sexta-feira, 27 de março de 2009

CRIATIVIDADE E IMAGINAÇÃO: TELEFONES


CASO O MANUAL DE URDIDURAS NÃO SEJA CLARO CONTACTAR ESTE SENHOR

DEPUTADO DO PSD ESPECIALISTA EM URDIDURAS
Miguel Almeida,deputado do PSD e pessoa muito ligada a Pedro Santana Lopes (então primeiro-ministro), tendo sido seu chefe de Gabinete quando este foi presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz.
O CONTACTO PARA APROFUNDAR A MATÉRIA DO MANUAL PODE SER ATRAVÉS DO BLOG http://miguelpereiraalmeida.blogspot.com, OU http://www.parlamento.pt/DeputadoGP/Paginas/Biografia.aspx?BID=2128.

MANUAL PARA PLANEAR UMA URDIDURA JUDICIAL!


PELA LEITURA DA REVISTA DA ORDEM DOS ADVOGADOS RELATIVO AO CASO FREEPORT, PARA QUEM É INESPERIÊNTE, COMO EU, NESTAS ANDANÇAS SEGUINDO O QUE ESTÁ AQUI DESCRITO http://www.oa.pt/upl/{e9c642f0-45cd-4368-8737-19044506cb87}.pdf FICA-SE COM UMA IDEIA CLARA DE COMO FAZER UM ARRANJINHO PARA TRAMAR ALGUÉM POLITICAMENTE. PARA TAL, SÃO NECESSÁRIOS OS BONS-OFÍCIO DE UM INSPECTOR DA PJ, ENVOLVENDO ALGUNS POLÍTICOS E COM A AJUDA DA COMUNICAÇÃO SOCIAL. PARA CONSEGUIR TAL DESIDRATO É NECESSÁRIO TER UM AMIGO NA PJ, UNS AMIGOS NA POLÍTICA E UNS AMIGOS JORNALISTAS.
LEIA A PEÇA NA INTEGRA http://www.oa.pt/upl/{e9c642f0-45cd-4368-8737-19044506cb87}.pdf E FICARÁ HABILITADO PARA REPETIR A FAÇANHA. UM AUTÊNTICO MANUAL!

CASO FREEPORT: URDIDURA SEGUNDO O BASTÓNÁRIO DA ORDEM DOS ADVOGADOS

BASTONÁRIO DOS ADVOGADOS ANTÓNIO MARINHO PINTO
ENCONTROS POLÍTICO E JORNALÍSTICOS


Resta saber se o magistrado do MP titular do processo Freeport, Raul Farias, chegou a ter conhecimento de que a carta não era anónima.
A situação, já de si insólita, adquire contornos algo preocupantes, porquanto a ideia da carta “anónima” parece ter surgido num contexto de encontros e reuniões entre inspectores da PJ, jornalistas e figuras políticas ligadas ao PSD e ao CDS.Assim, em Janeiro de 2005, ainda antes de aberto o inquérito, realizaram-se pelo menos dois encontros na localidade da Aroeira, na residência do administrador da revista Tempo, Armando Jorge Costa Carneiro Neves de atos.Além do anfitrião, participaram também os inspectores da PJ Elias Torrão e Carla Gomes, bem como o jornalista da revista Tempo Vítor Norinha e Miguel Almeida, deputado do PSD e pessoa muito ligada a Pedro Santana Lopes (então primeiro- ministro), tendo sido seu chefe de Gabinete quando este foi presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz.Papel importante nessas reuniões parece ter tido também um indivíduo de nome José Maria Belo Dias, que costumava ir à caça com Elias Torrão, já que terá sido por seu intermédio que este inspector da PJ organizou os encontros com Armando Carneiro, Vítor Norinha e Miguel Almeida.
Todos esses encontros decorreram no âmbito de uma “averiguação preventiva”, ou seja, uma espécie de pré-inquérito não dirigido pelo MP. Esse procedimento está previsto na Lei n.º 36/94, de 29 de Setembro (medidas de combate à corrupção e criminalidade económica e fi nanceira), que admite que a PJ possa desencadear, por iniciativa própria, acções de prevenção relativamente a esse tipo de criminalidade.
Surpreende, no entanto, que a instauração dessa “averiguação preventiva” tenha assentado na carta aparentemente combinada entre Zeferino Boal e a PJ, já que o inspector Elias Torrão desempenhava funções na área da investigação de moeda falsa da PJ, área essa que nada tinha a ver com os crimes denunciados na missiva (corrupção e participação económica em negócio).

DENEGRIR A IMAGEM DE SÓCRATES

Outra curiosidade consiste em apurar qual o papel reservado aos jornalistas nessas reuniões, uma vez que, antes delas, eles não publicaram qualquer notícia sobre o caso e, posteriormente, apenas se limi- taram a noticiar as decisões do MP e as diligências efectuadas pela própria PJ. Surpreende igualmente o papel de Mi- guel Almeida, dadas as funções políticas e partidárias que desempenhava na ocasião e, sobretudo, as suas ligações ao então primeiro-ministro, Pedro Santana Lopes, ou seja, o principal adversário político de José Sócrates nas eleições legislativas desse ano. A propósito de Miguel Almeida, a ma- gistrada do MP, Inês Bonina, chegou a ad- mitir no seu despacho que aquele militante social-democrata "tivesse interesse em ver publicada informação que denegrisse a imagem" de José Sócrates. "[…] verifi ca-se que este indivíduo está ligado ao Partido Social Democrata, tendo sido eleito deputado pelo círcu- lo de Coimbra desse partido nas últimas eleições legislativas, sendo confi gurável, em abstracto, que, na qualidade de can- didato a deputado pelo PSD, Luís Miguel Almeida tivesse interesse em ver publicada informação que denegrisse a imagem do candidato principal do Partido Socialista em benefício do seu próprio partido" - escreveu a dada altura a magistrada. Esse "caldo político-jornalístico" fez e faz recair as piores suspeitas sobre a génese daquela investigação, sobretudo por se tratar de um ano de eleições le- gislativas. Essas suspeitas são agravadas
pela circunstância de tal investigação ter praticamente “hibernado” durante quatro anos e só ter ressurgido no início deste ano, precisamente um ano com eleições legislativas, autárquicas e europeias.
Além disso, ao fi m de tanto tempo ainda não se conhecem os factos penalmente relevantes que foram apurados, apesar de já em Fevereiro de 2005 terem sido realizadas dezenas de diligências processuais, desde a tomada de declarações até escutas telefónicas, buscas e apreensões de centenas, se não mesmo milhares, de documentos.
Por tudo isso, os investigadores, mormente a Polícia Judiciária, não saem muito bem desta história, pois não são correctos, do ponto de vista processual, os métodos inicialmente usados na investigação deste caso, principalmente durante a chamada “averiguação preventiva”. Com efeito, perante uma pessoa que diz conhecer factos susceptíveis de constituírem crime, o dever da Polícia é recolheras suas declarações, comunicar imediatamente ao MP para abrir o competente inquérito, averiguar a razão de ciência da pessoa em causa e, se for caso disso, tomar as adequadas medidas para a sua protecção, bem como para preservação dos elementos de prova eventualmente existentes.

CULTURA DE IRRESPONSABILIDADE
Aconselhar o recurso a cartas anónimas, reunir com jornalistas (e com opositores políticos do principal visado com as denúncias) são métodos que não são próprios de uma investigação criminal isenta. Em processo penal não há conversas (ou reuniões) informais, mas sim diligências rigorosamente formais, ou seja, reduzidas a auto.
Por outro lado, divulgar a jornalistas a realização de escutas telefónicas e de buscas judiciais, inclusive antes de estas se efectuarem (como já aconteceu também com um antigo director Nacional daPJ), constitui uma prática que só se pode justifi car por interesses estranhos à inves-
tigação criminal. Sublinhe-se, a propósito, que as buscas e apreensões foram ordenadas pelo MP a 7 de Fevereiro de 2005 e efectuadas dois dias depois (dia 9) pela PJ. No entanto, essas diligências foram logo noticiadas pela revista Tempo (edição de 9 de Março) e pelo semanário Independente (edições de 11 e 18 de Março), com base num documento de “planeamento operacional” da PJ intitulado BUSCAS 2. Segundo despacho de Inês Bonina, uma cópia desse documento fora entregue ao jornalista Vítor Norinha pelo inspector Elias Torrão.
Perante tudo isso, uma pergunta se impõe: se em Fevereiro de 2005 já existiam fortes indícios dos crimes de corrupção e de participação económica em negócio; se já então se realizaram todas essas diligências processuais; se o caso foi amplamente noticiado nos órgãos de comunicação social, incluindo a divulgação da identidade de várias pessoas apresentadas como suspei-
tas desses crimes, porque é que, mais de quatro anos depois, o Ministério Público ainda não encerrou o inquérito, acusando quem for de acusar e ilibando quem for de ilibar?
Enquanto não houver uma resposta clara a esta pergunta todas as dúvidas e suspeitas serão legítimas sobre o processo Freeport. Noutros países, como os Estados Unidos, por exemplo, um caso destes teria conduzido, seguramente, a um outro processo (por conspiração), sendo que ambos provavelmente estariam concluídos em menos de quatro anos. Em Portugal, infelizmente, predomina uma cultura de irresponsabilidade que permite que as investigações se arrastem indefi nidamente.
Uma coisa é certa: este tipo de situações não prestigia a justiça e, sobretudo, não dignifi ca o Estado de Direito Democrático nem as suas instituições mais relevantes.

BASTONÁRIO DA ORDEM DOS ADVOGADOS - ANTÓNIO MARINHO PINTO

COMO A "COISA" FUNCIONA....




POLÍTICOS, JORNALISTAS, AGENTES DA AUTORIDADE FORJAM CARTA "ANÓNIMA". VER TUDO EM:http://www.oa.pt/upl/{e9c642f0-45cd-4368-8737-19044506cb87}.pdf

quinta-feira, 26 de março de 2009

GRUPO PARLAMENTAR DO PSD-MADEIRA ADERE ÀS NOVAS TECNOLOGIAS


AINDA ESTÁ EM CONSTRUÇÃO
GRUPO PARLAMENTAR DO PSD-MADEIRA VAI TER PÁGINA DE INTERNET
http://www.gp-psdmadeira.com/

Os Madeirenses terão acesso aos maravilhosos discursos de Jaime Ramos e Companhia. Prosas imperdíveis com nível e de fina retórica parlamentar. A não perder....

COMO SE VIABILIZA AS SOCIEDADES DE DESENVOLVIMENTO


"AS SOCIEDADES DE DESENVOLVIMENTO NÃO VÃO CUSTAR UM TOSTÃO AO BOLSO DOS MADEIRENSES" Vice-Presidente do Governo.

Infelizmente esta é uma falácia como ficou provado pelo relatório do tribunal de contas às Sociedades de Desenvolvimento. Segue mais uma resolução em que o Governo, com os nossos impostos, financia a Sociedade de Desenvolvimento do Porto Santo. O período de carência relativamente aos empréstimos ainda não terminou, estes financiamentos são somente para custos de exploração, a partir de 2012, quando tivermos que pagar os juros e o capital do empréstimo vai ser lindooooooo.

Resolução n.º 318/2009

Considerando a importância estratégica que a infra-estrutura do Campo de Golfe do Porto Santo constitui para a Região Autónoma da Madeira, quer na sua componente turística, bem como desportiva, e da sua relevância enquanto pólo dinamizador da economia regional;
Considerando os elevados custos com a manutenção do Campo de Golfe do Porto Santo, bem como da sua importância para a elevação do mencionado complexo desportivo a um patamar de nível internacional;
Considerando que uma boa manutenção das instalações desportivas permite uma melhor utilização das mesmas.
O Conselho do Governo, reunido em plenário em 19 de Março de 2009, resolveu:
1. Ao abrigo do disposto no artigo 26.º do Decreto Legislativo Regional n.º 45/2008/M de 31 de Dezembro, no artigo 57.º do Decreto Legislativo Regional n.º 4/2007/M de 11 de Janeiro, na alínea g) do n.º 1 do artigo 5.º do Decreto Regulamentar Regional n.º 15/2005/M de 19 de Abril, no artigo 2.º, na alínea d) do n.º 1 do artigo 4.º do Decreto Legislativo Regional n.º 12/2005/M, de 26 de Julho, alterado pelos Decretos Legislativos Regionais n.ºs 4/2007/M, de 11 de Janeiro e 29/2008/M, de 12 de Agosto, autorizar a celebração de um contrato-programa de desenvolvimento desportivo com a Sociedade de Desenvolvimento do Porto Santo S.A, tendo em vista a comparticipação financeira do IDRAM nos custos de manutenção do campo de golfe da
Sociedade de Desenvolvimento do Porto Santo S.A.
2. Para a prossecução do projecto previsto no número anterior, conceder à Sociedade de Desenvolvimento do Porto Santo S.A uma comparticipação financeira que não poderá exceder o montante de 271.330,40 (duzentos e setenta e um mil, trezentos e trinta euros e quarenta cêntimos), de acordo com a seguinte programação financeira:
2009 - 135.665 euros
2010 - 135.665 euros
3. O contrato-programa a celebrar retroage efeitos a 1 de Janeiro de 2009 e termina a 31 de Dezembro de 2010.
4. Aprovar a minuta do contrato-programa, que faz parte integrante da presente Resolução e que fica arquivada na Secretaria-Geral da Presidência, para atribuição do apoio financeiro previsto nesta Resolução.
5. Mandatar o Secretário Regional de Educação e Cultura para, em representação da Região Autónoma da Madeira, homologar o contrato-programa, que será outorgado pelas partes.
6. A despesa resultante do contrato-programa a celebrar tem cabimento orçamental na rubrica 04.07.01 do Projecto 04 do Orçamento Privativo do Instituto do Desporto da Região Autónoma da Madeira.
Presidência do Governo Regional. - O Presidente do
Governo Regional, Alberto João Cardoso Gonçalves Jardim.

quarta-feira, 25 de março de 2009

terça-feira, 24 de março de 2009

ELEIÇÕES - SINDICATO DE PROFESSORES DA MADEIRA

LISTA CANDIDATA
Marília Azevedo (Coordenadora) Paulo Cafôfo (Vice-coordenador)

A acompanhar no blog: http://cadavezmaisperto.blogs.sapo.pt/
Há outra lista mas ainda não foi apresentada mas já tem blog:http://www.alternativaspm.blogspot.com/

O QUE HOJE BASTA AMANHÃ NÃO CHEGA!


O que hoje basta amanhã não chega, lembrei-me desta frase, porque o que se passou ao longo de 2008 é irresponsabilidade governativa. Se, e só se, o Governo do PSD-M tivesse ao longo de 2008, como foi sugerido pelo PS, tomado medidas, hoje não estaríamos na actual situação de ruptura económica e social. O que à data bastava para minimizar os problemas, agora já não chega. Se as medidas tivessem sido tomadas em 2008, como sugerimos, a situação actual seria bem diferente. O que hoje basta amanhã não chega. Se o PSD-M tivesse de facto assumido o combate ao desemprego, com políticas de apoio às empresas, hoje não estávamos com os números de desempregados que assustam qualquer governante, minimamente consciencioso. Agora, mesmo após o PSD-M ter deixado chegarmos a esta situação, a frase O QUE HOJE BASTA AMANHÃ NÃO CHEGA, torna-se novamente actual, porque se este PSD continuar na política do deixa andar para ver o que isto dá, amanhã podemos ser confrontados com uma situação muito pior. Por isso, a bem das famílias e das empresas, senhores governantes tomem medidas porque digo-vos novamente - O QUE HOJE BASTA AMANHÃ NÃO CHEGA!

A CONJUNTURA MUDOU, AS POLÍTICAS NÃO!


Quando muda a realidade as políticas têm que mudar!

O Governo do PSD-Madeira ainda não assumiu, com políticas, a nova realidade Madeirense. Continuam a fazer de conta que vivemos outra realidade, que não é a nossa. Continuam na pasmaceira governativa, sem medidas e sem propostas, tentam atirar poeira para os olhos dos madeirenses, fazendo propaganda, mas sem resolver os problemas. Esta limpeza ao busto da Madeira Nova, já não consegue esconder a realidade, cada vez mais nua e crua: mais desemprego, mais falência, mais pobreza, mais exclusão social, mais toxicodependência, mais insegurança etc.. Assim vamos nós no meio da propaganda, mas a propaganda pode esconder durante algum tempo os problemas, mas não os resolve!


CHEGOU A HORA DE REVER AS POLÍTICAS!

O PS-M durante 2008 foi alertando e chamando à atenção em relação ao desemprego, à exclusão social, à pobreza, ao baixo poder de compra das famílias etc. Foi discutido o Orçamento para 2009 em Dezembro passado na ALRAM, chamamos a atenção na necessidade de medidas de apoio às empresas e ao emprego. Nada! O Governo do PSD apresentou e aprovou um Orçamento igual ao do passado, um Orçamento que não mudou as políticas, um orçamento que tratava o ano 2009 como um ano igual a tantos outros. Chamamos à razão o PSD-M: Quando a Realidade Muda as políticas têm que mudar. O PSD não nos deu ouvidos e chumbou as propostas do PS. Mais, aproveitaram o manancial de tempo que dispunham na discussão do Orçamento de 2009 para ridicularizar as propostas do PS e da restante oposição. Afirmaram que estávamos a ver fantasmas, que a realidade Madeirenses era outra, que havia crescimento económico e progresso, que as oposições só viam sombras negras no horizonte etc.. Pois, os números hoje tornados públicos corroboram o que antevíamos. Neste caso digo é triste ter razão.

TRAGÉDIA E HORROR

NÃO HÁ MEMÓRIA NOS ÚLTIMOS 30 ANOS DE UM DESEMPREGO TÃO ELEVADO.
O MÊS DE FEVEREIRO DE 2009 FICA NA HISTÓRIA PELA NEGATIVA. É O MÊS EM QUE FORAM PARA O DESEMPREGO MAIS PESSOAS, 857 NOVOS DESEMPREGADOS.

TRAGÉDIA E HORROR

IN DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA

10.789 DESEMPREGADOS NA MADEIRA

SÓ MO MÊS DE FEVEREIRO FORAM PARA O DESEMPREGO 857 NOVOS DESEMPREGADOS

segunda-feira, 23 de março de 2009

PS quer inquérito à extracção de inertes no Faial

in Diário de Notícias da Madeira

PS quer ouvir governantes e polícias sobre o Faial

Socialistas pedem comissão de inquérito sobre a extracção de inertes na ribeira

Data: 23-03-2009
O grupo parlamentar do Partido Socialista quer uma comissão parlamentar de inquérito para investigar o que se passa na Ribeira do Faial. A proposta está pronta para dar entrada no parlamento e aborda vários aspectos relacionados com a extracção de areias e pedras, desde os mecanismos de licenciamento à fiscalização e comercialização daqueles materiais. Para um cabal esclarecimento de um tema polémico que se arrasta há vários anos, os deputados socialistas esperam poder contar com várias explicações. Ao todo, são já sugeridas audições a seis entidades. A proposta do PS conta com explicações dos secretários do Ambiente e do Equipamento Social, do vice-presidente do Governo Regional, do presidente da Câmara de Santana e dos comandantes na Madeira da Polícia de Segurança Pública e da Guarda Nacional Republicana. A argumentação socialista para a constituição de uma comissão de inquérito parte de uma base simples: a Assembleia não pode fingir que não sabe do caso. O parlamento, diz o PS, "não pode assistir com indiferença às notícias vindas a lume sobre constantes atropelos à ordem jurídica estabelecida". A agressão a uma equipa de jornalistas do DIÁRIO, destacada para o local no passado dia 17, é também recordada à Assembleia como uma "tentativa clara de condicionar um órgão de comunicação social, colocando em risco a integridade física dos profissionais".Para o PS, a extracção de inertes nas ribeiras do Faial é um caso com um historial revelador da "falta de autoridade" da Região em "cumprir e fazer cumprir a lei", além de denunciar "a passividade das autoridades em matéria de licenciamento e de fiscalização".Para os deputados socialistas, este complexo caso merece outra atenção. "Quando todas as autoridades lavam as mãos nesta matéria, cabe à Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira analisar a acção inspectora" dos vários departamentos do Governo e da Câmara de Santana com responsabilidades directas na área do ambiente e da comercialização de inertes. Sobretudo, acrescenta o PS, quando esse material recolhido na ribeira pode vir a ser utilizado em obras do próprio executivo regional, bem como da própria Câmara Municipal". Com tantas polémicas, suspeitas e acusações, o PS defende que está na altura de a Assembleia se pronunciar.

Para isso, deverá constituir uma comissão parlamentar de inquérito. Uma dúzia de questões O grupo parlamentar do Partido Socialista tem, para já, 12 questões a colocar numa eventual comissão parlamentar de inquérito, que são as seguintes:

Determinar como são aplicados os mecanismos de licenciamento e fiscalização ambiental nas ribeiras do Faial;

Apurar se existe negligência das autoridades;

Identificar as empresas que extraíram inertes no dia 17 de Março;

Apurar a origem dos inertes utilizados nas britadeiras da zona dos Moinhos, no Faial;

Descobrir se houve material de proveniência ilegal em obras públicas;

Aferir se as entidades fiscalizadoras dispõem de meios suficientes;S

aber qual o papel da Câmara de Santana na fiscalização;

Qual o papel da Inspecção Regional do Ambiente;

Que atitudes tomaram os Serviços de Hidráulica do GR;

Que acção desenvolveram os serviços do Comércio e Indústria do GR;

Qual o papel desempenhado pela PSP na fiscalização;

Detectar as lacunas na lei e propor iniciativas legislativas que no futuro reforcem a eficácia e os resultados exigíveis às autoridades de fiscalização.
Miguel Silva

sábado, 21 de março de 2009

LOUCURA TOTAL. MEDICAÇÃO JÁ!


«Eu quero mais para o futuro», definiu, defendendo o aumento da economia e a criação de mais emprego e pedindo à Madeira para que «não esteja amarrada às invejas e aos ódios que sopram de Lisboa» e dos «cúmplices miseráveis» locais. Depois de ter dito que os jovens têm a «obrigação» de não deixar a Região voltar para trás, Jardim insistiu nos cartões amarelos a José Sócrates nas Eleições Europeias e nas Autárquicas e num cartão vermelho nas Legislativas.«A Madeira tem de se ver livre do Sócrates e dessa trupe», justificou. Alberto João Jardim in Jornal da Madeira, jantar do PSD-M em Câmara de Lobos.
Alberto João Jardim, mais uma vez, não fala aos Madeirenses das soluções que tem para o futuro da Madeira, ele quer «Eu quero mais para o futuro» para ele mas esquece-se dos Madeirenses. Continua na sua estratégia de má criação, de falta de respeito e de linguagem grosseira. Nada que nos espante, mas demonstra a ingratidão que tem mesmo quando um Governo da República ainda recentemente autorizou mais 50 Milhões de Euros de endividamento para somar aos 150 Milhões de Euros da titularização de créditos e aos 256 Milhões de Euros do Programa Pagar a Tempo e Horas.
Já afirmei por diversas vezes que Jardim vai dando a ideia que por mais que um Governo da República ajude a Madeira o que irá receber em troca é injurias e ofensas, veja-se o que aconteceu com Guterres pagou a dívida da Madeira e Jardim apelidou-o de Fariseu, caloteiro e mafioso. Esta lógica é uma lógica perversa, ingrata e perigosa para a Madeira e para os Madeirenses.
Alberto João Jardim é tudo o que não é um Madeirense. Jardim é mal educado, os Madeirenses não; Jardim é ingrato, os Madeirenses não, temos assim o Presidente do Governo que é o oposto da identidade do povo Madeirense.
O homem não se enxerga de facto e lata não lhe falta quando diz que «não esteja amarrada às invejas e aos ódios que sopram de Lisboa» e dos «cúmplices miseráveis» locais, porque para ele todos os que têm ideias diferentes são traidores, todos os que têm uma visão diferente da sua em relação à Autonomia são antiautonomistas, todos os que não são do seu partido não prestam. Esta lógica do preto e branco não passa de uma estratégia de diminuição das oposições e seus protagonistas, de lançar um pensamento único e deturpado da realidade, com o objectivo de congregar votos no seu partido. Por este caminho, já bem longo, de um processo de aculturação às suas ideias estamos a criar uma sociedade na Madeira que gera injustiças. A lógica de que Lisboa odeia os Madeirenses, foi criada por Jardim, ele é que cria ódios em Lisboa, não são os Madeirenses, ele tudo faz para criar esses ódios de lá para cá e de cá para lá, para que os Madeirenses o vejam como defensor da Madeira e se unam contra um inimigo externo que não existe. Quem assim vê o mundo só posso deixar um conselho: MEDICAÇÃO JÁ!

sexta-feira, 20 de março de 2009

A CAMPANHA ELEITORAL JÁ COMEÇOU!

Desde Janeiro deste ano o PSD-M já iniciou a sua pré-campanha eleitoral.

O discurso da desresponsabilização política, face ao que se passa na Madeira, começa a subir de tom. A culpa de tudo o que aqui se passa é de Bruxelas ou Lisboa, o PSD-M não tem responsabilidades, sendo Governo, quem tem é quem não Governa a Madeira.

Os ditos jantares de campanha(hoje há mais um em Câmara de Lobos), começaram em Janeiro, estes jantares é a primeira leva que irá preparar o terreno, mobilizando a "máquina", para a campanha eleitoral propriamente dita, com os ataques ao PS e ao Governo da República. No entanto, o rebuliço eleitoral já se iniciou também nas cerimónias oficias, com as inaugurações e com os ataques às oposições e em especial ao PS-M.

O lançamento das falsas 41 medidas é a estratégia da diminuição de danos e para dar a ideia que o Governo afinal Governa e tem medidas, desresponsabilizando-se pela crise, a tal que é estrangeira.

Desta feita, ao contrário de 2007, o PSD-M nem precisa de meter muita da oposição ao seu lado, contra a Lei de Finanças, porque alguns partidos da oposição já o fazem e porque é natural em ano das eleições para a Assembleia da República, que a maioria dos ataques da oposição se centrem no Governo do PS na República.

Eu já vi este "filme" em 2007, ignorar a realidade, fazendo de conta que a campanha ainda não começou, é perigoso!

AFINAL HAVIA OUTRA!


A política na nossa terra é de facto surrealista.

Não é que durante os últimos meses fomos ouvindo por parte deste Governo PSD que na Madeira não havia crise, quando era evidente para todos que ela já estava instalada, já tinha desfeito as malas e, sem pedir licença, disse que vinha para ficar. O Governo do PSD negou o que era evidente, que a crise já morava na casa das famílias Madeirenses. Desde 2004 que a crise vinha a avolumar-se criando dificuldades às empresas e às famílias, já cá andava à bastante tempo sem que o GR à assumisse como sua. Tratou a crise como uma filha incógnita, não assumiu a paternidade, mas agora já assume que afinal a Crise está aí, não aquela que nasceu a partir de 2004 com o fim das grandes obras públicas, mas uma outra que chegou do estrangeiro para nos trazer problemas.

Há de facto duas crises, a Regional que nasceu em Outubro de 2004, basta ver os indicadores, e a outra, a crise estrangeira, que para o Governo Regional Nasceu no passado dia 17 de Março com o anúncio das 41 medidas.
Hoje o PSD assume que havia crise, mas não assume que havia outra.

quinta-feira, 19 de março de 2009

FELIZ DIA DO PAI

A TODOS OS PAPÁS DESTE MUNDO.

A MODA DOS APEDREJAMENTOS!


ALBERTO JOÃO JARDIM ELOGIA QUEM APEDREJA JORNALISTAS?

HÁ ALGUÉM QUE NOS PAGUE AS DÍVIDAS??

Guterres e Angeline Jolie

O Modelo de Desenvolvimento Regional que o PSD-M propalou como de sucesso tem vindo, desde 2004, a mostrar as suas rupturas. Um modelo que sempre assentou na Construção de obras públicas, mas acima de tudo no endividamento, só poderia dar este resultado. O PSD sabia, a oposição denunciou que sem a diversificação da nossa actividade económica os resultados seriam estes. Só nos últimos 4 aos com a titularização de créditos(150 Milhões de Euros), Com o Programa Pagar a tempo e Horas(256 Milhões de Euros) a Madeira foi à banca endividar-se para pagar dívidas antigas no valor de 406 Milhões de euros. Para não falar a nível das dívidas das sociedades de desenvolvimento, do sector público empresarial, dos avales etc... bem como, dos compromissos financeiros da Vialitoral, Viaexpresso, Viamadeira etc... e da Dívida Directa que caminha a passos largos para uma situação de ruptura das contas da RAM. Naturalmente que com um modelo de desenvolvimento assente na obra pública e na dívida à banca a factura mais tarde ou mais cedo irá ser assumida pela nossa e pelas futuras gerações.
Notícias como estas "População dos Canhas aponta para o ressurgimento da imigração" in Diário de Notícias da Madeira não são de estranhar, aliás são a consequência óbvia do desastre governativo do PSD.
  • Alguém pode imaginar que podemos viver à custa da ida ao crédito bancário eternamente?
  • Alguém pode achar que o Governo Regional vai construir obra pública nas mesmas dimensões do passado?
  • Alguém acredita que vai aparecer um Primeiro-Ministro que irá resolver os problemas financeiros criados pelo PSD-M?

Parece que sim, no PSD acham que irá aparecer alguém de Lisboa que pague as nossas dívidas e que nos resolvam os problemas. Mas também parece-me que no PSD ninguém acredita que quem criou os problemas, os irá resolver. Temos assim um PSD que cria problemas, mas não tem soluções para tirar a Madeira da alhada em que à meteram, mas acreditam que no horizonte há-de aparecer um Guterres que nos pague as dívidas. Haja paciência!

A LÓGICA DO ENGANO!


Jardim depois de se sentir ultrapassado pelo Governo da República no que ao combate à crise diz respeito, foi à procura das velhas medidas em vigor na Madeira, deu-lhes uma roupagem nova e fez de conta que iria lançar 41 novas medidas de combate à crise. Se não bastasse pegou em medidas do Governo da República, fez de conta que eram suas e qual Zaratustra disse: desci da montanha para vos anunciar o super-homem.
  • A partir de hoje, acabou-se o desemprego;
  • Não há pobreza nem exclusão social;
  • A falência de empresas já era;
  • A insegurança, o roubo e a violência são coisas do passado;
  • A emigração acabou, os emigrantes da Madeira irão retornar aos seus lares etc...
Após este anúncio Zaratusta subiu solitariamente para o cimo da montanha para longe dos homens e aguarda que das suas palavras nasça uma nova realidade.

NEM À PEDRADA NEM AO INSULTO


Luís Calisto coloca os pontos nos iis sobre os atentados ambientais, sobre a passividade das autoridades e sobre a forma como o poder se comporta na Madeira, tudo isto no Diário de Notícias da Madeira.

quarta-feira, 18 de março de 2009

EXISTE INSPECÇÃO DE AMBIENTE?

PROCURA-SE IRRESPONSÁVEL PELOS ATENTADOS AMBIENTAIS
O Secretário Regional dos Recursos Naturais e Ambiente, Manuel António Correia, tutela a Inspecção de Ambiente e sabe do que se passa em matéria de crimes ambientais.
O homem faz que não sabe, faz que não vê e faz que não ouve!
SERÁ INCOMPETÊNCIA?
SERÁ PREMEDITADO?
SERÁ QUE O PUTATIVO DELFIM NÃO QUER MEXER COM DETERMINAS INTERESSES?

PS INSISTE NO PLURALISMO DA IMPRENSA

O Parlamento vai reapreciar no dia 15 de Abril, a pedido do PS, a proposta de lei do pluralismo e da não concentração nos meios de comunicação social, vetada pelo Presidente da República, Cavaco Silva.
A reapreciação foi agendada hoje à tarde em conferência de líderes parlamentares.A proposta do Governo que aprova a lei do pluralismo e da não concentração nos meios de comunicação social foi aprovada no dia 23 de Janeiro apenas pela maioria parlamentar socialista, com os votos contra de toda a oposição. Cavaco Silva comunicou ao Parlamento o veto da lei no dia 02 de Março.De acordo com o Regimento da Assembleia da República, um diploma objecto de veto político por parte do Presidente da República, como é o caso, pode ser reapreciado «a partir do décimo quinto dia posterior ao da recepção da mensagem fundamentada».
Refira-se que esta lei põe em causa a continuidade do Jornal da Madeira, pois retira o Governo Regional a possibilidade de permanecer no projecto.
Fonte: TSF

PSD-M vê vantagens na simultaneidade das eleições autárquicas e legislativas

Correia de Jesus considera que a simultaneidade pode ter “um efeito indutor sobre o resultado das legislativas"


O deputado à Assembleia da República, Correia de Jesus, disse que a simultaneidade das eleições autárquicas e legislativas poderá trazer vantagens para o PSD-Madeira."A coincidência dos dois actos eleitorais não apresentaria aspectos particularmente negativos para os nossos objectivos políticos e, ao invés, até podia ter algumas vantagens", disse Correia de Jesus, no final da reunião da Comissão Política Regional do PSD-M. Para Correia de Jesus, "pode ter as suas vantagens, um efeito indutor sobre o resultado das legislativas".O deputado e membro da Comissão Política Regional do PSD-M "presumiu" ainda que Sérgio Marques seja o candidato do Partido às eleições europeias "em lugar elegível". A Comissão Política Regional do PSD-M, segundo Correia de Jesus, sublinhou que a autorização para a Região contrair um empréstimo de 50 milhões de euros junto do BEI se referia "a um empréstimo que já estava autorizado há quatro anos e que a Região teve de esperar, durante este longo período, pela autorização do Ministério das Finanças com todas as consequências que isso significa para o desenvolvimento e progresso da Madeira".
Lusa, Data: 18-03-2009
O HOMEM NEM DISFARÇA
Considera Correia de Jesus que a simultaneidade das eleições pode ter um efeito indutor e trazer vantagens ao PSD-M. Por isso querem eleições em simultâneo.
Vamos por parte, as eleições Nacionais têm características muito diferentes das eleições Autárquicas. O PSD naturalmente quer meter tudo no mesmo saco para que não se faça uma analise exaustiva quer à acção do Governo da República, quer à acção dos Presidentes de Câmara todos do PSD-M. O PSD quer fazer da campanha autárquica uma referendo, mais um, contra o Primeiro-Ministro e quer esconder os candidatos às Câmaras Municipais pelo PSD. Este tipo de estratégia em que não se quer discutir o que está em causa nas eleições Autárquicas foi a mesma estratégia utilizada nas últimas eleições Regionais de Maio de 2007, com grande vantagem para o PSD-M. Uma estratégia de Simultaneidade das eleições seria desculpabilizar a Governação do PSD nas Câmaras Municipais e culpabilizar a Governação socialista. Já não disfarçam nos propósitos, ainda bem!

A LÓGICA DO CONFRONTO


O "CLIMA" CRIADO PELO PODER

O caso ocorrido ontem no Faial com as pedradas aos Jornalistas do Diário de Noticias da Madeira que estavam a fazer o seu trabalho, bem como, a ida de um Dirigente desportivo às instalações da RTP-M para "resolver" questões com um analista desportivo são os sintomas que à muito se instalaram na Madeira fruto dos exemplos que determinados dirigentes políticos. A impunidade no insitamento à violência, a lógica do confronto fisico, o gosto pelo cheiro a polvora pode um dia, num caso de rupturas sociais ou políticas, dar para o torto. Parece que nestes 30 anos há por aí muita gente com contas por ajustar.

Mário Soares criticou a reacção de Sócrates à manifestação promovida pela CGTP


Aconselhou o PS a dialogar e ouvir a sociedade


Lisboa - O ex-Presidente da República Mário Soares criticou ontem José Sócrates por ter desvalorizado a importância da manifestação promovida pela CGTP na passada sexta-feira e aconselhou o PS a dialogar e ouvir a sociedade se quiser ter maioria absoluta nas eleições.
Na opinião de Mário Soares, a manifestação, que segundo a organização sindical juntou 200 mil pessoas, «impressionou pelo seu volume e pela indignação que foi demonstrada pelas pessoas, numa época de crise global, que vem de fora para dentro».Em declarações à Lusa, o ex-presidente da República considerou que «num momento em que vai tudo para pior e em que há muitas razões para indignação, o primeiro-ministro não deveria estar a polemizar a propósito das manifestações». Para conseguir a maioria absoluta nas próximas legislativas, Mário Soares aconselhou a que «Num momento tão grave da vida nacional, os partidos têm de pôr um pouco de lado as suas pretensões próprias e devem ter a humildade de ouvir e de falar».Também João Cravinho, ex-deputado socialista, criticou no seu espaço de opinião, na Rádio Renascença, as declarações de José Sócrates «É um pouco abusivo, sobretudo redutor e direi fechado de horizonte equacionar as coisas como se tratasse de uma grande manifestação de autómatos» até porque, acrescentou, «muitas da pessoas manifestaram-se pela primeira vez».Para João Cravinho as declarações de Sócrates representam «o pior caminho que se pode tomar porque isso significa que se despreza a angústia, a dor e a tremenda aflição que movem muitas daquelas pessoas». in http://www.jornaldigital.com

O EXEMPLO VEM DE CIMA!


RECEBER JORNALISTAS À PEDRADA QUANDO DETERMINADOS EMPRESÁRIOS "SÃO APANHADOS NAS COUVES" OU IR ATÉ À RTP-M TENTAR TIRAR AS QUESTÕES A "LIMPO" COM UM COMENTADOR DESPORTIVO SÃO EXEMPLOS QUE VÊM DE CIMA!

PORQUE O CHEFE FAZ E MANDA FAZER ALGUNS TAMBÉM SE ACHAM NO DIREITO DE SEGUIR O EXEMPLO. ISTO ESTÁ A FICAR PERIGOSO!

JORNALISTAS RECEBIDOS À PEDRADA!

DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA
Pedras para calar extracção ilegal
Extracção de inertes continua na ribeira do Faial
O automóvel do DIÁRIO foi apedrejado ontem à noite no sítio dos Moinhos, no Faial, durante uma reportagem sobre extracção ilegal de inertes na ribeira.A violência ocorreu na Estrada Regional 101 cerca das 19h45, minutos depois de termos apanhado em flagrante uma retroescavadora e três camiões a retirar inertes da ribeira do Faial. A ilegalidade, a segunda na mesma zona a ser denunciada em pouco mais de uma semana, estava mais uma vez a decorrer em horário tardio, para escapar à fiscalização ambiental. Mas, se os fiscais não viram, a população da zona há muito que está habituada ao barulho das pedras a serem reviradas e ao vaivém dos camiões a subir e a descer a ribeira, num movimento visível a partir da zona da ‘Casa de Chá do Faial’. Uma dessas viaturas pesadas de matrícula 15-41-VQ, já carregada de pedra, foi seguida e filmada pelo DIÁRIO desde a ribeira até ao estaleiro das obras de construção da via expresso, onde, apercebendo-se da presença de jornalistas no local, imobilizou-se e desligou as luzes.Pouco depois, quando o automóvel do DIÁRIO estava parado na ER101, tentando apurar em qual das britadeiras o camião iria descarregar os inertes, uma carrinha de caixa aberta desceu o arruamento em sentido contrário, de onde atiraram uma pedra que atingiu o vidro dianteiro do carro de reportagem.Uma situação que foi já comunicada à PSP, inviabilizou a continuação da reportagem e poderá estar relacionado com ameaças que circulam na zona de que os jornalistas iriam ser recebidos com uma "chuva de pedras". Um assunto que será desenvolvido na edição de amanhã.
Artur de Freitas Sousa; Márcio Berenguer

terça-feira, 17 de março de 2009

VAMOS OUVIR E VER JARDIM FALAR SOBRE OS 50 MILHÕES DE EUROS

FICO COM A SENSAÇÃO QUE O PSD-MADEIRA NÃO GOSTOU DESTA NOTÍCIA.
É MENOS UMA ARMA DE ARREMESO CONTRA O PS.

SÓCRATES ACABOU COM O ENDIVIDAMENTO ZERO

MAIS CONHECIDO POR PINTO DE SOUSA!

A SENHORA ENDIVIDAMENTO ZERO


MAIS CONHECIDA POR SENHORA GARROTE!

ENDIVIDAMENTO ZERO??


  1. PRIMEIRO A TITULARIZAÇÃO DE CRÉDITOS 150 MILHÕES DE EUROS;

  2. DEPOIS O PROGRAMA PAGAR A TEMPO E HORAS 256 MILHÕES DE EUROS;

  3. AGORA 50 MILHÕES PARA A COMPARTICIPAÇÃO FINANCEIRA NOS FUNDOS COMUNITÁRIOS;

TOTAL: 456 MILHÕES DE EUROS!


AGORA SÓ FALTA O PSD-MADEIRA DIZER MAL DE SÓCRATES!


QUANDO A MANUELA FERREIRA LEITE IMPÔS O ENDIVIDAMENTO ZERO À MADEIRA OS ESCRIBAS DO PSD-M FICARAM CALADOS.

Madeira autorizada a financiar-se em mais 50 milhões sem contar para os limites do endividamento


Lisboa, 17 Mar (Lusa) - O ministro das Finanças autorizou, hoje, a Região Autónoma da Madeira a endividar-se em mais 50 milhões de euros para financiar projectos comunitários, não contando para os limites ao endividamento.
"O ministro de Estado e das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, assinou hoje o despacho que autoriza o excepcionamento de 50 milhões de euros do limite de endividamento da Região Autónoma da Madeira (RAM)", revela um comunicado daquele ministério.
A autorização serve para financiar e ajudar na "célere conclusão" de vários projectos apoiados pelo III Quadro Comunitário de Apoio (QCA), afirma o ministério de Teixeira dos Santos, acrescentando tratar-se de projectos nas áreas de educação, saúde, hidráulica, cultura e desportos.
"A decisão surge na sequência dos esforços anti-crise levados a cabo pelo Governo e na senda dos princípios de solidariedade e de coesão social e territorial, destinados a promover a eliminação das desigualdades resultantes da situação insularidade e de ultraperifecidade", justifica o ministério.
De acordo com o comunicado, a não contagem dos 50 milhões de euros para os limites de endividamento da região está "devidamente enquadrado na Lei das Finanças Regionais, bem como no Orçamento do Estado para 2009".
Isto porque, os empréstimos e amortizações destinados ao financiamento de projectos com comparticipação de fundos comunitários podem ser excepcionados, ficando dependentes de autorização do ministro das Finanças.
Esta regra aplica-se às duas regiões autónomas - Madeira e Açores.
MMO
Lusa/Fim

INAUGURAÇÕES!

TEMOS INAUGURAÇÕES A MAIS E RESULTADOS A MENOS.

A VERDADE!

A VERDADE É UMA ARMA PODEROSA!

Quando o PSD-M utiliza a arma da mentira - a verdade é a única arma poderosa!

NEM SEMPRE DÁ VONTADE DE RIR...


Guterres afasta regresso à política activa em Portugal


António Guterres afasta um eventual regresso à política interna. Na última noite, o alto comissário da ONU para os refugiados recebeu um prémio atribuído pelo clube de empresários do Brasil.

Este prémio reconheceu o trabalho que António Guterres desenvolveu enquanto primeiro-ministro pela aproximação entre os dois países e foi nesta ocasião que o alto comissário da ONU para os refugiados deixou uma garantia.
Em Junho do próximo ano acaba o mandanto no Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), mas voltar à política activa em Portugal é algo que não passa pela cabeça de António Guterres.
«Gosto às vezes de dizer, uma frase que vi e achei imensa graça, que é: o comboio da vida não pára duas vezes na mesma estação», salienta.
Como cidadãos do mundo, diz-se muito preocupado com a crise internacional, com o aumento da instabilidade, com o eclodir de novos conflitos, já como cidadão de Portugal prefere pouco dizer. O volante está bem entregue nas mãos do primeiro-ministro, José Sócrates.

O SONHO DO PSD-M É A MANUTENÇÃO DO PODER!


QUE SONHO TEM O PSD PARA A MADEIRA?


O PSD-M quando assumiu funções dos destinos da Madeira tinha um sonho: fazer da Madeira a terra do Leite e Mel, como nos templos bíblicos. Hoje não há sonho, a lógica que substituiu o sonho foi a manutenção do poder, a qualquer preço e a qualquer custo, custe o que custar, doa a quem doer. A realidade demonstra que custa e doe aos Madeirenses, a troca do Sonho pela manutenção do Poder. Não é de estranhar que hoje a política do PSD é manter tudo na mesma, não incomodar os pequenos poderes, dividir o orçamento da RAM pelos lobies, fazer propaganda, inventar inimigos externos, culpar outros pelas suas falhas, controlar a sociedade, semear a divisão interna nos seio do PSD, tornando Jardim insubstituível. O sonho do PSD-M é a manutenção do poder! E os Madeirenses têm o Direito a sonhar?

GERAÇÃO ESPONTÂNEA É A POLÍTICA DO PSD-M

Quando o PSD-M precipitou a Madeira numa crise política, que levou às eleições antecipadas em Maio de 2007, o PSD prometeu aos Madeirenses que iria, sem desculpas, resolver os problemas. Já passaram 2 anos após a queda do Governo e os problemas não foram resolvidos, porque um governo que não governa, não toma medidas, esconde a realidade, não pode estar à espera que os problemas se resolvam por geração espontânea. Se de facto os problemas se resolvessem por geração espontânea não era necessário um governo. Os problemas resolvem-se com políticas, com propostas e com acção. Quando assim não é, a tendência é para que os problemas se avolumem, vão crescendo na medida da inacção e da falta de medidas para os combater.
Em 2007, 2008 e agora em 2009 o que temos vindo a assistir é à falta de acção, de medidas e propostas. Como já aqui disse, por diversas vezes, é fácil fazer obra física, mesmo sem dinheiro, recorre-se a banca. Agora, as obras imateriais, que têm maior impacto no dia-a-dia das famílias e das empresas, aí a situação é outra. Mas há determinados estilos de governação que só se compaginam com inaugurações de obra física, quando assim é o cimento é o alicerce do poder, mas como reverso da medalha temos as falências das empresas (vide www.dnoticias.pt de hoje), o aumento do desemprego e a exclusão social galopante.

Fungágá da bicharada

Pela linguagem utilizada e pelas figuras redículas AJJ já está em campanha. Desta feita com 3 actos eleitorais ele vai montar um circo.

segunda-feira, 16 de março de 2009

DESAFIO A JARDIM


«Eu digo daqui a esses senhores do continente, àqueles que não gostam de trabalhar, por favor, não me apareçam aqui» Alberto João Jardim in Jornal da Madeira.
Fica o desafio a Jardim para que avance com uma proposta na ALRAM que proíba vadios do Continente a virem à Madeira. Não se fique pelas palavras!
ps: há quem ache que estas questões devem ser ignoradas porque é jardim a dizê-las. Eu pelo contrário acho que o dito deve ser confrontado porque não admito que tratem o Presidente do Governo como inimputável.

JARDIM PODE FICAR DESCANSADO: VADIOS DA MADEIRA PODEM IR AO TERRITÓRIO CONTINENTAL


Fontes bem colocadas acabam de me revelar que o Governo de José Sócrates não irá retaliar contra os Madeirenses que têm por hábito vadiar em Lisboa. Alberto João Jardim pode ficar descansado, pode continuar a vadiar por Lisboa, Minho e Algarve!

PARA QUEM FALA JARDIM?

«Eu digo daqui a esses senhores do continente, àqueles que não gostam de trabalhar, por favor, não me apareçam aqui» Alberto João Jardim in Jornal da Madeira.

O discurso tonto, populista e demagógico de Jardim é uma nódoa que fica bem ao leque de afirmações surrealistas que este cavalheiro tem vindo a fazer.
Há continentais que vêm para a Madeira para vadiar? Não Trabalham, nem querem trabalhar? Desconhecia que existia este problemas, não é que segundo AJJ há para ai uns tipos do continente que vem para cá vadiar. Se assim é que medidas vai jardim tomar contra esses continentais?

PARA QUEM FALA JARDIM?

Para os continentais que vêm de férias à Madeira?
Para o Jaime Gama que vem cá para a semana?

O TRAIDOR À PÁTRIA

O discurso da chantagem!
Este fim-de-semana nas iniciativas que Jardim está a fazer de contacto com os militantes, nos mega jantares, o discurso da chantagem está aí. Um discurso onde a pedra de toque é chantagear o Governo da República, mas desta feita, virando o bico ao prego colocando o Governo PS como um governo que atenta à Unidade Nacional por este não ceder às chantagens de Jardim.
Na lógica de AJJ o Governo do PS deveria dar tudo o que ele quer, caso contrário está a destruir a unidade nacional. Ao seja, inverte a realidade, porque o seu discurso coloca o Governo da República na posição de separatista.
Seguindo a lógica discursiva de Jardim um Governo quem se negue a aceder aos seus pedidos, por esse facto atenta contra a unidade nacional. Para os desatentos este discurso cola! Mas para quem está informado facilmente se percebe que o discurso da chantagem, com o falso argumento da unidade nacional, esse sim, é um discurso que atenta à unidade do Estado.

Os Governos de SOARES fizeram o que Jardim queria? Não. Logo atentaram contra a Unidade do Estado;
Os Governos de SÁ CARNEIRO fizeram o que Jardim queria? Não. Logo atentaram contra a Unidade do Estado;
Os Governos de PINTO BALSEMÃO E MOTA PINTO fizeram o que Jardim queria? Não. Logo atentaram contra a Unidade do Estado;
Os Governos de CAVACO fizeram o que Jardim queria? Não. Logo atentaram contra a Unidade do Estado;
Os Governos de GUTERRES fizeram o que Jardim queria? Não. Logo atentaram contra a Unidade do Estado;
O Governo de DURÃO BAROSSO fez o que Jardim queria? Não. Logo atentaram contra a Unidade do Estado;
O Governo de SANTANA LOPES fez o que Jardim queria? Não. Logo atentaram contra a Unidade do Estado;
O Governo de JOSÉ SOCRATES faz o que Jardim queria? Não. Logo atentaram contra a Unidade do Estado;

domingo, 15 de março de 2009

UM QUADRO NEGRO!

A nossa Madeira tende cada vez mais a ser um quadro negro pintado por manchas de desemprego, exclusão social, toxicodependência, aumento da criminalidade, falências de empresas, emigração dos jovens, baixo poder de compra, hiper endividamento público e privado, estagnação económica etc…
É possível pintar este quadro de outras cores? É! Só há um pequeno problema, sem mudança de Governo o quadro tende a ficar cada vez mais negro. É necessário mudar de cores partidárias. Sem mudança de políticas e de partido, não há mudança de quadro!

sexta-feira, 13 de março de 2009

PENSAMENTOS DE OUTROS

"Fique infamado o que pratica a injustiça, não quem a sofre." (Cícero)

AVAL À VALOR AMBIENTE


17 Milhões de Euros de aval concedidos à VALOR AMBIENTE através da resolução do Governo 248/2009

REDE NATURA 2000

PONTO DA SITUAÇÃO NA RAM


Na Região Autónoma da Madeira está tudo por fazer no que concerne a esta matéria.

Em primeiro lugar ao contrário do Governo Regional do Açores, o Governo Regional da Madeira nunca adaptou à Região a legislação nacional que tem sido produzida.

Em segundo lugar – e ao contrário do já estabelecido para o Continente Português, através do Governo da República, e igualmente ao invés do estabelecido pelo Governo Regional dos Açores - a Região Autónoma da Madeira é, neste momento a única parcela do território Português que não criou o Plano Sectorial da Rede Natura 2000. Isto é, mais uma vez, o Governo Regional do PSD, em matéria de competências constitucionais e legislativas, permita-se-nos uma expressão que traduz a sabedoria do nosso povo, “tem mais olhos do que barriga”, na medida em que exige competências que, depois, não as aplica e não as integra no sistema jurídico-político regional.

Segundo os relatórios da UE a região da Macaronésia, na qual está incluído o Arquipélago da Madeira, é a que apresenta uma maior percentagem de espécies com um estatuto de conservação desfavorável-mau (21%) enquanto nas regiões Atlântica (6%) e Mediterrânica (12%) esse estatuto de conservação atinge percentagens mais baixas. No entanto, focando o estatuto de conservação desfavorável-inadequado, é na região Atlântica que a percentagem é superior (28%), seguindo-se a Macaronésica (25%) e, por último, a Mediterrânica (17%). De forma global, constata-se que cerca de 33% das espécies representadas nas diferentes áreas biogeográficas de Portugal apresentam um estatuto desfavorável.
No caso concreto da Madeira, nos últimos tempos, temos vindo a assistir a constantes atentados ambientais, denunciados pelos partidos políticos, associações ambientais, cidadãos e pela comunicação social em geral.
Apesar dos atentados ambientais estarem à vista dos cidadãos e das autoridades responsáveis pela preservação do ambiente, os relatos e as declarações dos responsáveis pela fiscalização ambiental a que temos assistido, leva-nos a crer que não existe interesse em que a legislação de ordenamento do território e a legislação ambiental seja para aplicar ou menos ainda para cumprir na RAM.
Na Região, e nesta matéria, vivemos no mundo do faz de conta em que as autoridades fazem de conta que fiscalizam, em que muitos responsáveis governativos, a nível autárquico e regional, fazem de conta que assumem as suas responsabilidades e em há muitos fazem de conta que não vêem. A realidade, infelizmente, contrasta com os anúncios pomposos da propaganda, que já nem aquela, a realidade, consegue esconder. Há interesses inconfessáveis nesta matéria do ambiente, e isso pode explicar a razão pela qual os poucos instrumentos legais não são respeitados.
No que concerne aos instrumentos de gestão do território e de protecção do ambiente, instrumentos esses que já deveriam estar no terreno, o mínimo que se pode afirmar é que os mesmos não são implementados, por vontade e desejo do Governo Regional do PSD-M.
Os POOC`s (Planos de Ordenamento da Orla Costeira) são disso exemplos, que desde 1995 estão por criar, com objectivos claros de intervir no litoral madeirense, sem qualquer critério e sem regras. Passaram-se 13 anos e a política do PSD-M nesta área é adiar, para não implementar, nem concretizar.
Quando começamos a assistir e a verificar que as obras no litoral começam a migrar para dentro da Rede Natura 2000, levanta-se a suspeita de que a estratégia poderá vir a ser a mesma.
Segue na mesma linha estratégica de adiar a implementação de regras o Governo Regional, que, no todavia, já previa no Plano Regional para a Política do Ambiente a Implementação e gestão dos Sítios da Rede Natura 2000 na Região.
Em 2006, quando se discutiu o Plano de Desenvolvimento Económico e Social (PDES 2007-2013), ficou previsto, mais uma vez, a Elaboração do Plano Sectorial e dos Planos de Ordenamento da Rede Natura 2000. Apesar de estar previsto na realidade esses Planos Sectoriais e de Ordenamento ainda não foram concretizados, sendo a RAM a única Região do País que não os possui.

quinta-feira, 12 de março de 2009

AS INAUGURAÇÕES QUE FALTAM

Alberto João Jardim já anda nas inaugurações numa lógica eleitoral. O homem anda a inaugurar pequenas obras, em falta de obras de relevo, e, desta feita, a inaugurar obras privadas, na falta de obras públicas. Diz ele como justificaçãoque é para mostrar a obra feita. Se assim é há algumas obras que ele ainda não inaugurou, deixo aqui algumas sugestões:
  • Inaugure o baixo poder de compra das famílias, é obra sua;
  • Inaugure as falências das empresas, é obra sua;
  • Inaugure o aumento do desemprego, é obra sua;
  • Inaugure o aumento da toxicodependência, é obra sua;
  • Inaugure o aumento da insegurança, é obra sua;
  • Inaugure .. etc

Ninguém quer assenhorar-se do seu trabalho e da sua obra, inaugure tudo, não se esqueça de nada! O seu a seu dono e AJJ é dono da sua obra!

quarta-feira, 11 de março de 2009

A extracção de inertes é prática corrente na ribeira da metade, no Faial

Ribeira continua a saque
A extracção de inertes é prática corrente na ribeira da metade, no Faial
A Ribeira da Metade, no Faial, continua a saque de algumas empresas de construção civil, que insistem em extrair ilegalmente inertes na zona. Cobertas pela vegetação, e 'trabalhando' fora do horário normal - quase sempre depois das 18 horas -, os infractores 'fintam' os inspectores ambientais, mas já são encarados com normalidade pelos moradores da zona, que dizem que só não os apanha quem não quer. José, nome fictício de quem não quer dar a cara com medo de represálias, vive mesmo ao lado da ribeira, e já não o surpreende ver as máquinas a trabalhar. "Eles dizem que estão a limpar a ribeira, e que aquilo é deles", diz, encolhendo os ombros. Mas não é. A ribeira é domínio público hídrico, e como tal, o que as duas máquinas, um camião e uma retroescavadora, da empresa 'Moniz & Mendonça Lda.', estavam a fazer no final da tarde de sexta-feira é ilegal. In Diário de Notícias da Madeira

NOVO BLOG - REMAPATERRA

BEM-VINDO À BLOGOSFERA

Membro da Comissão Coordenadora do Bloco de Esquerda-Madeira, ex-membro da Assembleia Muncipal do Funchal e actual deputado do BE-M na Assembleia Legislativa da Madeira. http://remapaterra.blogspot.com/

HORROR NA ALEMANHA

O jovem de 17 anos suspeito do tiroteio numa escola secundária perto de Winnenden, no Sudoeste da Alemanha, morreu durante uma troca de tiros com as forças de segurança, informaram fontes policiais. O incidente provocou no total 16 mortos, incluindo o rapaz.
O suspeito foi identificado como Tim K. Segundo a Reuters, matou nove estudantes e três professores na escola, e uma outra pessoa numa clínica próxima. Depois, durante uma troca de tiros com a polícia, mais dois transeuntes foram mortalmente alvejados, e dois agentes ficaram gravemente feridos. Terá sido sem dizer uma palavra que Tim K., vestindo um camuflado negro, entrou por volta das 9h30 (menos uma hora em Lisboa) na escola secundária Albertville, que frequentou, e abriu fogo indiscriminadamente. Matou nove alunos, com 16 e 17 anos. O atacante terá ido de seguida para o centro de Winnenden, uma cidade de 27 mil habitantes. As autoridades mandaram cercar as principais artérias da localidade.Tim K. apoderou-se de um carro, expulsando o condutor, adiantou o ministro do Interior da região de Bade-Wurtemberg, Heribert Rech, citado pela AFP. Foi interceptado 40 quilómetros depois. A troca de tiros com a polícia resultou na sua morte.Mais de mil estudantes foram retirados da escola. “Pode-se ver o choque e o terror nos olhos das pessoas”, afirmava à televisão N-TV uma testemunha. Carros de bombeiros e helicópteros ajudaram a controlar a evacuação e a socorrer as vítimas.O Governo alemão afirmou estar “profundamente chocado” com o incidente. A chanceler Angela Merkel prepara-se para fazer um comunicado esta tarde.Este é o pior tiroteio numa escola alemã desde que em Abril de 2002, em Erfurt, o antigo estudante Robert Steinhauser matou 13 professores, dois alunos e um polícia antes de se suicidar. Em 2006, um rapaz de 18 anos feriu 37 pessoas em Emsdetten, no Noroeste da Alemanha, suicidando-se em seguida. in Público

FAZ HOJE 5 ANOS: ATENTADOS A 11 DE MARÇO EM MADRID


Os atentados de quinta-feira, 11 de Março de 2004, também conhecidos como 11-M, foram uma série de ataques terroristas cometidos em quatro comboios da rede ferroviária de Madrid, capital de Espanha. A investigação policial e o auto do processo judicial fixaram como indício racional que a autoria dos atentados é de uma célula islamista local que tentava reproduzir as acções da rede terrorista Al Qaeda.
Trata-se do mais grave atentado cometido em Espanha até à actualidade, com 10 explosões quase simultâneas em quatro comboios à hora de ponta da manhã (8:00). Mais tarde foram detonadas pela polícia duas bombas adicionais que não tinham explodido e foi desactivada uma terceira, que permitiu identificar os responsáveis. As bombas estavam no interior de mochilas carregadas com
TNT (trinitrotolueno).
Morreram 191 pessoas e mais de 1.700 ficaram feridas. O comando terrorista foi encontrado e cercado pela polícia espanhola poucas semanas depois em
Leganés. Os seus membros cometeram suicídio fazendo explodir o apartamento em que se tinham entrincheirado, quando os GEO iniciaram o assalto. Nesta acção morreram todos os membros presentes da célula islamista e um agente do grupo policial.


Locais dos atentados

As explosões ocorreram entre as 7:39 e as 7:42 da manhã nas estações madrilenas de Atocha (3 bombas), El Pozo de Tío Raimundo (2 bombas), Santa Eugenia (1 bomba) e num comboio a caminho de Atocha (4 bombas). As forças de segurança encontraram mais 3 bombas, que segundo o ministro do Interior Ángel Acebes, estariam preparadas para explodir quando chegassem os primeiros socorros às vítimas.
IN pt.wikipedia.org/wiki/Atentados_de_11_de_março_de_2004_em_Madrid