terça-feira, 30 de junho de 2009

PENSAR O FUTURO ....


Caso da entrada da PT na Media Capital


Líder admite que se PSD tentou influenciar jornais “fez mal”
Ferreira Leite entra na polémica e desmente Granadeiro sobre pressões
30.06.2009 - 14h27 Nuno Simas
Manuela Ferreira Leite entrou hoje na polémica com Henrique Granadeiro, que a acusou de ter feito pressões, quando estava no Governo, para a sua saída da Lusomundo Media, em 2004. E disse que, se algum dia um Governo PSD tentou influenciar a linha editorial do “Diário de Notícias” e do “Jornal de Notícias”, então detidos pela Lusomundo, “fez mal”.“Não me lembro de algum dia na vida ter feito pressões sobre quem fosse. Eu, como nunca me submeti a pressões, tenho muita dificuldade em entender isso”, afirmou a líder do PSD aos jornalistas, depois de mais uma sessão de trabalho para preparar o programa de Governo do partido.Nas respostas aos jornalistas, Ferreira Leite escusou-se a comentar as afirmações do actual presidente do conselho de administração da Portugal Telecom, em entrevista ao jornal “i”, que atacou a ex-ministra das Finanças a propósito do negócio PT-Media Capital, travado pelo Governo de Sócrates. “Não li”, alegou. Mas corrigiu Henrique Granadeiro, que falou em pressões para a venda da rede fixa pela PT. “A decisão política já estava tomada pelo Governo socialista do engenheiro António Guterres quando cheguei ao Ministério das Finanças”, afirmou. Sobre eventuais tentativas do Governo PSD de influenciar a linha editorial do “DN” e do “JN”, Manuela Ferreira Leite admite que, se tal aconteceu, foi errado. “Se o PSD fez isso, só tenho a considerar que fez mal. E é não pelo facto de um dia nós termos feito uma coisa mal que eu posso deixar de criticar algo que está feito mal”, disse. E insistiu: “Se fez, fez mal, não devia ter feito”.

Henrique Granadeiro espantado com declarações de Manuela Ferreira Leite
30.06.2009 - 08h58 PÚBLICO
O presidente do conselho de administração da Portugal Telecom diz que está espantado com as declarações de Manuela Ferreira Leite sobre a abortada entrada da PT na Media Capital. "Já parecem esquecidas as tentativas de intervenção do governo PSD na Lusomundo Media que levaram à minha demissão", disse Henrique Granadeiro.Na edição de hoje do jornal i, Granadeiro sustenta que foram pressões políticas que o afastaram da Lusomundo Media, quando o PSD estava no poder.O chairman da Portugal Telecom lembra, ainda, que foi um executivo social-democrata (era Manuela Ferreira Leite ministra das Finanças) que obrigou a PT a comprar a rede telefónica fixa, que pertencia ao Estado, para realizar receitas extraordinárias que permitissem equilibrar o défice das contas públicas.O grupo de telecomunicações era, então dirigido por Miguel Horta e Costa, enquanto Granadeiro liderada a Lusomundo Media (controlada pela PT e dona dos jornais Diário de Notícias, Jornal de Notícias e da rádio TSF.Na semana passada, foi noticiado que a PT se preparava para comprar 30 por cento do capital da Media Capital, que controla a TVI. O Governo acabaria, no entanto, por fazer abortar o negócio.

AUTONOMIA DIFERENCIADA


SABIA QUE.....

O GOVERNO REGIONAL DO PSD-MADEIRA TEM UM ORÇAMENTO SUPERIOR AO DO GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES?

AUTONOMIA DIFERENCIADA


SECTARISMO NO DIA DA MADEIRA

SECTARISMO PROVINCIANO DO PSD-M NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA REGIÃO.
TODOS OS ORADORES CONVIDADOS POR MIGUEL MENDONÇA TÊM UM DENOMINADOR COMUM: SÃO DO PSD.
José Guilherme Reis Leite (Angra do Heroísmo, 25 de Dezembro de 1943 — ) é um professor, historiador e político açoriano, que, entre outras funções foi Secretário Regional da Educação e Cultura do Governo Regional dos Açores(PSD), deputado e presidente da Assembleia Regional dos Açores e deputado pelo círculo dos Açores à Assembleia da República.



Álvaro Pereira da Silva Leal Monjardino (Angra do Heroísmo, 6 de Outubro de 1930 —), licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, com o curso complementar de Ciências Jurídicas, é um jurista, advogado, político e administrador empresarial. Entre outras funções políticas, foi deputado independente à Assembleia Nacional do Estado Novo, eleito nas listas da ANP, pelo Distrito Autónomo de Angra do Heroísmo (1973-1974), fez parte da Junta Regional dos Açores e foi deputado (PSD) pelos círculos eleitorais da Graciosa e Terceira e o primeiro Presidente da Assembleia Legislativa Regional dos Açores (1976-1978 e 1979-1984). Ocupou o cargo de Ministro Adjunto do Primeiro-Ministro no IV Governo Constitucional, de 1978 a 1979.



Licenciou-se em Direito na Universidade de Coimbra e obteve diploma do Curso Complementar de Ciências Jurídico-Públicas. Desenvolveu intensa actividade ao nível da docência e da investigação na Universidade de Coimbra, primeiro, e na Universidade Católica do Porto, a partir de 1980. Este militante do PSD foi deputado e presidente da Assembleia da República entre 1991 e 1995. pt.wikipedia.org

150 ANOS DE CADEIA PARA MADOFF

http://henricartoon.blogs.sapo.pt/

Sondagem dá maioria absoluta a Rui Rio no Porto


Elisa Ferreira ficaria a 33 pontos de distância
Sondagem dá maioria absoluta a Rui Rio no Porto

30.06.2009 - 10h15 PÚBLICO
Se as eleições autárquicas fossem hoje, Rui Rio venceria a Câmara do Porto com uma confortável maioria absoluta e mais do dobro dos votos de Elisa Ferreira. Se as eleições autárquicas fossem hoje, Rui Rio venceria a Câmara do Porto com uma confortável maioria absoluta e mais do dobro dos votos de Elisa Ferreira. Segundo uma sondagem do Centro de Estudos e Sondagens de Opinião da Universidade Católica divulgada hoje pelo Jornal de Notícias, a coligação entre PSD e CDS-PP recolhe 58 por cento das intenções de voto, ao passo que o PS se fica pelos 25 por cento.O candidato do Bloco de Esquerda ocupa a terceira posição, com oito por cento, e a lista da CDU, com Rui Sá, fica-se pelos cinco pontos. Comparativamente a 2005, quando Rui Rio se bateu contra o socialista Francisco Assis, o fosso alarga-se entre a coligação de direita e o PS. Nessa altura, Rio conseguiu 46,2 por cento enquanto Assis se ficou pelos 36,1 por cento.

A queda do PS poderá explicar-se em parte pela polémica que envolve Elisa Ferreira, que se candidatou às eleições europeias em lugar elegível (foi eleita em quarto lugar) e à presidência da autarquia portuense.A sondagem encomendada pela RTP, Antena 1, DN e JN foi realizada na cidade do Porto entre os dias 22 e 28 de Junho, através de telefone fixo.

A taxa de cooperação foi de 49 por cento e foram obtidos 684 inquéritos válidos. As margens de erro máximas estão situadas entre 3,7 e 4,2 por cento, com um nível de confiança de 95 por cento.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

RESULTADOS NA MADEIRA: ELEIÇÕES LEGISLATIVAS NACIONAIS 2005


«Com duas ou três semanas assim Sócrates arrisca-se a perder»


Marcelo Rebelo de Sousa considera que a última semana foi «terrível» para José Sócrates. No seu espaço habitual de comentário da RTP, considerou que o primeiro-ministro pode mesmo vir a perder as eleições de 27 de Setembro.
«Esta semana foi horrível. Se houver duas ou três destas semanas, ele corre mesmo o risco de perder as eleições porque houve sempre coisas mal contadas. Esta foi a primeira mal contada. Primeiro, o número de arguidos no caso Freeport tem subido aceleradamente e cercando politicamente o primeiro-ministro. Pessoalmente não, mas o facto é que presidente e vice-presidente do instituto, que dependiam dele, foram constituídos arguidos. Para além disso, o Ministro da Agricultura disse uma coisa e dez minutos depois o primeiro-ministro disse outra», frisou, a propósito de José Manuel Marques, director da Reserva Natural do Estuário do Tejo.
Rebelo de Sousa falou, ainda, do caso do negócio da PT para a compra da TVI e a intervenção de Cavaco Silva: «Não se calou nos investimentos públicos e do endividamento, não se calou no caso da TVI e, portanto, em vários casos não se tem calado e objectivamente acontece que a sua posição é desfavorável a Sócrates e portanto favorável a Ferreira Leite, o que entala o Governo, porque o Presidente tem muita influência. Em guerras com o Governo quem ganha sempre é o Presidente».

OS FALSOS INIMIGOS......

Julguei que os inimigos da Madeira e do seu Governo fossem os problemas. Julguei mal!
Para o PSD o inimigo número 1 da Madeira não é o Desemprego - é a Constituição;
Para o PSD a prioridade não é o combate à pobreza - é o combate ao PM José Sócrates;
Para o PSD no Governo o que interessa não é combater os problemas e debelá-los - é fazer propaganda e arranjar desculpas e culpados para a actual situação;
Assim vai a nossa governação ... às avessa.

E TUDO PASSA AO LADO ...

A situação económica e social é gritante na Madeira. Temos um Governo que não Governa, só arranja desculpas e desvia as responsabilidades para outros.
Num momento em que a Madeira atinge valores nunca vistos ao nível do desemprego, quando a falência de empresas atinge recordes, quando a pobreza e o empobrecimento das famílias é o que se sabe, quando a nossa economia anda com a corda ao pescoço, estagnada, ninguém paga a ninguém ........ perante tudo isto o Governo do PSD-M dá-se ao luxo de não governar, de nada resolver, só fazem propaganda ....... onde pensa o PSD chegar com a ausência de soluções???

A LOIRA DO PSD .. SEGUNDO LUIS FILIPE MENEZES


ALRAM PAGA PARECERES PARA INICIATIVAS DO PSD-M


sábado, 27 de junho de 2009

PARTIU - Michael Jackson

O REI DO POP










PSD pela primeira vez à frente nas intenções de voto


35,8 por cento contra 34,5 dos socialistas revela empate técnico. Sócrates reforça popularidade


A primeira sondagem pós-europeias feita pela Marktest para o Semanário Económico e TSF mostra um empate técnico mas põe, pela primeira vez, Ferreira Leite à frente de Sócrates



O PSD está pela primeira vez à frente nas intenções de voto para as eleições legislativas, desde que se encontra na oposição.
Os sociais-democratas registam 35,8 por cento das intenções de voto, contra os 34,5 dos socialistas.
Este é o resultado de uma sondagem efectuada pela Markest a pedido da TSF e Diário Económico realizada entre 16 e 20 de Junho.
Contudo, o PSD encontra-se empatado tecnicamente com o PS e José Sócrates reforça o seu índice de popularidade.
Depois das eleições europeias, o PSD é o único partido que cresce relativamente ao mês passado, dando um salto de sete pontos e meio. Houve uma crescente subida de popularidade da líder do PSD.
Manuela Ferreira Leite aproxima-se dos valores de José Sócrates, embora se encontre no fundo da tabela.
Já o Bloco de Esquerda, encontra-se em terceiro lugar com 13,1 por cento, de acordo com as sondagens, reforçando assim a distância em relação ao PCP, que tem 9,4 por cento. Na avalição dos líderes a tendência é a mesma. Francisco Louçã está em vantagem em relação a Jerónimo de Sousa.
No que toca ao CDS, encontra-se com 4,4 por cento das intenções de voto.



Na sondagem foram inquiridas 800 pessoas. Foram feitas 160 entrevistas na Grande Lisboa, 88 no Grande Porto, 129 no Litoral Centro, 153 no Litoral Norte, 180 no interior norte e 90 no sul. O intervalo de confiança da sondagem é 95 por cento e a margem de erro é de 3,46 por cento.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

A NOVA IMAGEM ....


Como diz a minha amiga Mafalda Gonçalves "o leopardo nunca perde as pintas"....

terça-feira, 23 de junho de 2009

Défice externo reduz 23% nos primeiros cinco meses

Nos primeiros cinco meses do ano, o défice externo português recuou 23% para 4.037 milhões de euros, uma evolução que é explicada fundamentalmente pelo menor desequilíbrio da balança comercial de mercadorias que registou um défice 4.661 mil milhões de euros, o que representa uma redução de 30% face a 2008

Nos primeiros cinco meses do ano, o défice externo português recuou 23% para 4.037 milhões de euros, uma evolução que é explicada fundamentalmente pelo menor desequilíbrio da balança comercial de mercadorias que registou um défice 4.661 mil milhões de euros, o que representa uma redução de 30% face a 2008.
A crise internacional está a ditar um forte abrandamento nos fluxos de comércio internacional, o qual está a penalizar mais as importações do que as exportações nacionais de mercadorias, reflectindo as dificuldades económicas que se sentem dentro de fronteiras.Também a contribuir para a redução do défice está a balança comercial de rendimentos, onde o défice até Maio foi de 2.173 milhões de euros, de acordo com os dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal no Boletim Estatístico. No entanto, nem tudo são boas notícias em termos de relações económicas com o exterior.
Os saldos positivos em termos de balança de serviços e de capital registaram fortes reduções.Em termos de balança de serviços, que inclui as exportações e importações serviços de turismo, transportes, comunicação, construção entre outros o saldo nos primeiros cinco meses do ano foi favorável a Portugal em 1.355 milhões de euros, um valor 17% inferior ao registado nos mesmos meses de 2008. O turismo está a ser dos sectores mais afectados.
JORNAL DE NEGÓCIOS

E QUE TAL ...

SE O GOVERNO DO PSD- MADEIRA ENFRENTASSE OS VERDADEIROS INIMIGOS DA MADEIRA - OS PROBLEMAS!

QUEM DISSE?

"A Senhora Dr.ª Manuela Ferreira Leite, a Quem muito prezo e respeito e que tenho pena que não esteja aqui para ouvir isto, faria um grande Serviço ao partido, não se candidatando. Não tem hipóteses de ganhar eleições em 2009".

PROCURAR SOLUÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO E PARA A SAÍDA DA CRISE NA MADEIRA

PRIMEIRA QUESTÃO QUE SE COLOCA: AS SOLUÇÕES ESTÃO NA MADEIRA OU EM LISBOA???
O PSD-M DIZ QUE ESTÃO EM LISBOA!
SEGUNDA QUESTÃO QUE SE COLOCA: PARA QUE SERVE A NOSSA AUTONOMIA E O GOVERNO REGIONAL SE NÃO TÊM SOLUÇÕES PARA RESOLVER OS PROBLEMAS?
A RESPOSTA DO PSD-M NOS ÚLTIMOS 2 ANOS É: A AUTONOMIA NÃO SERVE PARA NADA!
TERCEIRA QUESTÃO QUE SE COLOCA: O QUE FAZ O GOVERNO DO PSD-MADEIRA?
A RESPOSTA É ESTA: NÃO GOVERNAM!

CALOTEIRO, FAFIOSO E FARISEU ...

Resolução n.° 1334/99

Considerando que conforme o disposto no artigo 47.° da Lei n." 13/98, de 24 de Fevereiro (Lei de Finanças das Regiões Autónomas), e na sequência do acordado entre o Governo da República e o Governo Regional da Madeira, aquele comparticipará num programa especial de redução da dívida pública da Região Autónoma da Madeira, assumindo ou amortizando até 110 milhões de contos dessa dívida;
Considerando que nos termos do disposto no artigo 11.° da Lei n." 127-B/97, de 20 de Dezembro (Orçamento do Estado para 1998), o Governo da República dando execução ao programa de redução de dívida pública da Região, inscrito naquela disposição da Lei de Finanças das Regiões Autónomas, assumiu um montante de dívida pública de cerca de 76 milhões de contos, através de Acordo celebrado em 19 de Outubro de 1998;
Considerando que em 1999 o valor de dívida da Região a amortizar ou a assumir pelo Governo da República, COITesponderá à diferença entre 110 milhões de contos e a amortização efectuada em 1998;
Considerando que importa formalizar através de Acordo escrito, a transmissão para o Governo da República da posição contratual da Região Autónoma da Madeira nos empréstimos a assumir pelo Governo da República;
O Conselho do Governo reunido em plenário em 2 de Setembro de 1999, resolveu:
1 -Autorizar a celebração de um Acordo entre a Região Autónoma da Madeira e o Governo da República, para a assunção por parte deste, de cerca de 34 milhões de contos da dívida da Região Autónoma da Madeira, representados pelos empréstimos internos:
Empréstimo Obrigacionista RAM/94 e Empréstimo Obrigacionista RAM/96 (2." emissão); e externos: BEl - Infra-estruturas, BEl - Obras de Reconstrução c BEl - Estradas; 2 - Mandatar o Secretário Regional do Plano e da Coordenação para em nome da Região Autónoma da Madeira outorgar nesse Acordo.
Presidência do Governo Regional. -O Presidente do Governo Regional, Alberto João Cardoso Gonçalves Jardim.
CALOTEIRO, FAFIOSO E FARISEU ... FORAM ESTES NOMES CHAMADOS A GUTERRES APÓS ESTE TER PAGO A DÍVIDA DA MADEIRA POR ALBERTO JOÃO JARDIM! DEPOIS DESTAS ATUARDAS ALGUM PRIMEIRO-MINISTRO IRÁ ASSUMIR OS CALOTES DO GOVERNO DO PSD-M... A INGRATIDÃO E A OFENSA TEM UM PREÇO. AJJ É HOJE O RESPONSÁVEL PELA IMAGEM QUE A MADEIRA TEM JUNTO DOS CIDADÃOS DO CONTINENTE! HOJE AJJ É UM IMPECILHO PARA A MADEIRA.

PAGAR A TEMPO E HORAS???!!!



O GOVERNO DO PSD-M LEVA EM MÉDIA MAIS DE 6 MESES PARA PAGAR OS CALOTES AOS FORNECEDORES!

DÍVIDAS DO GOVERNO AOS EMPRESÁRIOS.....

QUAIS OS MONTANTES DE DÍVIDAS ÀS EMPRESAS POR PARTE DO GOVERNO REGIONAL E CÂMARAS DO PSD-M???
QUEM É QUE TEM LEVADO AS EMPRESAS À FALÊNCIA???

POBREZA E TRAGÉDIA SOCIAL .....

VÁRIOS ESTUDOS CONFIRMAM QUE EXISTE NA RAM MAIS DE 50.000 CIDADÃOS EM SITUAÇÃO DE POBREZA E COM GRAVES DIFICULDADES FINANCEIRAS. QUE MEDIDAS TEM O GOVERNO DO PSD-M PARA MINORAR O PROBLEMA???

DESEMPREGO GALOPANTE... DRAMA, HORROR E TRAGÉDIA SOCIAL

13.000 cidadãos Madeirenses estão no desemprego..... o Governo do PSD-M que propostas tem para minorar o problema??

quinta-feira, 18 de junho de 2009

FALECEU CARLOS CANDAL


PS
Morreu Carlos Candal
18.06.2009 - 12h19 Maria José Oliveira in Público

Carlos Candal, membro histórico do Partido Socialista e deputado por aquele partido em várias legislaturas, faleceu hoje aos 71 anos de idade.Carlos Candal estava internado nos Hospitais da Universidade de Coimbra desde 14 de Maio, data em que se sentiu mal durante uma acção de pré-campanha de Vital Moreira na Universidade de Aveiro. Já hospitalizado, Carlos Candal sofreu dois acidentes vasculares cerebrais de que nunca recuperou.O funeral do fundador do PS vai realizar-se em Aveiro, mas ainda não tem data marcada. Em comunicado divulgado esta tarde a Câmara Municipal de Aveiro, terra natal do político, anunciou que vai decretar luto municipal por três dias. Na mesma nota o presidente da autarquia, Élio Maia, lamenta a perda de “um aveirense de excepção, um lutador de causas, um tribuno eloquente e capaz, um senhor na concepção mais solene da palavra”.Carlos Manuel Natividade da Costa Candal, nascido a 1 de Junho de 1938, iniciou a sua actividade partidária no meio universitário, quando presidiu à Associação Académica de Coimbra numa altura (primeiros anos da década de 60) em que irrompia a contestação estudantil do ensino superior ao regime do Estado Novo e à guerra colonial. Licenciado em Direito, Candal participou na organização do 2º Congresso Republicano, em Aveiro, em 1969, e foi membro da Comissão Executiva do 3º Congresso da Oposição Democrática, em 1973 (participação que lhe valeu, 30 anos depois, a atribuição da Medalha de Mérito Municipal). Ainda em 73 Carlos Candal foi um dos 27 delegados ao Congresso da Acção Socialista Portuguesa (ASP), realizado na cidade alemã de Bad Munstereifel, no qual a ASP foi transformada em Partido Socialista. Após o 25 de Abril foi eleito pelo PS para a Assembleia Constituinte e, um ano depois, manteve-se na bancada socialista da Assembleia da República, tendo exercido as funções de deputado até 1983. Decidiu então fazer uma pausa de cerca de dois anos, mas em 1985 retornou ao Parlamento e ali ficou mais dez anos.Em 1995 iniciou o seu percurso no Parlamento Europeu, tendo cumprido dois mandatos (de 1995 a 1999 e de 1999 a 2004). Aqui foi membro efectivo da Comissão de Assuntos Jurídicos e Mercado Interno e suplente da Comissão de Petições; ocupou também o cargo de vice-presidente da Delegação para as Relações com os países membros da ANASE, o Sudeste Asiático e a República da Coreia. Autor do “Manifesto anti-Portas em Português Suave”No mesmo ano em que rumou para Estrasburgo protagonizou um dos episódios mais polémicos da política nacional ao divulgar o seu “Manifesto Anti-Portas em Português Suave”, um libelo sarcástico e corrosivo contra Paulo Portas e Pacheco Pereira. Nesse ano de eleições legislativas, que dariam a vitória ao PS de António Guterres, Carlos Candal pretendia com esse texto desafiar os candidatos do CDS e do PSD pelo círculo de Aveiro, Portas e Pacheco Pereira. Portas, no entanto, era o mais atingido no manifesto, com Candal a acusá-lo de ser um “bluff” político. Candal estava ainda a cumprir o seu segundo mandato no Parlamento Europeu quando anunciou a sua candidatura a bastonário da Ordem dos Advogados, tendo então sido derrotado por José Miguel Júdice. A sua actividade partidária e política nunca o afastou de Aveiro. Por isso aceitou ser presidente da Assembleia Municipal durante dois mandatos (1997 e 2005). A 14 de Maio último, em período de pré-campanha eleitoral, Carlos Candal desmaiou durante um encontro do cabeça de lista do PS às europeias, Vital Moreira, com estudantes universitários, em Aveiro. Candal foi assistido no local por uma equipa médica e depois transportado para o Hospital de Aveiro. Antes de abandonar o auditório da Universidade de Aveiro, Candal, que era o mandatário distrital da candidatura de Vital, não deixou de manifestar o seu habitual humor: “Desculpem lá ter-vos estragado isto. Hoje não fumo mais.”
As minhas sentidas condolências ao meu amigo Afonso Candal que neste momento sofreu a perda do pai.

PERGUNTAR NÃO OFENDE...INSINUAR É OUTRA COISA!

Há um certo Senhor que a próposito de um ponto de interrogação no fim das frases vai insinuando com o pretexto que afinal só questiona. Senhor Luis Filipe Malheiro NÃO INSINUE PASSE DAS INTERROGAÇÕES ÀS AFIRMAÇÕES ......... depois falamos, nos locais próprios!

PREPARAR AS ELEIÇÕES


terça-feira, 16 de junho de 2009

O Presidente admite coincidência entre eleições legislativas e autárquicas

O Presidente da República, Cavaco Silva, disse hoje que ainda "não há qualquer decisão" sobre a data das eleições legislativas e autárquicas, lembrando que as duas datas podem "eventualmente coincidir".

MUDANÇAS NO PS NACIONAL

António Vitorino vai coordenar o programa do PS às próximas legislativas, enquanto o ministro do Trabalho e Segurança Social, Vieira da Silva, será responsável pela organização da campanha eleitoral. O anúncio foi feito por José Sócrates na comissão política do PS, escreve a Lusa.
Sócrates, anunciou ainda que a campanha terá como porta-voz, João Tiago Silveira, secretário de Estado Adjunto da Justiça.
O secretário-geral do PS apresentou o seu «plano de acção» visando a preparação das próximas eleições legislativas.

Novo porta-voz do Partido Socialista João Tiago Silveira


Vitalino Canas, provedor das empresas de trabalho temporário, foi substituído na função de porta-voz do Partido Socialista pelo secretário de Estado da Justiça, João Tiago Silveira.


A decisão foi tomada na reunião da Comissão Política do partido na noite desta segunda-feira, que fez o balanço da derrota do partido nas eleições europeias.
Para além da substituição do homem que dava voz às empresas que promovem a precariedade no trabalho em Portugal - ao mesmo tempo que anunciava as posições do PS -, a Comissão Política não parece ter aprovado qualquer correcção no rumo do governo ou do partido.
José Sócrates, no final da reunião, corrigiu a gaffe das declarações à entrada e voltou a traçar como objectivo do partido obter a maioria absoluta.
Francisco Assis disse, no final, que "o importante é reforçar a dimensão política do nosso discurso e travar os combates que devem ser travados, nomeadamente o combate a uma direita que representa um modelo neoliberal falhado e um combate contra partidos à esquerda que representam uma forma de esquerda arcaica de partidos meramente tribunícios ou partidos demagógico-populistas", mantendo, assim, a mesma política que foi derrotada nas europeias.
Assis disse ainda que, a haver mudanças, elas serão feitas no âmbito do próximo programa eleitoral, que será coordenado por António Vitorino. Mas adiantou que "não são correcções, são inovações e transformações que temos que fazer", afirmando que o PS não deve entrar "num processo depressivo".

O GOVERNO NÃO GOVERNA!

O Governo do PSD não Governa, faz propaganda! A Propaganda não resolve os problemas nem é solução.

REGRESSO AO PASSADO....O QUE FOI DITO ....

Entrevista com Victor Freitas
Victor Freitas garante que o PS-M não assinaria o acordo de liberalização da linha aérea, "fosse com que Governo fosse".
PS vai pedir a Cavaco a dissolução da ALM

Data: 01-10-2008 in Diário de Notícias da Madeira


O novo ano parlamentar começa hoje. O que irá marcar o debate político?
Antes de mais, gostaria de salientar que o ano que terminou teve alguns pontos importantes, que vão manter-se. O primeiro deles é o facto de as pessoas começarem a perceber, pela primeira vez nestes 30 anos, que quem lança impostos sobre os madeirenses é o Governo do PSD-M. Há a certeza de que todos os impostos cobrados na Região ficam nos cofres da Madeira, que não vai um tostão para o Orçamento de Estado. O PS-M faz questão de sublinhar esse facto. Sim, tal como outros. Outro facto importante é o comportamento do presidente do PSD, quando diz que a Madeira é uma menina cara, e as declarações do líder parlamentar (Jaime Ramos), que diz que quem quer ilhas tem de pagar. Os madeirenses começam a perceber que, primeiro, o PSD tem o mesmo discurso de determinados centralistas de Lisboa e, por outro lado, demonstra que falhou no objectivo de a Madeira ter autonomia financeira.
O discurso inverteu-se?
É caricato, mas é assim. Outro facto a sublinhar é que tudo o que são reformas que gerem descontentamento popular, o Governo Regional aplica-as na Região e envia a responsabilidade para Lisboa. Tudo o que são mais-valias que o Governo da República adopta não fazem cá porque sai do orçamento da Região. Julgo que a estratégia do PSD começa a ficar devidamente balizada e desmascarada. Foram esses os factos que marcaram o último ano.
O que irá marcar o próximo?
Há a destacar um facto assombroso. De 1976 a 2000, a Região criou uma dívida, na ordem dos 550 milhões de euros, que foi assumida pelo engenheiro Guterres. Entre 2000 e 2008, num espaço de oito anos, a Região tem uma dívida que se aproxima dos 3.000 milhões de euros. Quase seis vezes mais. Este será um tema que o PS-M irá aprofundar na Assembleia. O PS-M também tem acusado o GR de estar parado. E vai continuar. De há um ano a esta parte que o GR está parado, não lhe conhecemos nenhuma medida. Temos o desemprego a aumentar, a atingir valores de 1976. Temos a emigração em patamares de há 30 anos. Temos um Governo que não governa e que vai fazendo propaganda e vive eleitoralmente disso e da desresponsabilização. A Madeira é o único sítio do mundo onde não há responsabilização política.
No entanto, o PSD-M continua a ganhar eleições. Porquê?
O PSD-M ganhou as últimas eleições devido a uma questão conjuntural, em que existe uma gestão desastrosa, da parte do PS, em relação à lei das finanças regionais. No entanto, é necessário dizer que o único responsável pela lei das finanças regionais é o líder do PSD-M. Em primeiro lugar, porque, em 2004, disse que a Madeira era uma região rica, com um PIB dos mais elevados do país. Só que era uma mentira, porque o PIB estava influenciado pelo Centro Internacional de Negócios. E nisto ainda há uma questão, que é central, que é o facto de verificarmos que o rendimento das famílias da Madeira é inferior ao das famílias dos Açores e a ultrapassagem deu-se em 2005, antes da lei das finanças.
Essas comparações com os Açores passaram a ser uma constante.
Basta atender a um facto: o orçamento da Madeira tem mais 73 milhões de euros que o dos Açores. Com este orçamento, era suposto que todos os madeirenses tivessem mais recursos financeiros e regalias sociais. Isso não acontece porque este Governo do PSD governa para determinados interesses, não governa para os madeirenses. Temos monopólios escandalosos. Nos Açores, a título de exemplo, os jovens pagam um euro para ir de ilha a ilha, aqui pagam 48 euros para ir ao Porto Santo. Nos Açores há um complemento de pensão e de abono de família, na Madeira não há.
O PSD-M não vai mudar a estratégia?
Enquanto sentirem que fazer infra-estruturas dá votos, enquanto não sentir que os altos índices de desemprego, os 80 mil pobres e a emigração a aumentar não os penaliza, vão seguir esta política.
Porque é que não tem havido uma reacção mais forte dos eleitores?
A mudança, embora muito ténue, já se começava a sentir. Nas eleições de 2004, o PSD teve o pior resultado de sempre e a população estava a sentir que a mudança era necessária. Entretanto houve uma desinteligência, da parte do Governo da República, em relação à lei das finanças regionais. Foi o maior favor político feito, até hoje, ao dr. Alberto João Jardim.
O PS-M também não esteve bem nessa questão.
É verdade, não esteve. O PS-M teve uma posição desastrosa. Era lógico que os Açores tivessem mais compensações, porque são nove ilhas, mas a Madeira não poderia perder um cêntimo em relação ao que era a anterior lei. Esse foi o grande erro do Governo da República, cujo principal penalizado foi o PS-M.
O Governo da República tem continuado a 'ajudar' o PSD?
Há um exemplo, de uma questão que foi muito mal gerida e da qual o PS não tem responsabilidades, mas acabou por pagar as favas: a liberalização dos transportes aéreos. Este negócio, entre o Governo da República e o Governo Regional, é escandaloso. Um Governo do PS-M não assinava este acordo com um Governo, fosse de que partido fosse. As últimas eleições foram um desastre para o PS, que passou de 19 para 7 deputados.
É difícil dirigir um grupo tão reduzido?
Dirigir o grupo é relativamente fácil, porque o PS teve a felicidade de ter um grupo de deputados que tem demonstrado estar à altura das suas responsabilidades.
Em termos estatísticos até tem mostrado mais trabalho do que o grupo anterior.
A estatística não é o mais importante, o que conta é o aspecto político.
Dentro de algumas semanas haverá um novo regimento da Assembleia que deverá reduzir o trabalho em plenário.É uma estratégia para diminuir a visibilidade do parlamento?
É uma estratégia, claro, mas resulta de uma situação mais global. Queria recordar que o sistema constitucional português é semipresidencialista, temos, no quadro nacional, um Governo, um Presidente e uma Assembleia. O PR tem papel extremamente importante de árbitro em relação à Assembleia. No quadro regional, temos uma Assembleia, um Governo Regional e fazemos de conta que temos um Ministro da República. O poder do Presidente da República não é exercido na Região, o que cria um desequilíbrio.
Quais as consequências concretas?
Há uma governamentalização total do parlamento regional que não exerce duas das suas funções: não há debate entre o Governo e a oposição e não há a fiscalização do Governo pela Assembleia. Com a nova proposta de regimento, os partidos da oposição vão ter cada vez menos capacidade para exercer as suas competências.
O PS-M vai tomar medidas em relação a esta situação?
O PS-M vai apresentar uma proposta em relação ao Regimento. Depois, vamos apresentar uma proposta de Estatuto Político-administrativo, na linha daquilo que foi feito nos Açores, porque entendemos que o Estatuto deve estar adequado à revisão constitucional de 2004. Há uma terceira fase que será importante e que é a revisão constitucional. As incompatibilidades, a limitação de mandatos do primeiro-ministro e dos presidentes dos Governos Regionais são alguns dos pontos essenciais. Se todos esses passos falharem o que resta ao PS-M?
Para responder a isso é preciso voltar um pouco atrás. Este Presidente da República foi, até hoje, a pedido da maioria, o único a demitir o Governo Regional, o que cria um precedente. Nos próximos tempos o PS-M vai ter de analisar a situação da política da Região. Se continuamos a querer que o Governo venha ao parlamento discutir os problemas urgentes da população e o Governo não vem, se quando a oposição apresenta uma moção de censura e o Governo nem está presente, se sentimos que as instituições autonómicas não estão a funcionar então, devemos equacionar se não devemos, num futuro próximo, falar com o Presidente e expor a anormalidade da situação na Região.
Pedindo concretamente o quê?
O Presidente da República tem um poder intacto que é o de dissolução da Assembleia. Se a situação continuar assim, com os reflexos que tem sobre as famílias, a economia, a classe média e os mais desfavorecidos, entrando numa situação de autêntico caos económico e social, chegará o momento de o PS tomar uma posição de força e falar com o Presidente e sugerir a dissolução da Assembleia. Perante este bloqueio do PSD, no Governo e na Assembleia, em que não se resolvem os problemas, vamos chegar a uma situação de pedir ao senhor Presidente que dissolva a Assembleia.
Liderança do PS: "Em política não se pode dizer nunca"Victor Freitas integrou a anterior direcção do PS-M e foi apontado, por vários sectores do partido, como um dos dirigentes com mais poder junto das bases. O líder parlamentar rejeita esse rótulo, garante que vale um voto, "como qualquer militante", mas reconhece que esteve próximo de alguns líderes porque os considerava a escolha certa, perante as circunstâncias do momento. Sobre uma futura candidatura à liderança, um facto debatido em vários meios socialistas, prefere não se pronunciar. "Seria uma descortesia, quando temos um líder em funções", justifica. No entanto, lembra que esteve sempre disponível para o partido e que, em política, "é melhor nunca dizer nunca". O seu futuro no partido, assegura, estará "sempre em aberto, porque irá depender dos militantes, da situação do partido e da conjuntura". Para líder ou "para qualquer outro cargo". Confrontado com a possibilidade de concorrer à liderança depois de 2011, coincidindo com a saída de Jardim, começa, logo, por duvidar das promessas do presidente do PSD-M: "Publicamente tem vindo a assumir que está de saída, só que a estratégia que está a seguir não é a de quem sai, mas de quem fica". Em relação a João Carlos Gouveia, considera que a tarefa de fazer regressar o PS-M a patamares anteriores ao "desastre eleitoral" do ano passado, que deixou o partido "em estado de choque", é muito difícil. O trauma eleitoral será a razão, segundo Victor Freitas, para as divisões que persistem em alguns concelhos. Os casos de Machico, Santa Cruz e Câmara de Lobos são explicados com a não concretização de "expectativas legítimas" dos dirigentes locais que acabaram por ser vítimas dos maus resultados das últimas 'regionais'. "Enquanto uma parte significativa do partido e dos seus dirigentes já deixou de olhar para o passado, há outros militantes que continuam feridos em relação aos resultados eleitorais", justifica. As três eleições do próximo ano são um teste importante para o PS-M. João Carlos Gouveia já assumiu que deverá encabeçar a lista para as legislativas nacionais, o que Victor Freitas considera normal. Sobre outros nomes não se pronuncia. Face às responsabilidades que tem na ALM, o líder parlamentar admite ser candidato apenas para uma assembleia de freguesia.Jorge Freitas Sousa

sexta-feira, 12 de junho de 2009

EUROPEIAS 2009 - MACHICO - PS PERDE 1621 VOTOS


EUROPEIAS 2009 - SANTA CRUZ - PS PERDE 2412 VOTOS


EUROPEIAS 2009 - FUNCHAL - PS PERDE 8727 VOTOS


Pequenas Notas-PS Espremido à direita e à esquerda


Durante largos meses o PS foi sendo acusado de na sua acção governativa de ter ocupado o espaço da Direita. Durante todo esse tempo o PCP e o BE foram crescendo nas intenções de voto. O PS deixou-se embalar com o facto de estar a retirar espaço à direita e nunca desmistificou as suas diferenças em relação ao PSD. A "etiqueta" colou-se ao PS de partido ideologicamente de esquerda mas que estava a governar à direita. Na altura algumas vozes foram alertando para o facto de no dia em que o PSD começasse a crescer o PS ficaria numa situação de perder votos do centro direita e ter alienado votos à esquerda para o PCP e para o BE. Os resultados das Europeias vieram mostrar um PS espremido eleitoralmente tanto à esquerda com à direita. há erros que se pagam caro!

Primeiro encontro após a derrota nas eleições de domingo


11.06.2009 - 19h39 Lusa
O secretário-geral do PS, José Sócrates, convocou para segunda-feira uma reunião da comissão política do seu partido, tendo como único ponte da ordem de trabalhos a análise da situação política.A reunião da comissão política nacional do PS será a primeira de um órgão partidário dos socialistas após a derrota eleitoral de domingo no escrutínio para o Parlamento Europeu. Esta reunião acontece também na antevéspera do debate da moção de censura apresentada pelo CDS-PP ao Governo na Assembleia da República. No rescaldo da noite eleitoral de domingo, José Sócrates assumiu a derrota, mas separou o resultado europeu das próximas legislativas, que se disputarão entre Setembro e Outubro. “Estas eleições são para o Parlamento Europeu. Virá o momento em que estará em causa o Governo e o futuro da governabilidade. Este não é o momento”, disse, fazendo questão de garantir que o executivo “irá manter o rumo”. Desde então vários dirigentes e deputados do PS já se pronunciaram por uma maior humildade na leitura dos resultados, insistindo que é necessário ler o significado deste resultado. José Sócrates convocou também para dia 20 uma reunião do fórum novas fronteiras, em Lisboa, tendo como objectivo o início do processo de preparação das próximas eleições legislativas.

Autárquicas a 11 de Outubro


09 Junho 2009 - 00h30
Datas: São Bento marca eleições primeiro do que o presidente
Autárquicas a 11 de Outubro



A escolha da data de 11 de Outubro para as eleições autárquicas, sendo uma decisão do Governo socialista, poderá condicionar a marcação das Legislativas, cuja competência é do Presidente da República, Cavaco Silva.
A partir deste cenário, que é a hipótese mais provável dentro do PS, as próximas Legislativas poderão ser realizadas a 20 ou 27 de Setembro, duas ou três semanas antes das Autárquicas. É com base nestas datas que algumas forças partidárias já elaboram a sua estratégia. E ambas ficam fora do período tradicional de férias dos portugueses, um factor decisivo, por causa dos níveis de abstenção.
A marcação das Legislativas é da responsabilidade do Chefe de Estado, mas, tendo em conta a inclinação dos partidos para a realização de eleições legislativas e autárquicas em datas separadas e a intenção do Governo de agendar o acto eleitoral autárquico para 11 de Outubro, Cavaco poderá optar por um dos dois últimos domingos de Setembro.
Até 7 de Junho, PS, PCP, BE e CDS-PP defenderam a realização de ambas as eleições em datas separadas. Já o PSD, vencedor das eleições europeias, ainda não clarificou a sua posição.
Cavaco deverá começar a ouvir agora, até por causa da proximidade das férias do Verão, os partidos políticos sobre as suas preferências para o dia da realização das eleições legislativas. Ontem abordou o tema das Europeias apenas para defender a reeleição de Durão Barroso à frente da Comissão Europeia.

Cavaco propõe legislativas a 20 ou 27 de Setembro

sexta-feira, 12 de Junho de 2009
O Presidente da República, Cavaco Silva, deverá convocar as eleições legislativas para os dias 20 ou 27 de Setembro, datas que colocará aos partidos chamados a Belém, segundo a edição de hoje do Sol, que refere ainda que, ao que tudo indica, as autárquicas deverão realizar-se a 11 de Outubro.
As eleições legislativas têm de ser marcadas com um mínimo de 60 dias de antecedência, mas Cavaco Silva poderá convocá-las já nas próximas semanas. As eleições locais são marcadas pelo primeiro-ministro e com, pelo menos, 80 dias de antecedência. in Diário Digital

EUROPEIAS 2009 - RESULTADOS


NA REGIÃO


FACE ÀS ELEIÇÕES DE 2004 O PS-M PERDEU 16493 VOTOS, O QUE CORRESPONDE A UMA QUEDA DE 51,77%!


POR CONCELHO:


FUNCHAL


FACE ÀS ELEIÇÕES DE 2004 O PS-M PERDEU 8727 VOTOS, O QUE CORRESPONDE A UMA QUEDA DE 55,27%!


CÂMARA DE LOBOS


FACE ÀS ELEIÇÕES DE 2004 O PS-M PERDEU 1493 VOTOS, O QUE CORRESPONDE A UMA QUEDA DE 57,31!


MACHICO


FACE ÀS ELEIÇÕES DE 2004 O PS-M PERDEU 1621 VOTOS, O QUE CORRESPONDE A UMA QUEDA DE 45,8%!


CALHETA


FACE ÀS ELEIÇÕES DE 2004 O PS-M PERDEU 352 VOTOS, O QUE CORRESPONDE A UMA QUEDA DE 51,23!


SANTA CRUZ


FACE ÀS ELEIÇÕES DE 2004 O PS-M PERDEU 2412 VOTOS, O QUE CORRESPONDE A UMA QUEDA DE 52,49!


PONTA DO SOL


FACE ÀS ELEIÇÕES DE 2004 O PS-M PERDEU 455 VOTOS, O QUE CORRESPONDE A UMA QUEDA DE 52,6%!


PORTO MONIZ


FACE ÀS ELEIÇÕES DE 2004 O PS-M PERDEU 79 VOTOS, O QUE CORRESPONDE A UMA QUEDA DE 16,4%!


SANTANA


FACE ÀS ELEIÇÕES DE 2004 O PS-M PERDEU 346 VOTOS, O QUE CORRESPONDE A UMA QUEDA DE 39,31%!


SÃO VICENTE


FACE ÀS ELEIÇÕES DE 2004 O PS-M PERDEU 225 VOTOS, O QUE CORRESPONDE A UMA QUEDA DE 31,42%!


RIBEIRA BRAVA


FACE ÀS ELEIÇÕES DE 2004 O PS-M PERDEU 568 VOTOS, O QUE CORRESPONDE A UMA QUEDA DE 51,7%!


PORTO SANTO


FACE ÀS ELEIÇÕES DE 2004 O PS-M PERDEU 265 VOTOS, O QUE CORRESPONDE A UMA QUEDA DE 40,7%!

segunda-feira, 8 de junho de 2009

quinta-feira, 4 de junho de 2009

NA RECTA FINAL DA CAMPANHA - EUROPEIAS 2009

FUNCHAL
RIBEIRA BRAVA


MACHICO SANTA CRUZ


CÂMARA DE LOBOS



PORTO MONIZ


PONTA DO SOL





SÃO VICENTE


SANTANA