GOVERNO PS APOIA A UNIVERSIDADE DA MADEIRA
AUMENTO DE VERBAS NA ORDEM DOS 16,3% A Universidade da Madeira vai receber, no próximo ano lectivo (2008/2009), 11,2 milhões de euros, mais 1,6 milhões que no ano anterior. O reitor da academia madeirense, em declarações ao JORNAL da MADEIRA, diz que, feitas as contas, isso representa um aumento na ordem dos 16,3%.Para Pedro Telhado Pereira trata-se de uma questão que surge após três anos de reivindicações junto do ministério, contra os critérios que estavam a ser usados, até aqui, para o financiamento público das instituições de ensino superior, em que a Madeira e outras universidades, sobretudo do interior, também estavam a ser prejudicadas. Pedro Telhado Pereira diz que este é um aumento que a Universidade da Madeira já devia ter recebido há três anos. De qualquer forma, o reitor da academia madeirense diz-se satisfeito com este aumento, tendo em conta que a média nacional ficou situada na ordem dos 3,6%.Aliás, segundo o reitor da Universidade da Madeira, a academia madeirense ficou...

Comentários
É menos um camarada oportunista, que na sua ressabiação atacou tudo e todos.
Ó Vítor vê se tratas de vez do gajo. é que dar emprego a gajos destes, fdasse! Não merecem.
E a lei do tabaco que foi chumbada? foi lindo! lool leia isto:
http://miradouro.pt/foruns/viewtopic.php?f=14&t=209
Diário de Notícias
Lília Bernardes
Funchal
As acusações públicas entre dois dos vice-presidentes do PSD-Madeira, Miguel Albuquerque e João Cunha e Silva, nomes apontados como possíveis sucessores de Alberto João Jardim, estão a incomodar as hostes sociais-democratas acostumadas ao unanimismo. Albuquerque acusa Cunha e Silva de estar a «dividir o partido».
Miguel Albuquerque, presidente da Câmara Municipal do Funchal (CMF), e recandidato às autárquicas de 2005, não admite que nenhum colega de partido, neste caso João Cunha e Silva, vice-presidente Governo Regional, coloque em causa o seu bom nome e a gestão da autarquia que dirige. A insinuação de que poderia haver «negociatas» na CMF foi a gota de água. Por proposta sua, Albuquerque viu ontem aprovada por unanimidade, na reunião semanal, uma deliberação na qual solicita à vice-presidência do Governo Regional a realização de uma inspecção administrativa à autarquia, ou, em alternativa, que Cunha e Silva esclareça a opinião pública que a referência feita a «negociatas» nas páginas no DN da Madeira, nada tem a ver com a câmara.
Com Alberto João Jardim ausente em Estrasburgo, a «guerra dos delfins» está de volta. E o que de início não passava de «melindres protocolares» sobre a visita do Futebol Clube do Porto (FCP), no passado fim de semana - e que incluía a inauguração da representação do FCP na região - passou a guerra política. Resultado, Pinto da Costa lavou as mãos e cancelou todos os eventos. Miguel Albuquerque convidara os campeões europeus para os Paços do Concelho, esperando que não houvesse «pressões, nem canalhices de terceiros com ambições desmedidas».
Cunha e Silva advertia já não ter «pachorra e paciência» até porque os fait divers nos jornais» servem, por vezes, «para os que querem esconder problemas», referindo-se a «intrigas» e a «negociatas». Neste ponto, Albuquerque quer ver tudo esclarecido.
O presidente da CMF acusou ainda Cunha e Silva de ter-se esquecido que «existe um PSD para além do grupo que ele domina», responsabilizando pela divisão dentro do partido entre «os dele e os outros», desafiando-o, por isso, a concorrer a umas eleições sozinho, ou seja, sem o chapéu de chuva de Alberto João Jardim.