quarta-feira, 27 de maio de 2009

EUROPEIAS 2009 - RAZÕES PARA ACREDITAR

  1. O CANDIDATO EMANUEL JARDIM É O MESMO, MAS COM MAIS EXPERIÊNCIA E COM UM EXCELENTE TRABALHO PARLAMENTAR NO PARLAMENTO EUROPEU NOS ÚLTIMOS 5 ANOS;
  2. O PSD SUBSTITUIU SÉRGIO MARQUES E APRESENTOU UM CANDIDATO QUE É DESCONHECIDO DA MAIORIA DOS MADEIRENSES;
  3. EMANUEL JARDIM VAI NA MESMA POSIÇÃO NA LISTA DO PS QUE EM 2004;
  4. SÓCRATES ESTEVE RECENTEMENTE NA MADEIRA E FOI BEM RECEBIDO PELOS MADEIRENSES, AS RAZÕES DE FUNDO QUE LEVARAM AOS RESULTADOS EM 2007 ESTÃO ULTRAPASSADAS;
  5. HÁ PORTANTO A NATURAL EXPECTATIVA POR PARTE DOS MILITANTES E SIMPATIZANTES DO PS NUM BOM RESULTADO ELEITORAL;
  6. O FUNDAMENTAL NESTAS ELEIÇÕES É A CAPACIDADE DE MOBILIZAÇÃO DE CADA PARTIDO - AI ESTÁ A FORMULA QUE DITARÁ OS RESULTADOS ELEITORAIS!

A RAPAZIADA DO MPT ...

  • É UM PARTIDO DE DIREITA QUE NA MADEIRA AFIRMA-SE DE ESQUERDA;
  • ESTÁ COLIGADO COM O PSD NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA E NA MADEIRA TAMBÉM;
  • SÃO NA EUROPA PELA DIMINUIÇÃO DOS FUNDOS EUROPEUS E AQUI QUEREM QUE ELES AUMENTEM;
  • SÃO CONTRA A EUROPA MAS NA MADEIRA SÃO A FAVOR;
  • SÃO CONTRA A DURÃO BARROSO NA EUROPA MAS POR CÁ DISSEM-SE A FAVOR;
    QUEM OS ENTENDE.....

DUARTE GOUVEIA PERGUNTA AO MPT... JÁ QUE NINGUÉM PERGUNTA...


Existem 4 perguntas óbvias que ainda não vi nenhum jornalista fazer ao MPT para estas eleições europeias:

1. - São contra a Europa? É que o vosso grupo europeu (Libertas.eu) é um feroz opositor da Europa…

2. - São a favor ou contra a escolha de Durão Barroso para a Comissão Europeia? É que o libertas é manifestamente contra!

3. - Concordam com a proposta do Libertas de cortar 10 biliões de euros no orçamento comunitário, o que na prática significa cortar verbas para os países e regiões menos desenvolvidas?

4. - Acham que o tratado de Lisboa é mau para a Europa como diz o Libertas?

Concordam com tudo isto que diz o Libertas, ou pelo contrário só querem ser parceiros do Libertas enquando o magnata irlandes mandar dinheirinho para a vossa campanha e depois vão para partir para outra, como aliás faz parte do vosso percurso recente na Madeira?

terça-feira, 26 de maio de 2009

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Bastonário à bastonada


http://henricartoon.blogs.sapo.pt/

Autarca do Funchal admite suceder a Jardim no Governo da Madeira


Numa lógica de renovação futura
Autarca do Funchal admite suceder a Jardim no Governo da Madeira
25.05.2009 - 09h49 Jornal Público
O presidente da Câmara do Funchal, Miguel Albuquerque, que se recandidata agora ao quinto e ultimo mandato, admitiu suceder a Alberto João Jardim na liderança do Governo Regional, no quadro de uma renovação do PSD.

Quando for o momento da sucessão de Alberto João Jardim, Miguel Albuquerque não descarta essa possibilidade: “se as circunstâncias se proporcionarem, porque depende muito da vontade, vamos ver na altura”.

Sobre o PSD regional, Miguel Albuquerque afirma-se contra a “manutenção do ‘status quo’”, considerando que “um partido há tantos anos no poder deve apostar sempre na renovação”.

“Neste momento vou candidatar-me para um último mandato [autárquico], não posso candidatar-me mais nenhuma vez e não tenho intenções de fazê-lo. Vou manter a mesma equipa no executivo municipal. É possível que depois continue na vida política, vamos ver”, afirmou.

Miguel Albuquerque dirige a Câmara do Funchal há quase 15 anos, depois de ter sido eleito vice-presidente, nas autárquicas de 12 de Dezembro de 1993. Nove meses depois, a 29 de Setembro de 1994, substituiu o então presidente, Virgílio Pereira, que renunciou ao mandato depois de se desentender com Alberto João Jardim, uma situação que teve por base as dificuldades financeiras da autarquia

sexta-feira, 22 de maio de 2009

EMPATE TÉCNICO NAS SONDAGENS


Renascença/SIC/Expresso
Sondagem: Rangel diz que empate técnico mostra que há todas as condições para vencer
22.05.2009 - 12h29 Romana Borja-Santos, Filomena Fontes
A um dia da inauguração oficial da campanha e a 15 das eleições europeias, o PS surge apenas 2,2 por cento à frente do PSD, o que coloca os dois maiores partidos numa situação de empate técnico. Contudo, em reacção ao estudo de opinião da Renascença, SIC e Expresso, os partidos ouvidos pelo PÚBLICO centram a sua preocupação na abstenção, capaz de dar uma reviravolta aos resultados.

De acordo com a sondagem, se as eleições fossem hoje, o PS conquistaria 34,3 por cento dos votos, o que equivale oito ou nove eurodeputados - uma perda de três a quatro lugares no Parlamento Europeu. Segue-se o PSD com 32,1 por cento das intenções de voto (oito lugares), o que equivale a mais um assento parlamentar. A abstenção situa-se nos 22 por cento.

Paulo Rangel, que encabeça a lista do PSD, começa por ressalvar que os resultados das sondagens devem ser relativizados, mas também diz que aqueles indicadores “estão em linha” com a convicção que o partido vem sedimentando. “O PSD tem todas as condições para ganhar as eleições. É uma batalha difícil, mas está ao nosso alcance”, afiança.

Contudo, o estudo hoje divulgado revela um mau desempenho dos sociais-democratas no eleitorado com idades compreendidas entre os 18 e 30 anos, onde perdem para o PS por uma margem de 8,8 por cento. Ao contrário do que acontece com os eleitores com ais de 60 anos, que o PSD segura. A estes indicadores, Paulo Rangel contrapõe a “experiência” das duas últimas semanas de pré-campanha que o levam a concluir em sentido diverso quanto à intenção do voto jovem. “Noto uma grande adesão juvenil, o que desmente de alguma maneira esses indicadores. Não acho que haja uma diferença tão grande”, estima, destacando o esforço que a JSD, com uma campanha própria, está a desenvolver.

“Não está em causa o Governo”, avisa PS

O porta-voz do PS, Vitalino Canas, também chama a atenção para a falibilidade das sondagens - em especial no caso das europeias que é “uma eleição atípica com grande abstenção”, mas mostra-se satisfeito com estes resultados que dariam a vitória do seu partido. “Estou muito convencido que depois da campanha que começa amanhã muitas mais pessoas votarão em nós, porque hoje em dia as temáticas europeias já não são alheias aos portugueses”. Depois, o socialista fez questão de esclarecer que no caso do escrutínio para o Parlamento Europeu “não está em causa o Governo nem a governabilidade”, pelo que a maioria absoluta não é uma necessidade como nas legislativas.

Sobre a possibilidade de os portugueses “castigarem” o executivo de José Sócrates no dia 7 de Junho, Vitalino Canas sublinhou: “Há partidos que procuram combater o Governo através desta eleição, mas as pessoas são capazes de separar as coisas”. Ainda assim, admite que na situação difícil em que o país se encontra, em especial por causa da crise internacional, os partidos mais pequenos conquistem alguns eleitores. “Mas o que importa é a situação de vitória em que [a sondagem] nos coloca, sempre a merecermos a preferência maioritária”, acrescentou.

O cabeça-de-lista do PS, Vital Moreira, citado pela Lusa, disse hoje que está satisfeito por todas as sondagens darem a vitória ao PS, mas afirma que a "a sondagem que conta" é a do dia 7 de Junho. À margem de uma visita ao Mercado Municipal de Portimão no âmbito da campanha para as "Europeias 2009", Vital Moreira esclareceu que não havia empate técnico, mas sim uma vitória do PS por 2,2 por cento".

O candidato do PS recorda que nas sondagens que têm vindo a público, nenhuma deixou de dar vitória aos socialistas. "Houve sondagens que no início deram um resultado, houve outras que deram um resultado maior, portanto até agora nenhuma deixou de nos dar à frente", referiu, acrescentando que "esse era o ponto essencial".

PCP e BE temem abstenção, CDS desvaloriza

A terceira força política é o Bloco de Esquerda (10,1 por cento), que continua a subir nas intenções de voto, podendo dobrar o resultado conseguido há quatro anos, quando conquistou apenas um lugar em Bruxelas. A CDU surge neste barómetro com 8,9 por cento dos votos, o que se traduz na manutenção dos dois lugares conseguidos nas últimas eleições.

O cabeça-de-lista do BE, Miguel Portas, considera que os dados confirmam “uma tendência geral de resultados animadores” para o seu partido, que atribui ao agrado com as propostas bloquistas, mas também ao descontentamento com o Governo. “As pessoas não querem mais do mesmo”, disse. Mas, ainda assim, recordou que “as sondagens não votam a não ser no momento em que são feitas”, pelo que tudo pode mudar, em especial tendo em conta a grande abstenção que costuma haver.

No que diz respeito ao empate técnico entre PS e PSD, o candidato não quer fazer grandes leituras, mas admite que o resultado possa ter sido influenciado pela atitude dos líderes dos partidos: “José Sócrates fez uma opção que foi a de se introduzir claramente na campanha. Já Paulo Rangel tem feito tudo para evitar a presença de [Manuela] Ferreira Leite”.

A número um da CDU ao Parlamento Europeu, Ilda Figueiredo, defende também que “a verdadeira e única votação que conta é a da eleição de 7 de Junho”, dia em que teme que a abstenção se imponha. Por isso, até lá promete “um grande combate para esclarecer as pessoas sobre a alternativa para as injustiças sociais”. E deixa uma crítica: “Somos os únicos coerentes, permanentes e persistentes no nosso trabalho do Parlamento Europeu”.

Apesar de tudo acredita num “bom resultado”, isto é, “mais votos e mais lugares”, defendendo que a população está descontente com o Governo, acima de tudo por causa das “injustiças do desemprego”, que cresce todos os dias. “É urgente uma nova política, pelo que é preciso que os portugueses levem o seu protesto às ruas”, afirmou.

Em último lugar encontra-se o CDS-PP (6,9 por cento), que conquistaria apenas um ou dois lugares. “A sondagem do CDS está nas urnas”, decreta Nuno Melo, que lidera a lista, considerando mesmo “um exercício penoso” comentar sondagens que dão “uma variação da ordem cinco por cento” para um partido que tem, em média, entre 7,5 a 8 por cento nas eleições.

“O ideal seria que as empresas de sondagens chegassem a um acordo entre elas sobre a média a atribuir ao CDS”, atira. Por outro lado, a verificarem-se estes resultados significaria que “o país votava ao centro, votava mais no mesmo”. E nisso não acredita: “Quem acha que se joga tudo ao centrão, vai ter uma surpresa. O país quer uma mudança”, vaticina Nuno Melo.

Ficha técnica

O estudo feito pela Eurosondagem foi realizado junto de 2048 pessoas, entre 17 e 20 de Maio, por telefone. Teve como universo a população com mais de 18 anos, residente em lares com telefone da rede fixa em Portugal Continental.

Os entrevistados foram distribuídos aleatoriamente no que diz respeito ao sexo e à idade, verificando-se que 21 por cento estava na faixa etária entre 18 e 30 anos, 54 entre os 31 e os 59 anos e 25 por cento tinha 60 anos ou mais.

Quanto a zonas, 20 por cento dos inquiridos eram da Região Norte, 14 da Área Metropolitana do Porto, 27 da de Lisboa, 29 da Região Centro e dez por cento da Região Sul. O erro máximo da amostra é de 2,17 por cento para um grau de probabilidade de 95.

Notícia actualizada às 13h46

AO SERVIÇO DA MADEIRA

"[João Carlos] Gouveia discute 'vice' [da ALR] com Jaime Ramos"


'Vices' do PS foram sempre discutidos com o PSD, a única excepção foi Bernardo Martins Data: 22-05-2009 Antes do final desta sessão legislativa, previsto para a última semana de Julho, o Partido Socialista tornará pública uma posição sobre a candidatura à vice-presidência da Assembleia. A garantia é de João Carlos Gouveia que terminou uma série de contactos sobre esta matéria, mas que não confirma a indicação de um nome para ocupar um lugar que, desde Junho de 2007, está vago. Pode haver candidatura, ou não. O líder do PS-M e da bancada 'rosa' esteve reunido, nos últimos dias, com todos os líderes parlamentares e deputados únicos, com o representante da República e com o presidente da Assembleia Legislativa. Depois da ronda de contactos, vai debater a questão no interior do partido. Certo é que o dirigente socialista esteve à mesa com todos os partidos, incluindo o PSD-M que esteve representado pelo seu líder parlamentar. Gouveia e Jaime Ramos abordaram, "sem rodeios", a questão da eleição do terceiro vice-presidente do parlamento que, regimentalmente, deve ser indicado pelo maior partido da oposição. O líder socialista diz-se "honrado" com o facto de todos os partidos com representação parlamentar terem correspondido à sua solicitação.Independentemente das posições das outras forças políticas, a eleição de um 'vice' socialista estará sempre dependente da decisão 'laranja'. Para ser eleito, qualquer candidato deve ter maioria absoluta (24 votos), o que só é possível com, pelo menos, dez votos do PSD. Jaime Ramos tem garantido esse número 'mínimo'. Desde o início da legislatura que o candidato do PS-M tem sido sistematicamente rejeitado. Bernardo Martins já foi a votos em três alturas, realizando-se em cada uma delas duas votações, somando seis desaires. Todos pela diferença de um voto. O MPT tem votado contra, inviabilizando o pleno da oposição que permitiria a eleição. PSD-M não foi consultadoO líder socialista aproveita para referir um facto em relação a esta candidatura: "Em todas as sessões legislativas em que o PS teve vice-presidentes da Mesa, houve sempre acordo com o PSD, tendo sido discutidos nomes, excepto em relação ao dr. Bernardo Martins". Contactos que deverão ser retomados, numa futura candidatura socialista. O PS-M já teve três vice-presidentes da Assembleia: Emanuel Jardim Fernandes, Fernão Freitas e Rita Pestana.Gouveia não fala em nomes, mas é certo que não voltará a indicar Martins. A solução só será conhecida depois das 'europeias' e reuniões de deputados e da comissão política. O líder do PS-M considera importante que o seu partido contribua para que o parlamento madeirense tenha uma Mesa plural.Confrontado com a possibilidade de esperar por um eventual regresso de Jacinto Serrão, actualmente na Assembleia da República, à ALM, rejeita essa solução. Serrão só regressaria no final do ano e o PS-M quer apresentar uma solução antes do Verão. Congresso em JaneiroNos meios socialistas parece consensual a realização do próximo congresso em Janeiro de 2010, com a eleição directa do líder antes do final do ano. Logo após as eleições de Outubro, deverá iniciar-se o processo de convocação do congresso regional. Este calendário apertado é visto como um entrave a uma eventual candidatura de Jacinto Serrão a vice-presidente do parlamento regional. Se não integrar as listas do PS-M para São Bento, o deputado só terminará o mandato em Novembro, regressando à ALM. Praticamente em cima da corrida à liderança do PS-M.
Jorge Freitas Sousa

DUBAI ... E AS SUAS FAVELAS ...











QUIM BARREIROS ... NAQUELES TEMPOS


CAPA DE UM LP

quinta-feira, 21 de maio de 2009

HELP


PROFESSORA DE HISTÓRIA


EU FICO!


O CALUNIADOR ... MEDROSO...

VALE A PENA RECORDAR
“Há, neste momento, um gang à solta na Madeira. E esse gang vai ser denunciado, vai ser escalpelizado e sabe, inclusivamente, vai-se dizer, publicamente, como foram feitas certas fortunas, cá dentro e lá fora. Vou contar como certas fortunas foram feitas, tanto aqui na Madeira, como lá fora, na emigração. Vou contar.Os empresários têm as suas associações empresariais, para defendê-los; eu não sou, aqui, advogado dos empresários. Eu tenho muita consideração pelos empresários que investem e tenho desconfiança dos empresários, entre aspas, que fizeram fortunas à custa da exploração ou por meios que se sabe não terem sido muito católicos…”. Fim de citação
Alberto João Jardim

DIA DO EMPRESÁRIO!


EXTRACTO DE INTERVENÇÃO NA ALRAM
Certamente que os confundem com aqueles, os mesmos senhores, que, só pelo facto de se identificarem com o poder, chegaram a empresários, empresários sem risco e sem mérito, é certo, mas, enfim, empresários.
A diferença, porém, é que: enquanto os primeiros estão ao serviço da economia da Madeira, os segundos colocaram a economia da Madeira ao seu serviço.
Ou seja, ao serviço da sua posição económica, bem melhor, muito melhor do que quando entraram para a política. A isso se chama enriquecimento sem justa causa.
Há, assim, os empresários que criam efectiva riqueza para a Madeira. Ao lado destes, quais parasitas do poder, há também os que beneficiam da riqueza que é da Madeira. Os primeiros são empresários autênticos e dignos do nosso apreço. Quanto aos segundos, não passam de pseudo-empresários e merecem o nosso desprezo. Deviam ter vergonha e não orgulho de si mesmos.
Os primeiros, enquanto empresários, não têm de ter opção política. Enquanto cidadãos não podem serem privados dela. Já os segundos, deviam era abster-se de se servirem da sua opção política para serem empresários.
Lá porque os segundos só chegaram a empresários por se identificarem com o poder, não quer dizer que os primeiros se identifiquem com o poder só porque são empresários. Ou seja, as declarações do Dr. Alberto João Jardim que partem de premissas falsas para chegar a conclusões erróneas quando aos empresários que verdadeiramente o são, encaixam caem que nem ginja nos que, não sendo senão maus políticos, tem a pretensão ridícula de serem levados a sério como empresários.
VICTOR FREITAS

DE BRAÇOS ABERTOS ... CUIDADO COM O ABRAÇO DO URSO!

DEPOIS DE AFIRMAR QUE IRIA RECEBER O PM DE BRAÇOS ABERTOS VEM AGORA CRITICAR OS EMPRESÁRIOS QUE O APLAUDIRAM....
JARDIM JULGA QUE OS EMPRESÁRIOS DA MADEIRA SÃO SEUS PAJENS E QUE A ELE TUDO DEVEM E, COMO TAL, SÃO SEUS VASSALOS.... NADA MAIS ERRADO!

segunda-feira, 18 de maio de 2009

O ENJEITADO ANDA A CRAMAR

Jardim não gostou de ver os empresários da Madeira aplaudirem José Sócrates no almoço com os empresários. o Homem nem se contem! Não têm o mínimo de pudor e vem a público expor-se e mostrar a sua mesquinhez e o ciúme.

DITO E FEITO!


Era previsível.
Poucas horas passaram desde a visita do Primeiro-Ministro e o homem que o recebeu de braços abertos virou as costas à boa educação, ao respeito e mergulhou na sua linguagem "fina" de arruaceiro. Todos sabemos que a dita personagem é cobarde, ataca quando o adversário saiu da sua presença, mas no frente-a-frente retrair-se, não tem coragem, não confronta e porta-se como um cordeiro manso, depois transforma-se em lobo e uiva, quando o adversário já vai longe. O Homem é assim, cobarde perante o adversário e forte na ausência dele.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

CENAS DOS PRÓXIMOS CAPITULOS...

Quando o PM sair da Madeira, Jardim na sua forma de ser arruaceira, mal educada, de linguagem baixa, típica de gentinha sem classe e sem nível, como já fez com outros Primeiros-Ministros, irá aprimorar o PM com ofensas e desconsiderações ...

DE BRAÇOS ABERTOS ... CUIDADO COM O ABRAÇO DO URSO!


A Madeira pode ser independente?


15.05.2009
Alberto João Jardim já comparou a Madeira a uma prostituta de luxo. "Se a querem, têm de pagar bem". A ameaça separatista é ciclicamente retomada em momentos de aflição financeira e de negociação orçamental ou constitucional. A "menina" de Jardim pode declarar-se independente? Por Tolentino de Nóbrega, no Funchal


a "A Madeira pode ser independente, sem o Estado português", disse há quase um ano o presidente do governo regional, Alberto João Jardim, numa das suas raras presenças no parlamento madeirense. "Isto já deu o que tinha a dar em termos de articulação com Lisboa", afirmou nesse discurso dedicado à discussão do actual programa de governo.É possível a Madeira ser independente, como ameaça Alberto João Jardim, sempre em momentos de crise ou de discussão orçamental? Olhámos para os argumentos e estudos produzidos ao longo dos anos e falámos com especialistas para testar a viabilidade do arquipélago como país independente. Com a ameaça da independência, Jardim rejeita o princípio da unidade do Estado em termos territoriais. A independência da Madeira "é uma coisa que não faz sentido nenhum em termos jurídico-constitucionais", afirma o constitucionalista Jorge Reis Novais, professor da Faculdade de Direito de Lisboa. "Só com uma revolução e uma nova constituição. Só com uma revisão constitucional não é possível."Mas mudam os tempos e os governos na República e mudam também as propostas de Alberto João Jardim para o arquipélago. Se recuarmos até 1974, quatro anos antes da chegada de Jardim à chefia do governo autónomo da região, Jardim opôs-se à ideia de independência e considerou-a mesmo disparatada. "Tentar separar a Madeira do todo nacional, para além de ridículo, constitui uma machadada grave na consciência do país. E significa abandonar esta minúscula porção de terra a ambições vorazes e estranhas, das quais não nos saberíamos, nem nos poderíamos, defender", escreveu no Jornal da Madeira a 30 de Outubro desse ano. É com a chegada de Jardim ao poder, a 17 de Março de 1978, que pára a onda de atentados bombistas realizados pela Frente de Libertação da Madeira (Flama) desde o "Verão quente" de 1975, contra bens do Estado e automóveis de personalidades madeirenses conotadas com partidos de esquerda. Para o governante, como então disse aos membros do directório deste movimento separatista, era chegado o momento de apostar no reforço e consolidação do novo processo autonómico facultado pela nova Constituição da República.Há mais de três décadas no poder, entre intermitentes declarações de portuguesismo, o chefe de uma das duas únicas regiões autónomas do país tem defendido a constituição da Madeira como estado federado ou mesmo independente e até sonha em transformar a ilha numa "Singapura no Atlântico", com o seu sistema fiscal especial capaz de atrair investimento externo.Esta última proposta, defendeu-a em Maio de 2004, no encerramento do X Congresso regional do PSD-M. Na presença de Durão Barroso, a chantagem tinha também como destino Bruxelas, para onde rumaria, meses depois, o então presidente dos sociais-democratas. Se em 2008 a União Europeia não arranjasse medidas específicas de apoio às regiões ultraperiféricas como a Madeira, a região poderia ter de encontrar "estatutos diferentes, como existe em Inglaterra em relação às ilhas do Canal ou na Dinamarca quanto às ilhas Feroé", avisou. Ameaça semelhante fez a Lisboa caso não vingasse o seu projecto de revisão constitucional para 2009 (que ainda não foi desencadeado pela Assembleia da República), exigindo o princípio de unidade diferenciada das autonomias, com graus e modelos diferentes para a Madeira e os Açores e com aumento de competências em termos legislativos. "Temos que nos ver livres dos que a tal obstarem", advertiu Jardim em Junho de 2007.Mais claro, em Novembro de 2007, no Parlamento, foi o deputado social-democrata Gabriel Drumond, assumido membro da Flama e presidente da sua sucedânea Fórum da Autonomia da Madeira (Fama), criada por dirigentes do PSD e do CDS, incluindo o próprio presidente do governo regional, com o objectivo de combater o "colonialismo" de Lisboa. Se a próxima revisão constitucional "falhar, devemos declarar unilateralmente a independência na assembleia regional", disse então aquele deputado. E se falhar a culpa é do primeiro-ministro, José Sócrates, que "nos trata brutalmente, rouba-nos e nos trata à sapatada", e do Presidente da República, Cavaco Silva, que "também tem culpa nisto" porque não vetou a Lei das Finanças Regionais, que "sufoca o povo da Madeira". De facto, só em parte Cavaco Silva (quando como primeiro-ministro tentou travar o despesismo madeirense, invocado para posicionar-se contra a regionalização no continente) e agora o chefe do governo José Sócrates (ao clarificar, no âmbito do saneamento das contas públicas, o relacionamento entre o Estado e as regiões autónomas na nova lei das finanças) resistiram à chantagem de Jardim, que tem beneficiado da complacência da generalidade dos titulares dos órgãos de soberania. As sondagensAs duas mais recentes sondagens que abordam o tema da independência revelam que a Madeira deve ser o único território no mundo onde o apoio à independência dos habitantes locais é menor do que no país em geral. No estudo de opinião feito pela Marktest para o DN e TSF, em Novembro de 2006, apenas no continente, a maioria dos portugueses participantes (59,2%) mostra-se contra uma possível independência da Madeira, que é admitida por 23,5 por cento, com uma esmagadora maioria (60,1%) a afirmar igualmente o seu apoio à decisão de Sócrates de reduzir os apoios a esta região. Em Fevereiro de 2008, um estudo da Eurosondagem (para a RR, SIC e Expresso) revelou que, ao contrário do que políticos locais apregoam, os madeirenses não querem a independência, nem acreditam em discursos a apelar ao separatismo. À pergunta "A Madeira deve ser independente?", 72,2 por cento dos madeirenses inquiridos responderam "não", enquanto apenas 10 por cento deram resposta positiva.Jardim desvalorizou, no seu tom peculiar, a sondagem em que os portugueses apoiam o corte de verbas à Madeira, por ter atingido, com a solidariedade nacional e europeia, um PIB superior à média portuguesa: "Há 60 por cento de tipos que querem ser proprietários da Madeira, mas que não querem gastar dinheiro com esta região. Há um nome feio que se chama a esses senhores..." O referendo A realização de um referendo nacional sobre a independência foi mesmo o que defendeu o jornalista madeirense Vicente Jorge Silva na sua passagem como deputado pela Assembleia da República, a propósito da revisão constitucional. Era uma forma de "ver, com toda a clareza, que o rei vai nu, duplamente nu" e que "o fantasma do separatismo agitado por ele [Jardim] poderia tornar-se um espantalho esfarrapado". O presidente do governo regional "sabe perfeitamente que a maioria esmagadora da população madeirense, confrontada com o momento da verdade, rejeitará o aventureirismo suicida de uma independência para a qual ele não terá respostas políticas, económicas e institucionais com qualquer viabilidade. Ele sabe que o referendo não lhe deixaria nenhuma margem de manobra para continuar a chantagear quem lhe fornece créditos a fundo perdido, utilizados para alimentar a corte e o sistema mafioso que imperam na região". Mas não é apenas Jardim e quem o rodeia que sabem isso, adianta Vicente Jorge Silva. "Sabem-no - tinham obrigação de sabê-lo - todos os que, em Lisboa, se dispuseram a pagar os sucessivos resgates por ele exigidos em troca do modus vivendi ilusório, mas que, aparentemente, seria mais barato aos cofres do Estado e dos fundos comunitários do que os custos de uma prolongada situação de instabilidade e conflito com o caudilho da Madeira", comenta. O ex-director do PÚBLICO acusa ainda o Estado de abdicar das funções de assegurar as mais elementares regras de equidade e democraticidade neste arquipélago e denuncia "a dupla personalidade do pequeno caudilho madeirense", dividido entre "a manifestação mais militante de portugalidade e espírito patriótico" e "as ameaças mais ou menos ostensivas de vontade guerreira contra o colonialismo português". Outro dos argumentos que Jardim usa constantemente é que a dívida deve ser vista numa perspectiva histórica e que o continente só está a pagar agora o que muito recebeu. Nomeou mesmo uma comissão em 2002, constituída por directores regionais e deputados do PSD, para investigar O Deve e o Haver - As Finanças Públicas e Privadas na História da Madeira. Proclamou-se contra os "500 anos de extorsão e roubo", num discurso a 21 de Agosto de 2008, em que também disse que não gostaria de ver a Madeira independente: "Sinto-me bem sendo português, tenho orgulho em ser português. (...) Mas se o povo madeirense um dia quiser a independência, o meu lugar é ao lado do povo madeirense", proclamou na cidade do Funchal. Antecipando ao P2 a conclusão do estudo, que nunca chegou a ser apresentado, o seu coordenador, Alberto Vieira, investigador do Centro de Estudos de História do Atlântico (CEHA), sublinha que "o passado foi pautado por uma forte participação financeira da ilha nas finanças do Estado". Perante esta "posição solidária" da Madeira no passado, o historiador argumenta que seria legítimo "esperar por idêntica atitude da mãe-pátria na presente recuperação do subdesenvolvimento a que nos sujeitaram". Hoje, diz Vieira, "somos nós que recorremos ao Velho Continente a reivindicar a cobrança dos 'empréstimos', mas no passado a coroa recorria às receitas madeirenses para colmatar o incessante défice das finanças públicas". Na estimativa do historiador, nos "500 anos de domínio continental e de controlo absoluto das receitas fiscais produzidas na região", o Estado investiu na ilha "apenas um quarto da receita arrecadada na Madeira". Auto-suficiente em 2006?Mas, segundo as conclusões de Vieira, a Madeira poderia ter sido "auto-suficiente em relação o Estado português" em 2006, no final do III Quadro Comunitário de Apoio e com os investimentos em curso. Visão oposta têm outros economistas, como o deputado do PS Carlos Pereira, que, ao analisar a "frágil" economia regional, traça um cenário "pouco sustentável", resultado de políticas económicas que considera erradas e por dependências difíceis de ultrapassar. O PIB regional, empolado em 21% pelas imputações anómalas das actividades da Zona Franca, não é sinónimo de desenvolvimento humano, frisa. A Madeira, lembra ainda, tem o pior índice de conforto do país e o quarto resultado (em sete regiões) em termos de rendimento das famílias, de acordo com o inquérito às famílias do Instituto Nacional de Estatística (INE). É a região com maior índice de pobreza, segundo o último estudo do Banco de Portugal, e tem os piores resultados na educação, designadamente na taxa de analfabetismo, abandono escolar e ranking do secundário, apresentando também indicadores medíocres no quadro da adaptação a uma sociedade do conhecimento. Assim, "fica claro que PIB elevado não é sinónimo de desenvolvimento humano", explica o economista. "Dificilmente a Madeira poderá ser independente", afirma o economista. E enumera os problemas: "Dependência excessiva" do turismo, o único sector que cria riqueza, peso excessivo do sector público na economia, um crescimento económico assente em obras públicas "de prioridade e utilidade duvidosa" e, ainda, dependência exagerada de recursos externos para promover o crescimento. Entre os obstáculos "inultrapassáveis", Carlos Pereira destaca a dependência de recursos externos e o défice externo, onde a taxa de cobertura das exportações é apenas de 15 por cento, enquanto nos Açores ronda os 45.A dívida já ultrapassa os cinco mil milhões de euros (aproximadamente o preço do futuro aeroporto de Lisboa), muito acima do PIB, que ronda os 4,2 mil milhões, e é crescente em todas as suas componentes - directa, indirecta, do sector público empresarial e outros passivos financeiros efectuados por engenharias de vária ordem. Se fosse independente, teria, para sustentar estes défices, de negociar com Bruxelas a manutenção dos apoios, diz o economista. Teria ainda de aumentar impostos para financiar o desenvolvimento, porque as receitas próprias hoje correspondem a cerca de 65 a 70 por cento das necessidades, acrescenta. E teria de deixar de beneficiar de um conjunto de apoios: saúde, segurança social, incluindo reformas não-contributivas e subsídio de desemprego, forças armadas e de segurança, justiça, subsídio de mobilidade, convergência tarifária da electricidade, entre outros. Estes encargos, estimados em 300 milhões de euros, não contabilizados na Lei das Finanças Regionais, são assumidos pelo Estado, que anualmente transfere do seu Orçamento para esta região mais de 200 milhões de euros, a título de custos de insularidade, e para as autarquias cerca de 70 milhões. Refira-se que, ao contrário das comunidades autónomas de Espanha, que arrecadam metade dos impostos cobrados no respectivo território e têm ainda de comparticipar nas despesas de soberania, as regiões portuguesas dos Açores e da Madeira, sem estes encargos, arrecadam a totalidade das receitas fiscais nelas geradas.Feitas as contas, "a independência não é impossível, mas obrigaria a uma descida no nível de bem-estar dos madeirenses". Ou seja, "mantendo o mesmo bem-estar, é impossível sustentar um modelo de desenvolvimento em independência", conclui Pereira.Dependência elevadaO Observatório do III Quadro Comunitário de Apoio divulgou em 2006 um relatório que confirma "o elevado grau da dependência do exterior" que ainda caracteriza a estrutura económica madeirense (na mesma altura a assembleia legislativa regional aprovava uma deliberação a encomendar um estudo para saber se a Madeira era ou não autoviável, um pedido de Jardim formulado no congresso do PSD-M). Sob a coordenação do ex-ministro da Economia Augusto Mateus, a equipa de 17 técnicos incumbida de estudar o país no que toca à competitividade e à coesão económica, desde a década de 90 até ao início do segundo milénio, regista que esta "pequena região insular" depende, "quase exclusivamente, do transporte marítimo (e também aéreo) para as suas trocas comerciais e, mais especificamente, para o seu aprovisionamento em produtos de primeira necessidade". Esta situação faz da Madeira, frisa o relatório, uma região "forçosamente influenciada por factores externos", que se revelam como "constrangimentos ao seu desenvolvimento". Este quadro de "fragilidades" é responsável por uma especialização produtiva "muito vulnerável e pouco diversificada", acrescenta o estudo, que enumera algumas dificuldades conhecidas ao nível dos sectores primário e secundário e enfatiza a importância do turismo, igualmente dependente do exterior.O tecido empresarial é constituído por empresas de "muito pequena dimensão", que enfrentam dificuldades no domínio da competitividade, que geram fracos rendimentos e estão muito ligadas a actividades tradicionais. Além disso, a Madeira constitui um mercado cuja "capacidade produtiva não possui massa crítica suficiente para revelar alguma dimensão exportadora", optando por apostar essencialmente na produção de flores, banana, vinho, bordados e artefactos em vime.Em termos gerais, a região debate-se com "insuficiências ao nível da qualificação dos recursos humanos", o que faz aumentar a distância com os níveis de rendimentos europeus. Revela uma estrutura global de níveis de habilitações da população residente e empregada "bastante desfavorável no espaço nacional e europeu", sendo o "défice de instrução e de formação" apontado como "um dos problemas mais graves". E ao nível da coesão, sublinha o estudo, aponta "assimetrias no desenvolvimento do território" que se traduzem em deficiências, debilidades e carências, problemas identificados como potenciais focos de exclusão. Estes dados não impedem, porém, a região de ter registado, em 2001, o terceiro rendimento médio per capita mais elevado do país, logo a seguir a Lisboa e Vale do Tejo e ao Algarve, o que, inflacionado pela Zona Franca, fez perder 500 milhões de euros de fundos comunitários, por ter deixado de ser considerada região de Objectivo 1, em termos da convergência europeia. No período 2000-2006, a UE tinha concedido à Madeira 623 milhões de euros. Nesses seis anos, o Orçamento do Estado transferiu para esta região 1323 milhões, a título de custos de insularidade e do Fundo de Coesão, não incluindo apoios do PIDDAC; INGA, IFADAP; Instituto do Desporto e Segurança Social. Faceta de ilhéuA toda esta dependência económica, o historiador António Marques da Silva associa as razões históricas e culturais para relevar que a Madeira sempre foi o prolongamento de Portugal. O ex-director regional dos Assuntos Culturais, fundamentado nas obras de modernos investigadores madeirenses que incidem sobre os séculos XV e XVI, caracteriza o madeirense como "português com qualidades e defeitos, de individualidade própria, esforçado trabalhador, sempre aberto a novos mundos e detentor de uma cultura paralela à da Pátria que fica do outro lado do oceano". Esta faceta de ilhéu, conclui, "justifica a autonomia, mas de modo nenhum legitima o corte definitivo com o Portugal do continente, nem uma autonomia insensata sempre vibrantemente progressiva e sem fim, conforme a tola propaganda do partido dominante". Essa pretensa autonomia, adverte o historiador, "poderá desembocar numa injusta e mais que problemática situação de independência".

quarta-feira, 13 de maio de 2009

SAVOY: O DRAMA DO DESEMPREGO

Não me é indiferente o que se passou no hotel Savoy nestes dias, como não pode ser indiferente para o Governo da Madeira. Uma centena de trabalhadores lançados no desemprego por quem há pouco tempo atrás afirmou que ninguém iria para o desemprego. A má fé empresarial da forma mais vil que já se viu, primeiro faz-se afirmações públicas que tranquilizam os trabalhadores e depois à falsa fé manda-se o pessoal para o desemprego. Aproveita-se a crise para isto, não há vergonha!
O Governo do PSD deveria reflectir o seu apoio a este tipo de empresários!

quinta-feira, 7 de maio de 2009

TEMOS CANDIDATO!

A confirmar-se a candidatura do Jornalista Luis Miguel França à Câmara Municipal de Santa Cruz temos um bom candidato para disputar de igual para igual a Presidência da Câmara de Santa Cruz. Estão abertas as portas para uma mudança no Concelho de Santa Cruz. Bem-vindo à participação cívica. Santa Cruz já está no mapa!

quarta-feira, 6 de maio de 2009

EU FICO!


Encontro marcado para a próxima semana
Alegre convoca apoiantes para decidir se fica ou sai do PS

06.05.2009 - 09h20 Margarida Gomes, in Público

Chegou a hora da clarificação. Manuel Alegre convocou os seus apoiantes para uma reunião agendada para o final da próxima semana para avaliar a situação política e tomar decisões perante as legislativas.A grande questão que se coloca é saber se, desta vez, Manuel Alegre rompe definitivamente com o PS ou se, pelo contrário, pretende aumentar a sua capacidade negocial, ajustando-a ao peso político que tem na sociedade e que ficou patente no resultado que o candidato presidencial obteve nas últimas eleições para a Presidência da República.Há apoiantes seus que aguardam com muita expectativa a próxima reunião, sobretudo porque Alegre sempre disse que nunca virou as costas a um desafio. Para já, o histórico deputado socialista, que tem provocado alguma turbulência nas águas socialistas, insurgindo-se contra a falta de esquerda em todo o lado, nada diz. “A reunião será para anunciar uma tomada de posição minha perante as legislativas e o que vou fazer”, afirmou o deputado socialista em declarações ao "Diário de Notícias" de hoje. Para já, o deputado não revela qual será o sentido da sua decisão, limitando-se a dizer que será “final”. E o PS recusa-se a falar sobre a questão. Contactado pelo PÚBLICO, Vitalino Canas, porta-voz do PS, que se encontra em Pequim, disse apenas: “Não temos nenhum comentário a fazer em relação a reuniões que se vão realizar. Não quero nesta altura falar sobre essa questão”.No mapa eleitoral, o candidato proposto pelo PS às europeias, Vital Moreira, pode contar com o voto de Manuel Alegre. Resta saber qual vai ser o sentido de voto do deputado no cenário das legislativas.

52 EUROS POR UM PÓLO???

Data de publicação: 02-04-2009
Nome entidade adjudicante
511217315
Município do Funchal

Listagem de entidades adjudicatárias
Clube de Golfe do Santo da Serra
Objecto do contrato:
Aquisição de 300 pólos, masculinos e femininos, com brasão da Câmara Municipal do Funchal, para a II Edição do torneio de golfe da cidade do Funchal, denominado “Torneio Cidade do Funchal 501”
Preço contratual : 15.600,00 €
Prazo de execução: 30 dia(s)

APOIOS FINANCEIROS

Resolução n.º 523/2009 in JORAM
Casa da Madeira de Coimbra

2. Para a prossecução das actividades previstas no número anterior, conceder à Casa da Madeira de Coimbra uma comparticipação financeira que não excederá o montante de 18.000,00 (dezoito mil euros), a ser processada em 2009 numa única tranche.


Resolução n.º 524/2009
Casa da Madeira do Norte (C.M.N.)

2. Para a prossecução das actividades previstas no número anterior, conceder à Casa da Madeira do Norte uma comparticipação financeira que não excederá o montante de 7.500,00 (sete mil e quinhentos euros), a ser processada em 2009 numa única tranche.

DÉFICE FINANCEIRO NA ASSOCIAÇÃO SANTANA CIDADE SOLIDÁRIA

Resolução n.º 519/2009 in JORAM

Atribuir à mesma instituição, no âmbito do referido acordo, um apoio financeiro nos montantes mensais abaixo mencionados, correspondente ao défice de funcionamento previsto para as referidas actividades:
a. De Setembro a Dezembro de 2008: 4.154,18 ;
b. A partir de Janeiro de 2009: 4.186,93 .
O Governo Regional através da resolução 519 vem aumentar os subsídios à associação Santana Cidade Solidária em virtude desta ter um passivo que se tem vindo a agravar, por isso os novos apoios financeiros retroagem a Setembro do ano passado. Mais uns dinheirinhos para o putativo candidato a Presidente da Cãmara, Rui Moises, fazer solidariedade e campanha eleitoral com o dinheiro da Segurança Social do Governo da Republica.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Empresa vai aproveitar “invenção” para promover reciclagem de carros usados

05.05.2009 - 16h11 PÚBLICO
Sara Watson, uma aluna do segundo ano do curso de Desenho e Pintura da Universidade de Central Lancashire, Reino Unido, transformou um Skoda Fabia numa tela e pintou-o de forma a torná-lo “invisível”, confundindo-o com o local onde está estacionado. Uma empresa de reciclagem vai aproveitar a ideia para promover a reciclagem dos carros usados.A obra nasceu no parque de estacionamento do seu estúdio, na Universidade. O carro foi emprestado no mês passado pela empresa de reciclagem de Preston Recycling Lives. Desde então, Sara tem trabalhado sem parar durante três semanas para garantir que cada milímetro do veículo condiz com o local.“Estava a trabalhar o conceito da ilusão mas precisava de algo mais físico para ter um verdadeiro impacto”, comentou, no site da Universidade.Agora, a empresa que doou o carro vai aproveitar este “truque” para incentivar a sua forma de fazer desaparecer automóveis desnecessários: a reciclagem.“Sara tem uma abordagem ligeiramente menos brutal de fazer um carro desaparecer. Nós partimo-lo e reciclamos o que for possível”, disse Steve Jackson, fundador da empresa.

segunda-feira, 4 de maio de 2009