GOVERNO PS APOIA A UNIVERSIDADE DA MADEIRA
AUMENTO DE VERBAS NA ORDEM DOS 16,3% A Universidade da Madeira vai receber, no próximo ano lectivo (2008/2009), 11,2 milhões de euros, mais 1,6 milhões que no ano anterior. O reitor da academia madeirense, em declarações ao JORNAL da MADEIRA, diz que, feitas as contas, isso representa um aumento na ordem dos 16,3%.Para Pedro Telhado Pereira trata-se de uma questão que surge após três anos de reivindicações junto do ministério, contra os critérios que estavam a ser usados, até aqui, para o financiamento público das instituições de ensino superior, em que a Madeira e outras universidades, sobretudo do interior, também estavam a ser prejudicadas. Pedro Telhado Pereira diz que este é um aumento que a Universidade da Madeira já devia ter recebido há três anos. De qualquer forma, o reitor da academia madeirense diz-se satisfeito com este aumento, tendo em conta que a média nacional ficou situada na ordem dos 3,6%.Aliás, segundo o reitor da Universidade da Madeira, a academia madeirense ficou...

Comentários
Juvenal Pereira
A história dos " rabos-de-palha"
Data: 16-03-2008
- Meninos, está na hora de dormir
- Nós vamos se a avozinha nos contar uma história daquelas que nos fazem rir.
-Está bem, a avó conta…suas "cabecinhas tontas"
E lá com muito carinho a avó contou a "história dos rabos-de-palha" para adormecer os netinhos.
- Era uma vez, numa terra da costa de África, existia uma tribo, cujo chefe era tão antigo, que nem ele próprio se lembrava há quantos anos lá estava.
-Avó, e ninguém queria mandá-lo embora?
- Queriam e aí é que está o enredo da história. Os grupos chamados de oposição, existentes na "Tabanca", tudo faziam e diziam para afastá-lo da banca, só que, o "Grande-Chefe" não os escutava e quanto mais falavam, de pedra e cal ele estava, até que chegaram à conclusão de que ele só sairia quando na própria tribo existisse pressão.
-E tornou-se realidade?
-É verdade. Os membros da tribo, os que mais próximo dele estavam, começaram a ficar saturados, de tantos anos passados e sempre pelo mesmo Chefe serem mandados, para além de não esconderem a ambição de terem o poder na mão.
- E o que fizeram então?
-Asneira atrás de asneira, provocando entre eles mal-estar e muita discussão, mas o " Grande-Chefe"em lugar de se zangar, pelo contrário, deitava-lhes sempre a mão. Então decidiram, num local secreto reunir e preparar a estratégia para o substituir.
- E qual foi, avozinha? Gostávamos de saber, antes de adormecer.
-Disseram ao "Grande-Chefe" que tinham ouvido na " meteorologia " que para aquela região muito calor se previa, se não plantassem arvores graves doenças surgiriam.
O Chefe - na melhor das intenções - deu ordem para as plantações. Então, lá foram eles a um dos países vizinhos - cujos governantes eram seus amigos - e adquiriram umas palmeiras infestadas de mosquitos. Plantaram-nas à porta da sua casa. Dois dias depois já por todo o lado o Chefe se coçava. A praga era tanta que atingiu toda a Tabanca.
Mas o "Grande-Chefe" que de tolo não tinha nada, logo se apercebeu da cilada.
-Ah, se eles querem que me vá embora, já lhes vou marcar a hora. Reuniu a tribo para a solene comunicação, só que para ser substituído punha uma condição." Para ocupar o meu lugar eu não quero pessoas que não trabalham ou que tenham Rabos-de-palha!"
-Que ALÁ nos valha, suplicaram os candidatos, deveras desesperados.
Este conto acabou assim porque os netinhos adormeceram e a avó não lhes pôde contar o fim.
Mas, segundo reza a história, o " Grande-Chefe" nunca se foi embora!!!.