CADA UM TEM O QUE MERECE...




Comentários

Anónimo disse…
O Emanuel Bento confrontado no seu blog Cavacadas com a sua verdadeira identidade e mais algumas provas que o incriminavam decidiu fechar o nojo k foi esse Cavacadas.

É menos um camarada oportunista, que na sua ressabiação atacou tudo e todos.

Ó Vítor vê se tratas de vez do gajo. é que dar emprego a gajos destes, fdasse! Não merecem.
E viva a parvónia! lol

E a lei do tabaco que foi chumbada? foi lindo! lool leia isto:
http://miradouro.pt/foruns/viewtopic.php?f=14&t=209
Anónimo disse…
Delfins de Jardim entram em guerra

Diário de Notícias
Lília Bernardes
Funchal

As acusações públicas entre dois dos vice-presidentes do PSD-Madeira, Miguel Albuquerque e João Cunha e Silva, nomes apontados como possíveis sucessores de Alberto João Jardim, estão a incomodar as hostes sociais-democratas acostumadas ao unanimismo. Albuquerque acusa Cunha e Silva de estar a «dividir o partido».

Miguel Albuquerque, presidente da Câmara Municipal do Funchal (CMF), e recandidato às autárquicas de 2005, não admite que nenhum colega de partido, neste caso João Cunha e Silva, vice-presidente Governo Regional, coloque em causa o seu bom nome e a gestão da autarquia que dirige. A insinuação de que poderia haver «negociatas» na CMF foi a gota de água. Por proposta sua, Albuquerque viu ontem aprovada por unanimidade, na reunião semanal, uma deliberação na qual solicita à vice-presidência do Governo Regional a realização de uma inspecção administrativa à autarquia, ou, em alternativa, que Cunha e Silva esclareça a opinião pública que a referência feita a «negociatas» nas páginas no DN da Madeira, nada tem a ver com a câmara.

Com Alberto João Jardim ausente em Estrasburgo, a «guerra dos delfins» está de volta. E o que de início não passava de «melindres protocolares» sobre a visita do Futebol Clube do Porto (FCP), no passado fim de semana - e que incluía a inauguração da representação do FCP na região - passou a guerra política. Resultado, Pinto da Costa lavou as mãos e cancelou todos os eventos. Miguel Albuquerque convidara os campeões europeus para os Paços do Concelho, esperando que não houvesse «pressões, nem canalhices de terceiros com ambições desmedidas».

Cunha e Silva advertia já não ter «pachorra e paciência» até porque os fait divers nos jornais» servem, por vezes, «para os que querem esconder problemas», referindo-se a «intrigas» e a «negociatas». Neste ponto, Albuquerque quer ver tudo esclarecido.

O presidente da CMF acusou ainda Cunha e Silva de ter-se esquecido que «existe um PSD para além do grupo que ele domina», responsabilizando pela divisão dentro do partido entre «os dele e os outros», desafiando-o, por isso, a concorrer a umas eleições sozinho, ou seja, sem o chapéu de chuva de Alberto João Jardim.

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