sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

A REALIDADE

A realidade não se muda com discursos, mas com políticas e com estratégias de desenvolvimento. A Madeira de que o PSD fala não existe, não consta no mapa, é uma Madeira que só existe na cabeça dos nossos governantes.

É por isso que não assistimos por parte do Presidente a um discurso responsável face à actual situação política.

É por isso que não inaugura a pobreza que cresce na Madeira;

Não inaugura o desemprego e as dificuldades das famílias;

Não inaugura o baixo poder de compra nem os baixos rendimentos das famílias;

Inaugura as novas empresas mas não inaugura as falências;

Faz discursos sobre a riqueza, mas foge quando se fala de pobreza;

Faz discursos quando se cria emprego, mas não comenta quando se encerram empresas;

Está ao lado dos empresários quando a vida lhes corre bem, quando corre mal, vira-lhe as costas, deixa o seu lugar preenchido pelo vazio;

É este o Governo que não quer encarar a realidade!

Um é o discurso e a propaganda, outra é a realidade!

A propaganda do PSD afirma que os Madeirenses estão ricos! A realidade contradiz a propaganda e lança os madeirenses para penúltimo lugar ao nível dos rendimentos das famílias.


Os madeirenses ganham menos mas pagam mais porque o custo de vida aqui é superior.

A propaganda do PSD diz que temos uma economia pujante, forte, sem problemas e sem dificuldades, esta é a propaganda a realidade é bem diferente. Os empresários e as empresas atravessam sérias dificuldades, em pagar os vencimentos dos trabalhadores e em pagar os altos impostos ao Governo do PSD.

A palavra falência passou a ser uma palavra muito usada na economia da Madeira, o encerramento de empresas é hoje uma realidade. Em pouco tempo esta palavra falência entrou no dia-a-dia da imprensa, atingindo as famílias e lançando milhares no desemprego e na emigração.

Por isso, nós não estranhamos o silêncio do PSD em relação aos números da emigração. Desde 2004, milhares de madeirenses abandonaram a Madeira, esta é a realidade, mas a propaganda continua a afirmar que vivemos na terra do progresso e do desenvolvimento.

Será que os nossos governantes não se questionam porque é que estes Madeirenses fogem da terra do progresso, que está nos vossos discursos, mas que os madeirenses não vêem, não sentem e se recusam a ficar nessa Madeira, que o PSD vê, mas mais ninguém consegue avistar.

Se a propaganda do PSD-M fosse a realidade poderíamos todos ficar descansados.

A ESTRATÉGIA DE SEMPRE

Os Madeirenses começam a estar cansados de um discurso velho e sem imaginação: o PSD chama a si os louros do que corre bem e chuta para Lisboa, para Bruxelas ou seja lá para onde for os erros da sua governação. Quem Governa a Madeira é o PSD não é o PS.

FEZ ONTEM UM ANO

Que Alberto João Jardim mandou o Governo a baixo e lançou a Madeira numa crise política. Os Madeirenses foram a eleições. Deram uma maioria ao PSD para Governar e foi-lhes prometido que os problemas seriam resolvidos.
Passaram dois anos desde a demissão de Jardim, ao contrário do prometido, o PSD-Madeira não resolveu os problemas, antes pelo contrário os problemas agudizam-se.
Valeu a pena as eleições antecipadas???

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

PAGAR A TEMPO E FORA DE HORAS?

PRESIDÊNCIADO GOVERNO REGIONAL
Resolução n.6º 1587/2008
Considerando que, devido a constrangimentos de ordem financeira, os pagamentos devidos pela Região Autónoma daMadeira a diversas empresas têm ocorrido em algumas situações com atrasos;
Considerando que, de acordo com a legislação em vigor,quando esses atrasos são superiores aos prazos estipulados,há lugar, por parte da entidade adjudicadora, ao pagamentode juros de mora;
Considerando que, a Região Autónoma da Madeira, naqualidade de adjudicadora, de acordo com a legislaçãoaplicável, terá obrigatoriamente de pagar os montantes dejuros de mora em dívida;
Considerando que, por razões de ordem financeira, é detoda a conveniência que o pagamento desses valores sejaefectuado de forma escalonada no tempo;
O Conselho do Governo reunido em plenário em 30 deDezembro de 2008, resolveu:
1. Autorizar a celebração de Acordos entre a RegiãoAutónoma da Madeira, através da Secretaria Regional doPlano e Finanças, e diversas empresas de obras públicas comvista à regularização de juros de mora em dívida;
2. Aprovar as minutas dos Acordos, as quais ficamarquivadas na Secretaria-Geral da Presidência;
3. Mandatar o Secretário Regional do Plano e Finançaspara em nome da Região Autónoma da Madeira outorgar nos Acordos a celebrar, cujas despesas associadas têm cabimento orçamental na Secretaria 08, Capítulo 01, Divisão 01,Subdivisão 00, classificação económica 03.01.01, do Orçamento da Região Autónoma da Madeira.Presidência do Governo Regional. - O Presidente doGoverno Regional, Alberto João Cardoso Gonçalves Jardim

CRISE, QUAL CRISE...

Resolução n.º 204/2009
Autoriza a celebração de um contrato-programa de desenvolvimento desportivo com oclube denominado Clube Desportivo Nacional.
Considerando que as obras atrás referenciadas foram consideradas como trabalhos a mais e estão orçadas em 1.318.626,29 (um milhão trezentos e dezoito mil seiscentos e vinte e seis euros e vinte e nove cêntimos), IVA incluído àtaxa legal em vigor;
2. Para a prossecução do projecto previsto no númeroa n t e r i o r, conceder ao Clube Desportivo Nacional uma comparticipação financeira que não excederá o montante de 1.494.387,63 (um milhão quatrocentos e noventa e quatromil, trezentos e oitenta e sete euros e sessenta e trêscêntimos) acrescida dos encargos financeiros, nas condiçõesde financiamento para o efeito estabelecidas, que originam aseguinte programação financeira:
2009 - 404.380,95 (Quatrocentos e quatro mil,trezentos e oitenta euros e noventa e cinco cêntimos);
2010 - 371.504,76 (Trezentos e setenta e um mil,quinhentos e quatro euros e setenta e seis cêntimos);
2011 - 371.504,76 (Trezentos e setenta e um mil,quinhentos e quatro euros e setenta e seis cêntimos);
2012 - 405.468,12 (Quatrocentos e cinco mil,quatrocentos e sessenta e oito euros e doze cêntimos);2013 - 486.249,96 (Quatrocentos e oitenta e seis mil,duzentos e quarenta e nove euros e noventa e seis cêntimos);
2014 - 452.476,80 (Quatrocentos e cinquenta e doismil, quatrocentos e setenta e seis euros e oitenta cêntimos);
2015 - 418.703,64 (Quatrocentos e dezoito mil,setecentos e três euros e sessenta e quatro cêntimos);
2016 - 384.930,48 (Trezentos e oitenta e quatro mil,novecentos e trinta euros e quarenta e oito cêntimos);
2017 - 351.157,32 (Trezentos e cinquenta e um mil,cento e cinquenta e sete euros e trinta e dois cêntimos);
2018 - 317.384,16 (Trezentos e dezassete mil, trezentose oitenta e quatro euros e dezasseis cêntimos);
2019 - 283.611,00 (Duzentos e oitenta e três mil,seiscentos e onze euros);
2020 - 249.837,84 (Duzentos e quarenta e nove mil,oitocentos e trinta e sete euros e oitenta e quatro cêntimos);
2021 - 216.064,68 (Duzentos e dezasseis mil, sessentae quatro euros e sessenta e oito cêntimos);
2022 - 182.291,52 (Cento e oitenta e dois mil, duzentose noventa e um euros e cinquenta e dois cêntimos);
2023 - 114.555,00 (Cento e catorze mil, quinhentos ecinquenta e cinco euros).3. O contrato-programa retroage os seus efeitos a 1 de Março de 2008 e termina a 31 de Dezembro de 2023.4.

EXPROPRIANDO

Resolução n.º 190/2009Reconhece como gravemente prejudicial para o interesse público o diferimento da execuçãodo acto administrativo objecto do processo cautelar n.º 20/09.0BEFUN, que corre os seustermos no Tribunal Administrativo e Fiscal do Funchal.
Cumpre atender que:
Um - Um particular instaurou junto do Tr i b u n a lAdministrativo e Fiscal do Funchal um processo cautelarcontra a Região Autónoma da Madeira, que corre os seus termos naquele Tribunal, sob o número 20/09.0BEFUN, requerendo a suspensão de eficácia da declaração de utilidade pública proferida no âmbito do procedimento expropriativo para “Construção da Via Rápida Câmara de Lobos - Estreito de Câmara de Lobos”, relativamente àparcela de que é proprietário.
Dois - De acordo com o disposto no n.º 1 do artigo 128.ºdo Código de Processo dos Tribunais A d m i n i s t r a t i v o s ,quando seja requerida a suspensão da eficácia de um actoadministrativo, a autoridade administrativa, recebido oduplicado do requerimento, não pode iniciar ou prosseguir aexecução.Nesta conformidade e por decorrência do disposto noartigo 128.º, n.º 2 do Código de Processo dos TribunaisAdministrativos, cumpriria suspender a execução do actosupra identificado por parte dos Serviços do GovernoRegional, assim como impedir que essa execução fossepromovida pelos interessados no mesmo acto, o consórcio“Somague Engenharia, S.A./Somague - EngenhariaMadeira, S.A./Mota-Engil, Engenharia e Construção, S.A.”.Três - Todavia, a regra da proibição da execução do actoadministrativo suspendendo deve ser conjugada com odisposto na parte final do citado n.º 1 do artigo 128.º doCódigo de Processo dos Tribunais Administrativos, nostermos do qual a autoridade administrativa pode - ou mesmo,deve - iniciar ou prosseguir a execução se medianteresolução fundamentada, reconhecer, no prazo de 15 dias,que o diferimento da execução seria gravemente prejudicial para o interesse público. Deste modo, impõe-se efectuar uma rigorosa avaliação dos interesses públicos prosseguidos pelo actoadministrativo visado e, simultaneamente, ponderar se asuspensão, ainda que temporária, da execução daquele acto ea consequente paralisação da parte da obra de “Construçãoda Via Rápida Câmara de Lobos - Estreito de Câmara deLobos” dependente da utilização da parcela em apreço, até àprolação da decisão final do processo cautelar em curso, serágravemente prejudicial para os interesses públicos em causa.A impossibilidade de execução do acto administrativosuspendendo relativamente à parcela objecto dos autoscautelares impedirá a Região Autónoma da Madeira deconcretizar a 2.ª fase de prospecção geotécnicac o m p l e m e n t a r, que se reveste de uma importânciapreponderante no desenvolvimento do projecto de execuçãoda empreitada, com a consequente desmobilização doequipamento de perfuração e da respectiva equipa demanobradores e o inevitável atraso na execução dostrabalhos de construção.O atraso dos trabalhos, determinantes para o início deactividades nas múltiplas frentes de trabalho da empreitada,terá como consequência directa o adiamento dos benefíciosdecorrentes da melhoria das acessibilidades locais para aspopulações.Ora, como facilmente se constata pelo teor dosconsiderandos supra enunciados, o acto administrativosuspendendo reveste-se de extrema importância e premência.A natureza e dimensão do projecto global onde o mesmo seintegra é de inegável interesse público, o que é enfatizado,desde logo, no confronto com os interesses, eventualmentelegítimos, dos requerentes da providência cautelar.Paralelamente, importa ainda evidenciar que a eventualparalisação das obras de construção teria relevantesimplicações financeiras por força do regime estipulado nocontrato de construção celebrado entre a “RAMEDM -Estradas da Madeira, S.A.” e o consórcio referido nocontexto, no tocante ao equilíbrio financeiro do contrato.Com efeito, atendendo à fórmula de cálculo utilizada paraefeitos de revisão de preços, qualquer retardamentoverificado na finalização da obra adjudicada teria,automaticamente, repercussões na contrapartida financeiradevida, a final, pela entidade adjudicante, determinando orespectivo acréscimo por força da aplicação daquelafórmula.O Conselho de Governo reunido em plenário em 12 deFevereiro de 2009, resolveu:Por todas as razões e fundamentos acima consignados, eao abrigo do disposto no n.º 1 do artigo 128.º do Código deProcesso dos Tribunais Administrativos, reconhecer comogravemente prejudicial para o interesse público odiferimento da execução do acto administrativo objecto doprocesso cautelar n.º 20/09.0BEFUN, que corre os seus termos no Tribunal Administrativo e Fiscal do Funchal.
Presidência do Governo Regional. - O Vice-Presidente doGoverno Regional, no exercício da Presidência, João CarlosCunha e Silva.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

A MENTIRA DO ENDIVIDAMENTO ZERO!

O Programa Pagar a Tempo e Horas libertou a Madeira do endividamento Zero imposto à Madeira em 2002 por Manuela Ferreira Leite na ordem dos 256 Milhões de Euros!
O Governo Regional do PSD além desta verba realizou uma titularização de créditos no valor de 150 Milhões de Euros, que será paga pelos cofres da Região em 2012 numa única trache. Ou seja, só por aqui o Governo Regional foi à banca buscar 256 + 150 = 406 Milhões de Euros, ou seja um terço de um Orçamento Regional!
Onde pára o Endividamento Zero imposto à Madeira por Lisboa????

ENDIVIDAMENTO ZERO

A Lei do Endividamento Zero para os Municipios e Regiões Autónomas foi concretizada em 2002 pelo governo de Durão Barroso com Manuela Ferreira Leite no Ministério das Finanças.
Em 2008 o Governo do PS permitiu o endividamento à Madeira em 256 Milhões de Euros(programa pagar a tempo e horas), o que na prática é superior ao que o Governo Regional vinha pedindo (50 milhões anuais inscritos nos Orçamentos Regionais de 2006; 2007; 2008; 2009).
Perante esta situação é caso para perguntar os pedidos do PSD foram aceites ou não? Parece-me claramente que sim! O Governo Regional teve autorização de endividamento em mais 56 Milhões de Euros do que havia pedido.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

A MÁ ESTRATÉGIA!!

Para provar o que digo irei citar alguém que atesta o que acabei de referir, início de citação– “Pensar que vai aparecer um primeiro-ministro, seja de que partido for, a dizer que está perdoada a dívida da Madeira, isso é acreditar que o céu vai transferir-se para a terra. Isso não vai acontecer, não acredito no perdão da dívida” – fim de citação, Novembro 1991 – acabei de citar Alberto João Jardim.

Em 1995 apareceu o tal Primeiro-ministro que assumiu a dívida da Madeira, criou uma lei de finanças hoje elogiada pelo PSD, ajudou a Madeira como podia e a paga que teve foi, poucos dias depois,
ser apelidado de mafioso e caloteiro pelo líder do PSD-Madeira.
É por isso que afirmo que transmitir a ideia de que por mais que um Governo da República faça pela Madeira, seja de que partido for, só receberá calúnias, ofensas e ingratidão, é um mau serviço a Madeira e aos Madeirenses.
É POR ISTO QUE ESTAMOS NA ACTUAL SITUAÇÃO!

SITUAÇÃO POLÍTICA REGIONAL

Uns pensam que Sócrates não está a ajudar o que podia a Madeira e ao mesmo tempo acham que a estratégia de má educação de Jardim hoje prejudica a Madeira.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

PENSAMENTO DO DIA

"Os donos do capital vão estimular a classe trabalhadora a comprar bens caros, casas e tecnologia, fazendo-os dever cada vez mais, até que se torne insuportável.
O débito não pago levará os bancos à falência, que terão que ser nacionalizados pelo Estado"
Karl Marx, in Das Kapital, 1867

MANUELA FERREIRA LEITE NÃO APOIA PROPOSTAS DE JARDIM


Socialistas acusam o PSD de mentira
Data: 12-02-2009
"O que os deputados do PSD dizem é falso e acuso-os de estarem a mentir". A afirmação é do deputado do PS eleito pela Madeira, Maximiano Martins, que reage assim ao comunicado dos três social-democratas insulares acerca das confusão das votações das propostas da Madeira, a semana passada, em São Bento. Maximiano Martins sustenta a argumentação nos Diários da Assembleia da República, que já transcreveu a sessão plenária de dia 5, dia em que foram votadas as propostas do Orçamento Suplementar para 2009, entre elas, 10 directamente relacionadas com a Região, apresentadas pelo PSD-M. Os laranjas nacionais não acompanharam os madeirenses e abstiveram-se em três das iniciativas, acabando por recuar em duas delas, anunciando voto favorável quase duas horas depois. O PSD-M viria a clarificar a situação numa nota enviada às redacções, onde acusaram o PS de obter a ajuda da comunicação social para "destacar um trivial equívoco". No entanto, o PS tem outra visão. "Os Diários não dão lugar a dúvidas", sustentou Maximiano Martins, que notou um claro distanciamento do líder do grupo parlamentar das iniciativas, quando questionado por Jaime Gama acerca do sentido de voto. "A proposta 78-P foi apresentada pelo PSD. O PSD não vota a favor da sua proposta?", interrogou o presidente da Assembleia, citado na página 53. Paulo Rangel esclareceria: "Não é uma proposta do grupo parlamentar do PSD mas de três deputados da Madeira. Era só para esclarecer isso". A correcção só aparece na página 95, por intermédio do deputado José Manuel Ribeiro. Face a estes escritos, o socialista madeirense não tem dúvidas de que não se tratou de um equívoco. Sobre as acusações do PSD que afirmou que o PS apenas criou um caso à volta da questão, para desviar as atenções do facto de terem votado contra propostas que beneficiariam os madeirenses, os socialistas da Madeira entregaram uma declaração de voto. Os parlamentares admitem que ponderaram as propostas, mas não concordam com os "métodos e instrumentos mobilizáveis para combater a crise na Região".
Sandra Cardoso, em Lisboa in Diário de Notícias da Madeira

À MARGEM DA CONSTITUIÇÃO

Da Constituição da República Portuguesa

Artigo 180.º(Grupos parlamentares)
1. Os Deputados eleitos por cada partido ou coligação de partidos podem constituir-se em grupo parlamentar.
2. Constituem direitos de cada grupo parlamentar:
a) Participar nas comissões da Assembleia em função do número dos seus membros, indicando os seus representantes nelas;
b) Ser ouvido na fixação da ordem do dia e interpor recurso para o Plenário da ordem do dia fixada;
c) Provocar, com a presença do Governo, o debate de questões de interesse público actual e urgente;
d) Provocar, por meio de interpelação ao Governo, a abertura de dois debates em cada sessão legislativa sobre assunto de política geral ou sectorial;
e) Solicitar à Comissão Permanente que promova a convocação da Assembleia;
f) Requerer a constituição de comissões parlamentares de inquérito;
g) Exercer iniciativa legislativa;
h) Apresentar moções de rejeição do programa do Governo;
i) Apresentar moções de censura ao Governo;
j) Ser informado, regular e directamente, pelo Governo, sobre o andamento dos principais assuntos de interesse público.
3. Cada grupo parlamentar tem direito a dispor de locais de trabalho na sede da Assembleia, bem como de pessoal técnico e administrativo da sua confiança, nos termos que a lei determinar.
4. Aos Deputados não integrados em grupos parlamentares são assegurados direitos e garantias mínimos, nos termos do Regimento.
5. Aos deputados e Grupos parlamentares nas assembleias regionais gozam dos mesmos direitos .

O PS já pediu vários debates que a Constituição garante, mas o Governo PSD-M inviabiliza.
Vai seguir informação para a Presidência da República! O Presidente terá que mais uma vez intervir!

OFENSAS E CALUNIAS...

Faz bem o Deputado Carlos Pereira do PS que perante as calunias de Jaime Ramos lhe meta um processo em cima, para mais, depois da descoberta da Edite Estrela, através de um processo cível, a imunidade parlamentar não serve para nada, doravante os caluniadores vão pagar bem caro as suas calunias... desde já aceito ser testemunha ... e a minha solidariedade ao Deputado do PS.

O CALUNIADOR!


segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Clube Desportivo Nacional da Madeira e as dívidas à Segurança Social


Resolução n.º 126/2009Considerando que o Clube Desportivo Nacional da Madeira é uma associação de reconhecida utilidade pública por Despacho Conjunto dos Ministros das Finanças e daInstrução Pública, publicado no Diário do Governo, n.º 90, IIsérie, de 27 de Abril de 1927, prestando importantes serviços à comunidade no âmbito do desenvolvimento dasactividades desportivas na Região A u t ó n o m a ,nomeadamente através da implementação de modelos deapoio ao desporto, enquanto prática diferenciada que vaidesde a manutenção e lazer até ao espectáculo de altacompetição;Considerando que o Clube Desportivo Nacional daMadeira fomenta o desenvolvimento das modalidadesamadoras, essenciais na formação das camadas mais jovensda população da Região, participando em projectos querepresentam uma melhoria da representação desportivanacional e internacional, promovendo a Região através dodesporto, em particular através de eventos desportivosinternacionais, e ainda a modernização e manutenção doparque desportivo regional, pugnando pelo reavivar dosprincípios do voluntariado e da solidariedade, indispensáveisao movimento associativo que integram;Considerando que importa assegurar o normalfuncionamento de tal Associação, pessoa colectiva deutilidade pública, que, presta relevantes serviços referidos, eque se defronta presentemente com um contexto de sériasdificuldades económicas e financeiras;Considerando que a aplicação ao Clube DesportivoNacional da Madeira do regime de regularização de dívidasà Segurança Social, se afigura necessária para a suaviabilização e manutenção do normal funcionamento, semprejuízo da salvaguarda dos interesses da Segurança Social,em conformidade com a lei aplicável; Considerando o parecer favorável do Secretário Regionalda tutela, estando preenchido o requisito estabelecido nonúmero 7 do artigo 2.º do Decreto Legislativo Regional n.º5/92/M, de 20 de Março, ao abrigo do número 6 do artigo 2.ºdo mesmo diploma, o Conselho de Governo reunido emplenário em 29 de Janeiro de 2009, resolveu:

1º- Aprovar a inexigibilidade de apresentação de garantia,para efeitos de celebração de acordo prestacional em 150 prestações, da dívida no montante total de 340.655,20,sendo 296.056,82 de capital e de 44.598,38 de juros demora vencidos, valor este computado a Dezembro de 2008, e ao qual acrescem juros vincendos até total pagamento, ao abrigo do regime de regularização de dívidas à Segurança Social estabelecido no Decreto Lei n.º 411/91, de 17 deOutubro, adaptado à Região Autónoma da Madeira peloDecreto Legislativo Regional n.º 5/92/M, de 20 de Março eDespacho n.º 10/2005 da Secretária Regional dos AssuntosSociais, de 8 de Agosto de 2005, publicado a 29 de Agosto,na II série, n.º 165 do JORAM;

2.º - Condicionar a vigência da condição de regularizaçãoda dívida, referida no ponto anterior, ao cumprimentointegral e pontual das obrigações perante a Segurança Social;

3.º - Autorizar o Centro de Segurança Social da Madeiraa proceder em conformidade, nos termos e condições definidas nos pontos anteriores e com o cumprimento dos demais requisitos legais.

Apresente Resolução entra imediatamente em vigor, após respectiva a publicação.

Presidência do Governo Regional. - O Presidente doGoverno Regional, Alberto João Cardoso Gonçalves Jardim.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

NÃO EXISTE CRISE???!!


PS/M diz que Jardim foi «traído» por Manuela Ferreira Leite

O secretário-Geral do PS/M, Jaime Leandro, afirmou hoje que «foi feita quinta-feira uma traição nítida do PSD nacional ao PSD/Madeira, pelos deputados de Manuela Ferreira Leite»


Em declarações, o também deputado do PS/M aludia assim às divergências entre deputados do PSD nacional e PSD/M acerca das propostas de alteração do Orçamento de Estado apresentadas pelos parlamentares laranjas insulares, que, ao contrário do que estaria combinado, não foram aceites pelos seus pares em São Bento.
Das dez propostas apresentadas pela Madeira, estaria combinado que apenas uma mereceria a abstenção do PSD nacional mas, posteriormente, duas outras mereceram voto contrário dos deputados da República do mesmo partido.
«Com esta posição da bancada social-democrata da Assembleia da República ficou provado que Alberto João Jardim não risca nada no PSD nacional de Manuela Ferreira Leite» , disse Jaime Leandro.
«Ficou também provado que, para além de Jardim ser incapaz de resolver os problemas que criou na Madeira, não tem capacidade para criar condições de se impor no seu próprio partido, quando mais no país» , acrescentou o socialista, que afirmou estar «ainda à espera do Orçamento Rectificativo da Região, quando na República Jardim e seus pares reclamam sucessivos Orçamentos Suplementares».
Jardim, em comunicado, também já reagiu e afirmou que foi dada «mais uma ‘nega’ ao Povo Madeirense».
«Uma vez mais isolada, a maioria socialista na Assembleia da República, incluso os seus deputados eleitos por cá, rejeitou as propostas da Região Autónoma da Madeira no sentido de atenuar a situação de dificuldade generalizada» , escreve.
O presidente do Governo Regional afirma que «o poder socialista mantém assim a sua posição de hostilidade a tudo quanto diga respeito à Região Autónoma da Madeira, impedindo a extensão a este arquipélago de medidas ditas para combater os problemas existentes, e sem que qualquer outra intervenção de Estado force à correcção desta agressividade à coesão nacional».
Lusa / SOL

GARROTE FINANCEIRO DE MANUELA .... À GOVERNAÇÃO DO PSD-M DE ALBERTO JOÃO JARDIM

PSD NACIONAL MANTÉM ENDIVIDAMENTO ZERO AO GOVERNO DE ALBERTO JOÃO JARDIM!
QUE ARGUMENTOS TEM O PSD-M PARA PEDIR O VOTO DOS MADEIRENSES EM MANUELA FERREIRA LEITE????

CAIRAM POR TERRA TODOS OS ARGUMENTOS ...PARA O PSD-MADEIRA PEDIR O VOTO EM MANUELA FERREIRA LEITE!



O PSD DE MANUELA FERREIRA LEITE CONTRA AS PROPOSTAS DO PSD-M DE ALBERTO JOÃO JARDIM.

SE NA OPOSIÇÃO FAZ ISTO IMAGINEM SE FOSSE PRIMEIRA-MINISTRA ....

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

É TRISTE!

O PSD-MADEIRA ACHA QUE AS POLÍTICAS DO SÓCRATES NÃO PRESTAM! JÁ O DISSERAM MIL E UMA VEZ.
COMO É QUE SE COMPREENDE QUE O PSD-MADEIRA QUER QUE ESSAS POLÍTICAS SEJAM APLICADAS À MADEIRA POR VIA DO ORÇAMENTO SUPLEMENTAR?

CONTRA-INFORMAÇÃO

O PSD-Madeira e o Governo Regional, bem como os Autarcas, do alto dos seus cargos, começaram este ano 2009 a limar a estratégia partidária para as eleições. O que temos assistido por parte dos governantes é escandaloso: TUDO O QUE ESTÁ MAL NA MADEIRA É CULPA DO SÓCRATES - ELES QUE GOVERNAM A MADEIRA NÃO TÊM CULPA ALGUMA. HAJA VERGONHA! MAS HÁ CERTA COMUNICAÇÃO SOCIAL A DAR PARA ESTE PEDITÓRIO.

JAIME RAMOS DESCONHECE A FAMA


O LÍDER PARLAMENTAR E SECRETARIO GERAL DO PSD-M DESCONHECE A FAMA. É INTERESSANTE ESTA ABORDAGEM A UMA ASSOCIAÇÃO CUJO PRIMEIRO SÓCIO É ALBERTO JOÃO JARDIM.

OS DESCARTÁVEIS


FICARÁ ISOLADO O SENHOR REPRESENTANTE? O SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA IRÁ INTERVIR?

NESTA REFREGA, COM OBJECTIVOS, ELEITORAIS O REPRESENTANTE VAI OU NÃO APRESENTAR A DEMISSÃO AO SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA?

OS DESCARTÁVEIS

http://terreirodaluta.blogspot.com/ uma opinião interessante.
PERANTE A ESTRATÉGIA DO PSD-M FACE AO REPRESENTANTE DA REPÚBLICA PARA A MADEIRA COMO IRÁ REAGIR O SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA?
ALGUÉM TEM DÚVIDAS, ESTRATÉGIA ELEITORAIS À PARTE, QUE EM ÚLTIMA ANÁLISE O ATINGIDO NÃO É O REPRESENTANTE MAS SIM O PRESIDENTE DA REPÚBLICA?
COMO REAGIRÁ O SENHOR "SILVA"?

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

NÃO É VERDADE!

Ontem vi na RTP-M os comentadores afirmarem que os Açores têm mais verbas que a Madeira.
É MENTIRA! O Orçamento Regional dos Açores sempre foi inferior ao da Madeira, porque os Açores têm menos receitas próprias que a Madeira.
Os Açores com um Orçamento menor que o da Madeira mas têm uma política de apoio às empresas e às famílias!