sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Roteiro para o crescimento

Socialistas foram recebidos pelo Grupo Blandy. FOTO TERESA GONÇALVES

PS vai propor "roteiro para o crescimento"


Victor Freitas defende apoios comunitários dirigidos às empresas


"Neste programa de ajustamento não há uma visão em relação à economia da Madeira, a não ser cortes em cima de cortes, que irão criar graves constrangimentos sociais". A conclusão é de Victor Freitas que defende que o futuro quadro comunitários de apoios deve ser dirigido às empresas, para garantir a manutenção de postos de trabalho e o crescimento da economia regional. No entanto, alerta os empresários para abandonarem o princípio da "subsídiodependência".

O PS-M quer criar um "roteiro de crescimento económico" e para isso está a ouvir empresários, de diversos sectores. Ontem, uma delegação do partido foi recebida pelo presidente do Grupo Blandy, Michael Blandy, com quem abordou a vertente das exportações, no mercado do turismo e dos vinhos.

Victor Freitas destacou a necessidade de ser avaliada a oferta turística, nomeadamente ao nível da alteração sofrida pela paisagem da Região e dos produtos que são apresentados.

O facto de grande parte dos turistas que visitam a Madeira terem mais de 55 anos obriga, segundo o líder socialista, a adaptar a oferta de produtos e programas turísticos.

Em relação Vinho Madeira aponta a necessidade de apoiar as empresas exportadoras, nomeadamente ao nível dos transportes.
O PS-M vai prosseguir os contactos com empresas de transportes, hotelaria e de outras áreas.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

20.067 desempregados | DNOTICIAS.PT

20.067 desempregados | DNOTICIAS.PT


No mesmo dia em que se soube, através do INE, que a taxa de desemprego no 4.º trimestre baixou 0,8 pontos para 13,5%, o Instituto do Emprego e Formação Profissional divulgou os números do desemprego registado em Janeiro. A Madeira tinha, no mês passado, 20.067 pessoas sem trabalho.

O número de inscritos no Centro de Emprego da Madeira aumentou 5,5% face a Dezembro (19.016) e 22,1% face ao período homólogo de 2011 (16.430). Ou seja, mais de mil desempregados no espaço de um mês.

A verdade é que com 1.687 novos inscritos no mês passado e devido, sobretudo, às poucas ofertas (182) de emprego colocadas, tendo sido colocados somente 138 desemrpegados, as ofertas de emprego disponíveis no final do mês (109) aumentaram 38% face a Dezembro de 2011 (79) e 41,6% face ao mesmo mês do ano passado (77).

Leia mais informações na edição do DIÁRIO de amanhã.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

PSD acaba com o subsídio de Insularidade dos Funcionários Públicos.

Ilha do Porto Santo
Corte no subsídio insularidade -15%;
Corte no subsídio de Férias e Natal - 14,3%;
Aumento de Impóstos IVA, IMI,IRS,ISP etc perda de poder de compra em mais de 10%
Total: Funcionários Públicos perdem 39,3%.

Ilha da Madeira
Corte no subsídio insularidade - 2%;
Corte no subsídio de Férias e Natal - 14,3%;
Aumento de Impóstos IVA, IMI,IRS,ISP etc perda de poder de compra em mais de 10%
Total: Funcionários Públicos perdem 26,3%.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Madeirenses estão "preparados para enfrentar as dificuldades", diz Jardim | DNOTICIAS.PT

É fácil falar assim da parte de quem é responsável pela situação mas que na sua família ninguém irá sofrer as consequências da crise.


Madeirenses estão "preparados para enfrentar as dificuldades", diz Jardim | DNOTICIAS.PT

A Associação de Desenvolvimento Comunitário do Funchal já dispõe de uma ginásio em Santo Amaro e vai desenvolver um projecto de apoio às fanmílias carenciadas e combate à pobreza envergonhada.

Os madeirenses estão “preparados” para enfrentar as dificuldades que se adivinham. Quem o disse foi Alberto João Jardim, esta tarde, durante uma visita à ampliação das instalações da Associação de Desenvolvimento Comunitário do Funchal. Uma iniciativa que contou com a presença do secretário dos Assuntos Sociais, da Educação e Recursos Humanos, do presidente da IHM e da presidente do Conselho Directivo da Segurança Social.

“Eu não tenho medo das dificuldades. Há trinta e tal anos e eu nunca tive um ano que não fosse de dificuldades”, disse Jardim, acrescentando que actualmente existem mais condições para “superar melhor as dificuldades do que há 30 anos atrás”. Isto porque “há 30 e tal anos eram muito maiores que as de agora”.

Além disso, “as populações de agora são muito mais educadas, estão muito mais preparadas, sabem o que querem e exercem melhor os seus direitos”.

A evolução verificada desde então leva o Presidente do Governo a afirmar que “estamos preparados, temos a força e vamos para a frente mas, sobretudo, sabemos que no seio da nossa Sociedade existem pessoas e associações que trabalham de forma desinteressada e sem estar à espera de proventos materiais”. Tudo isto significa que “esta Sociedade está bem preparada para enfrentar as dificuldades”.

Da parte da Associação de Desenvolvimento Comunitário do Funchal ficaram agradecimentos a todas as entidades governativas regionais que têm apoiado o projecto, assim como agradecimentos aos mecenas que se têm associado e ajudado a dinamizar as acções desenvolvidas.

A ampliação das instalações ontem visitadas pelo Presidente do Governo, explicou o presidente desta associação, vão permitir alargar as iniciativas de apoio à comunidade. “É um espaço que tem de ser rentabilizado. Na parte da manhã, onde temos menos actividades no ginásio, fizemos uma parceria com a Associação Dançando com a Diferença, que vai usar o ginásio gratuitamente. Em troca vão ceder-nos um professor e fazer um grupo de dança com os nossos idosos”.

Durante a tarde o espaço ficará reservado para as actividades dos cerca de 50 idosos que já frequentam aquele espaço e para as 25 crianças que ali têm actividades. No final do dia serão ministradas actividades para a restante população daquele bairro.

Ricardo Silva informou ainda que as antigas instalações serão destinadas a desenvolver um projecto em parceria com a Casa e visa apoiar famílias carenciadas e combater a pobreza envergonhada.

O presidente da associação diz não saber ao certo qual o número de casos de pobreza envergonhada existentes naquele bairro, no entanto, sempre adianta que actualmente estão a ser apoiadas cerca de 15 famílias. “Se nós fazemos esta sala de apoio às famílias carenciadas é porque nós sabemos que este é um problema grave que afecta cada vez mais madeirenses”.

Já o presidente da autarquia do Funchal agradeceu o apoio de Ricardo Silva e da Associação de Desenvolvimento Comunitário do Funchal em prol da comunidade. E sublinhou que a “situação de vulnerabilidade de certas camadas da população não é uma situação dos dias de hoje, em que vivemos uma crise económica, é uma constante mesmo em tempos de prosperidade”.

Miguel Albuquerque que no sentido de combater estas situações a autarquia, em parceria com outras entidades tem apostado na criação de centros e outras infra-estruturas de apoio. “Nós conseguimos, ao longo destes anos, construir uma rede que está activa, que apoio a população mais vulnerável e que é constituída por 14 centros comunitários, sete ginásios e uma universidade sénior”. No entender daquele autarca, que anunciou para breve o lançamento do ‘campeonato das matemática’ “para melhorar as competências dos nossos jovens a nível da matemática”, este é um trabalho que deve ser prosseguido e envolver toda a Sociedade.

Presente nesta visita esteve também a designer de interiores Nini Andrade, que explicou o porquê do nome ‘Garouta do Calhau’. Recordou que quando era pequena a mãe dizia que ela parecia uma “garota do calhau”. Daí ter registado o nome e oferecido à associação para o promover e desenvolver.


PS quer verbas do Orçamento para acudir famílias em dificuldades | DNOTICIAS.PT

PS quer verbas do Orçamento para acudir famílias em dificuldades | DNOTICIAS.PT

PS quer verbas do Orçamento para acudir famílias em dificuldades


Victor Freitas foi recebido em audiência pelo bispo do Funchal


O PS-M pretende que sejam reservadas verbas do Orçamneto Regional para atender às situações aos problemas sociais, resultantes da crise económico-financeira.

À saída de uma audiência com o bispo do Funchal, no paço Episcopal, Victor Freitas salientou que no encontro foram abordaos pontos comuns nas preocupações do partido e da Diocese, salientando que o Partido Socialista "sempre teve uma atenção muito especial aos mais fracos da sociedade e àquilo que são as consequências de uma economia hoje desregulada e de uma situação financeira na Região Autónoma da Madeira muito grave, que foi sendo construída nos últimos anos e que agora tem consequências para as empresas numa primeira fase e numa segunda fase para as famílias, com mais desemprego, mais pobreza, mas exclusão social”.
Nesse sentido, considera que a Igreja “tem um papel extremamente importante nesta fase" e defende que esta deve receber apoios para que, estando mais próxima das pessoas, possa acudir as famílias com dificuldades.

Questionado pelos jornalistas se a questão que é muitas vezes referida da ligação do poder governamental com a Igreja, Victor Freitas afirmou que o bispo tem mantido uma posição de isenção e de cooperação com todas as forças da sociedade, considerando que esta tem sido uma "postura correcta".

"O PSD rasgou o contrato de legislatura" | DNOTICIAS.PT

"O PSD rasgou o contrato de legislatura" | DNOTICIAS.PT

"O PSD rasgou o contrato de legislatura"


"Este é um momento histórico, o PSD que tomou nas suas mãos, por vontade dos madeirenses, os destinos da Autonomia, rasgou, hoje, o contrato de legislatura que assinou com o eleitorado", afirmou Victor Freitas (PS) que acusa a maioria de ter mentido aos "48% que ainda votam" nos social-democratas.

O líder regional socialista acusa o PSD de estar na Assembleia, "não por direito próprio, mas com base numa trafulhice eleitoral", uma vez que nenhuma das medidas contra os trabalhadores, nomeadamente os funcionários públicos, foram referidas na campanha ou estavam no memorando da 'troika'.

Os trabalhos na ALM terminaram, prosseguindo amanhã.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Na Sombra da Troika.

Os cortes nos subsídios de Férias e Natal não estão no memorando de entendimento assinados pelo PS, PSD e CDS com a Troika mas a direita de cá e de lá não assume perante o povo as suas responsabilidades. Lançam austeridade e colocam-se na sombra da Troika. Haja pachorra...