quarta-feira, 3 de julho de 2013

EQUIPA DA MUDANÇA PARA O PORTO SANTO


“Um novo rumo para a nossa ilha”

Entrevista a Filipe Menezes (PS) ao Diário de Notícias
Não serei ‘marioneta’ de pessoas ou interesses económicos

Quais os pressupostos que fundamental a sua candidatura? Aceitei o desafio e o apelo que me ...fizeram porque, acima de tudo, o que nos move verdadeiramente é a defesa e luta intransigente para uma estratégia sustentável de desenvolvimento do Porto Santo.
Pretendemos abrir a Câmara Municipal aos Porto-santenses e a todos os madeirenses e residentes permanentes em Porto Santo.
Pretendemos envolvê-los em todas as decisões e na governação dos destinos da nossa Terra, neste contexto económico e social difícil em que sobrevivemos.
A mudança assenta na isenção, dedicação, transparência, honestidade, competência e vasta experiência profissional e camarária dos elementos que compõem a nossa equipa.

Como tenciona diferenciar-se das outras candidaturas no Porto Santo? O que distingue a nossa lista doutras é que não serei «marioneta» de pessoas ou interesses económicos, que só têm prejudicado o Porto Santo. Neste momento difícil das nossas vidas, não irei fugir a este desafio nem às responsabilidades, ora assumidas.
A Câmara Municipal do Porto Santo deverá ser líder no concelho, mas definir estratégias de colaboração e coordenação com o Governo Regional e todas as entidades públicas e privadas.
Por isso, e para isso, reuni e lidero uma equipa de pessoas experientes, que está fortemente empenhada em desenvolver e implementar um programa de Governo Local em prol dos Porto-santenses e de todos aqueles que residem permanentemente no Porto Santo, como é o caso de muitos madeirenses.
Estou em condições de assumir esta responsabilidade, tenho experiência acumulada ao longo dos anos para dar o meu melhor contributo à resolução dos problemas que hoje preocupam os Porto-santenses. Darei resposta a todos e tentarei responder em tempo oportuno aos reais problemas dos Porto-santenses, a minha porta estará sempre aberta às pessoas.
A nossa estratégia de desenvolvimento passa, também, pela rentabilização e dignificação dos nossos recursos naturais: o nosso mar, o nosso património, os recursos geológicos e gastronómicos do nosso concelho.

Tem algum ambição ou projecto especial para o Porto Santo, que possa comprometer-se a cumprir, desde já, caso vença as eleições? Como Presidente da CMPS, serei o Autarca e Advogado do Povo. Do nosso conhecimento profundo do Porto Santo, assim como das muitas auscultações às pessoas e instituições da nossa terra, resultará uma lista de propostas e projetos em que acreditamos, porque legitimadas pelo Povo. Sendo eleito, queremos que estes vejam a luz do dia, pois tal significará que aos Porto-santenses foi restituída uma esperança que há muito se perdeu.
Sei que posso fazer mais e melhor, em conjunto com a minha equipa, com a população, e com o apoio de muitos madeirenses, os quais têm residência no Porto Santo, de modo a elevar e engrandecer o nosso concelho. Este é outro dos meus combates, gostaria de deixar uma marca e, por isso, quero proporcionar aos mais jovens condições para aqui se poderem fixar, aqui poderem investir, aqui poderem ser felizes, aqui realizarem os seus sonhos. Acreditem que é possível, mas para isso temos que mudar, A MUDANÇA É A ÚNICA ESPERANÇA !

Os trabalhadores das extintas empresas municipais devem ser reintegrados? Esse é um caso que está a ser analisado e estudado pela nossa equipa, mas, tudo faremos para evitar despedimentos.
Na verdade, a Câmara Municipal do Porto Santo se ficasse sem esses trabalhadores perderia capacidade de resposta para levar a cabo os serviços públicos, vitais ao bem-estar da população.

Quais as outras prioridades do seu programa? Desde logo, há uma prioridade: a criação de emprego, sobretudo para os nossos jovens, que diariamente são obrigados a emigrar.
Há que criar as condições para que a nossa ilha se desenvolva e cative os investimentos certos, nas áreas certas e rentáveis à nossa economia.
Isso só será possível com a criação duma marca própria Porto Santo, que identifique e diferencie o nosso concelho e vá de encontro ao nosso legado cultural e patrimonial. Há que abrir “portas” de uma vez por todas ao mar, aos espaços verdes e à água. Temos de concentrar energias e fazer as melhores escolhas, as decisões que nos vão aproximar dos nossos objetivos e valores, e que constituem as prioridades do Município.
Não esqueçamos que a economia está no centro da vida das pessoas, e, por isso, estou convicto de que algumas das escolhas mais poderosas que poderemos fazer prendem-se com ações muito, muito pequenas que vão de encontro aos reais problemas que preocupam os Porto-santenses no seu dia-a-dia.
O desemprego é hoje na nossa terra uma autêntica tragédia e é uma das principais razões da minha candidatura, uma sociedade sem emprego é uma sociedade ameaçada, sem emprego as pessoas e as famílias perdem a esperança, perdem a vontade de lutar.

Análise ao mandato actual
•o que correu bem?

“Apesar das dificuldades conhecidas de todos, os munícipes têm demonstrado um forte empenho e espírito de sacrifício e de solidariedade social para com os seus próximos.”
•o que correu mal?

“Uma falta de estratégia coordenada e sustentável de desenvolvimento para o Porto Santo, a taxa do IMI mais alta do País, uma taxa que castiga todos os porto-santenses e todos aqueles que investiram no Porto Santo, a extinção das empresas municipais e as infraestruturas criadas mal rentabilizadas.”

Prioridades do Município
social
•“Desenvolver um plano social permanente e bem estruturado, de emergência social, para combater o desemprego e acudir as reais carências das famílias porto-santenses.”

economia
•“Estimular e incentivar a agricultura, pesca e o comércio local, e criar um mercado de frescos, pois são esses os motores da nossa economia.”

turismo
•“É crucial criar uma marca própria e tornar os transportes mais acessíveis e atrativos, para podermos vender o nosso destino, nacional e internacionalmente.”

desporto
•“É crucial tudo fazer para rentabilizar as nossas infraestruturas desportivas, e atrair campeonatos mundiais à nossa linda baía, atrair campeonatos de voleibol, futebol de praia, e outros, enfim, criar um plano de desporto.”

cultura
•“Valorizar e rentabilizar o património cultural, histórico e geológico, e apostar fortemente nos produtos locais, estabelecendo uma ponte com as associações culturais, recreativas e as escolas.

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