domingo, 30 de novembro de 2008

CONTRA A COMPANHA DA MENTIRA!


O CANDIDATO DO CDS, ENG. KRUS ABECASSIS
FOI ELEITO VICE-PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA


Na entrevista concedida à RDP-Madeira, hoje, domingo, 30 de Novembro de 2008, o Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Dr. Miguel Mendonça, comentando a não eleição do deputado do PS, Bernardo Martins, para Vice-Presidente deste órgão, disse que “também, na Assembleia da República, o candidato do CDS, Krus Abecassis, foi a votos, quatro vezes e nunca foi eleito Vice-Presidente do Parlamento nacional”. É falso.


Do mesmo modo, falou Filipe Malheiro, Chefe de Gabinete do Presidente da Assembleia, quando no seu blogue “Ultraperiferias”, em 30 Agosto deste ano, sentenciou que “Krus Abecassis nunca chegou a ser eleito Vice-Presidente” da Assembleia da República. Não é verdade.


Na mesma linha, se pronunciou o PSD/Madeira, num comunicado em Madeira, em 15 de Novembro deste ano. É mentira.

Para os que não sabem os factos históricos, faltam à verdade, falam levianamente e sem estudar os assuntos, aqui fica uma informação certa e rigorosa, extraída do Diário das Sessões da Assembleia da República:

O CANDIDATO PROPOSTO PELO CDS, ENG. NUNO KRUS ABECASSIS FOI ELEITO VICE-PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, NA SESSÃO PLENÁRIA DE 19 DE NOVEMBRO DE 1998, COM 132 VOTOS “SIM”. HOUVE 42 “NÃO”, 9 ABSTENÇÕES E 10 VOTOS BRANCOS.
O Presidente da Assembleia, Dr. Almeida Santos, LOGO APÓS A VOTAÇÃO POSITIVA, saudou-o nos seguintes termos: “PARABÉNS SR. VICE-PRESIDENTE NUNO ABECASSIS”.

3 comentários:

amsf disse...

Uma mentira ganha credibilidade quanto mais vezes é repetida e quanto maior o número de fontes, felizmente que ainda há quem vá às fontes de informação para desmascarar certas centrais de desinformação!

João Carvalho Fernandes disse...

Deve ser a isto que o grande líder se refere hoje no JM

Anónimo disse...

MAS QUE DROGA!

Confesso que não entendo esta estratégia de meter a cabeça na areia. Esta manhã, dos seis projectos discutidos na Assembleia, quatro versaram assuntos directa ou indirectamente relacionados com dramas sociais. Todos levaram chumbo por parte da maioria política. Desde logo, uma proposta do PS-M que visava a instituição do "Parlamento Aberto sobre a Toxicodependência". Um jornada, em suma, aberta a alunos e professores, técnicos de saúde, magistrados, representantes de instituições policiais e membros do governo; depois, uma proposta do Bloco de Esquerda no sentido da criação de uma "Comunidade Terapêutica", no âmbito da toxicodependência, capaz de dar resposta aos dramas que por aí andam. Novo chumbo! Nem com a argumentação das aterradoras estatísticas, nem com a notícia da apreensão, ainda ontem, no aeroporto do Funchal, de 75 kg de cocaína oriunda da Venezuela, nem com a narração do que se passa em alguns bairros sociais da Região, nem com aquilo que todos sentem que a droga avassala e com difícil controlo, a maioria não foi sensível e disse não, isto é, disse NÃO à necessidade de instalação de uma designada "Comunidade Terapêutica", sempre com o estafado argumento que o governo está atento.
Estou certo que quando acordarem será tarde. Na década de 90, apesar das denúncias, a maioria ignorou a droga e os estragos que começava a produzir na Madeira, nesta década continua a varrer para debaixo do tapete um problema muito grave, quando se sabe (e parece-me natural) que para apanhar ou desmantelar uma rede, certamente muitos quilogramas entram na Região sem possibilidades de controlo. Muito ainda fazem as polícias. Certo é que ela está aí, com milhares de seringas trocadas, com muitos dramas familiares e muito silêncio político. Pergunto: a quem servirá este silêncio? Aos traficantes?
Qualquer pessoa de bom senso não entende este comportamento da maioria política.

in http://comqueentao.blogspot.com