quinta-feira, 28 de novembro de 2013

A queda do mito da invencibilidade política do PSD-Madeira



 [Deixo esta de borla para o PSD-Madeira perceber porque tudo mudou]

Há momentos singulares na vida de um povo que levam a uma alteração radical de tudo. No caso da Madeira o momen...to da queda do PSD não foi no dia das eleições Autárquicas a 29 de Setembro de 2013. A queda do PSD deu-se muito tempo antes. O ”momento singular” foi a 27 de Janeiro de 2012, com a assinatura do Plano de Ajustamento para a Madeira.
Eu explico, durante 36 anos os Madeirenses acreditaram que os erros da Governação do PSD da Madeira nunca seriam pagos por nós. Tínhamos razões fundadas para que pensássemos dessa forma. O pagamento da dívida da Madeira por parte do Governo PS de António Guterres criou essa imagem na cultura Madeirense e até na própria cabeça de Alberto João Jardim. A lógica de que “ele defende a Madeira” e ameaça Lisboa e eles mandam dinheiro, caiu por terra. Foi a perceção por parte dos Madeirenses de que “Lisboa já não cede às ameaças, que somos nós que vamos pagar os erros do PSD-M e que a dívida vai cair em cima de todos nós, que leva à queda do PSD-Madeira. O “momento singular” da mudança foi a perceção por parte de todos nós que daqui em diante seremos responsáveis pelos nossos atos e sofreremos as consequências.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

GOVERNAÇÃO DO PSD-MADEIRA AINDA CONSEGUE SER PIOR QUE PSD/CDS-PP


 É este o resultado da tripla austeridade a que estamos submetidos na Madeira e no Porto Santo por via do Plano de Ajustamento Económico e Financeiro(PAEF) proposto e assinado... pelo Governo do PSD-Madeira e o Governo do PSD/CDS-PP de Lisboa. Se hoje é assim, quando começarmos a ter de pagar as dívidas a 27 de Janeiro de 2016 como será?

Victor Freitas
www.dnoticias.pt
Salários na Madeira baixam 8,4% contra 3,1% no País

O custo da mão-de-obra dos trabalhadores madeirenses, sobretudo dos salários, baixou no 3.º trimestre de 2013 pela terceira vez consecutiva, o que é um facto quase inédito e em que só se encontra situação semelhante entre o 4.º trimestre de 2004 e o 3.º trimestre de 2005. O facto mais revelador dos dados publicados na última semana pela Direcção Regional de Estatística é que os salários na Madeira baixaram 8,4%, mais de 150 pontos percentuais do que a média nacional (3,1%).
“No 3.º trimestre de 2013, o Índice de Custo do Trabalho (ICT) diminuiu 7,3% face ao trimestre homólogo de 2012”, salienta a DREM. No último trimestre, o ICT “corrigido dos dias úteis” registou esse decréscimo, mas no trimestre anterior, “esta variação tinha registado uma diminuição 3,0%”. E no 1.º trimestre já tinha diminuído 3,1% em relação ao 4.º trimestre de 2012. Isto significa que são menos 16,4% o custo dos trabalhadores junto das entidades a quem prestam serviço.
“Relativamente às duas principais componentes dos custos do trabalho (ICT), faz-se notar que os custos salariais (por hora efectivamente trabalhada) diminuíram 8,4% em relação ao mesmo período do ano anterior, e que os outros custos (não salariais, nomeadamente contribuições dos empregadores para a Segurança Social, por hora efectivamente trabalhada) registaram um decréscimo homologo de 2,7%”, salienta a entidade estatística.
Ou seja, o maior contributo deste corte nas despesas com o trabalho vai para os salários que chegam aos bolsos dos trabalhadores, uma vez que o Estado perdeu, mas muito por culpa do desemprego. É de frisar que há cinco trimestres consecutivos que este indicador (referente sobretudo aos descontos dos trabalhadores) cai, com destaque para o 3.º trimestre de 2012, com quebra de 19,4%.
No entanto, a maior quebra trimestral reportada desde o 1.º trimestre de 2001 vai para os -11,2% do trimestre homólogo. Estes valores excluem a Administração Pública, o que significa que têm impacto no bolso da maioria dos trabalhadores madeirenses.
Em termos nacionais, como referido, a quebra no custo dos salários foi de 3,1%, embora o ICT tenha apenas baixado 1,9%, muito por culpa dos outros custos que cresceram 3,1.
Uma nota em relação ao ganho médio mensal por trabalhador que, segundo o Gabinete de Estratégia e Estudos (ver destaque), aumentou consecutivamente na Madeira desde 2006 até ao último registo em 2009. Dos 933 euros em 2006 para 962 euros (+3,1%) no ano seguinte, para 994 euros (+3,4%) em 2008 e para os mais recentes ganhos conhecidos, 1.014 euros (+1,9%). Na altura, 76,1% trabalhavam por conta de outrem no sector terciário e 23,3% no secundário. No sector mais representativo, os homens ganham em média 1.133,9 euros e as mulheres 874,1 euros.

Inquérito até 20 de Dezembro

O Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério da Economia lançou desde o dia 13 de Novembro um “Inquérito aos Ganhos e à Duração do Trabalho”, referentes a Outubro de 2013. Este processo de recolha de informações, que requer o acesso a uma aplicação para resposta por via electrónica estará disponível até 20 de Dezembro.
“Este inquérito tem como objectivo prioritário obter informação sobre os níveis médios mensais e horários de remunerações de base e ganhos, praticados nas diferentes actividades económicas e níveis profissionais, bem como o número de trabalhadores a receberem o salário mínimo”, salienta o GEE. “Para as empresas com sede na Região Autónoma da Madeira, o Inquérito é um projecto conjunto da Direcção Regional do Trabalho com o GEE, pelo que, em caso de dúvida, deverá ser contactada essa Direcção Regional”, acrescenta.
Iniciado em Abril de 1989, desde 2010 e semestralmente, tendo por base Abril e Outubro, o inquérito pode ser respondido através do link www.gee.min-economia.pt.
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ALIANÇA DO PSD/CDS-PP E CDU IMPÕEM À CMF REDUÇÃO DO IRS A QUE A CÂMARA TEM DIREITO

 
O que se passou na CMF pode levar à rutura financeira da Autarquia se todos os Partidos não tiverem responsabilidade. Na CM Funchal ninguém tem maioria absoluta. Sei que tem havido diálogo por parte do elenco Camarário com os restantes partidos. Sei que existiu diálogo para que o CDS-PP ou a CDU fizessem parte do executivo com pelouros, mas o CDS-PP e a CDU não quiseram unir-se à Mudança.
A questão que se coloca é só esta: ou há juízo por parte dos partidos da oposição(PSD/CDS-PP E CDU) ou vão fazer na CMF o que fez o PSD-Madeira no Governo Regional, que foi levar a Madeira a uma situação de Falência e pedido de ajuda a Lisboa.
Cada partido apresentou as suas propostas ao eleitorado, se cada um fizer propostas como esta vamos ter UM ORÇAMENTO PARA QUATRO PROGRAMAS DE GOVERNO. É incomportável financeiramente. Não será agora de estranhar que o que se passou no FUNCHAL venha agora a acontecer também em SANTANA e PORTO SANTO.
No caso de Santana depende do PS para existir maioria na Assembleia Municipal e se o PS fizer o mesmo que o CDS-PP no Funchal, apresentar propostas no valor de 1 milhão de euros, não irá criar situações de insustentabilidade financeira? E se no Porto Santo o CDS-PP/PSD tiver a atitude que teve no FUNCHAL como fica as finanças que já estão depauperadas do Município do Porto Santo? Deixo este texto para reflecção...
 
 

 

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

PS reforça urgência de alterar PAEF

O PS iniciou, hoje, um conjunto de encontro com várias entidades, para preparar a sua participação no Orçamento da Região para 2014. A primeira entidade com quem o presidente e líder parlamentar do PS se reuniram foi a ACIF.

No final do encontro, Victor Freitas voltou a defender a necessidade urgente de rever o PAEF, proposta apresentada pelos socialistas, em sede de Orçamento do Estado, para a qual o presidente do PS espera a adesão do PSD e do CDS.

Victor Freitas lembra que, se nada for feito, a partir de 2015, a Região terá um serviço da dívida superior a 500 milhões de euros por ano. Um valor incomportável para os cofres públicos.

Urge mudar o PAEF, de forma a que a Madeira continua a poder financiar-se após ao ano referido.

Além dos constrangimentos impostos pelo PAEF, o PS lembra os efeitos nefastos do Orçamento do Estado na economia regional, que retira capacidade de compra aos funcionários públicos, e a Lei de Finanças das Regiões, cuja alteração retira 50 milhões ano à Madeira, com o “silêncio” do Governo madeirense.

http://www.dnoticias.pt/actualidade/politica/416980-ps-reforca-urgencia-de-alterar-paef
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OS ILUMINADOS



 Diria que esta gente tem medo do escuro. Foram acendendo as luzes da dívida, a torto e a direito, como se não houvesse amanhã. Como se as dívidas não fossem para pagar, ou então, foi a lógica da terra queimada de endividar e ...quem vier a seguir que pague as contas. Só que nesta brincadeira deixam a Madeira toda às “escuras”.
Pelos nossos cálculos e uma vez que este ano o serviço da dívida da Madeira já atinge os 340 milhões de euros, a partir de 2016 esse valor sobe para mais de 500 milhões de euros ano, o que corresponde a mais de 70% das nossas receitas próprias. Levaram a Madeira a uma situação de autêntico desastre financeiro. Nós fomos chamando a atenção para a dívida nos últimos 10 anos, ninguém se importou, ninguém quis saber. Agora, há para ai uns iluminados armados em sucessores que fazem-se de esquecidos, mas para o bem ou para o mal eles estão ligados à situação de calamidade financeira que colocaram a Madeira.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

ATENÇÃO!


 

OS VERDADEIROS RESPONSÁVEIS PELA SITUAÇÃO DA MADEIRA AINDA NÃO SE SUBMETERAM A ELEIÇÕES!

 

Desculpem-me determinados analistas, comentadores e até alguma comunicação social porque parece que se ESQUECERAM que os verdadeiros CULPADOS pela situação que hoje se vive na Madeira ainda não foram a eleições. Desculpem também os candidatos do PSD que perderam as 7 Câmaras Municipais (Bruno Pereira, Valter Correia, Nuno Batista, Rui Moisés, António Olim, Jorge Romeira), mas V. Excelências não personificam os verdadeiros CULPADOS pela situação aflitiva dos Madeirenses e Porto-Santenses. Se já perderam 7 Câmaras Municipais em que os principais CULPADOS pela situação grave da Madeira não foram a jogo, quando aquelas caras estiverem metaforicamente no boletim de voto, vai ser o bom e o bonito!

O ajuste de contas entre os cidadãos e os responsáveis pela situação da Madeira será feito nas próximas eleições regionais.

Quem são os responsáveis pela atual situação da Madeira? A resposta é óbvia, são as cúpulas do PSD-Madeira. Escapa algum candidato a sucessão de Alberto João Jardim? Nenhum! Todos estiveram lá, mesmo que agora façam de conta que não eram Vice-presidentes ou Comissários de Alberto João Jardim.

Iniciaram um processo de culpabilização de Alberto João Jardim, é sem dúvida o principal responsável, para eles próprios fugirem às responsabilidades.

Em 2015 todos seremos chamados a julgar o passado e os projetos futuros para a Madeira!