sexta-feira, 30 de maio de 2008

UM GOVERNO DESAUTORIZADO!


Alberto João Jardim já desautorizou por duas vezes o Secretário dos assuntos Sociais – na questão da IVG e na questão dos Enfermeiros, já mandou recados para dentro do Governo em relação ao mau andamento das obras, e agora parece que se prepara para desautorizar a Secretária do Turismo nas questões da Liberalização dos transportes Aéreos. Ou então está à espera não se sabe de quê. É como o outro que dizia: deixa como está para ver como é que fica. Este governo governa à bolina, mas não há vento que ajude quando não se sabe para onde é que se vai.

PÉS-DESCALÇOS E PATAS-RAPADAS

Cabe aqui perguntar: os nossos impostos ficam todos cá, pagamos mais impostos que os açorianos, há transferências do Orçamento de Estado para a Região, há fundos para a Região, e os madeirenses estão cada vez mais pobres. A única coisa que vemos é o líder do PSD falar com desprezo dos pés-descalços, dos patas-rapadas, dos pobres, dos sem fortuna, a fortuna que bafejou os novos-ricos da Madeira Nova do PSD. O PSD odeia a sua obra, por isso vocifera contra os descamisados, que são uma acusação e uma denúncia da sua má governação. Por isso o PSD os despreza tanto!

O GOVERNO DO PSD-MADEIRA É INIMPUTÁVEL


Este é um Este é um Governo sem desculpas – têm uma maioria, têm ajudas do Estado e da União Europeia, têm recursos financeiros dos impostos dos madeirenses.

É preciso que se esclareça: cada cêntimo, cada euro, cada verba dos impostos dos madeirenses ficam na Madeira, nas mãos do Governo do PSD. Não sai um tostão daqui para os cofres do Estado. Os impostos dos Madeirenses ficam todos cá e ainda bem. O que não fica bem é que, perante uma população empobrecida e com baixo poder de compra, o PSD no governo e nas câmaras municipais, lance sobre os madeirenses impostos e mais impostos. Veja-se, a título de exemplo, o seguinte:
O PSD no Governo, disse bem, o PSD e o Governo – vou repetir: Senhores da Comunicação social em particular e Madeirenses em geral, o Governo do PPD põe os Madeirenses a pagar o combustível mais caro, tão caro que o gasóleo é 33,6% mais caro aqui na Madeira que nos Açores;

A gasolina na Madeira é 9,5% mais cara que nos Açores;


O gasóleo para as pescas é 62,8% mais caro na Madeira que nos Açores.

Até no gás doméstico, um bem de primeira necessidade, o Governo do PSD-Madeira cobra 51% a mais na Madeira que o Governo do PS dos Açores.

Na Madeira qualquer contribuinte comparado com os Açores leva menos recursos financeiros para casa, porque o Governo do PSD-M aplica uma taxa de IRS mais alta que nos Açores.

No reembolso do IRS, se fizermos simulações, qualquer Açoriano é reembolsado em maior montante financeiro do que na Madeira.

Faço um desafio aos Madeirenses: simulem o IRS como se vivessem nos Açores e perceberão a diferença que é ser governado por um governo regional do PSD e um governo regional do PS:
Um, deixa-lhe o seu bolso vazio, o do PSD-Madeira;
O outro, o Governo socialista dos Açores, não lhe mete a mão no bolso!
Lembrem-se disso, Madeirenses, para a próxima vez que der o seu voto. Em democracia, é através do voto que escolhe o modo de vida que quer levar. E este governo do PSD-Madeira leva-lhe coiro e cabelo!
É por este governo PSD lançar tantos pesados impostos sobre os Madeirenses que a classe média está cada vez mais empobrecida. – têm uma maioria, têm ajudas do Estado e da União Europeia, têm recursos financeiros dos impostos dos madeirenses.

É preciso que se esclareça: cada cêntimo, cada euro, cada verba dos impostos dos madeirenses ficam na Madeira, nas mãos do Governo do PSD. Não sai um tostão daqui para os cofres do Estado. Os impostos dos Madeirenses ficam todos cá e ainda bem. O que não fica bem é que, perante uma população empobrecida e com baixo poder de compra, o PSD no governo e nas câmaras municipais, lance sobre os madeirenses impostos e mais impostos. Veja-se, a título de exemplo, o seguinte:
O PSD no Governo, disse bem, o PSD e o Governo põe os Madeirenses a pagar o combustível mais caro, tão caro que o gasóleo é 33,6% mais caro aqui na Madeira que nos Açores;

A gasolina na Madeira é 9,5 % mais cara que nos Açores;

O gasóleo para as pescas é 62,8% mais caro na Madeira que nos Açores.

Até no gás doméstico, um bem de primeira necessidade, o Governo do PSD-Madeira cobra 51% a mais na Madeira que o Governo do PS dos Açores.

Na Madeira qualquer contribuinte comparado com os Açores leva menos recursos financeiros para casa, porque o Governo do PSD-M aplica uma taxa de IRS mais alta que nos Açores.

No reembolso do IRS, se fizermos simulações, qualquer Açoriano é reembolsado em maior montante financeiro do que na Madeira.

Faço um desafio aos Madeirenses: simulem o IRS como se vivessem nos Açores e perceberão a diferença que é ser governado por um governo regional do PSD e um governo regional do PS:
Um, deixa-lhe o seu bolso vazio, o do PSD-Madeira;
O outro, o Governo socialista dos Açores, não lhe mete a mão no bolso!
Lembrem-se disso, Madeirenses, para a próxima vez que der o seu voto. Em democracia, é através do voto que escolhe o modo de vida que quer levar. E este governo do PSD-Madeira leva-lhe coiro e cabelo!
É por este governo PSD lançar tantos pesados impostos sobre os Madeirenses que a classe média está cada vez mais empobrecida.

PERDERAM O ORGULHO NA OBRA FEITA

Porque já perceberam que a sua tão propagandeada obra, de ontem, não resolve os problemas de hoje, e não abre os caminhos para o futuro.
A dita obra não derrota os problemas, cai em cacos no chão perante os problemas do presente, e é impotente perante os problemas do futuro. Foram mais de 30 anos de Governo e onde está os rios de leite e mel prometidos aos madeirenses?

O GOVERNO DO PSD-MADEIRA É INIMPUTÁVEL


O PSD-M no Governo da Região há trinta anos faz de conta que o presidente do Governo Regional se chama José Sócrates.

D. Quixote de La Mancha


Até agora, PSD fez passar a mensagem de que está no governo mas não tem culpa de nada! O PSD manda há trinta anos mas não é responsável pelos seus actos.
O PSD governa mas não assume o seu mau governo e os seus actos. Durante 30 anos, as responsabilidades da má governação do PSD foram atribuídas aos Governos da República, ora do PS, ora do PSD, ora do PSD-CDS-PP.
Hoje até a Europa é responsabilizada pela má governação do PSD.
Temos Autonomia, temos os destinos da Madeira nas nossas mãos, não vivemos na terra do faz de conta.
É hilariante! Os fantasmas imaginários, os inimigos externos têm servido e continuam estar ao serviço do discurso da maioria.
Qual D. Quixote de La Mancha, este PSD arranja inimigos imaginários, porque os verdadeiros inimigos – os problemas – para esses não tem soluções. A fuga à realidade é a marca da cobardia política no seu pior. Já nem os dirigentes do PSD acreditam no seu governo – o pior Governo dos últimos 30 anos, como já dissemos.
Mas não são inimigos, nem são moinhos, Senhor Presidente do Governo ausente, são problemas, são problemas bem reais e estão a moer a paciência aos madeirenses
!

Desviar as Atenções

Por isso seguem uma estratégia de desviar as atenções – o Governo não resolve os problemas, mas preenche a agenda mediática com propostas vazias, com o objectivo claro de afastar da discussão séria e consequente os problemas dos madeirenses.
Uma hora é a criação do Presidente da Região, outra é o caminho para a independência, outra é a Singapura do Atlântico, outra é os ataques ao Representante da República, outra é a Revisão constitucional, outra é o Estado Federado, outra é o Arco Autonómico, outros são os ataques para o seu próprio partido, os de cá e os de lá, outra são avisos à navegação para dentro do seu Governo, outras são as falsas candidaturas à liderança do PSD nacional, que ninguém leva a sério a não ser o próprio, outras são os ataques ao Governo legítimo de Portugal, tudo tácticas constantemente executadas para desviar as atenções da inacção governativa e dos problemas da população.

Assombração de Governo

Em consequência de tudo isto, o actual Governo do PSD-M é hoje o pior governo dos últimos 30 anos, é o mais errático, descoordenado, sem visão estratégica, que vive à sombra do trabalho dos governos anteriores.

Não se pode sequer dizer que o actual governo é um governo sombra, mas antes mais uma assombração de governo, cujos resultados são o terror e a angústia do dia-a-dia dos cidadãos.

JARDIM ANDA EM FÉRIAS

Um Presidente do Governo ausente dos problemas e sem medidas para combatê-los, pois é bem patente que os assuntos que interessam à população passam-lhe ao lado por desconhecimento, por desinteresse, por fastio e por incompetência, por total irresponsabilidade política.

É Por isso que muito viaja, ora em férias, certamente merecidas, ora em visitas pouco explicadas, ora em reuniões na Europa, que aproveita para longas estadias que retardem ao máximo o seu regresso à Madeira. Está, de facto, ausente da Madeira, gosta de estar longe da Madeira e dos problemas dos Madeirenses.

Mas lá de quando em vez, faz um intervalo nas suas viagens e aparece por aqui, como faziam os senhorios da Madeira velha que iam vigiar os colonos e pedir contas ao feitor que ficou a tomar conta da Quinta, neste caso da Quinta Vigia.

A PROPAGANDA JÁ NÃO ABAFA OS PROBLEMAS

Caminham sem rumo, gerindo o dia-a-dia, fazendo propaganda e abafando os problemas. Só que, desenganem-se: os problemas não se resolvem com propaganda, e se a propaganda pode esconder os problemas durante algum tempo, não o pode fazer todo o tempo. É já notório que hoje os problemas já abafam a propaganda e estão à vista de todos. Só não o vê quem não o quer ver, e este governo está cego e surdo aos problemas dos cidadãos. Mudo é que não está, e todos os dias abre a boca para novas tiradas alienadas da realidade: ontem a Singapura do Atlântico; hoje, a nova potência que ameaça os grandes potentados deste mundo. Se o ridículo matasse, este governo já teria caído há muito no vale das sombras. Mas como não mata mas fere, este governo é um cadáver adiado que anda a atormentar o mundo dos vivos.

O GOVERNO NÃO GOVERNA


O Governo PSD não governa – passou um ano e este governo teima em não governar, barricou-se dentro da sua maioria e ignorou a Madeira, colocou-se nas trincheiras do imobilismo e da resignação.


Pediram mais tempo, os Madeirenses concederam-no. Passado um ano, eis-nos aqui chegados: o Governo PSD e a sua maioria irresponsável desbaratou o crédito de tempo que o eleitorado concedeu para brincar aos congressos, aos delfins que alinham e se desalinham, ao faz que se candidata mas ninguém o puxa para Lisboa, enfim, usou e abusou da maioria concedida e do tempo ganho para nada fazer.

IMPOSTOS DO GOVERNO DO PSD-M







BOMBEIROS.........


"Não permitirei que os bombeiros da Madeira sejam incomodados por energúmenos e, portanto, quem os perturbar é expulso".

Alberto João Jardim

EU NÃO VOU


JAIME RAMOS CONTRA CONCEIÇÃO ESTUDANTE

VÁ O DIABO ENTENDÊ-LOS!

LIBERALIZAÇÃO DO ESPAÇO AÉREO FOI QUALIFICADO PELA SECRETÁRIA DO TURISMO E TRANSPORTES COMO "UM MOMENTO HISTÓRICO".


O PSD-MADEIRA NA ASSEMBLEIA REGIONAL ESTÁ CONTRA A LIBERALIZAÇÃO DOS TRANSPORTES AÉREOS!


O GOVERNO DO PSD-MADEIRA É A FAVOR DA LIBERALIZAÇÃO DOS TRANSPORTES AÉREOS!

quinta-feira, 29 de maio de 2008

INFORMAÇÃO AOS DESTRAÍDOS..

QUEM ASSINOU NOS ACTUAIS MOLDES O ACORDO DE LIBERALIZAÇÃO DAS LINHAS AÉREAS FOI O GOVERNO REGIONAL DO PSD-MADEIRA E O ESTADO!

O DR. ALBERTO JOÃO JARDIM

PODE BAIXAR OS IMPOSTOS SOBRE OS COMBUSTIVEIS EM 30%. MAS NÃO O FAZ. E ANDA ESCONDIDO QUE NEM UM RATO!

Associação dos Consumidores na Madeira.

A FALSA ASSOCIAÇÃO DE DEFESA DOS COMSUMIDORES TEM COMO PRESIDENTE UMA DEPUTADA DO PSD QUE ESTÁ IMPEDIDA POR FORÇA DA LEI, PARA NÃO DIZER POLITICAMENTE, DE METER QUALQUER ACÇÃO CONTRA O ESTADO OU A REGIÃO.


ESTATUTO POLÍTICO DA RAM
Artigo 35.º
Impedimentos

3 - É vedado aos deputados da Assembleia Legislativa Regional:
a) Exercer o mandato judicial como autores nas acções cíveis contra o Estado e contra a Região;

JARDIM ANDA ESCONDIDO E NÃO VEM A PÚBLICO EXPLICAR A LIBERALIZAÇÃO DOS TRANSPORTES AÉREOS

E AS RAZÕES QUE O LEVAM A MANTER OS IMPOSTOS SOBRE OS COMBUSTÍVEIS TÃO ELEVADOS NA MADEIRA.



IMPOSTOS DO GOVERNO DO PSD-MADEIRA SOBRE OS COMBUSTÍVEIS


GOVERNO DO PSD-MADEIRA E O IMPOSTO SOBRE OS COMBUSTÍVEIS

Valor de referência do preço dos combustíveis no dia 24 de Maio de 2008

PAULO SILVA - JORNALISTA QUE TINHA SIDO DESPEDIDO PELO TRIBUNA

Tribunal da Relação considera ilícito despedimento de jornalista do 'Tribuna da Madeira'

A Direcção Regional da Madeira do Sindicato dos Jornalistas vem por este meio informar que o Tribunal da Relação de Lisboa, por decisão que transitou em julgado no início deste mês, declarou ilícito o despedimento do jornalista Paulo Fernandes Silva pelo semanário 'Tribuna da Madeira' em Maio de 2007, por nulidade do processo disciplinar que o antecedeu.Em consequência, o 'Tribuna da Madeira' foi condenado a pagar as retribuições vencidas até à decisão judicial, bem como ao pagamento do acréscimo de 50% sobre a retribuição base relativo ao regime de exclusividade previsto no contrato do jornalista. As custas judiciais ficam também a cargo da ré.Desta decisão do Tribunal da Relação de Lisboa não há recurso.

terça-feira, 27 de maio de 2008

A PROPÓSITO DE LIBERALIZAÇÕES

COMBUSTÍVEIS
O GOVERNO DO PSD-MADEIRA LIBERALIZOU OS COMBUSTÍVEIS NA MADEIRA;
O GOVERNO DO PS-AÇORES NÃO LIBERALIZOU OS COMBUSTÍVEIS NOS AÇORES.

TRANSPORTES AÉREOS

O GOVERNO DO PSD-MADEIRA LIBERALIZOU OS TRANSPORTES AÉREOS NA MADEIRA;
O GOVERNO DO PS-AÇORES NÃO LIBERALIZOU TRANSPORTES AÉREOS NOS AÇORES.

PSD-M APROVA VOTO CONTRA SECRETÁRIA CONCEIÇÃO ESTUDANTE

SE FOSSE NOUTRA ZONA DO PAÍS A COMUNICAÇÃO SOCIAL .... NÃO PERDOARIA A ESTE GOVERNO DO PSD-M...

PSD NO GOVERNO NÃO É O MESMO QUE NA ASSEMBLEIA REGIONAL

PSD-MADEIRA TIRA O TAPETE À SECRETÁRIA DOS TRANSPORTES E TURISMO.
O PSD NO GOVERNO TEM UMA POSIÇÃO, O PSD NO PARLAMENTO TEM UMA POSIÇÃO OPOSTA!

LIBERALIZAÇÃO AÉREA


PS PEDE DEMISSÃO DA SECRETÁRIA REGIONAL DOS TRANSPORTES

Carlos Pereira pede demissão da secretária regional do Turismo e Transportes

O voto, apresentado pelo PCP-M, condena o actual modelo de liberalização aérea na rota Madeira - continente que classifica de «selvagem» e «um dos mais gravosos ataques aos residentes» ao onerar o princípio da mobilidade dos madeirenses em cerca de 500 euros quando as viagens são requeridas com menos de 24 horas de antecedência.
Todos os partidos criticaram a liberalização em curso e acusaram o Estado de desresponsabilização para com os madeirenses, com os partidos da oposição a condenarem ainda o silêncio do governo regional.
O PS-M também condenou o modelo adoptado pelo governo da República, que é quem tutela o transporte aéreo, e pediu, pela voz do deputado Carlos Pereira, a demissão da secretária regional do Turismo e Transportes.

Governo do PSD-Madeira 'carrega' nos impostos sobre os Madeirenses

Em 2000 os impostos pesavam 56% nas receitas. em 2006 o peso dos impostos eram já de 65%
Data: 26-05-2008
A Assembleia Legislativa da Madeira aprovou há cerca de duas semanas a Conta da Região de 2006, um documento que reflecte a mudança silenciosa que vem ocorrendo nos últimos anos nas finanças públicas deste arquipélago. O que ressalta mais à vista é a importância crescente dos impostos no equilíbrio das contas regionais. A contas com uma redução das transferências de capital oriundas da União Europeia e do governo central, o executivo de Alberto João Jardim parece financiar cada vez mais o seu orçamento à custa dos impostos pagos pela população madeirense. Uma comparação entre a estrutura de receitas e despesas da última conta da responsabilidade do ex-secretário do Plano e Finanças, Paulo Fontes (ano 2000), e a do último ano já "fechado" por Ventura Garcês (2006) não deixa margens para dúvidas. Se há oito anos, os impostos representavam 56 por cento de todas as receitas do Governo Regional, no ano 2006 o mesmo indicador subia para os 65 por cento. A pressão foi colocada sobretudo nos impostos directos, que incidem sobre os rendimentos das pessoas e das empresas. Assim, naquele hiato, as receitas de IRS e de IRC passaram de 163 milhões de euros para 292 milhões de euros, o que significa um aumento de quase 80 por cento. Todas as rubricas de receitas correntes aumentaram no período 2000-2006: os impostos indirectos 36% (IVA, combustíveis e tabaco) e as transferências correntes (do Orçamento de Estado e da União Europeia) 1.163%. Tendência inversa tiveram quase todas as rubricas de receita de capital (para investimentos): transferências do Orçamento de Estado -37% e transferências da UE -25%. Aparentemente, o Governo Regional estará a equilibrar a perda de receita de capital com mais receitas correntes, ou seja, de impostos, multas, etc. Mais multas e coimasSobre este último aspecto, é curioso verificar que no ano 2000 as taxas sobre licenciamentos de empresas, coimas e penalidades por contra-ordenações ascendiam a 21 milhões de euros e no ano 2006 já ultrapassavam os 33 milhões de euros (mais 57%).É de assinalar, contudo, o peso relativamente reduzido que esta rubrica tem na totalidade das contas regionais.Em sede de discussão orçamental, a poupança nas despesas correntes tem sido nota constante do discurso do actual titular das Finanças. No entanto, a realidade contabilística é outra. Há oito anos, as despesas correntes do Governo Regional atingiam os 555 milhões de euros, já no ano de 2006 iam nos 794 milhões de euros (um aumento de 43%). Dentro deste capítulo, as despesas de pessoal têm uma importância significativa, registando-se aqui uma subida de 50% - passaram de 227 milhões de euros em 2000 para 341 milhões de euros em 2006. Constata-se, pois, que os gastos com os funcionários do Governo agravaram-se bem acima da média percentual da inflação.
Miguel Fernandes Luís

domingo, 25 de maio de 2008

PEDRO PASSOS COELHO QUER QUE O GOVERNO BAIXE O IMPOSTO SOBRE OS COMBUSTÍVEIS

BOM CONSELHO AO PRESIDENTE DO PSD-MADEIRA, AGORA É ESPERAR QUE ALBERTO JOÃO JARDIM E O GOVERNO DO PSD-M DIMINUAM A CARGA FISCAL SOBRE OS COMBUSTÍVEIS.

sábado, 24 de maio de 2008

A IGNORÂNCIA NÃO PAGA IMPOSTOS ...

INFORMAÇÃO
TODOS OS IMPOSTOS COBRADOS NA MADEIRA FICAM NOS COFRES DO GOVERNO DO PSD-MADEIRA!

TODOS OS IMPOSTOS SÃO APLICADOS PELO GOVERNO DO PSD-M!

O GOVERNO DO PSD-M PODE BAIXAR MUITOS DOS IMPOSTOS E DAS TAXAS, MAS COBARDEMENTE APLICA IMPOSTOS E TAXAS ALTAS E MANDA AS RESPONSABILIDADES PARA O GOVERNO DA REPÚBLICA!
HÁ CERTA COMUNICAÇÃO SOCIAL QUE DÁ PARA ESTE PEDITÓRIO!

A IGNORÂNCIA ....

NÃO PAGA IMPOSTOS ....

HÁ QUEM POR AI REMETA PARA LISBOA O ÓNUS DOS IMPOSTOS SOBRE OS COMBUSTÍVEIS, ESQUECENDO-SE QUE NA MADEIRA QUEM LANÇA IMPOSTOS SOBRE OS COMBUSTÍVEIS É O GOVERNO DO PSD-MADEIRA! JORNALISTAS INCLUSIVE!

quinta-feira, 22 de maio de 2008

IMPOSTOS À MODA DO PSD-MADEIRA

GOVERNO DO PSD-MADEIRA OBRIGA OS MADEIRENSES A PAGAR MAIS 65% DE IMPOSTO SOBRE O GASÓLEO DAS PESCAS, QUE O GOVERNO SOCIALISTA DOS AÇORES!

GASÓLEO À MODA DO PSD-M

GOVERNO DO PSD-MADEIRA OBRIGA OS MADEIRENSES A PAGAR MAIS 44 % DE IMPOSTO SOBRE O GASÓLEO, QUE O GOVERNO SOCIALISTA DOS AÇORES!

GASOLINA À MODA DO PSD-M

GOVERNO DO PSD-MADEIRA OBRIGA OS MADEIRENSES A PAGAR MAIS 14 % DE IMPOSTO SOBRE A GASOLINA, QUE O GOVERNO SOCIALISTA DOS AÇORES!

AÇORES-MADEIRA




SÓCRATES O FILÓSOFO

“Os grandes falam de idéias, os médios falam de acontecimentos, e os pequenos falam de pessoas”.

terça-feira, 20 de maio de 2008

MOÇÃO DE CENSURA AO GOVERNO PSD

DISCURO DO PS

Um ano depois das últimas eleições, esta Assembleia vota uma moção de censura ao Governo do PSD.
Uma moção de censura, quanto a nós, deve-se não só ao que o governo fez, e fê-lo mal, mas, acima de tudo, ao que o governo do PSD não fez.

A discussão desta moção de censura é, assim, uma ocasião propícia para fazer o debate do Estado da Região que o Chefe de Governo se recusa a fazer neste parlamento, cujas competências sistematicamente desconsidera, contribuindo, dessa forma, para a menorização e desprestígio deste casa, constantemente profanada pela conduta imprópria da maioria que o apoia.

O Governo PSD não governa – passou um ano e este governo teima em não governar, barricou-se dentro da sua maioria e ignorou a Madeira, colocou-se nas trincheiras do imobilismo e da resignação.
Pediram mais tempo, os Madeirenses concederam-no. Passado um ano, eis-nos aqui chegados: o Governo PSD e a sua maioria irresponsável desbaratou o crédito de tempo que o eleitorado concedeu para brincar aos congressos, aos delfins que alinham e se desalinham, ao faz que se candidata mas ninguém o puxa para Lisboa, enfim, usou e abusou da maioria concedida e do tempo ganho para nada fazer.

Este Governo do PSD não tem uma visão estratégica para a Madeira - não sabem o que querem nem por onde vão, e justamente porque não sabem por onde vão, acabam por ir para onde não deviam, e, o que é bem pior, estão a conduzir esta terra e este povo para uma aventura perigosa e irresponsável. Irresponsável e incompetente são os dois adjectivos que melhor caracterizam o novo governo saído das eleições antecipadas, tão velho e tão cansado como o anterior.

Caminham sem rumo, gerindo o dia-a-dia, fazendo propaganda e abafando os problemas. Só que, desenganem-se: os problemas não se resolvem com propaganda, e se a propaganda pode esconder os problemas durante algum tempo, não o pode fazer todo o tempo. É já notório que hoje os problemas já abafam a propaganda e estão à vista de todos. Só não o vê quem não o quer ver, e este governo está cego e surdo aos problemas dos cidadãos.

É por isso que há cada vez mais madeirenses que começam a dar um nome às coisas: o culpado da grave situação a que chegamos tem um nome e tem um rosto: chama-se Alberto João Jardim! Uma vez mais ausente do parlamento da terra que ele considera dos medíocres, confundindo ele a realidade medíocre do seu governo com o honroso povo madeirense, que ele um dia, com tiques xenófobos, considerou um povo superior.
Para mais, a liderança do PSD, no Governo e no Partido, desapareceu para parte incerta. Se no passado, mesmo discordando dela, poderia haver uma estratégia para a região, hoje aquilo a que se assiste é ao desnorte total.

Um Presidente do Governo ausente dos problemas e sem medidas para combatê-los, pois é bem patente que os assuntos que interessam à população passam-lhe ao lado por desconhecimento, por desinteresse, por fastio e por incompetência, por total irresponsabilidade política.

É Por isso que muito viaja, ora em férias, certamente merecidas, ora em visitas pouco explicadas, ora em reuniões na Europa, que aproveita para longas estadias que retardem ao máximo o seu regresso à Madeira. Está, de facto, ausente da Madeira, gosta de estar longe da Madeira e dos problemas dos Madeirenses.

Mas lá de quando em vez, faz um intervalo nas suas viagens e aparece por aqui, como faziam os senhorios da Madeira velha que iam vigiar os colonos e pedir contas ao feitor que ficou a tomar conta da Quinta, neste caso da Quinta Vigia.

Um Governo com um Presidente que já não tem pachorra para aturar a “mediocridade dos madeirenses”, disse-o próprio, voltámos a sublinhar a afronta - pergunta-se: por quanto mais tempo os madeirenses continuarão a ter pachorra para aturar a mediocridade deste Governo e do seu Presidente?

Em consequência de tudo isto, o actual Governo do PSD-M é hoje o pior governo dos últimos 30 anos, é o mais errático, descoordenado, sem visão estratégica, que vive à sombra do trabalho dos governos anteriores.

Não se pode sequer dizer que o actual governo é um governo sombra, mas antes mais uma assombração de governo, cujos resultados são o terror e a angústia do dia-a-dia dos cidadãos.

Por isso seguem uma estratégia de desviar as atenções – o Governo não resolve os problemas, mas preenche a agenda mediática com propostas vazias, com o objectivo claro de afastar da discussão séria e consequente os problemas dos madeirenses.

Uma hora é a criação do Presidente da Região, outra é o caminho para a independência, outra é a Singapura do Atlântico, outra é os ataques ao Representante da República, outra é a Revisão constitucional, outra é o Estado Federado, outra é o Arco Autonómico, outros são os ataques para o seu próprio partido, os de cá e os de lá, outra são avisos à navegação para dentro do seu Governo, outras são as falsas candidaturas à liderança do PSD nacional, que ninguém leva a sério a não ser o próprio, outras são os ataques ao Governo legítimo de Portugal, tudo tácticas constantemente executadas para desviar as atenções da inacção governativa e dos problemas da população.

Outro dado fica hoje e agora aqui claro – até ao presente, todos os problemas da Madeira têm oportunistamente sido atribuídos aos sucessivos governos do País, sobretudo ao governo socialista, que o PSD acusa de governar mal o país mas já se dispõe a apoiar na próxima legislatura, desde que defenda os interesses da Madeira, o que significa que acredita na palavra e na competência do actual Primeiro-Ministro;

Até agora, PSD fez passar a mensagem de que está no governo mas não tem culpa de nada! O PSD manda há trinta anos mas não é responsável pelos seus actos.
O PSD governa mas não assume o seu mau governo e os seus actos. Durante 30 anos, as responsabilidades da má governação do PSD foram atribuídas aos Governos da República, ora do PS, ora do PSD, ora do PSD-CDS-PP.
Hoje até a Europa é responsabilizada pela má governação do PSD.
Temos Autonomia, temos os destinos da Madeira nas nossas mãos, não vivemos na terra do faz de conta.
É hilariante! Os fantasmas imaginários, os inimigos externos têm servido e continuam estar ao serviço do discurso da maioria.
Qual D. Quixote de La Mancha, este PSD arranja inimigos imaginários, porque os verdadeiros inimigos – os problemas – para esses não tem soluções. A fuga à realidade é a marca da cobardia política no seu pior. Já nem os dirigentes do PSD acreditam no seu governo – o pior Governo dos últimos 30 anos, como já dissemos.
Mas não são inimigos, nem são moinhos, Senhor Presidente do Governo ausente, são problemas, são problemas bem reais e estão a moer a paciência aos madeirenses!

O PSD-M no Governo da Região há trinta anos faz de conta que o presidente do Governo Regional se chama José Sócrates. Não, o Presidente do Governo é o mesmo, há trinta anos e chama-se Alberto João Jardim e está ausente deste parlamento.
Sim, problemas há, o Governo não tem é soluções para os combater. É um governo em fuga, não governa, não resolve os problemas, faz propaganda, desvia as atenções, mas nada resolve.

Este governo é hoje o espelho da inacção, um governo que observa, mas não age, um governo que se deixou engolir pelos problemas, ficou contaminado e a gangrena vai-se espalhando pelo corpo. Já só se mantém vivo ligado à máquina, à espera de que alguém carregue o botão.

Perderam o orgulho na obra feita - porque já perceberam que a sua tão propagandeada obra, de ontem, não resolve os problemas de hoje, e não abre os caminhos para o futuro.
A dita obra não derrota os problemas, cai em cacos no chão perante os problemas do presente, e é impotente perante os problemas do futuro. Foram mais de 30 anos de Governo e onde está os rios de leite e mel prometidos aos madeirenses?

Esta semana, como já aludimos, voltou pela voz do Presidente do Governo o discurso da Singapura do Atlântico, agora sob a designação de potência económica - não para hoje, não para amanhã, mas imagine-se para o final do século. Daqui a 90 anos! Mas que grande desafio, mas que grande obra é esta que nascerá depois de todos nós todos, os nossos filhos e quem sabe se até os nossos netos termos partido para a terra dos justos. Quem poderá presenciar e vislumbrar tal Singapura que irá emergir como por encanto das profundezas do oceano Atlântico, qual Nova Atlântida dos novos tempos, saída da bruma e da mitologia do passado rumo a um futuro de utopia que só os iluminados vêm. Ou então os alienados. Em qual das duas categorias se situa o arauto dos novos tempos é o que se impõe saber.

Senhor Presidente da Assembleia
Senhor Presidente do Governo Regional
Senhoras e Senhores Deputados


Este é um Governo sem desculpas – têm uma maioria, têm ajudas do Estado e da União Europeia, têm recursos financeiros dos impostos dos madeirenses.

É preciso que se esclareça: cada cêntimo, cada euro, cada verba dos impostos dos madeirenses ficam na Madeira, nas mãos do Governo do PSD. Não sai um tostão daqui para os cofres do Estado. Os impostos dos Madeirenses ficam todos cá e ainda bem. O que não fica bem é que, perante uma população empobrecida e com baixo poder de compra, o PSD no governo e nas câmaras municipais, lance sobre os madeirenses impostos e mais impostos.

Lembrem-se disso, Madeirenses, para a próxima vez que der o seu voto. Em democracia, é através do voto que escolhe o modo de vida que quer levar. E este governo do PSD-Madeira leva-lhe coiro e cabelo!
É por este governo PSD lançar tantos pesados impostos sobre os Madeirenses que a classe média está cada vez mais empobrecida.

Cabe aqui perguntar: os nossos impostos ficam todos cá, pagamos mais impostos que os açorianos, há transferências do Orçamento de Estado para a Região, há fundos para a Região, e os madeirenses estão cada vez mais pobres. A única coisa que vemos é o líder do PSD falar com desprezo dos pés-descalços, dos patas-rapadas, dos pobres, dos sem fortuna.
O PSD odeia a sua obra, por isso vocifera contra os descamisados, que são uma acusação e uma denúncia da sua má governação. -Por isso o PSD os despreza tanto!

Como se isto já não bastasse, a desorientação é tanta que o presidente do Governo já desautorizou por duas vezes o Secretário dos assuntos Sociais – na questão da IVG e na questão dos Enfermeiros, já mandou recados para dentro do Governo em relação ao mau andamento das obras, e agora parece que se prepara para desautorizar a Secretária do Turismo nas questões da Liberalização dos transportes Aéreos.
Este governo governa à bolina, mas não há vento que ajude quando não se sabe para onde é que se vai.

É por isso que dizemos: Problemas existem, Governo que os combata é que não!

Em 1978 quando este presidente do PSD tomou posse tínhamos 7% de desempregados – hoje em 2008 temos 7% de desempregados;

Em 1978 a pobreza era muita, éramos uma terra pobre; - E hoje, em 2008, tantas transferências do Estado e fundos europeus depois? A pobreza é não só avassaladora, como ficou aqui hoje provado, como tem consequências a nível social.

Em 1978 tínhamos muita emigração - hoje em 2008 uma sangria atinge os nossos jovens, que continuam a ser expulsos da Madeira pelo desemprego e pela pobreza para as terras de emigração. Os rostos jovens da emigração confrontaram o presidente do Governo, na recente visita ao Reino Unido, com a emigração da Madeira Nova. Se, como diz o PSD-M, a Madeira é uma terra de progresso, desenvolvimento e o rosto do sucesso, porque razão há tanta emigração?

Em 1978 tínhamos os senhorios da Madeira Velha – hoje temos os senhorios da Madeira nova, que, como da outra Madeira, portam-se como verdadeiros senhorios feudais perante os servos da gleba.

Em 1978 tínhamos problemas económicos – em 2008 os problemas económicos estão aí à vista desarmada.

Em 1978 não tínhamos toxicodependência - 30 anos depois, ela aí está;

Em 1978 não tínhamos dívida pública – hoje, em 2008, há uma pesada herança que as gerações actuais e futuras terão de pagar.

30 anos depois, milhões e milhões dos nossos impostos, milhões e milhões do orçamento de estado, milhões e milhões da União Europeia e é esta a Madeira que nos lega o PSD.

Sem falar na autêntica traição à Madeira e ao seu futuro que foi a saída do objectivo Um, como mero acto de propaganda eleitoral em 2004.
Uma vez mais, a propaganda substituiu a realidade, ontem estávamos ricos por decreto, hoje a realidade mostra-nos uma Madeira em grandes dificuldades.

A toxicodependência, os calotes do Governo às empresas, a falência das empresas, os transportes marítimos mais caros; a insegurança resultante dos problemas sociais, o baixo poder de compra, o custo de vida mais caro, o maior fosso do país entre os que mais têm e os que menos têm, etc. etc.

Estes são os problemas da Madeira real, não o cartaz de propaganda que o Governo do PSD dá a ver aos que nos visitam.

É por tudo isto que os madeirenses têm medo do Futuro – hoje o sentimento que impera é o sentimento da angústia e da tristeza. Infelizmente os Madeirenses um ano depois vivem pior.
E todavia há que não perder a esperança. O povo da Madeira é um grande povo, um povo lutador e trabalhador, “que da rocha dura lavrou a terra para lançar do pão a semente”. Apesar do Governo, e da sua falta de visão e solução para os nossos problemas, os Madeirenses, uma vez livres da propaganda e com uma liberdade de expressão plena, saberão decidir o seu futuro, um Futuro de esperança e desenvolvimento.
Tenho dito.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

EM CAUSA O JORNAL DA MADEIRA

1ª Comissão do Parlamento reúne amanhã, terça-feira, pelas 14h00para dar Parecer sobre um novo Projecto de Propostas de Lei intitulado "Pluralismo e de não concentração nos meios de Comunicação Social".

A consequência desta Lei é clara o Governo do PSD-M não pode ser DONO do Jornal da Madeira!

PS AGUARDA AGENDAMENTO DE DEBATE SOBRE O JORNAL DA MADEIRA


Excelentíssimo Senhor
Presidente da Assembleia Legislativa Regional da Madeira

O Grupo Parlamentar do Partido Socialista Madeira vem por este meio requerer a V. Exa., nos termos do disposto nos artigos 12º, nº1, alínea d) e artigo 208º do Regimento desta Assembleia, o agendamento de um debate parlamentar de questões de interesse público actual e urgente sobre o Jornal da Madeira, nomeadamente as responsabilidades do Governo Regional, com os seguintes fundamentos:

LIBERDADE E A INDEPENDÊNCIA DOS ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PERANTE O PODER POLÍTICO E O PODER ECONÓMICO

A comunicação social num Estado de Direito Democrático tem um papel primordial, insubstituível na formação de cidadãos de pleno direito, livres, atentos e interventores na vida política.
Não há democracia sem uma imprensa livre, por isso mesmo o legislador em sede da criação do “edifício jurídico-constitucional” coloca imprensa como uma pedra basilar do nossa Constituição e regras e princípios que são suporte desta actividade, garantindo a separação de poderes, nomeadamente no seu relacionamento com o poder político.

A Constituição consagra no Capítulo I (Direitos, liberdades e garantias pessoais) do Título II (Direitos, liberdades e garantias), no qual salientamos:

“O Estado assegura a liberdade e a independência dos órgãos de comunicação social perante o poder político e o poder económico, impondo o princípio da especificidade das empresas titulares de órgãos de informação geral, tratando-as e apoiando-as de forma não discriminatória e impedindo a sua concentração, designadamente através de participações múltiplas ou cruzadas”;

“A estrutura e o funcionamento dos meios de comunicação social do sector público devem salvaguardar a sua independência perante o Governo, a Administração e os demais poderes públicos, bem como assegurar a possibilidade de expressão e confronto das diversas correntes de opinião”;
O legislador procurou, no texto Constitucional, criar mecanismos para que a comunicação social não fosse capturada da sua nobre função e se transformasse em máquina de propaganda de quaisquer forças políticas e económicas, através de vários artigos da constituição, nomeadamente:
· Artigo 38º: (Liberdade de imprensa e meios de comunicação social) Nº. 1. e 2. (intervenção na orientação editorial (…) salvo quando tiverem natureza doutrinária ou confessional) e número 4. (liberdade e independência da comunicação social perante o poder político); Artigo 39º (Regulação da Comunicação Social); Artigo 60º (Direitos dos consumidores), número 1. (Os consumidores têm direito à qualidade dos bens e serviços consumidos, à formação e à informação…); Artigo 81º, alínea f) ([compete ao Estado] Assegurar o funcionamento eficiente dos mercados, de modo a garantir a equilibrada concorrência entre as empresas, a contrariar as formas de organização monopolistas e a reprimir os abusos de posição dominante e outras práticas lesivas do interesse geral);
Face à Constituição a actual situação do Jornal da Madeira coloca-se nos limites da constitucionalidade ou para além dela.

FINANCIAMENTO DO JORNAL DA MADEIRA

O legislador procurou criar mecanismos de financiamento à comunicação social, com especial preocupação, para garantir e assegurar o seu estatuto de isenção e independência face aos poderes públicos em especial aos Governos.
Nesta matéria o legislador ao nível da Administração Central criou a DL n.º 7/2005, de 6 de Janeiro, estabelecendo o sistema de incentivos do Estado à comunicação social, com duração limitada, tendo em vista assegurar e reforçar as condições adequadas ao exercício da liberdade de expressão e informação.

O Governo Regional da Madeira, através da Portaria n.º 233/94, de 21 de Outubro, que aprovou o sistema de apoios aos órgãos de comunicação social na RAM, subdivididos nas seguintes modalidades:

Subsídios específicos, a conceder a empresas e projectos que, pelo papel que desempenham na sua divulgação de informação na Região, se entenda importante viabilizar ou apoiar.

Apoio à modernização e reconversão tecnológica, a conceder às empresas que efectuem investimentos na aquisição de equipamentos na área das novas tecnologias, equipamentos gráficos e telecomunicações, desde que o estudo económico comprove a sua viabilidade;

Apoio à formação e cooperação, a conceder às empresas que apresentem projectos que visem a valorização profissional dos seus quadros ou a cooperação com outras entidades nacionais ou estrangeiras no quadro de objectivos de informação pluralista e com qualidade;

Os apoios ao Jornal da Madeira, por parte do Governo Regional da Madeira, não se baseiam unicamente no previsto na Portaria n.º 233/94, de 21 de Outubro; outrossim, é concretizado por via de suprimentos.

“Suprimentos em benefício de sociedades comerciais ligadas ao sector da comunicação social nas quais detenha uma participação, com o objectivo de as dotar dos meios financeiros adequados à satisfação dos compromissos assumidos no âmbito da respectiva actividade, dando cobertura a eventuais dificuldades financeiras.” In Relatório nº 20/2006 – FS/SRMTC.

“O art.º 243.º do CSC fornece a definição jurídica de contrato de suprimento, qualificando como tal “o contrato pelo qual o sócio empresta à sociedade dinheiro ou outra coisa fungível, ficando aquela obrigada a restituir outro tanto do mesmo género e qualidade, ou pelo qual o sócio convenciona com a sociedade o diferimento do vencimento de créditos seus sobre ela, desde que, em qualquer dos casos, o crédito fique tendo o carácter de permanência”, constituindo índices deste “carácter de permanência a estipulação de um prazo de reembolso superior a um ano” e “ a não utilização da faculdade de exigir o reembolso devido pela sociedade durante um ano”. In Relatório nº 20/2006 – FS/SRMTC.

Constituindo uma forma de financiamento interno, os suprimentos consubstanciam, assim, empréstimos efectuados pelos sócios às sociedades comerciais que integram, visando normalmente dar resposta a situações de subcapitalização e/ou de enfraquecimento do activo por motivos gestionários ou de mercado, que dificultam ou mesmo desaconselham o recurso ao financiamento externo, em particular através do recurso à banca, assegurando a sua operacionalidade em face de tais circunstancialismos, constituindo um instrumento alternativo à realização de novas entradas de capital. In Relatório nº 20/2006 – FS/SRMTC.

O Jornal da Madeira, nos actuais moldes, tem dependido financeiramente do Governo Regional, e não tem tido, até à data, viabilidade económica.


CONCORRÊNCIA

A Constituição garante a livre concorrência através do artigo 81º, alínea f) ([compete ao Estado] Assegurar o funcionamento eficiente dos mercados, de modo a garantir a equilibrada concorrência entre as empresas, a contrariar as formas de organização monopolistas e a reprimir os abusos de posição dominante e outras práticas lesivas do interesse geral).
A Lei nº 18/2003 de 11 de Junho, que aprova o regime jurídico da concorrência, refere que “Os auxílios a empresas concedidos por um Estado ou qualquer outro ente público não devem restringir ou afectar de forma significativa a concorrência no todo ou em parte do mercado; a pedido de qualquer interessado, a Autoridade pode analisar qualquer auxílio ou projecto de auxílio e formular ao Governo as recomendações que entenda necessárias para eliminar os efeitos negativos desse auxílio sobre a concorrência; Para efeitos do disposto no presente artigo, não se consideram auxílios as indemnizações compensatórias, qualquer que seja a forma que revistam, concedidas pelo Estado como contrapartida da prestação de um serviço público”.
As alterações recentes no Jornal da Madeira que passou a ser um título “gratuito”, exacerbou ainda mais as graves distorções no mercado, infringindo claramente as leis da concorrência e prejudicando o funcionamento do mercado.


CASO INÉDITO

Tratando-se de um caso inédito no país, em que um Governo, neste caso regional, é detentor de um jornal, pago com o dinheiro dos contribuintes madeirenses para fazer propaganda pelo mesmo Governo e pelo partido que o suporta, o PSD-M.
Do ponto de vista da independência e isenção:

· É claro e assumido, diariamente pela forma como o Jornal da Madeira, trata as “notícias”, bem como é assumido, pragmaticamente, pelo próprio Governo Regional, pelo seu Presidente, e pelos órgãos do próprio jornal, que este é uma central de propaganda do Governo PSD na Madeira.
· Os próprios Jornalistas, colaboradores, articulistas conhecem a sua orientação e assumem o papel pró PSD-Madeira do Jornal da Madeira.
· O Estatuto editorial do Jornal da Madeira, desde há muito está claramente, na prática, caducado quanto aos seus efeitos e as práticas diárias do JM, todos os dias, confirmam esse facto.
· A própria diocese, em notícias recentes, dá conta da intenção de criar um título próprio, o que, por si só, demonstra a adulteração do estatuto editorial e a necessidade que a Igreja tem de se afastar dos caminhos seguidos pelo Jornal da Madeira.
· Fica claro para todos que o Jornal da Madeira, como não segue os princípios do serviço público, não é um serviço público e como tal não é comparável aos órgãos de informação do Estado que estão obrigados ao serviço público.
· Contudo, coloca-se num situação de ambiguidade jurídica, pois que o seu financiamento por fundos públicos o obriga eticamente e no plano de uma especifica hermenêutica jurídica a obrigações de equidade perante os agentes sociais e políticos - o que a sua prática jornalística contraria de forma radical.

Face ao exposto o Grupo Parlamentar do Partido Socialista Madeira vem por este meio requerer a V. Exa., nos termos do disposto nos artigos 12º, nº1, alínea d) e artigo 208º do Regimento desta Assembleia, o agendamento de um debate parlamentar sobre o Jornal da Madeira, com a presença do Secretário Regional, com responsabilidade na área da Comunicação Social.

Presidente do Grupo Parlamentar do PS-M

Victor Sérgio Spínola de Freitas

QUEM VOTA PSD PAGA CARO OS COMBUSTÍVEIS!

COMPARAÇÃO DOS PREÇOS DOS COMBUSTIVEIS: MADEIRA - AÇORES!

domingo, 18 de maio de 2008

NELO VINGADA NO MARITIMO?


E SE ELE PARTICIPAR NOS TEMPOS DE ANTENA DO PS VAI SER DESPEDIDO????
RECORDAM-SE DAS CONFUSÕES DE 2001???

SISTEMA REGIONAL DE GESTÃO TERRITORIAL

Traduzindo por miúdos esta proposta do PSD dá plenos poderes para o seu Governo, com uma simples deliberação, passar por cima dos PDM`s e do POTRAM e legalizar construções que hoje seriam ilegais a luz da leia.
É aplicar a conhecida máxima do PSD-M: AOS AMIGOS TUDO, AOS INIMIGOS NADA, AOS OUTROS FAÇA-SE CUMPRIR A LEI!

sábado, 17 de maio de 2008

QUEM VOTA NO PSD-M GOSTA DE PAGAR CARO!


ESTES SÃO ALGUNS EXEMPLOS DOS IMPOSTOS QUE O GOVERNO PSD-M LANÇA SOBRE OS MADEIRENSES.

JARDIM E O PSD-M CASTIGAM OS MADEIRENSES



Gasóleo rodoviário (€/litro)

44,1% MAIS CARO NA MADEIRA QUE NOS AÇORES

JARDIM E O PSD-M CASTIGAM OS MADEIRENSES


Gasolina S/ Ch 95 (€/litro)

12,5% MAIS CARO NA MADEIRA QUE NOS AÇORES

O GOVERNO NÃO GOVERNA IV

ÀS SEGUNDAS, QUARTAS E SEXTAS QUEREM AS PAZES COM O GOVERNO DA REPÚBLICA..... ÀS TERÇAS QUINTAS E SÁBADOS FAZEM GUERRA AO GOVERNO PS, AO DOMINGO NÃO DESCANSAM E RESPONSABILIZAM OUTROS PELOS SEUS ERROS GOVERNATIVOS!

O GOVERNO NÃO GOVERNA III

O GOVERNO JÁ DEVE MAIS DE 300 MILHÕES DE EUROS AOS FORNECEDORES!
HOJE O GOVERNO REGIONAL É O PRINCIPAL RESPONSÁVEL POR MUITAS EMPRESAS ESTAREM A BEIRA DA FALÊNCIA!

O GOVERNO NÃO GOVERNA II

DEPOIS DE ENTRE 2000 E 2004 TEREM APLICADO OS NOSSOS IMPOSTOS EM OBRAS SEM RETORNO (SOCIEDADES DE DESENVOLVIMENTO) É CHEGADA A HORA DE PAGAR AS OBRAS!
  • MAS NOS MEIOS DO GOVERNO A VERSÃO QUE CIRCULA É QUE QUEREM RENEGOCIAR AS DÍVIDAS DAS SOCIEDADES DE DESENVOLVIMENTO PARA PAGAR SÓ A PARTIR DE 2016!

O GOVERNO NÃO GOVERNA I

OS NOSSOS GOVERNANTES CONTINUAM NA SAGA DA PROPAGANDA E DO IMOBILISMO!
UM ANO DEPOIS ESTAMOS PIORES, BEM PIORES QUE HÁ UM ANO ATRÁS.
OS PROBLEMAS É QUE NÃO ESPERAM, CONTINUAM A AVOLUMAR-SE.
OS MADEIRENSES HOJE TÊM MEDO DO FUTURO!

sexta-feira, 16 de maio de 2008

RESPOSTA AO SECRETÁRIO REGIONAL DOS ASSUNTOS SOCIAIS, JARDIM RAMOS

" O constantemente desautorizado Secretário, incapaz de assumir as funções para as quais foi mandatado".


Realizou-se, ontem, a Jornada Diocesana da Família promovida pela Diocese do Funchal que contou com a presença do Senhor Secretário Regional dos Assuntos Sociais que teceu duras críticas ao Governo do PS. Face a estas declarações o Grupo Parlamentar do PS-M vem esclarecer o seguinte:
1. São de uma infelicidade evidente as declarações de Jardim Ramos, aliás como tem sido habitual por parte deste Secretário Regional, que não governa, faz propaganda, na linha do Governo de que faz parte;
2. O constantemente desautorizado Secretário, quer na questão da interrupção voluntária da gravidez, quer em relação aos enfermeiros, tem demonstrado a sua incapacidade em assumir as funções para as quais foi mandatado;
3. Utilizando, mais uma vez, uma iniciativa daquela natureza, para – numa confusão entre os planos da ordem Divina e do domínio de César, e desacato à Entidade que a promoveu, e que nos merece o maior respeito e consideração por aquilo que representa e pelo que tem feito pela nossa Região, incluindo a saúde e assistência social - desferir os habituais, sistemáticos e infundados ataques de natureza político-partidária, ainda que a coberto da natureza institucional, que, aliás, não respeitou, ao Governo do PS na República. Atitude indecorosa, para mais quando, um ano depois do referido senhor tomar posse, ele próprio representa a imagem do ziguezague político, sem ideias e sem propostas, ficando patente na opinião pública que este secretário é empurrado pelos acontecimentos, cujos efeitos não controla, porque não tem projecto, e, em vez de governar, deixa-se, na prática, manietar pelos lóbis que se instalaram no interior do SRS, Sistema Regional de Saúde, os quais mais não pretendem senão beneficiar do orçamento da saúde, sem que se veja a correspondente qualidade na prestação de serviços aos utentes;
4. O Senhor Secretário desperdiçou um ano de Governo sem que se vislumbrem soluções e medidas para ajudar as famílias e combater a pobreza e a exclusão social. A única medida tomada foi demitir o Director Regional que colocou a nu o problema da pobreza na Madeira;
5. Para calar a ignorância ou a má-fé do Senhor Secretário, seguem apenas algumas das medidas e os números elucidativos do que tem sido a política do Governo do PS na República de apoio às famílias:
· 50.000 Grávidas já estão a receber o novo abono pré-natal;
· 120.00 Crianças já beneficiam da majoração do abono de família, com duplicação e triplicação para o segundo e terceiro filhos;
· Foi duplicada a dedução fiscal em IRS para famílias com filhos até 3 anos;
· As famílias monoparentais beneficiam agora de um apoio reforçado de 20% sobre o abono de família;
· O Serviço Nacional de Saúde passou a apoiar a procriação medicamente assistida;
· O programa PARES já permitiu aprovar 14.577 novos lugares em creches;
· 15.631 novos lugares e equipamentos para idosos e 1.153 para pessoas com deficiências.

Que isto lhe sirva senão de inspiração pelo menos de lição para reflectir antes de, em próxima oportunidade, se aproveitar destemperadamente de iniciativas alheias para fazer propaganda político-partidária, em desrespeito por quem o convidou e para com o cargo que exerce. Haja respeito pela dignidade e pelo prestígio das Instituições.

A Direcção do Grupo Parlamentar do PS-M

Victor Sérgio Spínola Freitas

DADOS DO RENDIMENTO SOCIAL DE INSERÇÃO POR CANCELHO NA RAM


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PAGO PELO GOVERNO DO PS

PENSIONISTAS POR CONCELHO DA RAM


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GOVERNO DO PSD SEM MEDIDAS DE APOIO SOCIAL


GOVERNAM COM AS MEDIDAS DO GOVERNO DA REPÚBLICA.


NA MADEIRA É O GOVERNO DO PS QUE PAGA TODAS AS MEDIDAS DE APOIO SOCIAL!





SECRETÁRIO DOS ASSUNTOS SOCIAIS ... SACODE RESPONSABILIDADES...

POLÍTICA DE APOIO À FAMILIA GOVERNO PS NA REPÚBLICA


GOVERNO PSD-M, QUE MEDIDAS TOMOU???


ZERO MEDIDAS!

quinta-feira, 15 de maio de 2008

segunda-feira, 12 de maio de 2008

VAMOS ASSUMIR AS NOSSAS RESPONSABILIDADES!

O Governo PSD-M tem responsabilizado o Primeiro-Ministro por tudo o que se passa no sector da educação, mas logo que pode vai à boleia das medidas do Governo da República, quando a RAM tem Autonomia política.

  1. Vamos ver se o PSD-M aceita a proposta do PS para a contagem do tempo de serviço dos professores;
  2. Não podem criticar o Primeiro-Ministro e depois seguir as mesmas políticas aqui na Madeira, quando a isso não estão obrigados;
  3. O PSD-M ficou entre a espada e a parede - só têm uma solução: aprovem esta proposta como fez o Governo do PS Açores.

PS propõe a Contagem efectiva do tempo Docente

Apresentado à imprensa pelo Deputado do PS André Escórcio
Os educadores e professores da Região, de todos os graus de ensino, viram suspensa a contagem do tempo de serviço para efeitos de progressão na carreira e, obviamente, de vencimentos, entre 30 de Agosto de 2005 e 31 de Dezembro de 2007. Esta suspensão, como é evidente, revelou-se de uma grande injustiça, não só pelo facto de atentar contra um direito à luz do Estatuto da Carreira Docente em vigor na altura, mas também por uma certa perversidade face às novas regras de progressão.
Neste pressuposto, em função da relevância social, entendemos que os educadores e professores, enquanto corpo especial da Administração Pública, não devem ser penalizados, através da não contagem do tempo de serviço efectivamente prestado, apenas para efeitos de progressão na carreira docente regional.
Neste sentido entregámos, hoje, na mesa da Assembleia Legislativa da Madeira, uma proposta de alteração ao Artigo 4º do Estatuto da Carreira Docente, no quadro do Regime Especial de Reposicionamento Salarial.
No essencial, defendemos que os docentes dos estabelecimentos de educação, ensino básico e secundário, que à data em vigor do presente diploma se encontrem a prestar serviço no sistema educativo regional, o tempo de serviço prestado neste sistema, durante o período de congelamento ocorrido de 30 de Agosto de 2005 e 31 de Dezembro de 2007 conte, na actual carreira, apenas para efeitos de progressão, de acordo com os módulos de tempo previstos e nos seguintes termos:
a. 50% daquele período de congelamento a partir da data de entrada em vigor do presente diploma;
b. Os restantes 50% a partir de 01 de Setembro de 2009.
Os docentes abrangidos deverão apresentar, como é óbvio, o documento de reflexão crítica a que estavam obrigados nos termos do Artigo 7º do Decreto Regulamentar nº 11/98, de 15 de Maio, do Governo da República, tendo, para efeitos de progressão, de obter a menção qualitativa mínima de Satisfaz.
A partir do início do 1º ano escolar completo que ocorra após a retoma da contagem de tempo de serviço para efeitos de progressão na carreira, todas as progressões na nova carreira ficarão condicionadas ao novo regime de avaliação do desempenho constante do Estatuto aprovado, sem prejuízo de serem consideradas as classificações atribuídas nos anos anteriores, desde que necessárias para completar os módulos de tempo de serviço respectivos.
Acrescentamos que esta alteração já tinha sido por nós apresentada aquando do debate em sede de especialidade do ECD regional e que foi chumbada pela maioria PSD na Assembleia.
Entretanto, na Região Autónoma dos Açores, onde se coloca exactamente o mesmo quadro, o Governo Regional, assumiu esta contagem pelo que os educadores e professores serão reposicionados na nova tabela, de acordo com todo o serviço docente efectivamente prestado até ao momento.

ver proposta na integra em: http://www.psmparlamento.org/

Funchal, 07 de Maio de 2008

sábado, 10 de maio de 2008

Miguel Albuquerque e seis autarcas "conseguem" suspender julgamento

Julgamento no Tribunal de Contas, por alegadas infracções financeiras, foi suspenso porque faltaram duas testemunhas, uma delas deputada pelo PSD-M na Assembleia Legislativa da Madeira que invocou o estatuto de imunidade parlamentar.


Miguel Albuquerque, presidente da Câmara Municipal do Funchal, foi um dos sete autarcas madeirenses que começaram a ser julgados no passado dia seis de Maio pelo Tribunal de Contas (TC), por alegadas irregularidades financeiras, no âmbito da gestão da Associação de Municípios da Madeira (AMRAM), que ascendem aos dois milhões de euros.
Mas dois dias depois de ter começado o julgamento foi suspenso devido à falta de duas testemunhas, uma com assento na Assembleia Legislativa Regional da Madeira (ALR), que invocou o estatuto de imunidade parlamentar, adiando, assim, os trabalhos para o dia 19 de Junho. Face a este novo desenvolvimento, o Tribunal de Contas decidiu suspender o julgamento ontem e solicitar à ALR o levantamento da imunidade parlamentar do deputado do PSD-Madeira, porque quer ouvir o que Élvio Encarnação tem a dizer acerca da matéria.
As alegadas irregularidades na AMRAM remontam a 2002 - ano em que presidiram a associação Miguel Albuquerque, autarca do Funchal, Ismael Fernandes, Ribeira Brava, e Savino Correia, Santa Cruz - e foram, detectadas numa auditoria externa feita pelo TC àquele organismo público, que integra os 11 municípios da Região.
O alegado uso de verbas da AMRAM para despesas pessoais, jantares pagos sem justificação, aquisição de bens e serviços por ajuste directo e sem consulta prévia, despesas assumidas aos níveis de serviços de consultoria de marketing que rondaram os 15 mil euros, de consultoria na área jurídica de quase 24 mil euros, e de publicidade e patrocínios a clubes desportivos de cerca de meio milhão de euros, foram algumas das infracções apontadas pelo TC.
Os autarcas visados - Albuquerque, Ismael Fernandes, Savino Correia, Roberto Silva, Gabriel Farinha, Manuel Baeta e Duarte Mendes - reconhecem que as "irregularidades administrativas" tiveram lugar, mas responsabilizam o administrador-delegado, João Martins, pelas ditas infracções financeiras (sancionatórias e reintegratórias).

AGRADECIMENTOS AO SEMANÁRIO TRIBUNA


TEM PIADA........


PARA RECORDAR ....


NOTA DO DIA ....



TODOS OS IMPÓSTOS GERADOS NA MADEIRA FICAM NOS COFRES DO GOVERNO REGIONAL .....
O ESTADO E A UNIÃO EUROPEIA TRANSFEREM TODOS ANOS MILHARES E MILHARES DE EUROS....


O GOVERNO DA REPÚBLICA PAGA AINDA:

a. Segurança Social
b. Rendimento Mínimo de Inserção
c. Imprensa - Transporte das revistas e jornais, RTP-M, RDP-M, LUSA.
d. Universidade da Madeira
e. Convergência tarifária de electricidade
f. Comparticipação nacional nos apoios ao sector agrícola
g. Tribunais

h. Cadeias
i. Polícias
j. Marinha
k. Exército
l. Força Aérea
m. Protecção da ZEE
n. Apoio às viagens de residentes
o. Verbas transferidas no âmbito do PIDDAC
p. Reinserção Social
q. Apoios à actividade económica (ex. PIT)
r. Acesso gratuito a canais generalistas através da Cabo TV
s. Custo de transporte de resíduos (ainda em análise)
t. Auxílios do Estado
u. Várias medidas e programas do Governo da República que se aplicam à
RAM, etc.


A REGIÃO GERA POUCOS IMPOSTOS OU O DINHEIRO NÃO É BEM APLICADO?

DÁ QUE PENSAR....

Se, como diz o PSD-M, a Madeira é uma terra de progresso, desenvolvimento e o rosto do sucesso porque razão temos tanta emigração?

DÁ QUE PENSAR....

"Portugal é o único pais do ocidente em que, depois do colapso soviéntico, sobrevive e prospera um partido comunista"

Vasco Pulido Valente

GRUPO PARLAMENTAR DO PSD-M

.. SOLICITA A VENTURA GARCÊS QUE TOME MEDIDAS SOBRE O PREÇO DOS COMBUSTÍVEIS E SOBRE A VENDA DE AUTOMÓVEIS.
QUANTAS VEZES A OPOSIÇÃO E O PS ALERTARAM PARA O FACTO DE PAGARMOS OS COMBUSTÍVEIS MAIS CAROS, APESAR DO IMPOSTO(ISP) SER MAIS BAIXO NA MADEIRA QUE NO CONTINENTE?
QUANTAS VEZES A OPOSIÇÃO INCITOU O GOVERNO DO PSD-M A FISCALIZAR OS PREÇOS DOS AUTOMÓVEIS POR ESTES SEREM MAIS CAROS, APESAR DE TERMOS O IVA MAIS BARATO?

O PSD ACORDOU TARDE PARA ESTA SITUAÇÃO!
30 ANOS EM QUE OS EMPRESÁRIOS LUCRARAM À CUSTA DOS CIDADÃOS COM A CONIVÊNCIA DO PSD E DO SEU GOVERNO. O ESTADO CONSAGROU IMPOSTOS MAIS BAIXOS PARA OS MADEIRENSES E NÓS NUNCA VIMOS ESSA MEDIDA REPERCUTIDA NOS BENS ESSENCIAIS. QUEM FICOU COM O DIFERENCIAL DO IMPOSTO FORAM OS EMPRESÁRIOS - O CONSUMIDOR FOI ROUBADO DURANTE 30 ANOS SEM QUE O MÍSERO GOVERNO DO PSD TOMASSE MEDIDAS.

Ei-los que partem

Ei-los que partem
novos e velhos
buscando a sorte
noutras paragens noutras aragens
entre outros povos
ei-los que partem
velhos e novos
Ei-los que partem de olhos molhados

coração triste e a saca às costas
esperança em riste sonhos dourados
ei-los que partemde olhos molhados
Virão um dia ricos ou não

contando histórias de lá de longe
onde o suor se fez em pão
virão um dia ou não

Manuel Freire

"ESCAPE SOCIAL"

JARDIM PASSEIA .. JUNTO DAQUELES QUE EXPULSOU!
Desde 2004, quando terminaram as grandes obras lançadas à volta da ilha, milhares de madeirenses tiveram que deixar a Região. A falta de uma economia sustentável, a teimosia de manter um modelo de desenvolvimento baseado na obra pública, o facto de entre 200 a 2004 terem estoirado todos os foguetes (empréstimos para as sociedades de desenvolvimento, negócio da vialitoral e viaexpresso etc..) levou à sangria de muitos jovens da região em virtude de não existirem postos de trabalho.
Na nova emigração não haverá alguém que lhe pergunte pelas razões de tanta emigração ... e de fuga de uma terra que o PSD-M chama de "sucesso"????

quinta-feira, 8 de maio de 2008

SÓCRATES RESPONDE À MOÇÃO DE CENSURA DO PCP

As propostas do Governo: combater a precariedade, dinamizar a negociação colectiva, favorecer a adaptabilidade.

O diálogo social tem por base as propostas de Governo. Que têm três objectivos fundamentais: combater a precariedade, que penaliza sobretudo os jovens; dinamizar a negociação colectiva; favorecer a adaptabilidade. O Partido Comunista critica com grande azedume estas propostas. Pois eu entendo que, ao fazê-lo, está a desprezar os interesses dos trabalhadores! Essa é também a verdade crua deste debate: o PCP sacrifica à sua táctica política os interesses da larga maioria dos trabalhadores.
Vejamos ponto por ponto.

Primeiro: o combate à precariedade. Criamos uma nova presunção de contrato de trabalho, para combater mais eficazmente os falsos recibos verdes; reduzimos de seis para três anos a duração máxima dos contratos a prazo; proibimos os estágios profissionais não remunerados; isentamos de contribuição, até três anos, os empregadores que contratem sem termo jovens com ensino secundário completo ou em formação; e isentamos ainda, por igual período, os empregadores que convertam “recibos verdes” e contratos a prazo em contratos sem termo. Reduzimos num ponto percentual a taxa patronal dos contratados sem termo e aumentando em três pontos percentuais a taxa patronal dos contratados a prazo. Finalmente, criamos uma taxa “patronal”de 5% sobre os “recibos verdes” e reduzimos em 7,4 pontos percentuais a taxa contributiva a pagar pelos trabalhadores; e estendemos aos “recibos verdes” a protecção social nas diversas eventualidades.
Isto representa o mais poderoso conjunto de medidas tomadas por qualquer Governo contra a precariedade laboral. E a conclusão política é, do meu ponto de vista, apenas uma: ficar-se-á a dever a um Governo e à maioria do PS, e não à esquerda conservadora, o maior avanço da legislação laboral contra a precariedade.

O segundo grande objectivo é favorecer a negociação colectiva. Nós acreditamos na negociação colectiva, no diálogo construtivo entre trabalhadores e empregadores, seja ao nível sectorial, seja ao nível de empresas. Não acreditamos nas convenções que se eternizam, bloqueando a negociação e a adaptação aos novos tempos. Mas queremos impedir o vazio contratual e por isso criamos a arbitragem necessária para garantir o futuro das convenções colectivas.

O terceiro objectivo é favorecer a adaptabilidade na vida das empresas com melhores condições de adaptação ao mercado. Com a possibilidade de acordarem com os seus trabalhadores a gestão do tempo de trabalho, as empresas ficam mais competitivas. E isso, como eles sabem, é positivo para os trabalhadores.
Mas é também essencial apoiar as famílias de modo a que possam conciliar melhor a vida pessoal e profissional e beneficiem de maior apoio nessa etapa decisiva que é o nascimento dos seus filhos.
Por isso mesmo, as propostas do Governo incluem o reforço das medidas de protecção à parentalidade. Refiro duas. A primeira é o aumento de quatro para cinco meses remunerados a 100% e de cinco para seis meses a 83%, quando houver partilha do gozo da licença de parentalidade entre os progenitores. A segunda é o aumento de cinco para dez dias úteis da licença a gozar obrigatoriamente pelo pai aquando do nascimento da criança.

REFORMA DO PARLAMENTO!

FOI AGENDO PARA O DIA 14 DE MAIO(quarta-feira) A DISCUSSÃO DA PROPOSTA DO PS PARA A CRIAÇÃO DE UMA COMISSÃO EVENTUAL PARA A REFORMA DO PARLAMENTO.

PS NO GOVERNO

http://videos.sapo.pt/ajOW1QbikNTYa6FH1QDc

quarta-feira, 7 de maio de 2008

UM PARLAMENTO À ESPERA DE REFORMA

CONSTITUIÇÃO DE UMA COMISSÃO EVENTUAL PARA A REFORMA DO PARLAMENTO

A Assembleia Legislativa é o primeiro órgão de Governo próprio da Região, com competências de representação dos cidadãos, legislativas, políticas, de controlo e fiscalização do Governo Regional e da Administração pública.
O papel deste parlamento tem sido intencional e estrategicamente subvertido, menorizado, desvalorizado e desprezando, pelas sucessivas maiorias parlamentares e pelo outro órgão de governo próprio da região que dela depende – Governo Regional.
Quando passam 34 anos da implantação do regime democrático, e quando se aproxima o trigésimo segundo aniversário das primeiras eleições para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, é importante a realização de uma reforma profunda deste parlamento.
A inexistência de debate entre a oposição e o governo, retira ao parlamento um dos principais papéis para o qual foi democraticamente investido pelos cidadãos.
A constante ausência do Governo Regional quando se discutem propostas legislativas da sua autoria é uma situação irregular que não abona a favor do normal funcionamento das instituições.
Quando permanecem as lógicas do desrespeito pelas minorias, retirando-lhes direitos, ou não respeitando o que está estatutariamente consagrado (o exemplo da Vice-presidência da oposição é um caso flagrante) está-se a contribuir para a criação sistemática de situações irregulares que impedem o regular funcionamento deste parlamento.
A nova lei eleitoral, susceptível de aperfeiçoamentos que a experiência política não deixará de recomendar, é, no entanto e por um lado, portadora de virtualidades apreciáveis, por outro, poderá, eventualmente, contribuir, em determinadas circunstâncias, para equacionar o problema da inobservância do princípio da proximidade entre o eleito e o eleitor, e a consequente responsabilização que o Deputado deve assumir perante os cidadãos que o elegeram, situação essa que importa precaver, criando mecanismos que conduzam a uma efectiva responsabilização e proximidade com os cidadãos.
As mais recentes alterações ao regimento têm criado constrangimentos ao papel de fiscalização da actividade do governo e à intervenção política dos deputados dos diversos grupos parlamentares, o que contraria o princípio da consagração da Autonomia constitucional, que pretendia ver os cidadãos insulares, neste caso da Região Autónoma da Madeira, democraticamente representados na pluralidade das suas opções políticas.
A actual composição das comissões especializadas retira deliberadamente espaço aos partidos, e não permite o exercício pleno dos direitos das forças políticas minoritárias.
Este desrespeito pela diversidade política dos diversos grupos parlamentares pode contribuir para o desprestígio das instituições autonómicas perante os Madeirenses, que ansiavam, perante a distância do poder central do País, ver-se representados condignamente nas suas opções no parlamento da sua Região, para além de pôr igualmente em causa o princípio da subsidiariedade consagrado no recente Tratado de Lisboa, conforme decorre da própria natureza da União Europeia.
Assim, e face à urgente necessidade de uma reforma global do parlamento, o Grupo Parlamentar do Partido Socialista, ao abrigo do artigo 42º do Regimento da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira apresenta a proposta da criação de uma Comissão Eventual para a Reforma do Parlamento com os seguintes princípios, objecto e composição:

I. A reforma do parlamento terá como princípios orientadores:
a) Um parlamento mais autónomo, autodeterminado e fiscalizador da actividade do governo;
b) Um parlamento mais democrático;
c) Um parlamento mais eficaz;
d) Um parlamento que presta contas e está mais próximo dos cidadãos;
e) Um parlamento mais transparente e que dá o exemplo;
f) Um parlamento mais activo no processo de construção europeia;

II. A Comissão Eventual para a Reforma do Parlamento (CRP) tem por objecto:

Criação de um regime de debates periódicos, com a presença do Presidente do Governo Regional;
Presença obrigatória do Governo quando se tratem de propostas do Governo Regional;
Institucionalização dos relatórios de progresso, sobre o estado da aplicação da lei e os seus efeitos práticos;

Apresentação de uma proposta para a execução do registo de interesses dos deputados;

Apresentação de uma proposta de Regulamento de acesso aos registos vídeo e áudio, por parte dos Grupos Parlamentares, bem como o livre acesso pela comunicação social;

Apresentar propostas para melhorar a divulgação dos trabalhos parlamentares, pela comunicação social, das reuniões das Comissões (permanentes, eventuais ou de inquérito).


Apresentar uma proposta de alteração ao regimento da Assembleia Legislativa;


III. A Comissão é composta por treze deputados com a seguinte distribuição pelas forças políticas:

Sete deputados do PSD;
Um Deputado por cada uma das restantes forças políticas;

IV. A Comissão deverá apresentar o seu relatório em sessão plenária até o dia 25 de Abril de 2009.

DE MANHÃ O DISCURSO DO OÁSIS

POR PARTE DO SECRETÁRIO VENTURA GARCÊS.
NA PARTE DA TARDE O VICE-PRESIDENTE CUNHA E SILVA FALA DE DEFICULDADES....

O POVO DÁ RAZÃO AO GOVERNO DO PSD-M

O PSD-M assume que a forma como estão a conduzir os destinos da Madeira está correcta porque o povo dá-lhes razão, nas eleições.
O discurso do Oasis é para continuar aconteça o que aconteçer!
Aumenta o desemprego - é Oasis!
Aumenta a pobreza - é Oasis!
Aumenta a emigração - é Oasis!
Aumenta a falência das empresas - é Oasis!
O Governo não paga os calotes - é Oasis!
O Governo faz negócios ruinosos para a RAM - é Oasis!
O Governo cria dívidas atrás de dívidas - é Oasis!
O Governo faz mau investimento público - é Oasis!
O Governo cria impostos incaputados, como no caso da água - é Oasis!
Mas ... o povo vota e deu-lhes razão - é Oasis!

A CEGUEIRA DO PSD-M NO PARLAMENTO

Assistimos mais uma vez ao discurso do oasis da parte do PSD-M e do seu Governo, Jaime F. Ramos e Ventura Garcês, respectivamente.
O discurso da maioria continua a vender ilusões, a propaganda é para continuar-vivemos no melhor dos mundos.
Assim é para o PSD-M. Tudo o que por cá de mau se passa é da responsabilidade de Lisboa e de Bruxelas, o que até está razoavelmente bem, naturalmente, é da responsabilidade do Governo PSD-M.

terça-feira, 6 de maio de 2008

JARDIM PROPÕEM COLIGAÇÃO PS/PSD-M




É BOM SABER .... O APOIO DO PSD-M JÁ CÁ CANTA!

FICO SATISFEITO DE VER O PSD-M DISPONÍVEL PARA APOIAR O PS NO GOVERNO DA REPÚBLICA.
O PS-M FOI ACUSADO DE TRAIDOR PELO PSD-M POR APOIAR JOSÉ SÓCRATES.... AGORA ATÉ O PSD QUER JUNTAR-SE À COMITIVA! SERÃO TRAIDORES???

O APOIO DE JARDIM A SÓCRATES...

ACHO QUE O PSD-MADEIRA NÃO DEVE ESPERAR PELAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES DEVE, DESDE JÁ , COMEÇAR A APOIAR O GOVERNO PS!

VIAGEM CLARIFICADORA...

A viagem de AJJ ao Reino Unido é clarificadora a emigração continua ... as caras jovens que observamos nos jornais e na TV demonstram a sangria de madeirenses que continuam a emigrar.
Se dúvidas havia fica provado que o PSD combate o desemprego empurrando os Madeirenses para fora da Madeira e do Porto Santo. Governar assim é fácil!
A estratégia de desenvolvimento seguida por jardim está a dar péssimos resultados!
Quando ele tomou posse em 1978 o desemprego estava a 7%, agora, passados 30 anos e depois de milhões e milhões do Orçamento de Estado e da Europa estamos iguais.
Quando ele tomou posse havia emigração em grandes dimensões 30 anos volvidos a emigração está aí.
Quando ele tomou posse a pobreza grassava por estas ilhas.. passados 30 anos temos 55000 pobres...
Quando ele tomou posse o Governo não pagava a tempo e horas aos empresários.. hoje estamos na mesma situação ...etc.
Os cidadãos escolhem o caminho ... mas também sofrem as consequências ... é a vida dizia Guterres.

RELÓGIO PARLAMENTAR ....

HÁ CERTAS "CENAS" QUE ERAM DISPENSÁVEIS....
OS CASOS JÁ SÃO MAIS QUE MUITOS ..... A OPOSIÇÃO NÃO DEVERIA DAS PARA ESSE PEDITÓRIO .... JÁ BASTA O PSD PARA DENEGRIR ESTRATEGICAMENTE A IMAGEM DO PARLAMENTO E JÁ BASTA JARDIM PARA DAR MÁ IMAGEM DA MADEIRA!

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Quem disse a seguinte frase

Coloco esta pergunta a pedido de um amigo.

Quem disse a seguinte frase:
“A melhor forma que um trabalhador pode demonstrar que existe é trabalhando”

A - Adolf Hitler enquanto inaugurava uma fábrica de armamento
B - O presidente da Assembleia Legislativa Regional, Miguel Mendonça, no dia do trabalhador em 2008
C - Benito Mussolini numa visita aos trabalhadores de um campo de concentração
D - Napoleão Bonaparte, depois de uma chacina, aos povos invadidos


Resposta correcta: B.