segunda-feira, 8 de julho de 2013

A Tânia Silva é a nossa candidata à Junta de Freguesia dos Canhas, Concelho da Ponta do Sol

 
 
Continuar numa política ativa e eficaz. Virar a página!

A candidata do PS nasceu em julho de 1975, em Caracas – Venezuela. Prestes a fazer 38 anos, Tânia Silva confirma agora a sua maior disponibilidade para a vida política ativa, numa aproximação que vem acontecendo ao longo dos últimos anos desde que aceitou candidatar-se à Câmara Municipal da Ponta do Sol pelo PS em 2009 como vereadora, cargo que tem executado em regime de substituição. Nesta estrutura tem apresentado várias propostas, como foi o caso da redução do IMI, tendo sempre em vista o melhor para o Concelho e para os munícipes.


 Profissionalmente, Tânia Silva é professora na escola B+S da Ponta do Sol. Licenciada em Biologia (ensino de) pela Universidade da Madeira, tem sido docente em várias escolas da Madeira, onde exerceu também diversos cargos de coordenação (da disciplina de Ciências Naturais, do departamento das Ciências Exatas, gabinete de apoio ao aluno, currículos alternativos) e membro do Conselho Pedagógico e da sessão de avaliação do desempenho do pessoal docente.

Na freguesia dos Canhas sempre colaborou com associações nomeadamente o Centro Cultural e Desportivo dos Canhas que exerceu o cargo de relações públicas desta associação.

Como linhas mestras do projeto pretende fazer do turismo o principal alicerce do desenvolvimento económico. Para tal tenciona recorrer à valorização do património histórico/religioso existente na freguesia, assim como a valorização da paisagem humanizada, marcada essencialmente pela prática da agricultura, uma das principais atividades da freguesia. A atenção estará também focalizada na parte social uma vez que é a base da saúde física, social e emocional. A dinamização de espaços e atividades que promovam o exercício físico, o convívio social e consequentemente o bem-estar psicológico serão estratégias a privilegiar. A prestação de pequenos serviços úteis à população nas diferentes áreas será também disponibilizada, sobretudo à população mais idosa.

Todas as medidas adotadas serão com o objetivo de aumentar o poder económico e o bem-estar dos munícipes.

Emanuel Jardim Fernandes na lista de Emanuel Câmara

O eurodeputado Emanuel Jardim Fernandes está de volta à política activa e pela mão de Emanuel Câmara, candidato às Eleições Autárquicas de 29 de Setembro à Câmara Municipal do Porto Moniz.
O vereador convidou um dos rostos ‘históricos’ do PS-M para número um da lista à Assembleia Municipal do Porto Moniz, que acabaria por aceitar. Uma novidade e ao mesmo tempo uma surpresa face ao afastamento que o eurodeputado e antigo líder do PS-, vinha patenteando no passado recente, apenas surgindo pontualmente nalgumas acções partidárias.
Emanuel Jardim Fernandes enquanto parlamentar em Estrasburgo foi membro de várias comissões sucede ao seu irmão Nuno Jardim Fernandes que passa a ser o mandatário da candidatura de Emanuel Câmara.
O actual vereador garante assim um apoio importante depois de ter apresentado praticamente todos os nomes à autarquia local, faltando apenas indicar para quinto e último lugar da lista de eleitos efectivos à Câmara Municipal. Sabe o DIÁRIO que o arquitecto Miguel Lima é o elemento escolhido para fechar o rol de candidatos ao órgão autárquico.

Debate para apurar estado das empresas do Governo

Grupo Parlamentar do PS OBRIGA GOVERNO A JUSTICAR CASOS DE MÁ GESTÃO
O grupo parlamentar do Partido Socialista vai suscitar um debate na Assembleia Legislativa da Madeira sobre a situação ...do sector empresarial público, pois está preocupado com os vários casos de “irresponsabilidade, má gestão e opacidade”. Esta discussão, que deverá ocorrer nos próximos dias, tem carácter obrigatório e deverá contar com a presença de um ou mais membros do Governo Regional para responder às questões que serão colocadas pelos deputados.

  O líder parlamentar do PS, Carlos Pereira, que assina o requerimento do debate, está preocupado com aquilo que vê no sector das empresas públicas da Madeira, o qual o Governo Regional “tem tratado como se fosse uma coutada privada, quase do domínio partidário”. A este respeito, recorda as recusas do executivo de Alberto João Jardim em fornecer informação relevante e em responder aos pedidos de esclarecimento das oposições sobre o estado destas empresas públicas. Aliás, Carlos Pereira lembra que os deputados não foram informados das conclusões de um relatório que, no âmbito do Programa de Ajustamento, o Governo Regional se comprometeu a elaborar sobre as medidas necessárias para garantir a sustentabilidade das empresas públicas.

As 3 questões que o PS quer ver esclarecidas
JORNAL DA MADEIRA
Segundo o relatório da conta de 2012, esta empresa tem uma dívida bancária de 6 milhões de euros, capital próprio negativo superior a 45 milhões de euros e mais de 3 milhões de euros de prejuízo. “Estes três indicadores demonstram o que é um irresponsável desperdício de dinheiros públicos e impõem uma urgente explicação por parte do Governo Regional sobre quanto mais tempo pensa em manter este insustentável estado e que perspectivas existem para o futuro do Jornal da Madeira”, observa o PS.

SWAPS
Estão em causa 27 contratos tóxicos, com “enormes prejuízos irreparáveis (cerca de 170 milhões de euros)”, celebrados pelo Governo Regional, sociedades de desenvolvimento, Administração de Portos, Empresa de Electricidade, Aeroportos da Madeira, entre outras. “Chegou-se ao cúmulo dos Swaps das parcerias público-privadas rodoviárias assinadas pelas concessionárias privadas em que o risco foi assumido pela Região, através do Governo Regional”, aponta o grupo parlamentar socialista.

SOCIEDADES DE DESENVOLVIMENTO
Pelas contas do PS, as sociedades de desenvolvimento acumulam uma dívida de 700 milhões de euros e parte do empréstimo que a Região obteve com o pedido de resgate foi para emprestar a estas empresas que não terão cumprido os seus objectivos iniciais (alavancar o desenvolvimento local e criar emprego). Por isso, é contestada a intenção de continuar a injectar dinheiro num projecto “falhado” e “burlesco” como a Marina do Lugar de Baixo, onde foram gastos mais de 100 milhões de euros.
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sexta-feira, 5 de julho de 2013

Paulo Bruno Ferreira avança pela ‘Mudança’ em São Gonçalo



 Nascido em 1973, licenciado em Turismo pelo Instituto Superior das Ciências Educativas (ISCE) Odivelas e com frequência no curso de Engenharia Civil da Universidade da Madeira (UMa...), Paulo Bruno Ferreira é o candidato da Coligação ‘Mudança’ à Junta de Freguesia de São Gonçalo, no Funchal, no contexto das eleições Autárquicas de 29 de Setembro.
É candidato na freguesia que o viu nascer, São Gonçalo: “Existem momentos na vida em que não podemos, nem devemos dizer que não, ao apelo da participação activa na vida pública”, diz Paulo Bruno Ferreira, actualmente membro do Secretariado do PS-M tendo a seu cargo o Departamento de Estruturas de Base e é vogal da direcção do Laboratório de Ideias da Madeira.
“Quero com a minha equipa dinamizar a freguesia, que foi esquecida e que nem mesmo com todos os devaneios financeiros ficou dotada de equipamentos para a população”, diz o candidato que vai ser apresentado hoje, pelas 19 horas, no Largo Padre Pita Ferreira, em São Gonçalo. j.f.p.
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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Professor para ‘mudar’ freguesia de São Pedro



 António Gomes, um professor de Matemática com vários anos de experiência na coordenação de programas de empreendedorismo na Direcção Regional de Educação, é a aposta da coligação ‘Mudança’ par...a a Junta de Freguesia de São Pedro, no Funchal.
O candidato, que será apresentado pelo cabeça-de-lista à Câmara do Funchal, Paulo Cafôfo, é um independente que assume que nunca teve ambições políticas.
“Agora, olhando à situação económica do País e da Região”, decidiu aceitar o desafio de integrar uma candidatura que é apoiada por uma coligação de seis partidos: PS, PTP, BE, PND, PAN e MPT.
Recuperar a freguesia de São Pedro é o principal objectivo deste professor que tem no seu currículo várias pós-graduações em multimédia e ferramentas de internet.
“As pessoas está indignadas, não só pelas dificuldades sentidas mas, também, porque vêem uma má gestão dos dinheiros públicos”, justifica.
António Gomes, que acredita ser possível vencer a Junta de Freguesia de São Pedro, não tem dúvidas de que os munícipes pedem “novas soluções” e acredita que, na Câmara Municipal do Funchal, Paulo Cafôfo é “capaz de fazer mais e melhor pelo concelho” e promover a “mudança” necessária para a capital madeirense.
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" UM ACTO DE COBARDIA E UM EXEMPLO DE INDIGNIDADE DO MEU CDS-PP"

ACTO DE "CORAGEM E UM EXEMPLO DE DIGNIDADE" A SAIDA DO CDS-PP DO GOVERNO DA COLIGAÇÃO. José Manuel Rodrigues

Quem o afirmou, ontem, foi José Manuel Rodrigues. Hoje, perante o anunciado recuo, José Manuel Rodrigues irá afirmar taxativamen...te " UM ACTO DE COBARDIA E UM EXEMPLO DE INDIGNIDADE DO MEU CDS-PP" e irá anunciar a retirada do Deputado do CDS-PP Madeira da Assembleia da República.
http://www.dnoticias.pt/actualidade/politica/394494-cds-da-madeira-aplaude-coragem-de-portas-ao-deixar-governo
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Filipa Jardim Fernandes é escolha de Cafôfo para ‘vice’

 


Coligação ‘Mudança’ aposta em formada em Economia para ‘vice’ da CMF
Filipa Jardim Fernandes é a escolha de Paulo Cafôfo, cabeça-de-lista da coligação ‘Mudança’, apoiada pelo PS, BE, ...PND, MPT, PTP e PAN, às eleições Autárquicas de 29 de Setembro, para número dois da Câmara Municipal do Funchal, ou seja para vice-presidente, ficando com os pelouros das Finanças e Turismo.
Aos 46 anos, Filipa Jardim Fernandes, formada em Economia na Universidade Católica P - Lisboa e directora de operações de todas as empresas do Grupo Dorisol (Dorisol, Florasol, Enasol, Levisol e Dorilimpa), aceitou o convite de Cafôfo por cinco razões: independência, mudança, proximidade, vontade e coerência. E passa a explicar.
“É uma equipa que é apoiada por seis partidos e que assume um carácter independente. A maior parte dos elementos que a integram nunca tiveram filiações partidárias e sempre defenderam um pensamento livre, não amarrado a clichés ou pressões de qualquer espécie. Esta equipa é já um esforço, por parte dos 6 partidos que a apoiam, de abertura à renovação e à colaboração de independentes, com experiência em vários sectores da sociedade, que vão desde a actividade empresarial ao ensino”, começa por dizer Filipa Jardim Fernandes, que já foi presidente da Mesa de Hotelaria da ACIF, entre 2003 e 2006.
“Vivemos tempos difíceis, em que há necessidade de elevar o debate político para o confronto de ideias, que nos permitam encontrar as soluções mais acertadas que devolvam esperança e confiança às pessoas”, explica, a propósito de mudança “Tenho noção que não podemos mudar tudo e que estamos muito limitados por políticas nacionais e europeias, infelizmente, muitas delas erradas, mas se conseguirmos contribuir para a melhoria de vida das pessoas na nossa cidade, já todos estaremos a contribuir com um pequeno passo para essa mudança que é por demais urgente. A política não pode nem deve ser vista como um palco para rivalizar egos e vaidades, mas, sim, como um espaço onde todos trabalham para encontrar melhores soluções visando uma sociedade mais justa e equilibrada. Foi por esta razão que aceitei este desafio, porque espero contribuir com a minha experiência para este projecto de mudança”, adianta.

 Depois coloca o acento tónico na proximidade: “O poder autárquico permite uma proximidade com os seus eleitores. Sempre me interessei e acompanhei, como cidadã, a evolução da vida económica e política na Europa, no nosso país e na nossa Região e sempre achei que a razão dos cidadãos se sentirem cada vez mais afastados da vida política, que tanta influência tem nas nossas vidas, deve-se a um crescente fosso entre a agenda política dos governos, regionais, nacionais e europeus, e as verdadeiras preocupações das pessoas no seu dia-a-dia. Parece-me que a mudança pode começar ao nível do poder local, onde é possível haver uma maior proximidade entre o poder autárquico e os seus munícipes. Com este projecto e com a equipa escolhida, sei que nas decisões mais importantes, as necessidades e vontade da maioria dos funchalenses será sempre tida em conta”, refere Filipa Jardim Fernandes, que foi membro da direcção da Associação de Promoção da Madeira, entre 2004 e 2008.
Depois diz sentir que a equipa, liderada por Paulo Cafôfo “é composta por pessoas de ideias pertinentes, assertivas e adequadas, sobre importantes temas para a cidade, como a dinamização da economia local, a responsabilidade social e ambiental, a revitalização urbana, a dinamização cultura e de indústrias criativas, tendo sempre, como suporte e âncora, a histórica vocação turística do Funchal”. “Sinto também que há entre todos os que participam neste projecto, uma genuína vontade de colocarem a sua experiência e conhecimentos ao serviço da comunidade. O Mundo mudou muito nos últimos tempos e é imperativo mudar a forma como abordamos e exercemos cargos públicos”, acrescentou.
Finalmente, fala de coerência: “Acho que é importante que os partidos, como qualquer outra instituição, se renovem e reinventem constantemente, abrindo-se a independentes, com diferentes experiências e percursos, com novas ideias e propostas. E, se defendo essa renovação, não seria coerente, se recusasse este convite”, termina Filipa Jardim Fernandes, que chegou a ser vice-presidente da ACIF e presidente do Sector do Turismo, de finais de 2006 até Dezembro de 2007.
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quarta-feira, 3 de julho de 2013

EQUIPA DA MUDANÇA PARA O PORTO SANTO


“Um novo rumo para a nossa ilha”

Entrevista a Filipe Menezes (PS) ao Diário de Notícias
Não serei ‘marioneta’ de pessoas ou interesses económicos

Quais os pressupostos que fundamental a sua candidatura? Aceitei o desafio e o apelo que me ...fizeram porque, acima de tudo, o que nos move verdadeiramente é a defesa e luta intransigente para uma estratégia sustentável de desenvolvimento do Porto Santo.
Pretendemos abrir a Câmara Municipal aos Porto-santenses e a todos os madeirenses e residentes permanentes em Porto Santo.
Pretendemos envolvê-los em todas as decisões e na governação dos destinos da nossa Terra, neste contexto económico e social difícil em que sobrevivemos.
A mudança assenta na isenção, dedicação, transparência, honestidade, competência e vasta experiência profissional e camarária dos elementos que compõem a nossa equipa.

Como tenciona diferenciar-se das outras candidaturas no Porto Santo? O que distingue a nossa lista doutras é que não serei «marioneta» de pessoas ou interesses económicos, que só têm prejudicado o Porto Santo. Neste momento difícil das nossas vidas, não irei fugir a este desafio nem às responsabilidades, ora assumidas.
A Câmara Municipal do Porto Santo deverá ser líder no concelho, mas definir estratégias de colaboração e coordenação com o Governo Regional e todas as entidades públicas e privadas.
Por isso, e para isso, reuni e lidero uma equipa de pessoas experientes, que está fortemente empenhada em desenvolver e implementar um programa de Governo Local em prol dos Porto-santenses e de todos aqueles que residem permanentemente no Porto Santo, como é o caso de muitos madeirenses.
Estou em condições de assumir esta responsabilidade, tenho experiência acumulada ao longo dos anos para dar o meu melhor contributo à resolução dos problemas que hoje preocupam os Porto-santenses. Darei resposta a todos e tentarei responder em tempo oportuno aos reais problemas dos Porto-santenses, a minha porta estará sempre aberta às pessoas.
A nossa estratégia de desenvolvimento passa, também, pela rentabilização e dignificação dos nossos recursos naturais: o nosso mar, o nosso património, os recursos geológicos e gastronómicos do nosso concelho.

Tem algum ambição ou projecto especial para o Porto Santo, que possa comprometer-se a cumprir, desde já, caso vença as eleições? Como Presidente da CMPS, serei o Autarca e Advogado do Povo. Do nosso conhecimento profundo do Porto Santo, assim como das muitas auscultações às pessoas e instituições da nossa terra, resultará uma lista de propostas e projetos em que acreditamos, porque legitimadas pelo Povo. Sendo eleito, queremos que estes vejam a luz do dia, pois tal significará que aos Porto-santenses foi restituída uma esperança que há muito se perdeu.
Sei que posso fazer mais e melhor, em conjunto com a minha equipa, com a população, e com o apoio de muitos madeirenses, os quais têm residência no Porto Santo, de modo a elevar e engrandecer o nosso concelho. Este é outro dos meus combates, gostaria de deixar uma marca e, por isso, quero proporcionar aos mais jovens condições para aqui se poderem fixar, aqui poderem investir, aqui poderem ser felizes, aqui realizarem os seus sonhos. Acreditem que é possível, mas para isso temos que mudar, A MUDANÇA É A ÚNICA ESPERANÇA !

Os trabalhadores das extintas empresas municipais devem ser reintegrados? Esse é um caso que está a ser analisado e estudado pela nossa equipa, mas, tudo faremos para evitar despedimentos.
Na verdade, a Câmara Municipal do Porto Santo se ficasse sem esses trabalhadores perderia capacidade de resposta para levar a cabo os serviços públicos, vitais ao bem-estar da população.

Quais as outras prioridades do seu programa? Desde logo, há uma prioridade: a criação de emprego, sobretudo para os nossos jovens, que diariamente são obrigados a emigrar.
Há que criar as condições para que a nossa ilha se desenvolva e cative os investimentos certos, nas áreas certas e rentáveis à nossa economia.
Isso só será possível com a criação duma marca própria Porto Santo, que identifique e diferencie o nosso concelho e vá de encontro ao nosso legado cultural e patrimonial. Há que abrir “portas” de uma vez por todas ao mar, aos espaços verdes e à água. Temos de concentrar energias e fazer as melhores escolhas, as decisões que nos vão aproximar dos nossos objetivos e valores, e que constituem as prioridades do Município.
Não esqueçamos que a economia está no centro da vida das pessoas, e, por isso, estou convicto de que algumas das escolhas mais poderosas que poderemos fazer prendem-se com ações muito, muito pequenas que vão de encontro aos reais problemas que preocupam os Porto-santenses no seu dia-a-dia.
O desemprego é hoje na nossa terra uma autêntica tragédia e é uma das principais razões da minha candidatura, uma sociedade sem emprego é uma sociedade ameaçada, sem emprego as pessoas e as famílias perdem a esperança, perdem a vontade de lutar.

Análise ao mandato actual
•o que correu bem?

“Apesar das dificuldades conhecidas de todos, os munícipes têm demonstrado um forte empenho e espírito de sacrifício e de solidariedade social para com os seus próximos.”
•o que correu mal?

“Uma falta de estratégia coordenada e sustentável de desenvolvimento para o Porto Santo, a taxa do IMI mais alta do País, uma taxa que castiga todos os porto-santenses e todos aqueles que investiram no Porto Santo, a extinção das empresas municipais e as infraestruturas criadas mal rentabilizadas.”

Prioridades do Município
social
•“Desenvolver um plano social permanente e bem estruturado, de emergência social, para combater o desemprego e acudir as reais carências das famílias porto-santenses.”

economia
•“Estimular e incentivar a agricultura, pesca e o comércio local, e criar um mercado de frescos, pois são esses os motores da nossa economia.”

turismo
•“É crucial criar uma marca própria e tornar os transportes mais acessíveis e atrativos, para podermos vender o nosso destino, nacional e internacionalmente.”

desporto
•“É crucial tudo fazer para rentabilizar as nossas infraestruturas desportivas, e atrair campeonatos mundiais à nossa linda baía, atrair campeonatos de voleibol, futebol de praia, e outros, enfim, criar um plano de desporto.”

cultura
•“Valorizar e rentabilizar o património cultural, histórico e geológico, e apostar fortemente nos produtos locais, estabelecendo uma ponte com as associações culturais, recreativas e as escolas.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Joana Coelho, candidata à Junta de Freguesia da Sé

Joana Coelho, candidata à Junta de Freguesia da Sé, reforça o compromisso geracional assumido pela Coligação Mudança.

 A capela de Santa Catarina, monumento do século XV que perpetua a glória dos Descobrimentos, foi o palco escolhido pela
Coligação Mudança para acolher a apresentação de Joana Coelho como candidata à Junta de Freguesia da Sé. Advogada com 28 anos, Joana Coelho foi convidada por Paulo Cafôfo, candidato a Presidente da Câmara do Funchal, como prova maior de um compromisso geracional que visa combater as clivagens entre os jovens e a política. Orgulhoso pela adesão de Joana Coelho à causa da Mudança, coligação apoiada por PS, BE, PTP, PND, MPT e PAN, Paulo Cafôfo contesta a tese que imputa culpa exclusivas aos jovens no seu divórcio com a actividade política. Recordando momentos inalienáveis da História recente da Humanidade, Paulo Cafôfo invocou o potencial redentor de que a juventude é portadora. “Sempre que os jovens agiram, os rumos mudaram”, sintetizou, depois de vincar uma característica que está na génese desta empreitada: dar voz e atribuir responsabilidades aos jovens que aspiram à Mudança. Um ideal que Joana Coelho personifica. 

 A manhã luminosa sublinhou as brumas que pairam sobre a cidade do Funchal, uma urbe “ligada às máquinas” que lhe adulteram o rosto atlântico, oportunidade para exorcizar o espectro de uma coligação PSD/CDS na capital da Madeira, partidos responsáveis pela entronização da austeridade em Portugal. Sem esquecer o candidato de Alberto João Jardim à Câmara do Funchal, Paulo Cafôfo não quer “alguém que já abandonou os funchalenses por causa de umas eleições internas do seu partido”, candidato cujo projecto político prevê a submissão ao Governo Regional. “Não queremos que a Câmara Municipal do Funchal seja uma sucursal da Quinta Vigia”, esclareceu.

 Joana Coelho, a jovem candidata da Mudança à Junta de Freguesia da Sé, assumiu que a sua idade lhe retira experiência, mas reforça-lhe o empenho. “Sei que sou jovem e que me falta experiência. No entanto, compensarei com a vontade de fazer mais e melhor” em prol dos cidadãos, garantia que se escora numa visão altruísta da actividade política. “É através da política que podemos construir o bem-estar”, desígnio para o qual “urge a Mudança”. “Este poder esgotou-se. Este poder esgotou-nos”, diagnosticou a candidata que ergue a esperança como antídoto contra o desemprego que aflige os jovens e a solidão que afecta os idosos, em particular na freguesia da Sé. Um ideário que se harmoniza com um aforismo de Aristóteles, citado por Paulo Cafôfo: “A política é a ciência que tem por objecto a felicidade humana”.

“O regime do PSD acaba em 2013”


 “Este regime do PSD, com mais de 30 anos, acaba neste ano de 2013”. A promessa é de Victor Freitas e foi feita no encerramento das jornadas parlamentares do PS-M que decorreram, entre ontem e hoje, no Hotel ...Vida Mar, no Funchal.

O líder socialista acredita que depois das eleições de Setembro haverá, na Região, “autarcas de várias cores partidárias” porque, assegura, “temos uma sociedade que rompeu com o PSD e com o medo”.

Victor Freitas citou o papa Francisco que diz que “envolver-se na política é um dever para um cristão que não pode lavar as mãos como Pilatos”, para apelar aos madeirenses para que apostem na mudança.

Nestas jornadas parlamentares do PS-M a revisão do Programa de Ajustamento Económico e Financeiro da Região (PAEF) foi o tema central. No primeiro dia foi abordado o sector da saúde e hoje o debate incluiu a educação e as áreas económicas.

“Ano e meio depois da assinatura do PAEF”, Victor Freitas garante que este plano já produziu efeitos, destruindo a economia e criando uma taxa de desemprego superior a 20%. Rever o programa de ajustamento é essencial para o PS-M que não tem dúvidas de que o PSD e o CDS não o farão, porque têm um comportamento “bipolar”, na Madeira defendem uma coisa e na Assembleia da República outra, como aconteceu com a proposta de redução da taxa do IVA.

“Estas traições do PSD e do CDS” devem ter um sinal dos eleitores, em Setembro, com Victor Freitas a garantir que apenas o PS está em condições, na Madeira e na República, para alterar a grave situação em que os portugueses e os madeirenses se encontram.

Victor Freitas aproveitou a intervenção final nas jornadas parlamentares para acusar o Governo Regional do PSD-M de, ao contrário do que foi referido, não só ter vendido a participação na ANAM, como ter alienado a posição na empresa que permitia à Região definir o serviço público. “Nenhum governo da Madeira poderá, durante 50 anos, mandar nos aeroportos e não poderá impor regras de serviço público”, afirmou.
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