quarta-feira, 20 de outubro de 2010

RSA Animate - Smile or Die

RSA Animate - Crises of Capitalism

RSA Animate - The Secret Powers of Time

RSA Animate - Drive: The surprising truth about what motivates us

RSA Animate - Changing Education Paradigms

MADEIRA ISLAND - LEVADAS

SIMPLESMENTE MARAVILHOSO ....



“A autonomia da Madeira ainda é muito pobre” | DNOTICIAS.PT

“A autonomia da Madeira ainda é muito pobre” | DNOTICIAS.PT

NÃO HAVIA NECESSIDADE ...... | DNOTICIAS.PT


Partidos vão receber mais dinheiro em 2011 | DNOTICIAS.PT

'Importante para os portugueses que se chegue a acordo" - Economia - DN


'Importante para os portugueses que se chegue a acordo" - Economia - DN

Mais um pressãozinha sobre Passos Coelho .... o OE já vái a caminho da aprovação..

OE espanhol aprovado com votos nacionalistas e do PSOE - Economia - DN


OE espanhol aprovado com votos nacionalistas e do PSOE - Economia - DN

Mudanças profundas no Governo espanhol - Globo - DN


Mudanças profundas no Governo espanhol - Globo - DN

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Dúvidas sem método

por Luis Calisto http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/opiniao/231429-duvidas-sem-metodo
As ameaças de pancada para o ano político são legítimas. Têm apoio popular

Quando o Sol desliza na sua órbita aparente para além das Desertas, abandonando a Madeira ao fresquinho outonal, as nossas árvores de folha caduca despem-se nas ruas e nas serras. Medida de austeridade que transfere a energia aplicada na folhagem para o aquecimento necessário às árvores nos dias curtos e frios. Porém, mais para diante, aos primeiros raios e trinados da Primavera, a Natureza repintalga o quadro triunfal.
Já com a árvore-da-vida que consome o cidadão madeirense, a evolução inverte-se. A folhagem, persistente, obscurece o ambiente nas quatro estações. O que muda é a própria árvore, carcomida paulatinamente por roedores, sanguessugas e até insectos os mais insignificantes. E foi à sombra do lenho de raízes apodrecidas e tronco desengonçado por acção dos parasitas do sistema que saiu à luz da publicidade a listagem das ameaças e dos ameaçados para o ano político ora iniciado. O apavorante aviso, de fazer tremer as pedras da calçada, arrancou a gargalhada do costume, dada a associação da fanfarronice ao velhíssimo e equívoco adágio 'a mouro morto grande lançada' - e ainda a outro que fala de aparências e ilusões.
Sob fogo - anunciam os chefes da tribo -, rastejarão a 'Madeira velha', a maçonaria, a oposição e o chamado 'novo partido da Comunicação Social'. A lista é decalcada dos anos políticos anteriores. O que, temos de engolir, legitima a tese oficial: a política e a postura ditatoriais em vigor sustentam-se no sufrágio popular. Manda a honestidade reconhecer o apoio eleitoral aos predadores que contaminam a árvore. Os peripatéticos fanáticos do estonteante e cirúrgico sincretismo jardineirista argumentam por essa via e nem um cartesiano dos que abalaram axiomas e teoremas clássicos atingiria outra verdade. Levantem-se as dúvidas: o povo vota no PSD para consagrar a instabilidade política e social vigente há 30 anos? O povo vota, feliz, a corrupção crescente nos desgraçados farelhões atlânticos? Quer sufragar o descalabro governativo das falências, da dívida monstruosa e do desemprego? O eleitor aprova o insulto, a baixeza de nível, o conflito? Vota o uso de reféns da subsidiodependência em guerras pessoais? O eleitorado, quando vota no quadradinho habitual, fá-lo para acentuar o divórcio entre pessoas e instituições, por cobardia da política oficial? O povo apadrinha as ofensas aos compatriotas continentais? Dar maiorias absolutas significa aplaudir o défice democrático, a discriminação, a perseguição aos jornais? O povo quer impostos loucos? O povo vota para pagar políticas económico-financeiras suicidas? O povo vota para haver reformados no activo e jovens no desemprego? O eleitor vai às urnas para garantir o duplo vencimento de certas figuras enquanto o próprio eleitor desespera na miséria familiar?
Não senhor, respondem, não foi para isso que o povo votou em 1976, em 1980, em 1984. Sim senhor, dizemos nós, o povo sabe o que está a fazer. Com os males políticos, económicos e sociais a crescer nos oitentas, o povo tornou às urnas e sufragou de novo o regime. Com as chagas a progredir, vieram outras eleições e o resultado não mudou. Mais quatro anos, e o eleitorado a dar-lhe. Logo, erra quem disser que, nas urnas, o povo desconhece o que está a fomentar para o mandato seguinte. Logo, o povo vota conscientemente no insulto, no regabofe da vida pública, na incivilidade, no desemprego, no linchamento de pessoas e de instituições, na pobreza extrema, na exclusão, nas chagas sociais visíveis em cidades e campos. Logo, fora com a hipocrisia: o povo não quer mudar o regime fascista da prepotência, da corrupção e da insídia. É um direito seu. Logo, mudar de destino só mudando de povo. O que leva tempo e não é garantido.
Dentro da anormalidade habitual, o 'ano político' entrou em acção com as ameaças da ordem. Confissão de que o estilo alapado à parvónia é para continuar. A exclusão do 'presidente da Madeira' da revisão constitucional laranja diz tudo. Com eleições regionais no horizonte, o povo bate no peito, negando como sempre o sentido de voto. Depois, na hora da verdade, justifica-se a si próprio: a oposição não tem ninguém... Ora, quem aceita dar a cara pelo povo sabendo que será enxovalhado e que o povo votará em quem enxovalha?
Dramático: o povo vota livre e conscientemente nos trauliteiros que o usam quando precisam e o tratam como imbecil a toda a hora. Razão para os fabricadores de intrigas, os inventores de libelos e fabulações delirantes, os mestres do mimetismo arvorados em bandarilheiros da praça e os marretas de esgoto... motivos para esses agradecerem de queixo no chão, aos césares vencedores da democracia decadente e bolorenta, o controlo do povo e as mordomias proporcionadas há décadas. O que certamente causa náusea a quantos escolheram a maioria por convicção, com sinceridade política.
No meio da desgraça, há ilhéus que recusam pastar no redil, no torpor doentio do rebanho, a respirar conformismo, indiferença cobarde, letargia, putrefacção. Sempre há quem não se dispense do salutar exercício de cavalgar inquietação e causas, sobrevoando com solene desprezo os caciques de aldeia que não vão além dos regionais.
Lá para finais de 2011, explodirá essa décima consagração do absolutismo. Por voto livre do povo. Como é uso dizer-se, o povo é inteligente. Sábio. Nobre. E há outros inteligentes. Vieram agora mais uns quantos à Madeira elogiar a ditadura democrática e a alucinação do poder. Veio o próprio chefe da Europa, por acaso oriundo de um país que confirma situações criminosas na Madeira mas cruza os braços. Outros, do PPE, homenagearam o cintilante regime aborígene, condecorando a "defesa da paz e os valores humanistas". Talvez a 'paz podre' e o 'humanismo' da linguagem suja da Madeira nova... sufragada pelo povo. O mesmo povo que em Março de 1974 vitoriava Caetano e em Abril recusava que a Madeira fosse caixote de lixo dos ditadores. O povo superior é esperto.

Home Exchange

"Intercâmbio - "Durma na Minha Casa-esburacada-junto-ao-ribeiro que eu Dormirei na sua Casa-confortável-e-segura"

CONVITE ABERTO À CÂMARA MUNICIPAL DO FUNCHAL E TODA A GOVERNAÇÃO PSD

Convidamos V.EXAS. Presidente da Câmara e demais Vereadores com o pelouro do Ambiente e das Obras Públicas para na passagem da próxima Tempestade de Sudoeste, Depressão, Ciclone ou Sistema Frontal semelhante ou superior a esta última de Quinta para Sexta-Feira (OTTO):- Que fiquem hospedados nestas casas do Sitio do Trapiche, que continuam desprotegidas das águas negras do ribeiro desde o dia 20 de Fevereiro.- As crianças e idosos que vivem nestas casas ainda por reconstruir e/ou em risco de serem novamente invadidas pela lama e pelas pedras ficariam muito bem e cada uma das casas confortáveis de V.EXAS durante a noite de perigo. Assim as crianças não teriam pesadelos e não acordavam sobressaltadas com o ruído ensurdecedor do Ribeiro assassino a lhes bater nas paredes da casa. E os adultos concerteza poderiam dormir e descansar para trabalhar no dia seguinte... etc.- A próxima tempestade, depressão deverá ser já na próxima Quarta/Quinta-Feira. Proponho que avisem em casa que irão ter visitas e que V.EXAS. vão dormir fora de casa nessa noite.
CONVITE ESPECIAL AO DR. ALBERTO JOÃO JARDIM
Na próxima Tempestade, Depressão ou Sistema Frontal semelhante a este último da Depressão OTTO:- Fique hospedado e passe umas férias no sitio do Trapiche nestas casas que continuam desprotegidas das àguas do Ribeiro que matou toda aquela gente em 20 de Fevereiro.
- As crianças e os idosos que vivem nestas casas ainda por reconstruir e em risco de serem novamente invadidas pela lama e pelas pedras, ficariam muito gratas em poder dormir no conforto da sua casa.
- A próxima tempestade, depressão deverá ser já na próxima Quarta/Quinta-Feira. Proponho que avise em casa que irá ter visitas e que V.EXA. vai dormir fora de casa nessa noite.
EXMO. Senhor Presidente do G.R. As crianças e os pobres e indefesos que "governa" esperam a sua melhor receptividade para este nosso convite que poderá lhe parecer "comuna" e "fascista" mas é sincero e honesto! Caso exista muita procura na vereação e nos Governantes do PSD para participar neste"acantonamento" iremos oferecer outros alojamentos nas zonas altas, desprotegidas e ainda por construir nas freguesias de Santo António, São Roque e Monte. A organização desta iniciativa intitulada "Intercâmbio - "Durma na Minha Casa-esburacada-junto-ao-ribeiro que eu Dormirei na sua Casa-confortável-e-segura" está recolhendo propostas da população para novas casas e famílias aderentes ao nosso intercâmbio.
Também estamos dispostos a receber inscrições de outras casas seguras de famílias Governantes do PSD interessadas em dormir numa destas zonas de risco da nossa querida cidade. Será uma pequena actividade radical que concerteza irá agradar a todos, pequenos e graudos. Estamos a pensar em realizar rafting e canyoning caso as condições meteorológicas sejam favoráveis a actividades radicais nos ribeiros e quedas de água destas zonas altas da cidade. A coisa promete!
Inscrevam-se, nós asseguramos todas as despesas para fazerem o intercâmbio - as vossas crianças e familiares vão adorar!As crianças e a população indefesa governada por V.EXAS desde já agradece a gentil cedência das vossas humildes casas bem como se comprometem a fornecer todas as condições ao seu dispor de aconchego e conforto nas suas velhas casas esventradas junto aos ribeiros e ribeiras do Funchal. Escrito por Afonso Guerra.

Revisão Constitucional

O PS entrega hoje no Parlamento a proposta de revisão constitucional que mereceu ontem o aval da Comissão Política do partido. Onde estão as propostas do PS-Madeira???

domingo, 17 de outubro de 2010

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

O galinho da Madeira

O EFEITO PAVLOVIANO NA POLÍTICA MADEIRENSE

Desta feita, parece-me que em determinadas matérias políticas passa-se o mesmo. Durante mais de 30 anos foi-nos dito, pelo PSD-M, que os problemas da Madeira quem os causava era o poder político em Lisboa. Hoje, na Madeira, quando surgem alguns problemas da responsabilidade única e exclusiva do Governo do PSD-M, alguns abrem logo a boca para acusar Lisboa. Estão mergulhados no pavlovianismo político, quando toca a campainha de qualquer problema na Madeira, sem verem de facto o que se passa, já estão a acusar Lisboa. O som da Campainha já os faz salivar.... contra Lisboa.

PARABÉNS A TODA A EQUIPA DO DN DA MADEIRA, 134 ANOS


O espelho

O espelho reflecte a nossa imagem invertida e para nos apercebermos disso basta nos colocarmos em frente ao espelho com uma T-shirt com letras estampadas para recebermos uma imagem invertida de nós próprios.
Muitas vezes, olhamos para a governação mas o que vemos é o seu espelho, essa imagem da realidade. São as faustosas inaugurações, os indicadores estudados e preparados para serem exibidos segundo as orientações de quem as apresenta. E quantas vezes a imagem que nos apresentam não passa de uma imagem invertida e ficcionada pelos espelhos dos governantes?
A realidade, hoje, é retratada de forma mediática e a maioria de nós passa a viver da realidade apresentada sem olhar à sua verdadeira situação. Se, não raras vezes, os autores que montam determinadas realidades acabam acreditando na ficção que criaram, sem ligar aos sinais contraditórios que o dia-a-dia lhes apresenta, podemos imaginar o que acontece com a generalidade das pessoas.
Os dias de hoje parecem daqueles momentos em que a história nos confronta com uma impensável realidade, como se de um momento para outro a realidade não fosse a mesma, mesmo que à nossa volta tudo nos parece exactamente igual. A realidade hoje já não é facilmente perceptível. Quem dita a nossa realidade, quem a constrói são os mercados financeiros, é a alta finança, são os especuladores, é, cada vez mais, o confuso mundo financeiro que constrói e desconstrói a nossa realidade.
Sou de uma geração que teve o crédito barato, em que a banca não só estava disponível como incentivava os empréstimos. Criou-se a cultura do “viva-se hoje, pague-se amanhã”. Foi esta a escola que tivemos, mas foi também esta a escola que vimos diariamente ser apresentada pelos governantes da nossa Terra: constrói-se hoje, pague-se no futuro. Se a minha geração viveu estes dias de crédito fácil, a geração que nos governa tinha a responsabilidade de perceber que a realidade não é a crédito. A realidade que vivemos a crédito terá agora de ser paga. Chegou a hora da verdade.

sábado, 9 de outubro de 2010

LIBERDADE

"Liberdade apenas para aqueles que apoiam um governo ou que são membros de um partido – por mais numerosos que eles possam ser – não é liberdade. Liberdade é sempre e exclusivamente liberdade para quem pensa diferente."

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

CRIMINOSO EM FUGA À JUSTIÇA


Eis os diários das secções da Assembleia Regional em que só existiu 5 deputados que votaram para o Deputado Miguel Mendonça ser presente à Justiça...a oposição tem 14 deputados, PS 7, CDS 2, PCP 2, BE1, MPT 1, PND 1 e só há 5 deputados que querem que o Estado de Direito se cumpra na Madeira, até na oposição há deputados que votam contra o estado de direito, contra a constituição, contra o Estatuto da RAM e querem os criminosos protegidos pela imunidade parlamentar.

CRIMINOSO EM FUGA À JUSTIÇA


IMUNIDADE DOS DEPUTADOS DO ESTATUTO POLÍTICO DA RAM

Artigo 23º
Imunidades

1. Os deputados não respondem civil, criminal ou disciplinarmente pelos votos e opiniões que emitirem no exercício das suas funções.
2. Os deputados não podem ser ouvidos como declarantes nem como arguidos sem autorização da Assembleia, sendo obrigatória a decisão de autorização, no segundo caso, quando houver fortes indícios de prática de crime doloso a que corresponda pena de prisão cujo limite máximo seja superior a três anos.
3. Nenhum deputado pode ser detido ou preso sem autorização da Assembleia Legislativa Regional, salvo por crime doloso a que corresponda a pena de prisão referida no número anterior e em flagrante delito.
4. Movido procedimento criminal contra um deputado e acusado este definitivamente, a Assembleia Legislativa Regional decide se o deputado deve ou não ser suspenso para efeito do seguimento do processo, nos termos seguintes:
a) A suspensão é obrigatória quando se tratar de crime no n.º 3;
b) A Assembleia Legislativa Regional pode limitar a suspensão do deputado ao tempo que considerar mais adequado, segundo as circunstâncias, ao exercício do mandato e ao andamento do processo criminal.
5. A autorização a que se referem os números anteriores é solicitada pelo juiz competente em documento dirigido ao Presidente da Assembleia Legislativa Regional. fim
Em julho passado o Juiz competente solicitou o levantamento da imunidade parlamentar do deputado e presidente da ALRAM e o PSD inviabilizou o levantamento da imunidade parlamentar contrariando a Contituição da República e o próprio estatuto que diz que é obrigatório o levantamento da imunidade porque trata-se de um crime cuja moldura penal é superior a três anos.

Victor Freitas desafia Mendonça a suspender o mandato para responder em tribunal | DNOTICIAS.PT


Victor Freitas desafia Mendonça a suspender o mandato para responder em tribunal DNOTICIAS.PT


Este senhor cometeu um crime cuja moldura penal é de 8 anos de cadeira. Refugiou-se na cadeira da Presidência da ALRAM e na imunidade parlamentar. Entregue-se à Justiça como afirmou aquando da confissão do crime perante as câmaras de TV, onde disse que assumiria todas as responsabilidades e agora esconde-se atrás da imunidade parlamentar e num silêncio de vergonha e culpa.