TODOS OS DIAS O PSD-MADEIRA E O DR. ALBERTO JOÃO JARDIM DIZEM AOS MADEIRENSES QUE VIVEMOS À CUSTA DO CONTINENTE!
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Anónimo disse…
Desemprego registou pior semestre desde 2002 Da média de 3.982 inscritos no 1º semestre de 2002, até Junho a média já era de 8.690 Data: 21-07-2008
O primeiro semestre de 2008 foi o pior em termos de taxa de desemprego dos últimos seis anos e meio. Um facto baseado numa amostra de 13 meses, já contabilizando os valores de Janeiro a Junho deste ano e recuando até o primeiro semestre de 2002. Na altura, a média era de 3.982 desempregados por mês, agora a média está nos 8.690 inscritos no Centro Regional de Emprego.
Apesar do optimismo evidenciado pelo Governo Regional, nos últimos tempos, no que toca ao desemprego, se recuarmos no tempo podemos constatar que o cenário é 'negro' e há poucos sinais de melhoria.
O secretário regional dos Recursos Humanos, Brazão de Castro, insurgiu-se contra os ataques dos partidos da oposição, nomeadamente o Bloco de Esquerda, garantindo, há pouco tempo na Assembleia Legislativa e em diversos comunicados, que o desemprego dava sinais de estabilização e de diminuição e que, apesar do crescimento verificado nos últimos anos, continuávamos a ter taxas trimestrais e anuais abaixo das médias nacional e europeia.
Números são números e a análise é feita com base nessa constatação, para mais quando é feita delimitando no tempo de seis meses e não de 13 meses, como aqui se faz. Tendo por base, também, os valores oficiais do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) e o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Segundos semestres são piores
Tendencialmente o 2º semestre dos anos analisados têm sido sempre piores que os primeiros seis meses, com excepção de 2005. Uma possível justificação terá a ver com facto de o primeiro trimestre desse ano ter culminado com o fim das grandes obras construídas até 2004, sabendo-se do peso que a Construção Civil teve nas taxas de empregabilidade na Região Autónoma.
Por outro lado, desde Outubro de 2005, mês em que foi ultrapassada a barreira dos 8.000 desempregados registados, nunca mais a fasquia ficou abaixo deste número. Nos 21 meses desde esse período, há 10 meses em que Junho de 2008 teve mais desempregados inscritos nesta fasquia dos 8.000. Mas há a registar que Junho foi o melhor dos últimos oito. Em Outubro do ano passado estavam registados 8.395 pessoas no Centro Regional de Emprego.
Anónimo disse…
Delfins de Jardim entram em guerra
lília bernardes funchal
As acusações públicas entre dois dos vice-presidentes do PSD-Madeira, Miguel Albuquerque e João Cunha e Silva, nomes apontados como possíveis sucessores de Alberto João Jardim, estão a incomodar as hostes sociais-democratas acostumadas ao unanimismo. Albuquerque acusa Cunha e Silva de estar a «dividir o partido».
Miguel Albuquerque, presidente da Câmara Municipal do Funchal (CMF), e recandidato às autárquicas de 2005, não admite que nenhum colega de partido, neste caso João Cunha e Silva, vice-presidente Governo Regional, coloque em causa o seu bom nome e a gestão da autarquia que dirige. A insinuação de que poderia haver «negociatas» na CMF foi a gota de água. Por proposta sua, Albuquerque viu ontem aprovada por unanimidade, na reunião semanal, uma deliberação na qual solicita à vice-presidência do Governo Regional a realização de uma inspecção administrativa à autarquia, ou, em alternativa, que Cunha e Silva esclareça a opinião pública que a referência feita a «negociatas» nas páginas no DN da Madeira, nada tem a ver com a câmara.
Com Alberto João Jardim ausente em Estrasburgo, a «guerra dos delfins» está de volta. E o que de início não passava de «melindres protocolares» sobre a visita do Futebol Clube do Porto (FCP), no passado fim de semana - e que incluía a inauguração da representação do FCP na região - passou a guerra política. Resultado, Pinto da Costa lavou as mãos e cancelou todos os eventos. Miguel Albuquerque convidara os campeões europeus para os Paços do Concelho, esperando que não houvesse «pressões, nem canalhices de terceiros com ambições desmedidas».
Cunha e Silva advertia já não ter «pachorra e paciência» até porque os fait divers nos jornais» servem, por vezes, «para os que querem esconder problemas», referindo-se a «intrigas» e a «negociatas». Neste ponto, Albuquerque quer ver tudo esclarecido.
O presidente da CMF acusou ainda Cunha e Silva de ter-se esquecido que «existe um PSD para além do grupo que ele domina», responsabilizando pela divisão dentro do partido entre «os dele e os outros», desafiando-o, por isso, a concorrer a umas eleições sozinho, ou seja, sem o chapéu de chuva de Alberto João Jardim.
O primeiro-ministro anunciou também que haverá um aumento de 20 por cento no abono de famílias das famílias monoparentais, aquelas que estão “em maior risco de pobreza”.
JORNAL DA MADEIRA-DELIBERAÇÃO DA ERC a) A observância de práticas não discriminatórias na distribuição, pelos diferentes órgãos de comunicação social, do investimento publicitário oriundo da Região Autónoma, medidas essas que se deverão pautar por critérios de equidade, de proporção e de transparência, em defesa do Governo Regional -,está a pôr em risco objectivo e grave a preservação de um quadro pluralistano subsector da imprensa diária; Instar o Governo Regional da Madeira a adoptar, no imediato, as providências necessárias e adequadas à supressão dos efeitos nefastos que a sua actuação tem produzido no subsector da imprensa diária da região tendo especialmente em vista: pluralismo político, económico e outros; b) A sujeição das suas intervenções na gestão da Empresa do Jornal da Madeira, enquanto seu sócio maioritário, aos princípios da transparência e proporcionalidade; c) A salvaguarda do pluralismo interno e da independência perante os poderes públicos, no que toca à orientação
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Da média de 3.982 inscritos no 1º semestre de 2002, até Junho a média já era de 8.690
Data: 21-07-2008
O primeiro semestre de 2008 foi o pior em termos de taxa de desemprego dos últimos seis anos e meio. Um facto baseado numa amostra de 13 meses, já contabilizando os valores de Janeiro a Junho deste ano e recuando até o primeiro semestre de 2002. Na altura, a média era de 3.982 desempregados por mês, agora a média está nos 8.690 inscritos no Centro Regional de Emprego.
Apesar do optimismo evidenciado pelo Governo Regional, nos últimos tempos, no que toca ao desemprego, se recuarmos no tempo podemos constatar que o cenário é 'negro' e há poucos sinais de melhoria.
O secretário regional dos Recursos Humanos, Brazão de Castro, insurgiu-se contra os ataques dos partidos da oposição, nomeadamente o Bloco de Esquerda, garantindo, há pouco tempo na Assembleia Legislativa e em diversos comunicados, que o desemprego dava sinais de estabilização e de diminuição e que, apesar do crescimento verificado nos últimos anos, continuávamos a ter taxas trimestrais e anuais abaixo das médias nacional e europeia.
Números são números e a análise é feita com base nessa constatação, para mais quando é feita delimitando no tempo de seis meses e não de 13 meses, como aqui se faz. Tendo por base, também, os valores oficiais do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) e o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Segundos semestres são piores
Tendencialmente o 2º semestre dos anos analisados têm sido sempre piores que os primeiros seis meses, com excepção de 2005. Uma possível justificação terá a ver com facto de o primeiro trimestre desse ano ter culminado com o fim das grandes obras construídas até 2004, sabendo-se do peso que a Construção Civil teve nas taxas de empregabilidade na Região Autónoma.
Por outro lado, desde Outubro de 2005, mês em que foi ultrapassada a barreira dos 8.000 desempregados registados, nunca mais a fasquia ficou abaixo deste número. Nos 21 meses desde esse período, há 10 meses em que Junho de 2008 teve mais desempregados inscritos nesta fasquia dos 8.000. Mas há a registar que Junho foi o melhor dos últimos oito. Em Outubro do ano passado estavam registados 8.395 pessoas no Centro Regional de Emprego.
lília bernardes
funchal
As acusações públicas entre dois dos vice-presidentes do PSD-Madeira, Miguel Albuquerque e João Cunha e Silva, nomes apontados como possíveis sucessores de Alberto João Jardim, estão a incomodar as hostes sociais-democratas acostumadas ao unanimismo. Albuquerque acusa Cunha e Silva de estar a «dividir o partido».
Miguel Albuquerque, presidente da Câmara Municipal do Funchal (CMF), e recandidato às autárquicas de 2005, não admite que nenhum colega de partido, neste caso João Cunha e Silva, vice-presidente Governo Regional, coloque em causa o seu bom nome e a gestão da autarquia que dirige. A insinuação de que poderia haver «negociatas» na CMF foi a gota de água. Por proposta sua, Albuquerque viu ontem aprovada por unanimidade, na reunião semanal, uma deliberação na qual solicita à vice-presidência do Governo Regional a realização de uma inspecção administrativa à autarquia, ou, em alternativa, que Cunha e Silva esclareça a opinião pública que a referência feita a «negociatas» nas páginas no DN da Madeira, nada tem a ver com a câmara.
Com Alberto João Jardim ausente em Estrasburgo, a «guerra dos delfins» está de volta. E o que de início não passava de «melindres protocolares» sobre a visita do Futebol Clube do Porto (FCP), no passado fim de semana - e que incluía a inauguração da representação do FCP na região - passou a guerra política. Resultado, Pinto da Costa lavou as mãos e cancelou todos os eventos. Miguel Albuquerque convidara os campeões europeus para os Paços do Concelho, esperando que não houvesse «pressões, nem canalhices de terceiros com ambições desmedidas».
Cunha e Silva advertia já não ter «pachorra e paciência» até porque os fait divers nos jornais» servem, por vezes, «para os que querem esconder problemas», referindo-se a «intrigas» e a «negociatas». Neste ponto, Albuquerque quer ver tudo esclarecido.
O presidente da CMF acusou ainda Cunha e Silva de ter-se esquecido que «existe um PSD para além do grupo que ele domina», responsabilizando pela divisão dentro do partido entre «os dele e os outros», desafiando-o, por isso, a concorrer a umas eleições sozinho, ou seja, sem o chapéu de chuva de Alberto João Jardim.