 euros.

  • Sujeição das mais‐valias mobiliárias à taxa de IRS de 20%;

  • Limitação equitativa das deduções à colecta e dos benefícios fiscais em sede de IRS, tendo em conta o nível de rendimentos do contribuinte;

  • Alinhamento da dedução específica de IRS para as pensões acima de 22500€/ano com a dedução específica para os rendimentos do trabalho dependente;

  • Alargamento e controlo da base contributiva da Segurança Social;

  • Introdução das portagens nas SCUT já decididas e noutras, nos termos do
    Programa do Governo, após estudo de verificação dos critérios definidos para o efeito.

  • Com estas medidas espera‐se uma melhoria da receita em 0,8 pontos percentuais do PIB.

PEC - PRESTAÇÕES SOCIAIS


ii) Despesas Sociais
Estas despesas registarão uma redução de 21,9% do PIB em 2009 para 21,4% do PIB em 2013.
Para tal, teremos os contributos de:


  • Definição de um tecto de despesa para as prestações sem base contributiva, em especial através da definição de um tecto para a transferência do orçamento de Estado para a Segurança Social tendo em vista o financiamento de prestações dessa natureza. Para o efeito preconiza‐se, entre outras, medidas como:

  • Manutenção do valor nominal de todas as prestações não contributivas até 2013.
  • Redefinição dos seus critérios de atribuição incorporando a aplicação generalizada da regra de condição de recursos;
  • Eliminação das medidas temporárias anti‐crise de apoio social;
  • Reforço dos mecanismos de gestão, controlo, fiscalização e sanção, de modo a promover a eficiência e a combater os abusos e a fraude;
  • Alteração do regime do subsídio de desemprego visando promover um mais rápido regresso à vida activa;
  • Melhorias na gestão e controlo das despesas de saúde e na política de medicamentos;
  • Aceleração da convergência do regime de pensões da CGA com o regime geral, em linha com as medidas já adoptadas no OE2010.

UMA ECONOMIA ESTROPIADA

A economia Madeirense desde 2004 tem sofrido abalos sistémicos que colocam a nu as falhas da governação e a ruína do modelo que durante mais de 30 anos foi o suporte do nosso modo de vida, do nosso relativo bem-estar.
Nos últimos 6 anos os indicadores económicos e sociais regrediram 30 anos, desde o fim das grandes obras em 2004, muito antes de qualquer mudança na lei de finanças das regiões autónomas, a emigração revelou-se uma autêntica sangria de jovens e menos jovens a fugirem deste "cantinho do céu", para Londres, Jersey e Guarnsey, a pobreza tem vindo ao aumentar, o poder de compra a diminuir, há um aumento do número de falências e consequentes despedimentos, a sustentabilidade das nossas contas públicas ruíram depois daquelas malfadadas engenharias financeiras(Vialitoral, Viaexpresso, Sociedades de Desenvolvimento etc..) que tantos prejuízos nos trem trazido e naturalmente a ruína surge aos olhos de todos através dos números do desemprego: 15.000.
As pessoas não são números, os os números transmitem a realidade das pessoas. Há hoje muitas famílias em dificuldades e com encargos assumidos que tiram o sono a muita gente.
Quando vejo a satisfação que alguns governantes demonstram perante esta catástrofe, e o suplemento financeiro que ai vem, dou por mim a reflectir se aquelas cabecinhas pensadoras estão a ver a realidade como ela é ou se julgam que mais 2 anos de obras de reconstrução podem resolver a médio prazo alguns problemas, mas e o futuro?

quinta-feira, 18 de março de 2010

JÁ COMEÇOU A PROPAGANDA .... EM CIMA DOS CADÁVERES

ALBUQUERQUE QUE VÁ ANALISAR OS ERROS URBANISTICOS E DE PLANEAMENTO QUE PROVOCARAM A CATÁSTROFE, DA SUA RESPONSABILIDADE!
IN DIÁRIO DE NOTÍCIAS
Comerciantes do Funchal recebem 55 mil euros em ajuda proveniente de conta solidária
Distribuição do 'pacote' financeiro tem por base um levantamento “exaustivo” conduzido pelas associações empresariais
Data: 18-03-2010
O autarca Miguel Albuquerque anunciou hoje a entrega de ajuda financeira a um conjunto de comerciantes afectados pelo temporal de 20 de Fevereiro. 55 mil euros provenientes de uma conta solidária no Banco Espírito Santo. “Vamos subdividir essa verba e vamos apoiar esse conjunto de comerciantes como fizemos na semana passada com toda a transparência, tendo por base um levantamento exaustivo realizado pelas associações empresariais e, por unanimidade, foi decidido apoiar um conjunto de comerciantes que neste momento já estão a ser notificados”, afirmou o presidente da Câmara Municipal do Funchal.O autarca avança que o 'pacote' financeiro começa a ser entregue já na sexta-feira. A verba visa a recuperação de estabelecimentos comerciais.
Artur de Freitas Sousa

SERIA INADMISSÍVEL ...


QUE NAS ELEIÇÕES REGIONAIS DE 2011, ALBERTO JOÃO JARDIM E O PSD-MADEIRA, UTILIZASSEM AS OBRAS DE RECONSTRUÇÃO PARA INAUGURAÇÕES ELEIÇOEIRAS SOBRE OS CADÁVERES DAS VÍTIMAS DA CATÁSTROFE QUE SE ABATEU SOBRE A MADEIRA NO PASSADO DIA 20 DE FEVEREIRO.

terça-feira, 16 de março de 2010

IMPERTINÊNCIAS

TODOS OS IMPOSTOS GERADOS NA MADEIRA FICAM NOS COFRES DA REGIÃO!

segunda-feira, 15 de março de 2010

POLITICAMENTE INCORRECTO!

AQUELES QUE ATÉ HOJE ERAM POLÍTICAMENTE INCORRECTOS AGORA QUEREM O SILÊNCIO DE TODOS EM RELAÇÃO AOS ERROS DOS NOSSOS GOVERNATES EM MATÉRIA DE PLANEAMENTO E URBANIZAÇÃO DA MADEIRA. EU POR MIM VOU CONTINUAR A SER POLÍTICAMENTE INCORRECTO. HÁ RESPONSÁVEIS PELO QUE ACONTECEU, A CULPA NÃO É SÓ DE S. PEDRO. HÁ GOVERNANTES QUE TEM RESPONSABILIDADES NESTA MATÉRIA DA CATÁSTROFE DO DIA 20 DE FEVEREIRO DE 2010. ALGUNS DEVERIA SENTAR O RABO NOS BANCOS DOS TRIBUNAIS!

DINHEIRO DA SOLIDARIEDADE NACIONAL E INTERNACIONAL

É MEU ENTENDIMENTO QUE O DINHEIRO PARA A RESCONSTRUÇÃO DA MADEIRA TÊM QUE TER REGRAS NA SUA APLICAÇÃO:
-O DINHEIRO NÃO PODEM SER APLICADOS NA RECONSTRUÇÃO EM ZONAS DE RISCO!

SOLIDARIEDADE - A EUROPA DE DURÃO

A visita relâmpago na passada semana à Madeira traduziu-se em nada ou em muito pouco. A solidariedade Europeias, comandada pela direita, mandou-nos às urtigas. Apoios da UE à Madeira parece que não passarão de uns míseros milhões... ninguém diz nada desta Europa pouco solidária!

sábado, 13 de março de 2010

TEMPORAL FEZ RUIR ESTRATÉGIA DE SERRÃO



Entrevista a Jacinto Serrão
Temporal baralhou a estratégia
Data: 13-03-2010
Eleito há dois meses para a liderança do PS-M, Jacinto Serrão foi obrigado a alterar a estratégia política, depois da tragédia de 20 de Fevereiro. O seu adversário, Alberto João Jardim, passou a ser 'amigo' de José Sócrates a quem começou por enfrentar, devido à extinta lei das finanças regionais. Numa entrevista ao DIÁRIO e à TSF/Madeira, mostrou-se cauteloso nas questões internas do partido e acredita que é possível bater Jardim, em 2011.Assumiu a liderança do PS-M num cenário que mudou, radicalmente, depois do dia 20 de Fevereiro. O que foi obrigado a mudar? O PS estava a delinear uma estratégia, tendo em conta todo o cenário anterior a 20 de Fevereiro, apesar de já ter feito apelos, junto das instituições partidárias e de governo próprio da Região, para que tentássemos unir esforços para encontrar soluções para os graves problemas que a Madeira enfrenta. É preciso não esquecer que a crise que estamos a viver já existia antes disto. Não precisei de viver esta terrível crise para fazer um apelo à concórdia e unidade. Fiz isso no dossier da lei de finanças e noutros.A lei das finanças regionais deixou de existir e agora tem Alberto João Jardim e José Sócrates amigos. Tudo isso não alterou completamente a sua estratégia? Vai mudar muita coisa, do ponto de vista da acção política do PS-M, mas este entendimento, entre o Governo Regional e o Governo da República, em torno desta tragédia, é muito útil porque foi sempre isso que defendi. Sempre pedi ao Governo Regional que se deixasse de insultos e ataques pessoais aos responsáveis da República, para que se pudesse encetar um diálogo. Infelizmente não foi conseguido, foi preciso dar-se esta tragédia para que presidente do Governo Regional e a Região, no seu todo, ficassem mais humildes e reconhecessem as fragilidades. A Madeira não pode ser independente, não consegue viver sem a solidariedade do Estado e da União Europeia.Não teme o regresso ao tempo de António Guterres, em que vinham cá ministro elogiar o Governo Regional? Eu confio no sentido de Estado do senhor primeiro-ministro que, no exercício das suas funções, vai ter um bom relacionamento institucional com o Governo Regional. Mas, na esfera partidária, não nos esqueçamos que eu tenho um excelente relacionamento com quase todos os responsáveis de Governo que são militantes do PS, nomeadamente o secretário-geral, José Sócrates. Acredito que ele tudo fará para que o PS-M possa apresentar-se como uma alternativa de poder na Região, em 2011. O que sempre disse é que os assuntos que precisam de ser urgentemente resolvidos devem estar acima das questões partidárias, ou eleitoralistas. Os partidos não podem pensar só nos votos.Mas esse tipo de trégua não impede que se peçam contas por esta catástrofe? Não é bem assim. O que o PS tem dito é que neste momento em que as pessoas ainda estão em profundo sofrimento, devem ser congregados todos os esforços por forma a conseguirmos todos os apoios possíveis. Por isso é que propusemos uma comissão eventual, para que todos os partidos pudessem acompanhar a reconstrução.Uma comissão que não será aceite pela maioria. Não sabemos, esperemos que a maioria aceite, porque evitaria o ruído em torno desta questão e proporcionaria uma eficácia muito maior na reconstrução. Os deputados, legítimos representantes do povo madeirense, têm a obrigação de conhecer o que se passa em torno de toda esta reconstrução que deve ser acompanhada de rigor, respeito pela Natureza e pelo ordenamento. Se tivermos esta comissão de acompanhamento, os partidos já não terão necessidade de andar, de uma forma desgarrada a dar as suas opiniões e críticas.Há mais dinheiro para a reconstrução, o que significa mais inaugurações e discursos. Já sabe que perdeu as eleições de 2011? Contava enfrentar Alberto João Jardim nessas eleições? (Riso) De forma alguma! O PS tem de estar preparado para qualquer cenário político e eleitoral, independentemente do candidato que se apresente às eleições pelo PSD.Mas há candidatos e candidatos e este já tem mais de 30 vitórias, todas contra o PS-M. Reconhecemos que Alberto João Jardim é um candidato difícil, mas o que precisamos é de mostrar que o PS tem pessoas competentes, com ideias novas e um projecto para tirar a Madeira destas dificuldades. Precisamos de um novo paradigma de governação que rompa com este que está esgotado e leva a Madeira um beco sem saída.Esse foi o discurso de eleições anteriores e que não resultou. Acredito que os madeirenses, cada vez mais, estão conscientes das grandes dificuldades que vivem e que resultam de um modelo de desenvolvimento, encetado pelo dr. Alberto João Jardim, há mais de 30 anos, que já não tem pés para andar. Se os eleitores tiverem esta consciência, é natural que façam uma mudança para um novo paradigma.Tem tempo, até 2011, para fazer isso? Sim e acredito que os eleitores vão votar, maioritariamente, no PS. É para isso que servem as democracias, ou então estamos a pôr em causa que a Madeira viva numa democracia. Se não damos a hipótese de mudança em cada acto eleitoral é porque o regime democrático não está devidamente amadurecido.Um regime democrático em que, por exemplo, o líder do maior partido da oposição não é convidado para as inaugurações. A Madeira ainda não atingiu um determinado estado democrático de desenvolvimento. Todos os representantes do povo madeirense deveriam estar representados nas inaugurações, infelizmente não é isso que tem acontecido porque, para a idade que tem, a democracia da Madeira ainda está muito pouco desenvolvida. O líder da oposição tem, por lei, um estatuto protocolar igual ao de secretário regional, mas tal nunca foi cumprido pelo Governo Regional.Voltando às eleições, depois de sucessivos resultados pouco acima dos 15%, é realista falar em vitória em 2011? Temos de avaliar as conjunturas de cada acto eleitoral. Toda a gente dizia que isso era impossível em 2004 e nessas eleições o PSD, que estava habituado a ter sempre mais de 60%, ficou com 53%, próximo de perder a maioria absoluta. Acredito na força e na inteligência dos madeirenses.Repetir esses 30% de 2004 já era um bom resultado? Não vejo as coisas assim. As falhas desta governação ficaram a nu nesta tragédia e se os madeirenses tiverem essa informação de que este Governo falhou, acredito que vão fazer uma aposta num salto qualitativo na democracia da Região. Acreditando nisso, não tenho razões para temer as eleições de 2011, mesmo com o candidato Alberto João Jardim.Admite coligações? É muito cedo para falar nisso, o que é importante é avaliar o percurso político, nos próximos meses. Essas são questões que devem se amadurecidas porque podem pôr em causa a estratégia que temos para a Região. No entanto, já procurei entendimentos com as outras forças políticas.O seu antecessor, com uma aproximação que chegou a ser vista como excessiva a outros partidos, como foi o caso do PND, não prejudicou o PS? Não vou fazer comentários em relação ao meu antecessor nem em relação a outros responsáveis anteriores. Isso são coisas do passado, o que interessa é o futuro.O PS perdeu votos para os partidos mais pequenos, como pensa recuperá-los? Se perdemos votos para esses partidos mais pequenos, alguma razão houve. O que temos de tentar é voltar a ter uma estratégia credibilizadora para atingir aqueles que já votaram em nós e agora votaram noutros partidos. Mas isso não chega, para um partido que quer governar a Região, temos de conquistar eleitorado ao PSD. Se o PSD não perder eleitores, é evidente que nunca perderá eleições.Encontrou o PS-M pior do que quando o entregou, em 2007? Não me compete fazer essa avaliação. Os órgãos do partido ainda estão a fazer o seu trabalho. O que interessa é organizar o partido, dar rigor a toda a gestão, para que tudo esteja ao serviço da estratégia.Não comenta o que fez a direcção anterior, mas uma das suas primeiras medidas foi mudar uma decisão que se mantinha há muito tempo: Bernardo Martins era o candidato a vice-presidente da Assembleia. A sua candidatura a esse lugar faz parte da estratégia do partido? Não se pode colocar estas questões no plano pessoal e se alguém fizer essa leitura está errado. Há legitimidade para uma nova direcção ter novas orientações em diversos dossiers.Este não pode ser mais um foco de confusão no PS-M, como tem havido tantos? O PS é um partido adulto e sabe, muito bem, interpretar o que é feito e é explicado nos órgãos próprios. No caso da vice-presidência da Assembleia, queremos retomar essa questão e recolocá-la na agenda política regional, com o próprio líder a candidatar-se. Queremos dar um sinal claro à Madeira e ao parlamento regional: se esta situação não se resolver agora, com uma única eleição, então o caso, para nós, está definitivamente arrumado e o PS não terá vice-presidente. A Assembleia deverá assumir o ónus de funcionar sem uma Mesa completa.O PSD já disse que mantém os dez votos 'sim', tem a garantia de reunir os outros 14 para garantir a eleição? Não tenho, nem tenho de ter. O que é preciso é que a Assembleia dê garantias de maturidade política. Como já disse, para a idade que temos de regime democrático, a democracia ainda está muito pouco desenvolvida. Os deputados devem perceber que esta situação não prestigia a Assembleia.Victor Freitas, que foi seu adversário nas eleições internas, volta à Assembleia? Essa é uma questão que também é pública. Essa decisão compete à comissão de regimento e mandatos. O entendimento que eles têm não é o nosso e põe em causa a qualidade da democracia.Neste dois meses, desde que é presidente, o que é que mudou no PS-M? O que é que funciona no partido? O partido está a preparar eleições paras as secções e concelhias, a JS também está a fazer o seu trabalho, o departamento de mulheres tem um contencioso que tem de ser resolvido e espero que nos próximos quatro a seis meses todos os órgãos do partido estejam devidamente activos. Mas já há muita coisa feita, como é o caso do gabinete de apoio aos autarcas. As nossas sedes também estão a ficar operacionais.Financeiramente como é que encontrou o PS? Assustou-se? Eu não me assusto facilmente. O que os madeirenses querem saber não são essas questiúnculas internas que vão dando uma ideia fraca do partido no exterior. Os dirigentes já perceberam que as questões de ordem interna não devem andar na praça pública. PS perto dos 41%: Serrão não acredita em eleições antecipadasUma sondagem, publicada, ontem, pelo DN e pelo JN, colocavam o PS nacional perto dos 41% nas intenções de voto e mais perto da maioria absoluta do que nas últimas eleições. Um crescimento que, no entanto, não leva Jacinto Serrão admitir que José Sócrates possa provocar eleições antecipadas, dentro de pouco tempo. "O primeiro-ministro está determinado, mesmo contra todas as dificuldades colocadas pelos partidos na Assembleia da República, a levar o seu mandato até ao fim", garante.O líder do PS-M não acredita que Sócrates provoque eleições, mesmo sendo alvo de sucessivos casos mediáticos. "Muitas dessas situações deveriam estar a ser analisadas no foro da Justiça. Para dar qualidade à democracia é preciso respeitar a separação de poderes e há questões que são do for judicial que deveriam estar a ser analisada no campo da justiça e não estarem ser, constantemente, envolvidas no campo político, porque isso só produz ruído".
Jorge Freitas Sousa com Nicolau Fernandez - TSF

terça-feira, 9 de março de 2010

IMPACTE AMBIENTAL PROVOCADO PELA CONSTRUÇÃO


Ismael Fernandes suspenso do MPT


Ismael Fernandes suspenso do MPT
Comissão de jurisdição dá ainda hoje início ao processo
Data: 09-03-2010
O presidente da Comissão Política nacional do MPT, Quartim Graça, anunciou hoje a suspensão de de Ismael Fernandes de toda a actividade partidária na sequência de afirmações “não provadas” contra o líder João Isidoro."Este processo será hoje mesmo encaminhado para a comissão de jurisdição no sentido de ser aberto o processo de suspensão das actividades do militante", afirmou Quartim Graça.A decisão foi tomada após reunião com a direcção do MPT-M. Quartim Graça mantém confiança no líder regional e considera grave as afirmações do co-fundador e ex-deputado do MPT à ALM, Ismael Fernandes.
Artur de Freitas Sousa in Diário de Noticias

segunda-feira, 8 de março de 2010

MPT viabiliza serrão vice da mesa do parlamento

Serrão 'vice' da Assembleia só depende do PSD
"Mais vale tarde do que nunca". MPT diz que estão criadas as condições para a eleição


Data: 08-03-2010

É oficial: o PS-Madeira vai deixar cair a candidatura de Bernardo Martins à vice-presidência da Mesa da Assembleia Legislativa. Jacinto Serrão é o nome que avança e vai ter, conforme apurou o DIÁRIO, o apoio do Partido da Terra. Conquistado o voto do MPT-M, a eleição do líder regional do Partido Socialista da Madeira depende agora dos social-democratas. Serrão escusa-se de tecer comentários sobre este cenário, mas avisa que só será candidato uma vez. "A Assembleia Legislativa Regional e todos os seus deputados ficaram com o ónus de ter, ou não, uma Mesa completa para o seu regular e bom funcionamento democrático", afirmou, ontem, no decorrer de uma reunião da Comissão Política do PS.O presidente dos socialistas madeirenses fez ainda questão de deixar claro que as mudanças de estratégia política são legítimas e justificadas à luz de uma mudança de direcção.De fora desta corrida, fica então Bernardo Martins. O socialista foi candidato por diversas vezes, sem nunca ter conseguido um consenso. Outubro de 2009 assinalou a última candidatura de Martins que obteve 22 votos contra e 22 a favor, quando precisava do apoio de 24 dos 47 deputados com assento parlamentar. A esbarrar com a eleição de Bernardo Martins esteve, desde a primeira hora, a posição do MPT-M, com João Isidoro reiterar o não apoio do seu partido, por motivos políticos. O líder do Partido da Terra diz que agora "estão criadas todas as condições para se resolver esta questão e assegurar o respeito pelo que está consagrado no estatuto político-administrativo". Ao DIÁRIO, Isidoro garantiu não ter qualquer reserva quanto à candidatura de Serrão à vice-presidência da Assembleia Legislativa da Madeira, considerando até que "mais vale tarde do que nunca".O líder regional do MPT diz mesmo que a "a saída do PS-Madeira é inteligente" e que vai contribuir para a resolução de um problema que devia estar solucionado "há muito " tempo.O apoio do deputado do Partido da Terra está assim garantido. "Dou a minha palavra de honra que, de forma inequívoca, vamos votar favoravelmente a candidatura de Jacinto Serrão à vice-presidência da Assembleia ", vincou, ontem, João Isidoro. in Diário de Noticias

PSD-M VIABILIZA SERRÃO


sexta-feira, 5 de março de 2010

Seis po' Meia Dúzia


Seis po' Meia Dúzia querem levar 'Pássaro de Saudade' à final
Segunda semi-final do Festival RTP da canção realiza-se esta noite
Data: 04-03-2010

O grupo Seis Po' Meia Dúzia discute esta noite um lugar na final do Festival RTP da Canção 2010.'Pássaro de Saudade' é como se intitula a música interpretada pelo grupo madeirense, que actua em 12º lugar.A segunda semi-final do concurso está agendada para as 21 horas no Campo Pequeno em Lisboa, e será transmitida em directo pela RTP1.A votação será realizada durante o programa através de televoto com o número 760207012 (só será contabilizado 1 voto por cada número de telefone).Recorde-se que na passada terça-feira a portossantense Dennisa participou na primeira semi-final, mas não reuniu os votos suficientes para levar a canção 'Meu Mundo de Sonho' à final do concurso.
GF IN Diário de Notícias




SERRA DE ÁGUA


quinta-feira, 4 de março de 2010

Ribeiras - Perigo no Funchal - Quercus TV

Ribeiras - Perigo no Funchal - Quercus TV

Tragédia na Madeira: Um desastre já anunciado há dois anos

Vejam o video de aviso de agosto de 2007:Aluvião no Funchal - entupimento na zona do Dolce Vita


http://www.youtube.com/watch?v=aTf0h3nobAs

APROVEITAMENTO POLÍTICO DA CATÁSTROFE

QUEM É QUE DURANTE OS DIAS DEPOIS DA CATÁSTROFE APARECEU EM TUDO O QUE É MEIO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL, REGIONAL E NACIONAL, A TECER CONSIDERAÇÕES POLÍTICAS, A ATACAR OS ADVERSÁRIOS POLÍTICOS, A MASCARAR POLITICAMENTE OS ERROS DE PLANEAMENTO E URBANISMO???
FOI O GOVERNO OU AS OPOSIÇÕES?
QUEM ANDOU A TIRAR PROVEITO POLÍTICO DA CATÁSTROFE ENQUANTO OUTROS RESPEITAVAM EM SILÊNCIO AS VÍTIMAS DESTA TRAGÉDIA?

MORTE E DESTRUIÇÃO....

NÃO HÁ ILAÇÕES A TIRAR?
As decisões ao nível do urbanismo e do ordenamento do nosso território são decisões políticas que vão desde a criação de planos de váriada ordem à inexistência de alguns planos obrigatórios por lei, e à aprovação de empreendimentos que contrariam os referidos planos. Tudo passou por decisões políticas. Não há consequencias políticas a tirar da catástrofe??

"FIZEMOS TUDO BEM" ... A CULPA É DE SÃO PEDRO!

QUEM NÃO RECONHECE OS SEUS ERROS IRÁ REPETI-LOS

EM QUE DIA?

O discurso em relação catástrofe do dia 20 de Fevereiro é o mesmo - NÃO É AGORA A ALTURA DE TIRAR AS ILAÇÕES DO QUE SE PASSOU!
Este discurso passou a ser assumido por algumas forças, comentadores e até por jornalistas. JÁ AGORA PODEM INFORMAR-ME O DIA EM QUE PODEMOS COMEÇAR A FALAR SOBRE AS CAUSAS DA CATÁSTROFE E SE HÁ OU NÃO RESPONSÁVEIS?

SOLIDARIEDADE..

Têm sido muitos os gestos de solidariedade para com o povo madeirense por parte de várias entidades e governos, Timor é disso exemplo, que deve levar os Madeirenses a reflectirem sobre a forma como muitas vezes se porta o Governo Regional perante a desgraça alheia.