quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Madeira vai ter plano de resgate | DNOTICIAS.PT

Madeira vai ter plano de resgate | DNOTICIAS.PT

O mais grave de tudo é que até o Governo Português do PSD/CDS não assume a Madeira e o nosso problema Financeiro, dentro do pacote de ajuda Nacional, até o Governo do PSD virou as costas à Madeira e ao Governo PSD de cá, trata-nos como um caso à parte, como se não fossemos parte integrante de Portugal, a independência pedida por Jardim já está a dar maus resultados para os Madeirenses, o Estado o que nos está a dizer é paguem vocês a divida! O presidente da Republica ainda não falou, mas refazendo a afirmação dita na tomada de Posse passa a ser a seguinte: HÁ UM LIMITE DE SACRIFÍCIOS QUE SE PODEM PEDIR AOS PORTUGUESES DO CONTINENTE, OS PORTUGUESES DA MADEIRA QUE PAGUEM AS SUAS DÍVIDAS!

Madeira vai ter plano de resgate | DNOTICIAS.PT

Madeira vai ter plano de resgate | DNOTICIAS.PT

Região vai ter de pedir ajuda financeira à República e às instâncias internacionais, à semelhança do que fez o Estado.

A Madeira vai ter um plano de resgate para sanear as finanças públicas à semelhança do Estado português. A garantia foi dada á minutos pelo ministro das Finanças Vítor Gaspar, que considerou a situação da Região "de crise" e "insustentável".

O ministro confirmou o novo buraco noticiado hoje pelo Diário de Notícias nacional, que eleva assim o desvio nas finanças públicas regionais para 500 milhões. Só um plano de resgate com a República e os parceiros internacionais pode garantir "um ajustamente bem sucedido", disse o governante em Lisboa.

Vítor Gaspar afirmou também que têm de ser as Regiões Autónomas a tomar iniciativa de pedir ajuda, mas salutou a boa cooperação existente. Para além disso, deixou claro que a situação dos Açores é diferente. http://www.dnoticias.pt/actualidade/politica/280744-madeira-vai-ter-plano-de-resgate


AGUARDA-SE COMUNICAÇÃO AO PAIS DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

A qualquer momento aguarda-se uma comunicação ao pais de Sua Excelência o Senhor Presidente da República sobre a grave situação financeira da Madeira, em que, segundo fontes bem colocadas, irá dizer que Portugal quer a independência da Madeira pedida por Jardim, porque há um limite de sacrifícios que se pode pedir aos Portugueses do Continente. Face a estes rumores os membros da FLAMA renovaram os passaportes porque não querem uma independência hipotecada nem querem ficar cá a pagar impostos para financiarem os buracos, financeiros, de Alberto João Jardim e do seu PPD/PSD.


TUDO A RUIR!

São as dívidas encobertas que agora se descobrem, são os buracos financeiros que andavam ocultos no conhecimento de poucos que hoje são uma realidade para muitos, são as empresas afogadas pelos calotes do Governo que manda o nosso povo para o desemprego, é a RTP-M agora numa versão reduzida a 4 horas de existência, é o Centro Internacional de Negócios da Madeira que caminha para a inexistência, é a loucura de um homem agarrado à sua teia tecendo o nosso sombrio destino.... é tudo isto mas falta mais: as medidas de austeridade que chegarão com o Orçamento Regional lá para depois das eleições. Ainda aqui vamos!

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Trata os ricos como pobres e os mais desfavorecidos como ricos.


Nos dois meses de governação, este Governo já tem uma marca: trata os ricos como pobres e os mais desfavorecidos como ricos.

Os ricos ficam imunes aos sacrifícios. Aos que têm pouco, os trabalhadores e pensionistas, a esses o Governo exige o exclusivo dos sacrifícios.

Todos os dias conhecemos novas medidas que pioram o nível de vida dos trabalhadores e pensionistas. A sobretaxa de IRS, equivalente a metade do subsídio de natal, criada por este governo veio impor mais sacrifícios aos portugueses que vivem do seu salário, ao mesmo tempo que salvaguardou os que obtêm uma parte significativa do seu rendimento na forma de dividendos e juros.

No momento certo, o Partido Socialista apresentou propostas para que, uma vez havendo aumento de impostos, esse aumento fosse o mais equitativo possível.

As nossas propostas foram chumbadas pela maioria de direita por pura insensibilidade social e radicalismo ideológico.

É óbvio que uma distribuição injusta dos sacrifícios não é socialmente sustentável, nem aceitável. Por isso, o debate sobre a repartição dos sacrifícios está de novo em cima da mesa.

É de notar que o memorando de entendimento com a Troika não impede medidas de equidade nem limita a capacidade do Governo em executar políticas de crescimento económico que compensem os sacrifícios inevitáveis e que assegurem a sua justa repartição.

O PSD só diz “não” e impede a partilha de sacrifícios. Esta política não pode continuar. O Governo tem de ter sentido de justiça social.

É neste sentido que vão as propostas do PS. Mais justiça social, mais equidade. Com uma postura construtiva.

O Secretário-Geral do Partido Socialista, António José Seguro, deu hoje uma conferência de imprensa em que foi possível apresentar as seguintes propostas:

4 Propostas para 2011

O Grupo Parlamentar do PS vai voltar a apresentar a proposta no sentido de a sobretaxa extraordinário de IRS de 2011 recaia também sobre rendimentos de juros, dividendos e mais valias.

O Grupo Parlamentar do PS vai voltar a apresentar a proposta no sentido de aumentar o limiar de isenção do imposto extraordinário de Dezembro para 1,5 salários mínimos.

O Grupo Parlamentar do PS vai propor que este ano de 2011 haja uma taxa adicional de IRC de 3,5% para as empresas com lucros superiores a 2 Milhões de Euros. Admite-se a redução a redução da taxa a aplicar no caso de empresas com a criação líquida de emprego durante o ano de 2011.

Exige-se que o Governo apresente uma estratégia de luta contra a evasão e fraude fiscal.

2 Questões fiscais de carácter estrutural

O PS estuda propostas como a do englobamento obrigatório de todos os rendimentos de capitais e mais-valias mobiliárias em sede de IRS. Esta medida está a ser desenvolvida tendo em consideração a fiscalidade comparada e tendo como pressuposto que as pequenas poupanças não serão afectadas.

Na linha do desafio do Senhor Presidente da República, o PS manifesta abertura para apreciar a aplicação de um imposto sucessório a partir de determinado limite.

2 Questões de carácter internacional

O PS interpela também o Primeiro Ministro no sentido de que no âmbito dos contactos com outros membros da União Europeia sejam encontradas medidas que dêem resposta aos movimentos de capitais para off-shores

Também se fazem votos para que no seu périplo internacional o Primeiro Ministro dê um contributo positivo para a criação de regras claras e eficazes na tributação dos movimentos financeiros.

É nos momentos mais difíceis que se exige determinação.

É nos tempos de dificuldades que mais se exige justiça social.

O PS luta por um Portugal solidário.

António José Seguro

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

NA ILHA DA FARSOLÂNDIA

NA ILHA DA FARSOLÂNDIA

Nasci na Terra da farsolândia, aqui cresci e me fiz homem. Despertei para a vida política e comecei a olhar em volta com um espírito aberto, mas crítico. Nesta Terra onde todos pensam no que dizem, mas não dizem o que pensam, quedei-me em reflexões sobre este estranho modo de ser e de agir. Senti que faltava autenticidade às pessoas, que havia um mundo de enganos entre o que se dizia e o que se fazia. Deparei-me com paradoxos em todas as esquinas e o maior de todos é que na farsolândia tínhamos um chefe que era idolatrado por muitos na razão inversa das suas qualidades. Quanto pior se portava o dito, mais farsovotos tinha, quanto mais prejudicava a farsolândia mais poder acumulava, quanto mais dívidas criava para deixar às futuras gerações de farsolandenses, mais esses jovens o idolatravam, quanto mais ele atacava a democracia mais farsodemocratas o rodeavam, quando mais ele excluía e perseguia mais farsomimos recebia, quanto mais atacava a comunicação social mais farsojornalistas ficavam do seu lado, quanto mais ele desconsiderava a igreja com os seus actos e atitudes, mais farsocrentes a ele se juntavam, e mesmo quando, dentro do seu partido, perseguia e afastava dirigentes, mais farsoapoiantes a ele juravam fidelidade eterna.

O grande chefe, mais conhecido por farsobobo, humilhava os farsolandeses com as suas atitudes de má criação e premeditadas asneiras que fazia para os ecrãs da TV. Na grande festa do partido o farsobobo fazia manguitos, deitava a língua de fora e até tentava imitar um falo, recolhendo o dedo indicador e o anelar e mantendo o dedo médio na sua posição erecta enquanto apontava para as câmaras de TV. Os farsomilitantes e farsodirigentes do seu partido aplaudiam em transe. Nisto, uma criança de tenra idade, no colo de sua mãe, apontava para o farsobobo e diz: é um louco, é um louco, mamã.

Nesse momento acordei, com gotas de suor a caírem-me pela face abaixo e assustado. Tudo não passou de um terrível pesadelo, mas ainda ressoa no meu quarto escuro a voz da criança: é um louco, mamã; é um louco, mamã; é um louco, mamã.