sexta-feira, 30 de novembro de 2012

MUDANÇA


A metamorfose que se assiste na nossa terra não é um canto de sereia nem a passagem da larva a borboleta. Infelizmente para todos nós, a metamorfose que ocorre é das mais violentas que até hoje assistimos; é, sobretudo, económica e socialmente, cruel
Para olhar a realidade, precisamos de números que ajudem a nossa reflexão, números que espelham a degradação metamorfoseada que nos está a atingir. Vamos aos números. O nosso principal problema é o desemprego, que entrou em processo de aceleração, em especial nos anos de 2011 e 2012 e que teima em não abrandar nem retroceder. Os cidadãos inscritos no desemprego são já 23.582, o que representa 18,3% da população ativa. Se olharmos ao número de empregos que desapareceram nos últimos dois anos, verificamos que, a uma velocidade estonteante, perdemos 14.000 empregos até ao mês de Setembro. O grau e o impacto desta nova realidade na nossa sociedade serão tremendos. Para mais, esses 14.000 postos de trabalho perdidos, representam 11% do total da população ativa. Se olharmos para o próximo ano e para o Orçamento Regional, todos os dados já conhecidos, demonstram que, no próximo ano, a linha ascendente da austeridade irá matar muitos mais postos de trabalho, numa irracionalidade recessiva que levará, mais ainda, ao empobrecimento da Madeira e Porto Santo.
É, por conseguinte, necessário e urgente inverter este caminho, tal depende de todos nós e não vale a pena fazer de conta que não é connosco, que outros irão resolver, que o tempo irá resolver. Somos nós, Madeirenses e Porto-Santenses, que temos a obrigação e o dever de agarrar o nosso futuro e não deixar as soluções em mãos alheias. A realidade já demonstrou que aqueles que nos colocaram nesta situação, não são a solução. O caminho está novamente em aberto, mas se nada fizermos, as alavancas da mudança ficarão manietadas por aqueles que destruíram o nosso presente e comprometeram o nosso futuro.
Só há uma solução, devolver aos cidadãos os caminhos do futuro, criando condições para uma mudança política que devolva à Madeira e ao Porto Santo o crescimento económico. Para isso, é necessário que todos se envolvam politicamente, deixemos de parte a partidarite aguda e encontremos respostas e soluções para nos tirar da atual situação de crise que destrói a nossa economia e compromete o nosso futuro. As soluções estão onde sempre estiveram, nas mãos de todos nós.

INCOMPETÊNCIA LEVADA AO EXTREMO



Governo e Câmaras despertaram para o combate ao mosquito transmissor do Dengue, mais vale tarde que nunca.

A MARINA ESFOMEADA ALIMENTA-SE DE MILHÕES DE EUROS





quinta-feira, 29 de novembro de 2012

MUITA COISA ACONTECEU DESDE 2009


Na disputa eleitoral das últimas eleições Autárquicas Miguel Albuquerque ganhou com a diferença de 4844 votos à oposição. O candidato de Alberto João Jardim terá condições de repetir estes resultados? Não me parece.

TODOS PELA MUDANÇA


O gráfico em baixo espelha a situação política no Funchal há um ano atrás, aquando das últimas eleições Regionais. A proposta do PS pretende efetivar uma mudança política na Câmara Municipal do Funchal, essa mudança, protagonizada por partidos e independentes, já existe junto dos cidadãos, agora só falta coloca-la à consideração dos Funchalenses nas próximas eleições Autárquicas.

CDS-PP fora da coligação para a Câmara do Funchal


PCP deve ser a única dúvida entre os partidos do 'Pacto pela democracia'


O CDS-PP não deverá dar uma resposta positiva ao convite do líder do PS-M, Victor Freitas, para uma coligação, com todos os partidos da oposição, para concorrer à Câmara Municipal do Funchal nas eleições autárquicas do próximo ano. Uma coligação alargada que foi divulgada, ontem, pelo DIÁRIO.
José Manuel Rodrigues recorda que o último congresso do CDS-PP definiu a estratégia para as 'autárquicas' que passa por concorrer, com listas próprias, em todas as freguesias e concelhos da Região. As excepções serão os casos de municípios ou freguesias onde se apresentem listas de cidadãos independentes "de reconhecido valor" e que o CDS-PP poderá apoiar. O caso de Santa Cruz é o mais óbvio, estando praticamente assumido que os democrata-cristãos irão apoiar o movimento 'Juntos pelo Povo', como já fizeram nas eleições anteriores.
No Funchal, José Manuel Rodrigues só admite alterar a intenção de apresentar uma candidatura própria se surgir uma lista independente, em moldes idênticos aos de Santa Cruz.
PCP só decide no próximo ano
O PCP não diz que não, mas não dá uma resposta imediata. Edgar Silva apenas ficou a conhecer a proposta do PS pelo DIÁRIO e lembra que, neste momento, o partido está envolvido noutras "batalhas políticas" para "defender a população" dos efeitos do plano de ajustamento económico e do Orçamento Regional para 2013.
Só em Janeiro é que o PCP deverá começar a preparar as eleições autárquicas. No entanto, promete "acompanhar com atenção" a proposta de Victor Freitas.
Os restantes partidos da oposição, que tal como o PS e o PCP integram o 'Pacto pela Democracia' - o CDS saiu deste acordo parlamentar - deverão dar uma resposta positiva ao líder socialista.
O PND, como recorda Gil Canha, defendeu sempre um "acordo alargado" nas eleições autárquicas para "derrubar o jardinismo". Uma posição semelhante à do PTP, de José Manuel Coelho, que por várias vezes desafiou os partidos, sobretudo de esquerda, a unir esforços.
Roberto Vieira deixa claro que qualquer decisão terá de passar pela comissão executiva, mas que a coligação é algo que o MPT sempre defendeu e para a qual manifestou abertura.
Na última convenção regional, em Janeiro deste ano, ficou decidido que o BE-Madeira irá "favorecer uma alternativa convergente para fazer frente ao PSD nas autarquias", pelo que Roberto Almada considera positiva a iniciativa do líder do PS.
A proposta terá de passar por uma consulta aos militantes e dirigentes, mas o BE deverá apoiar a coligação no Funchal.
Quanto ao PAN, as posições públicas também têm sido no sentido da unidade dos partidos da oposição.
Contas eleitorais: Juntos não desperdiçam votos
Uma coligação dos partidos da oposição tem um resultado imediato: não desperdiçam votos.
Embora o resultado eleitoral de uma coligação não seja a soma aritmética dos resultados dos partidos que a integram, é fácil concluir que o desperdício de votos seria muito menor.
Nas últimas eleições autárquicas, em Outubro de 2009, os partidos que poderão integrar a coligação - PS, PND, CDU, BE e MPT - somaram mais de 8.200 votos que não serviram para eleger qualquer vereador. No caso do BE (2.433 votos) e do MPT (1.166) não foi conseguida a representação na vereação. Para o PS-M, que teve um total de 7.584 votos, mais de 3.700 não serviram para nada. A CDU elegeu o último vereador com os seus 3.846 votos, mas o PND teve um 'excesso' de quase 900.
Se o CDS-PP participasse na coligação a soma dos 'desperdícios' aproveitados ultrapassava os 10 mil votos.
CDS fora pode ajudar
O objectivo de Victor Freitas ao propor a coligação é tentar ganhar o Funchal e para isso a recusa do CDS-PP em integrar a lista até pode ajudar.
Os democrata-cristãos disputam um eleitorado próximo do PSD-M, pelo que um bom resultado do partido de José Manuel Rodrigues não provocará um grande desgaste na coligação e poderá contribuir para retirar a maioria aos social-democratas.
Já uma candidatura própria do PCP terá um efeito diferente, criando uma alternativa à coligação que poderá ter efeitos eleitorais negativos.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Victor convida todos para ganhar o Funchal



Partidos e cidadãos são chamados a integrar coligação proposta pelo PS


A mais de dez meses de distância das eleições autárquicas, o PS-M traçou um plano eleitoral para a capital madeirense que passa pela conquista da Câmara em Outubro de 2013. A ideia que vem sendo trabalhada por Victor Freitas assenta em três pilares essenciais: reunir uma grande coligação com os partidos da oposição, chamar independentes e ganhar a Câmara.
O presidente do PS-Madeira assume agora já publicamente que acredita nessa possibilidade. Victor Freitas disse ontem, ao DIÁRIO, que os objectivos eleitorais estão identificados, particularmente no concelho do Funchal. E esses passam por uma ampla convergência. "Queremos convidar todos os partidos e independentes a estabelecer os acordos necessários para, em coligação, devolver o Funchal aos funchalenses".
O líder do PS-Madeira diz que esta proposta não surge de ânimo leve. Admite mesmo que vai ser preciso "exigir compromissos em torno de soluções que se revelem ganhadoras" e de mudança para a capital madeirense. A esses compromissos, Victor acrescenta a necessidade de apresentar uma coligação com objectivo claramente ganhador mas com propostas "assentes sempre em protagonistas de qualidade irrefutável e num projecto de mudança". Ainda sem falar claramente a que compromissos se refere e muito menos de nomes de eventuais protagonistas, o presidente dos socialistas diz que esta decisão de avançar com a proposta de uma ampla coligação "reflecte a maturidade do PS-M e o seu sentido pragmático de encontrar soluções" para os cidadãos. "Para a capital da Região Autónoma da Madeira, quero uma proposta ganhadora que possa gerar um consenso alargado na sociedade" e que seja o resultado de ideias e projectos de partidos e independentes que querem mudar "o mau rumo" da cidade.
A ideia de uma proposta ganhadora é um principais requisitos do projecto apresentado por Victor Freitas, que assume a necessidade em relação propostas do PS que defendem uma ruptura com as opções políticas do PSD. No entanto, esse corte radical é apenas com o PSD e não com os cidadãos, mesmo aqueles que votaram PSD. Victor explica que é preciso não confundir as "as falências" de opções políticas  com os cidadãos que permitiram maiorias confortáveis ao PSD. Para isso, o PS conta fazer chegar ao eleitorado "uma nova geração de soluções políticas para as autarquias que serão apresentadas muito brevemente". Para já, o PS deixa apenas uma indicação clara: quer uma coligação com todos os partidos e independentes que estejam disponíveis para ganhar a Câmara do Funchal ao PSD já no próximo ano. E esse caminho, admite Victor Freitas, obriga a um diálogo aberto com todas as forças políticas mas também com todos os cidadãos que se sintam motivados para um projecto de "mudança do Funchal".
Trabalho de casa já começou a ser feito
Os preparativos para o projecto das eleições autárquicas de 2013 têm tomado grande parte da agenda socialista nos últimos tempos. Victor Freitas recorda o Fórum Autárquico realizado no mês passado e a Comissão Política que se seguiu. Foram aí apresentadas ideias gerais para o que o líder socialista considera "uma das mais importantes jornadas eleitorais dos últimos 10 anos". E acrescenta que tem defendido que o partido que lidera deve assumir, no âmbito das autárquicas de 2013, "um papel determinante em virtude da história e experiência autárquica".
Além do trabalho de orientação política que tem vindo a ser feito, a direcção do PS promete apresentar, brevemente, um conjunto de novas políticas de intervenção autárquica sempre na lógica da maior abrangência possível e no acolhimento de outras ideias e contributos que possam surgir. De uma coisa Victor diz ter a certeza:  no caso do Funchal, "a observação da evolução  da sociedade indica que há uma clara vontade de mudança".
Coligação sem  excluir ninguém
A inclusão é palavra de ordem na orientação que o PS vem definindo para as autárquicas de 2013. Victor Freitas assume essa indicação clara e reiteradamente. Fala em "convidar todos os partidos e independentes", fazer acordos, motivar o envolvimento de todos ,  obter consensos. Em suma, um acordo para a Câmara do Funchal "que não exclua ninguém e agregue consigo a esperança de um Funchal diferente, para melhorar, que aposte na solidariedade social" e apresente um projecto de desenvolvimento económico  que chegue a todos. "Vou criar todas as condições para que o PS-M comece e de imediato a trabalhar num projecto que cumpra estes requisitos", afirma ainda o líder dos socialistas madeirenses . E insiste na ideia de que a 'união faz a força' ao lembrar que a proposta não deixa ninguém de fora. "Todos os eleitores fazem parte desta solução e só com todos podemos realmente promover uma mudança. O projecto que queremos desenhar não deixa ninguém de fora e pretende puxar todos para dentro".



segunda-feira, 26 de novembro de 2012

AUSTERIDADE MATA A ECONOMIA

Temos afirmado desde o Orçamento de Estado para 2012, quando PSD/CDS-PP quiseram ir para além da troika em matéria de sacrifícios, que as contas do Governo iriam sair furadas. O tempo infelizmente deu-nos razão. Melhor seria que arrepiassem 
caminho, mas estes rapazes estão agarrados à sua agenda ideológica e dela não prescindem, mesmo quando todos veem que estão a afundar o País.
http://www.iol.pt/push/economia/austeridade-insolvencia-paul-de-grauwe-agencia-financeira/1396303-6187.html

PS NÃO ACEITA MUDANÇAS NO GOVERNO SEM ELEIÇÕES



O PS-Madeira recusa «liminarmente qualquer alteração na Presidência do Governo Regional sem eleições antecipadas». A afirmação é clara e foi hoje proferida pelo Presidente do PS-Madeira, em conferência de imprensa, rejeitando assim o que Alberto João Jardim, «numa fuga à democracia», ontem proferiu no congresso do PSD-M, quando afirmou que se demitia, em 2015, do cargo, para dar tempo ao novo líder do PSD-M de governar até Outubro de 2015.
Victor Freitas justificou esta afirmação com a necessidade de dar aos madeirenses e porto-santenses, através de Legislativas Regionais, o direito a escolher quem querem que governe a Região e relembrou ainda o que se passou, em 1978, quando Alberto João Jardim depôs, «à falsa fé, sem ir a eleições, Ornelas Camacho».
A conferência de imprensa começou com Victor Freitas a relembrar alguns dados que revelam o estado a que chegou a Região. Primeiro salientou o aumento do desemprego que, neste momento, atinge já, «segundos os números do INE, 17,5%». Em quase dois anos – entre 2010 e Setembro de 2012 –, a Região «perdeu 14.000 postos de trabalho». Seguidamente, apontou os 660 milhões de euros de receitas próprias, «fruto do trabalho dos madeirenses e porto-santenses», só que, o Governo Regional, para pagar «juros e algum capital» da dívida, vai gastar 362 milhões de euros, «o que corresponde a 55% da totalidade das receitas», facilmente se percebendo a insustentabilidade das «finanças públicas» da Região.
Ainda sobre a «deterioração» da situação económica e financeira da Região, o Presidente do PS-Madeira salientou que o ORAM para 2013 «tem cerca de 1.600 milhões de euros», concluindo-se que a maior parte das verbas é proveniente da República e da Europa, o que desmente anteriores afirmações do Presidente do Governo Regional de que a Região só dependia em 12% no que se refere a verbas vindas do exterior.
PEDRO PASSOS COELHO FUGIU DOS MADEIRENSES
Quanto ao congresso do PSD-M, que decorreu no passado fim-de-semana, Victor Freitas afirmou que aí estiveram reunidos os responsáveis pela desgraça económica e social do país (Pedro Passos Coelho) e pela desgraça económica e social da Madeira e Porto Santo (Alberto João Jardim e o PSD-M),lamentando que o líder nacional do PSD e Primeiro-ministro de Portugal tenha vindo à Região manifestar solidariedade «ao seu PSD» mas não aos madeirenses e porto-santenses, que, «neste momento, passam por grandes agruras e dificuldades».
CONGRESSO DA DIVISÃO E DO SILÊNCIO ESQUECE PAEF E LEI DE MEIOS
Na opinião do PS-Madeira, Pedro Passos Coelho e Alberto João Jardim deveriam ter clarificado «uma série de questões», tais como a renegociação do PAEF e o pagamento das verbas atrasadas da Lei de Meios, mas isso não aconteceu, nada se ouviu sobre isso, declarou Victor Freitas, que questionou por que razão a Região, «desde Setembro, tem as verbas do PAEF bloqueadas», se Pedro Passos Coelho afirmou que a Região «está a cumprir» com o que foi acordado no PAEF; de igual modo, o PS-M quer saber por que razão a Região não recebe os «400 milhões de euros em atraso» relativos à Lei de Meios. Em síntese, «neste congresso da divisão e do silêncio», conclui Victor Freitas, «não se percebe por que razão não reivindicou o PSD-M estas verbas a que a Região tem direito».
O facto de a República já estar a apoiar o Algarve depois do recente tornado, tal e qual o fez depois dos incêndios, mereceu críticas por parte do Presidente do PS-Madeira, que relembrou que houve incêndios este Verão, na Madeira, bem como no início de Novembro, temporais no Norte da Madeira (Porto Moniz/São Vicente/Santana) e no Porto Santo, que causaram «graves prejuízos financeiros» sem que o Governo do PSD/CDS tenha ajudado financeiramente a Região, crítica que estendeu ao Governo Regional e ao PSD-M por não «reivindicar» o que a Madeira e Porto Santo têm direito.
JOSÉ MANUEL RODRIGUES E CDS/PP-M APROVARAM PAEF
A finalizar, Victor Freitas acusou o líder do CDS/PP-M de «demagogia» em relação ao Plano de Ajustamento Económico e Financeiro. O Presidente do PS-Madeira salientou que «a demagogia tem limites», isto porque José Manuel Rodrigues e o CDS/PP-M têm afirmado estar contra o PAEF e pedido a sua revisão quando, em Abril, na Assembleia da República, aprovaram o Orçamento Rectificativo, «que acomodava financeiramente o PAEF». Ou seja, conclui: não são apenas Alberto João Jardim e o PSD-M que estão amarrados ao PAEF, também José Manuel Rodrigues e o CDS/PP-M estão amarrados ao PAEF, também são responsáveis pelo PAEF, «que está a causar tantas dificuldades à Madeira e ao Porto Santo, e que não é solução para o futuro».

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA REGIONAL


Nestes valores NÃO ESTÃO inseridos os Funcionários da Administração Local(Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia), nem da Administração Central(Universidade, PSP, GNR, Tribunais, Forças Armadas, Capitania etc.) nem do Sector Empresarial da RAM que faltam reclassificar. 
Dados da Direcção-geral da Administração e do Emprego Público

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

AH CABEÇAS LOUCAS! E O POVO É QUE PAGA.


Desastre Financeiro - Santana e Porto Santo à cabeça, Ribeira Brava logo atrás!


Santana lidera, seguido pelo Porto Santo em matéria de dívida da Câmara Municipal (dívida total da Câmara Municipal pelo número de habitantes).
A forma como foram geridas as Câmaras Municipais diz tudo da lógica irresponsável do PSD, na gestão dos interesses dos Concelhos. Estas almas, na lógica da manutenção do poder, fazem dívidas atrás de dívidas, como se não houvesse amanhã, para depois lançar sobre os munícipes o pagamento destas dívidas através dos aumentos de IMI e de diversas taxas. Poder-se-ia pensar que estas dívidas serviram para melhorar, em muito, a qualidade de vida e bem-estar das populações, mas quando comparamos com outros indicadores de rendimento disponível por habitante não há uma relação de causa efeito entre a dívida contraída e o rendimento disponível das famílias. Estes anti-kenesianos de pé descalço, andaram a endividar-se numa altura em que a iniciativa privada estava a investir, agora que há uma economia deprimida e era necessário investimento público, para relançar a economia, estão sem tostão. Ah cabeças loucas! E o povo é que paga.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

A ILUSÃO DA RAZÃO


"os pobres são culpados pela própria pobreza"
Passos Coelho, Paulo Portas e Gaspar conhecem este menino e milhares de outros, mas estes doutos senhores têm um programa ideológico para Portugal. Estes cavalheiros querem um
 país com mão-de-obra barata e querem decepar o papel do estado na correção das desigualdades sociais. Ainda não me esqueci da proposta de revisão Constitucional de Pedro Passos Coelho e do Estado Liberal que ele quer implantar em cima das conquistas de Abril de 1974. A lógica da Austeridade, contrária a qualquer lógica de racionalidade económica, em que Portugal empobrece, como se um Portugal pobre conseguisse pagar as suas dívidas. Há aqui um preconceito ideológico assumido por quem tem uma visão do mundo em que o estado é um mero observador e sem um papel de garantir a correção das desigualdades que o mercado produz. Vejo nos atuais responsáveis do governo aqueles cidadãos provincianos que de um momento para outro tiveram sorte na vida e olham com desdém os outros que a sorte não os acompanhou. Entendem assim, estes novos-ricos, que os pobres são culpados pela própria pobreza, independentemente das pedras que colocam a quem luta e trabalha para ter sucesso na vida.
http://expresso.sapo.pt/o-menino-que-gaspar-nao-conhece=f768572

O MOTOR DA ECONOMIA ESTA GRIPADO

A QUEDA DO TURISMO

O turismo é o principal alicerce da nossa economia ultraperiférica e tem o papel principal como motor da economia regional. O turismo tem sido a área económica que mais riqueza deixa na M
adeira, mais postos de trabalho cria e mais receitas fiscais contribui para o Orçamento Regional. É inegável a importância que o turismo ganhou ao longo dos anos, para mais, numa situação como a que atualmente vivemos em que, os outros dois pilares que sustentam a economia, construção e Centro Internacional de Negócios, um está manco e outro coxo. 
O turismo é a nossa aposta de eleição. Mas terá sido a aposta do Governo? Claramente que não. Todos sabemos como tem sido projetada a ocupação do nosso território, sem o mínimo cuidado com os impactos paisagísticos e com a deterioração da qualidade do nosso destino. Por outro lado, a falta de apoios à promoção demonstram a inqualificável irresponsabilidade do Governo Regional, matéria esta muito criticada pelos diversos agentes que trabalham neste sector.
Os dados estatísticos, ao nível dos proveitos totais do turismo, demonstram que hoje estamos pior que há 6 anos atrás. Sei que ainda é cedo, mas a diminuição dos proveitos do turismo começam a ter uma lógica que pode passar de conjuntural a estrutural, se nada for feito rapidamente.

O CALOTEIROS DO COSTUME


Estes são os prazos médios de pagamentos por parte das Câmaras Municipais, por aqui se vê uma parte dos responsáveis pela falência de empresas e pelo desemprego. Pedem aos empresários serviços e fornecimentos e depois não pagam a tempo e horas. 
Nestes indicadores Porto Santo e Machico à cabeça e não temos dados relativos a Câmara de Lobos. 
dados extraídos de :https://appls.portalautarquico.pt/

INSUPORTÁVEL!

Insuportável - A Madeira não têm nem meios, nem condições para pagar estas verbas que resultam de um negócio ruinoso para os contribuintes. Renegociação destas PPP já!

DÍVIDA MALDITA!

Esta é sem dúvida a maior "novidade" deste Orçamento Regional para 2013. A Madeira é confrontada com o problema da dívida regional, somos chamados a pagar o desgoverno do PSD-Madeira e de Alberto João Jardim. Os dados são claros. A Madeira tem de receitas fiscais, ou seja, os impostos dos Madeirenses e Porto-Santenses, 658 Milhões de Euros por ano. Este Orçamento para 2013 prevê o pagamento com o serviço da dívida (Juros mais capital vencidos) 362 Milhões de Euros o que corresponde a 55% das nossas receitas fiscais. Em cada 100 euros de imposto que pagamos 55 euros é para pagamento da dívida. Face a esta situação, com a actual linha governativa que mata a economia dificilmente teremos condições de pagar o descalabro financeiro que o PSD nos colocou às costas. 
Nas últimas eleições o PSD dizia que esta era uma dívida abençoada, eu digo está é uma DÍVIDA MALDITA!

terça-feira, 20 de novembro de 2012

É A DÍVIDA ESTÚPIDO!



Análise ao Orçamento Regional 2013

Uma primeira análise ao Orçamento Regional do Governo do PSD-Madeira, apresentado ontem, demonstra a irresponsabilidade governativa Social-democrata na Madeira. Quem olha para a despesa percebe hoje que a maior fatia do Orçamento não vai para a Saúde ou Educação, vai para pagamento dos encargos financeiros com a DÍVIDA. Aliás é de referir que há um aumento de encargos com a dívida que passa de 8,7% em 2012 para 22,30% em 2013, é a maior subida de sempre com o serviço da dívida. Percebe-se ainda, que a Madeira não têm uma lógica de apoio social às famílias, aplica as verbas da Segurança Social, sem qualquer acréscimo de verbas dos cofres da região, mas também as Funções económicas que em 2012 tinha 22% passa agora para 17,1% em 2013, demonstrando que não há aposta na manutenção e criação de postos de trabalho. Daqui se conclui:

Que a dívida vai comer verbas a todas as outras rubricas do Orçamento;
Em cada 100 euros de impostos 22,30 euros é para pagar dívida;
Não há um incremento nos apoios Sociais:
Não há uma aposta na Economia e no Emprego;
Não há medidas contra cíclicas para a economia;
Há um brutal Aumento de Impostos etc.

Este caminho proposto pelo PSD-Madeira para 2013 irá levar a mais falências, mais desemprego, mais emigração, mais pobreza e um ataque fiscal sem precedentes à classe média. Austeridade e empobrecimento é a palavra de ordem do PSD. A Madeira precisa de um outro Governo, precisa com urgência de uma MUDANÇA de Políticas económicas e sociais.

A MORTE DA ECONOMIA



Dados do INE
A morte das empresas está a levar à diminuição do número de postos de trabalho existentes na Madeira. A nossa economia está a morrer e não é lentamente, é a uma velocidade estrondosa. Nesta economia ultraperiférica, nos últimos 2 anos, desapareceram 14.000 postos de trabalho. Não há memoria nos últimos 28 anos de democracia de desaparecimento de tantos postos de trabalho tão rapidamente (2 anos) como agora. Estes dados são razão de sobra para uma MUDANÇA urgente de Política económica.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

O AMANHÃ É JÁ HOJE!

O Plano de Ajustamento acertado entre os Governos do PSD/CDS-PP e PSD-Madeira é uma autêntica PARAGEM CARDÍACA à Madeira e ao Porto Santo.
Disse-o no dia 27 de Janeiro quando foi apresentado publicamente. Não era difícil de prever que o embate das medidas de austeridade levaria à atual situação económica e social. Estava escrito nas estrelas que uma região ultraperiférica, dependente do exterior, com um mercado exíguo e com dificuldades estruturais ancestrais, não aguentaria o embate das medidas de austeridade. Hoje os resultados estão à vista de todos, no desemprego, na falência de empresas, no empobrecimento das famílias, na morte da classe média, na emigração etc. Hoje é unânime na sociedade Madeirense que é necessário uma MUDANÇA no Plano de Resgate sobe pena de nos afundarmos para patamares anteriores à adesão à União Europeia.
Os caminhos perfilhados pela Coligação PSD/CDS-PP e pelo PSD-M vão contra qualquer regra económica empurrando a Madeira para o empobrecimento, para o aumento da dívida, face à diminuição da riqueza (PIB), o que pode colocar a Madeira em risco de incumprir com os compromissos financeiros assumidos junto do Estado Português e da banca.
Esta lógica moral e punitiva, por parte do Governo de Passos e Portas, não resolve nenhuma situação. É necessário rigor e parcimónia na utilização dos recursos públicos, já o alertamos inúmeras vezes ao longo dos anos. O que se trata agora é de resolver o problema e não permitir que os erros do passado voltem a acontecer.
É necessário renegociar o Plano de Ajustamento e relançar o crescimento económico, dando prioridade ao emprego. Qualquer outro caminho, que não tenha como pedra angular o crescimento e o emprego é um erro que todos, Madeirenses e credores, irão pagar muito caro. O amanhã é já hoje, não podemos adiar o nosso futuro por mais tempo.

Austeridade estúpida!



A política que hoje conduz a Madeira é uma política estúpida e sem sentido. A ineficácia das medidas de austeridade já estão à vista de todos. O buraco Orçamental no País, de 3.995 milhões de euros, e na Região, de 255 milhões de euros, demonstraram, nestes últimos 10 meses de Governação, que as metas falharam todas.

✔O desemprego cresceu mais que o previsto;
✔A receita Fiscal caiu a pique, apesar do aumento dos impostos;
✔A despesa social cresceu devido ao aumento generalizado do desemprego;
✔O défice previsto foi ultrapassado em muito;
✔Portugal já está a 8 trimestres consecutivos em recessão;
✔A dívida pública no País e na Madeira estão a crescer face ao PIB ETC.
O Orçamento de Estado e o Orçamento da Madeira para 2013, com os aumentos da carga fiscal levará a uma situação pior que a atual.

Se uma política falha em toda a linha nos seus objectivos e metas não deve ser repensada?

"GOVERNO RECESSIVO"


Infelizmente já há dois concelhos na Madeira, Câmara de Lobos e Machico que ultrapassaram a barreira mítica de 20% de Desempregados, uma situação a todos os títulos grave e que requer intervenção social urgente.
A camin
har para a barreira dos 20% temos Funchal, Ribeira Brava e Porto Santo. Preocupante ainda a situação de Santa Cruz, Santana e Ponta do Sol. Todos estes Concelhos têm um desemprego muito acima da média Nacional que é de 15,5%. Os restantes Concelhos São Vicente, Calheta e Porto Moniz são os Concelhos com a mais baixa taxa de Desemprego na Madeira. Se a Madeira continuar com um "GOVERNO RECESSIVO" a breve trecho vamos ter problemas muito graves e uma economia moribunda.

HORROR DO DESEMPREGO


Assimetrias

Estes dados referem-se a 2009, portanto estão já desactualizados, infelizmente a realidade hoje é pior, bem pior.
100% é a média nacional e em 2009 só tínhamos dois concelhos nesta categoria, todos os restantes estão abaixo da média nacional, na maioria dos casos, muito a baixo.

MUDANÇA


MADEIRA RICA CHEIA DE POBRES

Só que quem olha para os dados dos rendimentos dos Madeirenses em que 52% da nossa população ganha menos de 4.989 euros por ano e 14% ganha menos de 7.410 euros, ou seja, 66% da nossa população tem muito baixos rendimentos.

MADEIRA RICA CHEIA DE POBRES

Somos uma terra em que o nosso PIB é muito superior à média Nacional(efeito do CINM)

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

OUTUBRO NEGRO NA MADEIRA

No passado mês de Outubro foram lançados no desemprego 711 novos desempregados. A Madeira atinge agora 23.582 desempregados inscritos no Instituto de Emprego da Madeira, mas sabemos que o número é bem superior. Segundo estes dados e são pessoas inscritas no IEM o desemprego na Madeira atinge 18,3% de Desemprego.
Durante o mês de Outubro 23 Pessoas ficaram sem trabalho, em cada dia que passou.