quinta-feira, 31 de março de 2011

quarta-feira, 30 de março de 2011

It's A Book - By Lane Smith

PERANTE A DENUNCIA DOS MARITIMISTAS QUE DEVIDO A INCUMPRIMENTOS FINANCEIROS DO GOVERNO

não estavam a obter financiamento junto da banca para o estádio dos Barreiros, Jardim ataca os maritimistas lançando calúnias e suspeitas sobre estes, e hoje na assembleia o PSD chumbou uma comissão de inquérito que iria desmascarar as mentiras de Alberto João Jardim em relação ao Marítimo.

ALBERTO JOÃO JARDIM LANÇA SUSPEITAS SOBRE OS MARITIMISTAS

“o Governo Regional da Madeira em defesa dos interesses já descritos e na salvaguarda dos recursos públicos envolvidos, segue atentamente o processo de reconstrução do Estádio dos Barreiros, estando particularmente atento a desenvolvimentos susceptíveis de envolver interesses ilegítimos, sejam mobiliários ou imobiliários".

FOMOS ULTRAPASSADOS PELO FUTRE



terça-feira, 29 de março de 2011

segunda-feira, 28 de março de 2011

A crise portuguesa e a política de austeridade, por Paul Krugman

Cortar no défice com desemprego alto é um erro. Mas se os investidores desconfiam que estão perante uma república das bananas em que os políticos não enfrentam os problemas estruturais, deixam de comprar dívida e o défice dispara com os juros

O governo de Portugal caiu a pretexto de uma disputa relacionada com o programa de austeridade. Os juros da dívida pública irlandesa acabam de ultrapassar os 10% pela primeira vez. Já o governo do Reino Unido reviu em baixa as perspectivas económicas e em alta as previsões do défice.

Que têm em comum todos estes acontecimentos? Todos são provas de que a redução da despesa em períodos de desemprego elevado é um erro. Os defensores da austeridade prevêem que esta produza dividendos rápidos sob a forma de aumento da confiança económica, com poucos ou nenhuns efeitos negativos sobre o crescimento e o emprego; o problema é que não têm razão.

Em Washington um político que queira ser levado a sério tem de jurar lealdade a esta doutrina que está a falhar com consequências sinistras na Europa.

As coisas nem sempre foram assim. Há dois anos, perante graves problemas orçamentais e elevadas taxas de desemprego - consequência da grave crise financeira -, a maior parte dos líderes dos países desenvolvidos parecia perceber que os problemas teriam de ser enfrentados sequencialmente, primeiro com um esforço de criação de emprego e depois com uma estratégia a longo prazo de redução do défice.

E porque não começar pela redução do défice? Porque os aumentos de impostos e os cortes da despesa contribuiriam para desacelerar ainda mais a economia, agravando o desemprego. Além disso, cortar na despesa numa economia em recessão acaba por ser contraproducente nem que seja em termos fiscais: quaisquer poupanças na frente da despesa são anuladas pela redução da receita fiscal resultante da contracção da economia.

É por isso que a estratégia correcta é emprego primeiro défice depois. Infelizmente, foi abandonada em resultado de ameaças imaginárias e esperanças ilusórias. Por um lado, dizem-nos que se não reduzirmos já os gastos acabamos como a Grécia, que só consegue financiar-se a custos exorbitantes. Por outro, explicam-nos que não vale a pena preocuparmo-nos com o impacto da redução da despesa sobre o emprego porque a austeridade fiscal vai estimular a confiança, o que vai criar emprego.

Até agora, como é que isto tem funcionado? Os que se apresentam como falcões do défice, desde que a crise financeira começou a abrandar que andam a gritar que as taxas de juros não tardarão a subir e tomam cada estremecimento em sentido ascendente como um sinal de que os mercados estão a atacar a América. Só que na verdade o que fez flutuar as taxas de juro não foram os receios quanto ao défice, mas as oscilações da confiança na retoma. Com o fim da recessão ainda muito longe, as taxas de juros estão actualmente mais baixas que há dois anos. Mesmo assim, podemos estar seguros que os EUA não vão acabar como a Grécia? Claro que não. Se os investidores acharem que somos uma república das bananas em que os políticos não conseguem ou não estão para enfrentar os problemas estruturais do país, vão deixar de comprar a nossa dívida. Só que essa possibilidade não tem nada a ver com a maneira como punimos a nossa economia com cortes de curto prazo da despesa.

De resto, pergunte-se aos irlandeses. O governo - depois de ter assumido um fardo insustentável para salvar bancos falidos - tentou acalmar os mercados impondo medidas de austeridade ferozes aos cidadãos comuns. Aqueles que nos EUA defendem a redução da despesa aplaudiram. "A Irlanda dá-nos uma lição admirável de responsabilidade fiscal", declarou Alan Reynolds, do Cato Institute, que assegurou que as medidas diluíam os receios relativos à solvência do país e faziam prever uma recuperação económica rápida.

Isto foi em Junho de 2009. Desde então as taxas de juros sobre a dívida irlandesa duplicaram e o desemprego no país saltou para 13,5%.

Depois ainda há a experiência britânica. Tal como os Estados Unidos, os mercados financeiros continuam a ter a percepção de que o Reino Unido é um país solvente, dando-lhe margem para uma política que comece por enfrentar o desemprego antes de se preocupar com o défice. Só que o governo do primeiro-ministro David Cameron, em vez disso, achou melhor impor uma austeridade imediata, a que não era obrigado, na convicção de que o consumo privado compensaria largamente o recuo nos gastos governamentais. A ideia de Cameron era que a fada da confiança ia resolver tudo.

Não resolveu. A economia do país estagnou, e o resultado disso até agora já foi a revisão em alta das projecções para o défice.

Isto recorda-me aquilo que ultimamente em Washington passa por discussão orçamental.

Um programa fiscal sério para os Estados Unidos teria de prever acima de tudo as despesas com tendência para aumentar de forma constante, acima de tudo os custos com a saúde, e não poderia deixar de incluir um aumento fiscal de um ou outro tipo. Só que a discussão não tem sido séria. Cada vez que se fala de usar com eficácia os fundos do Medicare os republicanos começam com a gritaria histérica - que os democratas quase não põem em causa - de que ninguém devia ter de pagar taxas mais elevadas. Tudo o que os preocupa são os cortes de curto prazo.

Em resumo, o clima político nos Estados Unidos é favorável a punir os desempregados e ao mesmo tempo a evitar qualquer esforço de redução do défice a longo prazo. Acerca disto, a experiência da Europa diz que a fada da confiança não nos vai poupar às consequências da nossa estupidez.

A VER OU REVER - ALL STREET - O DINHEIRO NUNCA DORME



Standard & Poor’s corta rating das casas de colmo de Santana




Uma imagem cada vez mais rara
A credível Agência Standard & Poor’s corta rating às casas de colmo de Santana e como tal, depois desta avaliação, o preço das casas de colmo estão em acentuada queda na bolsa de wall street e os detentores destas casas estão com dificuldades de se financiarem junto da banca para a reposição do colmo que devido à anterior avaliação não conseguiram crédito no ano transacto para as reparações necessárias. Parece que este ano as casas de colmo vão continuar com este aspecto....

NOS ÚLTIMOS DIAS JARDIM NÃO FALA DO FMI


Estranho silêncio de quem durante meses só pedia para o FMI entrar em Portugal( e na Madeira) e agora anda silencioso. Era altura de confrontar Jardim com os seus sucessivos pedidos e consequências da entrada do FMI na economia Portuguesa. Era bom que existisse debate sobre esta matéria na Madeira. Será que os órgãos de Comunicação Social da Madeira não nos irão proporcionar este debate? O serviço público da RTP e RDP vai dar espaço à participação de Jardim e à sua tese que o FMI não pensa só no défice mas também na economia? Vamos lá a esse debate e analisar o que se passa na Grécia e na Irlanda! Vamos ao debate!

@katiecouric: Inside Job

Inside Job - Trailer

iStandard & Poor’s/i reduz irating/i de cinco bancos portugueses - Economia - PUBLICO.PT


iStandard & Poor’s/i reduz irating/i de cinco bancos portugueses - Economia - PUBLICO.PT

Estive a ver o documentário que foi vendido com o Expresso do fim-de-semana e acho revoltante que estas agências de notação financeira continuem a operar no mercado depois de tudo o que se passou em 2008 e o papel que estas agências tiveram nesta crise que o saco da porrada esta a pagar(o povo, leia-se) . Estas agências são tudo menos isentas e não têm credibilidade para avaliar ninguém. Queremos a verdade sobre a banca, sobre as contas dos países, mas quem cometeu fraudes nas informações que deram ao público deveriam ser erradicadas do sistema financeiro mundial.

IVA E O CINM!

Estranho esta apatia silenciosa do PSD-M e da SDM em relação à eventual, mais que certa, opção do PSD de Passos Coelho de aumentar o IVA e as suas consequências para o Centro Internacional de Negócios da Madeira....

DÉFICE

domingo, 27 de março de 2011

Mais PS: Obrigado!

Mais PS: Obrigado!: "Quero agradecer aos militantes socialistas madeirenses o seu claro apoio ao nosso projecto de Autonomia do Partido Socialista. Obrigado pela..."

quarta-feira, 23 de março de 2011

"Não se pode governar contra as nossas convicções"!


"Não se pode governar contra as nossas convicções"!
Líder do Grupo Parlamentar do PS

Concordo, mas há aqui um problema:

Temos governado de acordo com as nossas convicções?
Todas estas medidas impostas por Bruxelas são as nossas convicções?
As novas medidas anunciadas no PEC IV são as nossas convicções?

F.M.I

Alberto João Jardim andou a pedir a vinda do Fundo Monetário Internacional ao longo de vários meses, mesmo sabendo o que estava a passar-se na Irlanda e Grécia, com a lógica de que o F.M.I. tomava medidas não só para combater o défice mas também para relançar a economia, o que manifestamente não é verdade em relação à economia. Quero ver agora que discurso irá fazer quando o F.M.I andar a passear-se pelo pais e a semear miséria.

sábado, 19 de março de 2011

sexta-feira, 18 de março de 2011

"Desemprego assustador" na Madeira faz a manchete no DIÁRIO de Notícias de hoje | DNOTICIAS.PT

"Desemprego assustador" na Madeira faz a manchete no DIÁRIO de Notícias de hoje | DNOTICIAS.PT

17.203. Este é o número de desempregados inscritos no Centro de Emprego da Madeira e que configura uma situação assustadora com todas as suas repercussões sociais. Hoje, a manchete do DIÁRIO de Notícias da Madeira refere que, comparativamente ao ano passado, a Madeira regista agora mais de dois mil desempregados.

Outro dos destaques da primeira página vai para os incumprimentos financeiros do IDRAM. Resultado: a banca não confia nos clubes. "Calheta: centro de saúde transita para o porto", "Aterro: três semanas para debate público", "Costa Neves: Jardim fez 'afirmações burlescas'" são outros três títulos em destaque.

Nesta edição poderá ainda ler sobre o desempenho das equipas portuguesas na Liga Europa, sobre o facto de Herberto Helder ter sido escolhido como a figura do Dia Mundial da Poesia no CCB, e finalmente, ficará a saber que hoje é dia de entrega de prémios e de revelar os vencedores da iniciativa 'Mais de 2010'.


Subsídio de férias em risco - Economia - DN

Subsídio de férias em risco - Economia - DN

Instabilidade política ameaça o pagamento do subsídio de férias a milhares de funcionários públicos, por dificuldade de financiamento.

O "Correio da Manhã" escreve que a crise política pode pôr em risco o pagamento, em Junho, do subsídio de férias dos funcionários públicos. Como neste mês o Estado necessita de quase 6,2 mil milhões de euros para amortizar a dívida pública e pagar subsídios de férias, a instabilidade poderá afastar os credores e provocar, por incapacidade de financiamento, uma ruptura na tesouraria da República.

O pagamento que vence em Abril já está garantido, mas o Governo tem agora de obter crédito para realizar um outro de quase cinco mil milhões de euros em Junho


quinta-feira, 17 de março de 2011

Festival Literário da Madeira 1, 2 e 3 de Abril

Organizado em conjunto pela Booktailors – Consultores Editoriais e pela Nova Delphi, irá decorrer nos próximos dias 1, 2 e 3 de Abril, no Hotel Meliã, Funchal, a primeira edição do Festival Literário da Madeira.

Ao longo de três dias, a cidade madeirense irá receber diversos autores de renome, entre os quais estão já confimados Afonso Cruz, Antonio Scurati, David Machado, Eduardo Pitta, Graça Alves, Inês Pedrosa, Isabela Figueiredo, José Mário Silva, Mário Zambujal, Miguel Vale de Almeida, Patrícia Portela, Pedro Vieira, Raquel Ochoa, Rui Zink, Sandro William Junqueira, Violante Saramago e valter hugo mãe.

A não perder!

quarta-feira, 16 de março de 2011

PEC vai ser debatido no Parlamento na próxima quarta-feira - Economia - PUBLICO.PT


PEC vai ser debatido no Parlamento na próxima quarta-feira - Economia - PUBLICO.PT

O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, disse hoje que pretende entregar o PEC na Assembleia da República na próxima segunda-feira, mas acrescentou que isso ainda não é certo. O PÚBLICO sabe, no entanto, que a data será mesmo segunda-feira, e que o Governo prevê o debate parlamentar da resolução para quarta-feira.

Victor Freitas quer inquérito às obras do estádio do Marítimo | DNOTICIAS.PT


Victor Freitas quer inquérito às obras do estádio do Marítimo | DNOTICIAS.PT

As polémicas, entre o presidente do Governo Regional e o presidente do CS Marítimo, levaram Victor Freitas a propor, durante o plenário da ALM, a realização de um inquérito parlamentar às obras do Estádio dos Barreiros.

O deputado do PS-M desafiou a maioria social-democrata a viabilizar uma comissão de inquérito para esclarecder "se é o presidente do Governo Regional que mente, ou se é o senhor que está à frente do Marítimo que tem as mãos sujas, como diz o seu mentor da Quinta Vigia".

terça-feira, 15 de março de 2011

Primeiro-ministro admite demitir-se em caso de “chumbo” do PEC - Sociedade - PUBLICO.PT


Primeiro-ministro admite demitir-se em caso de “chumbo” do PEC - Sociedade - PUBLICO.PT
“Se o Parlamento se pronunciar contra o Programa de Estabilidade e Crescimento, estará a abrir uma crise política”, afirmou José Sócrates, esta terça-feira, em entrevista à SIC.
Sócrates foi ainda mais longe quando, perante a insistência de Ana Lourenço, admitiu implicitamente a demissão do Governo nesse cenário. Se o resultado do debate parlamentar for o “chumbo”, os partidos “tiram todas as condições ao Governo para governar e teria de haver eleições”. “Nunca irei para uma Cimeira Europeia sem me poder comprometer com um programa de medidas de médio prazo que considero essenciais”, frisou.

Foi já na recta final da entrevista, de mais de 45 minutos, e nesta passagem não houve qualquer insistência. Apenas mais um dado explícito: em caso de eleições antecipadas, Sócrates volta a candidatar-se: “Com certeza que sim. Não volto a cara às dificuldades”. E assim se pôs fim aos anseios de quem desejaria ver na crise a oportunidade de o substituir à frente do PS.

Mas o cenário de crise é coisa de que o primeiro-ministro não quer nem ouvir falar: “Não acredito numa crise política; não quero acreditar que a irresponsabilidade dos partidos os leve tão longe”. “Espero que todos caiam em si”, “tudo farei para evitar uma crise política”, disse e repetiu.

E porquê? Porque, justificou o primeiro-ministro, “isso agravaria os riscos de financiamento da nossa economia e levaria Portugal a pedir uma intervenção externa”. Com “custos gravíssimos para o país”, que enumerou: “10 anos de opróbrio, pelo menos cinco anos fora dos mercados, perda de prestígio e influência no mundo, consequências para o Estado e para os portugueses muito piores que estas medidas”.

Isso significaria, acrescentou ainda, a entrada em Portugal da “agenda do FMI”: “Acabar com o 13º mês, reduzir o salário mínimo, despedimentos na função pública”. “É isto que queremos?”, questionou Sócrates, elevando ao limite o nível de dramatização.

Pelo meio, o primeiro-ministro foi polvilhando a conversa com fortes ataques ao seu principal alvo. “O PSD está em aproveitamento político total, em situação de profunda irresponsabilidade”, usando “uma linguagem cada vez mais agressiva que está a encaminhar o país para a crise política”, acusou.

Sócrates recordou que ainda há um mês, numa entrevista à Antena 1, o líder do PSD se mostrara “disponível para negociar” o PEC com o Governo, dizendo não compreender agora a reacção de Pedro Passos Coelho (ver texto ao lado). E insistiu várias vezes na crítica daqueles “que dizem não sem apresentarem qualquer alternativa”.

Passos Coelho: “Chegámos ao fim” - Sociedade - PUBLICO.PT

Pedro Passos Coelho afirmou esta terça-feira que o PSD não dará mais “qualquer voto para manter este equívoco”, referindo-se ao Governo. “Chegámos ao fim”, acrescentou o líder social-democrata.
Passos Coelho falava na apresentação do livro “Voltar a Crescer”, que compila 55 ideias de empresários para o país, e a sala “gelou” quando Passos Coelho anunciou o “fim”. “Isto não pode continuar. Esta peça de teatro acaba aqui”, referiu o social-democrata.

Já sobre as medidas do novo Plano de Estabilidade e Crescimento do Governo, Passos Coelho afirmou: “É uma deslealdade e uma falta de respeito tal” que “é suficientemente grave para pôr em causa a confiança que o país tem em quem governa”.

Passos Coelho: “Chegámos ao fim” - Sociedade - PUBLICO.PT

Triste Europa - Opinião - DN

MÁRIO SOARES

sexta-feira, 11 de março de 2011

津波は8.9リヒタースケールの地震ヒット日本 Tsunami 8.9 Earthquake hit Miyagi Japan

Tsunami, 8.9 Richter scale Powerful Earthquake Hit Japan Miyagi [Latest ...

Momento exato de Tsunami destruindo carros no Japão 11/03/2011

O centralismo intelectual

O centralismo político de mais de oito séculos de história de Portugal criou um centralismo económico, cultural e intelectual. A tese de que todas as boas ideias, a criatividade, o empreendedorismo, a inovação, as novas correntes de pensamento etc.., nascem num espaço geográfico junto ao rio Tejo, na capital denominada Lisboa, mais concretamente no terreiro do paço, é uma visão enviesada da realidade. Não obstante, esta tese ser defendida por alguns que lá vivem, outros há, que vivendo fora desse espaço geográfico, também assumem tal premissa como se fosse uma realidade incontornável da vida portuguesa. Há na nossa vida política quem se sinta ofendido que alguém, por não habitar tal espaço geográfico, se atreva a apresentar propostas para a vida do país, como se estas ideias, vindas da periferia do pais, longe dos doutos pensadores de Lisboa, não pudessem ter os seus méritos.
Nos últimos dias, tenho constatado, que face a ideias e propostas apresentadas pelo PS-Madeira ao congresso do PS nacional, as mesmas reacções, as mesmas atitudes típicas do centralismo intelectual vieram ao de cima, não só por personalidades além mar, mas também por alguns cá da terra. Não vi contestarem o conteúdo das ideias e propostas, mas somente a sua proveniência, colocando-se como guardiães das ideias emanadas de Lisboa, não pelos seus méritos, que os tem, mas tão só pela sua origem, mas contra as ideias emanadas de socialistas da Madeira, mas mais uma vez, não pelas suas mais ou menos valias, mas tão só pela sua génese. O debate das ideias faz-se pelas ideias em si não pelo seu berço. É por isso que apoio esta moção, não por uma lógica da sua origem, mas por entender que o PS deve reflectir sobre a sua acção governativa. Não aceito as soluções únicas, as lógicas do facto consumado, acho que da discussão no próximo congresso poderá sair um PS mais atento às pessoas e com um projecto renovado para Portugal. IN http://www.dnoticias.pt/

José Manuel Coelho «troca» PND por Partido Trabalhista

sexta-feira, 11 de Março de 2011 12:43
O ex-candidato à Presidência da República José Manuel Coelho anunciou hoje a sua rutura com o PND-Madeira, que acusa de defender «princípios reacionários», e a sua filiação no Partido Trabalhista Português (PTP).
«O PND não se adapta aos ideais que defendemos (...) Nós defendemos os ideais de abril, o artigo número um da Constituição (...) e não é isso que o PND defende. O que eles defendem é um princípio completamente oposto ao nosso, que é o de o Estado Social ser substituído pelo Estado arbitral. Ora, é um princípio reacionário que não aceitamos», disse, em declarações à agência Lusa.
Para o ex-candidato presidencial, a manutenção no PND-M tornou-se insustentável porque, salientou, «eles não querem arrepiar caminho e além disso não aceitam mais militantes».
“Não temos condições de trabalhar num partido assim. Pela minha parte sou um revolucionário de abril, sou um soldado de abril, ajudei a fazer este regime e não vamos agora de cavalo para burro”, enfatizou.

A CONFIRMAR-SE É UMA ABERRAÇÃO!!!!

terça-feira, 8 de março de 2011

DIA INTERNACIONAL DA MULHER


Banco Corrido.: Crise da dívida na Europa: afinal quem foram os (i...

Banco Corrido.: Crise da dívida na Europa: afinal quem foram os (i...: "Até aqui tem-se visto na chamada crise das dívidas soberanas o resultado de três irresponsabilidades da periferia europeia: os governos endi..."

quinta-feira, 3 de março de 2011

Mais PS: Adiar a regionalização é incompreensível

Mais PS: Adiar a regionalização é incompreensível: "http://www.dnoticias.pt/actualidade/politica/252818-jacinto-serrao-diz-ser-incompreensivel-que-o-partido-adie-a-regionalizac"

quarta-feira, 2 de março de 2011

Uma reunião histórica?


É preciso impedir a germanização da União Europeia, de péssimas consequências para todos, incluindo a própria Alemanha

No dia 11 de Março volta a haver uma Cimeira dos Estados da zona euro para aprovar o Pacto de Competitividade e Convergência, proposto pela Alemanha da chanceler Merkel. Os Estados-membros, 17 no total, discutem entre si um pacto que pode representar um passo em frente para a defesa do euro e para a consolidação de situações, como a portuguesa, que estão a viver dias muito difíceis. Ou não. Depende das decisões que os Estados-membros virão a tomar.

A proposta alemã tem alguma lógica mas não é aceitável - sem emendas sérias - para Estados, como o português. Porquê? Porque só contempla a questão monetária, exigindo a redução draconiana do défice, do endividamento externo, público e privado. O que por sua vez exige cortes sérios no despesismo público (Estado, parcerias público-privadas, Regiões Autónomas e Autarquias), para que possamos pagar os juros, elevadíssimos, quanto à nossa dívida, que nos são igualmente exigidos. Nisso reside a linha central do Pacto de Competitividade e Convergência, proposto pela Alemanha.

Contudo, a proposta é omissa quanto ao nosso crescimento que, dadas as medidas de austeridade que nos são impostas por Bruxelas, tem tendência para ser nulo, com aumento do desemprego - o que no plano social é terrível - e a precariedade do trabalho, criando novas manchas de pobreza. O investimento interno e externo cairia a pique e muitas das conquistas sociais, que nos trouxe a Revolução dos Cravos e depois os governos socialistas, e não só, de que tanto nos orgulhamos - no domínio da saúde, da segurança social e das condições de trabalho -, poderão vir a ser bastante afetadas.

Sei que não podemos aceitar tais consequências, resultantes aliás do Pacto de Competitividade, sem mais. Temos de encontrar uma solução de compromisso, que os nossos parceiros respeitem, sendo certo que alguns, a curto prazo, poderão vir a estar em situações semelhantes às nossas. Para quê? Para conjugar a redução do défice e do endividamento externo, com a necessidade absoluta de evitar a recessão económica, fazendo subir o nosso crescimento. É preciso, portanto, que países como a Bélgica, a Espanha, a Itália e mesmo porventura a França - apesar da atual subserviência que esta tem em relação à Alemanha - nos ajudem na escolha de um caminho de equilíbrio, impedindo a germanização da União Europeia, de péssimas consequências para todos, incluindo a própria Alemanha. Penso que os sociais-democratas alemães - que tiveram agora uma vitória esmagadora em Hamburgo - começam a estar de acordo com o que proponho.

Num momento tão grave como o atual, tudo indica que Portugal e Espanha possam ter posições convergentes. A Península Ibérico, no seu conjunto, tem muito peso na União Europeia. Se os nossos governos e diplomacias tiverem a coragem de falar alto à Alemanha - sem subserviência ou ficando em silêncio - iremos encontrar em 11 de Março mais aliados do que alguns supõem.

Madeira já recebeu 128 milhões | DNOTICIAS.PT

M

A Madeira já recebeu cerca de 128 milhões de euros previstos pela Lei de Meios. Os números foram avançados pelo secretário de Estado da Indústria e Dsenvolvimento esta tarde no debate de urgência sobre o tema agendado pelo PCP.

A estes números, Fernando Medina, acrescenta o aumento de endividamento de 150 milhões e a linha de crédito de 50 milhões, o que soma um total de apoios de 228 milhões.

Já o Fundo de Solidariedade da União Europeia, disse o governante, deve ser assinado esta semana pela Comissão.

http://aeiou.visao.pt/mario-soares=s25033

JÁ ASSINEI A PETIÇÃO. FAÇA O MESMO!

http://www.vivamadeira.com/peticoes/component/content/article/39-activas/165-leidemeios.html